Arquivo mensal: abril 2011

SNES / PS1 – Final Fantasy V – Análise / Detonado parte 1

Yo!
Antes de mais nada já li que FFV é um calcanhar de aquiles da série, discordo veemente e se fosse assim não teria passado FFVI na pesquisa da revista Famitsu, respeito as opniões, mas comparado aos outros FFI é o menos melhor. É tempo de fazer a analíse sobre Final Fantasy V, sem dúvidas um dos melhores RPGs que já foram lançados, Final Fantasy V tem uma similariedade MUITO grande com o primeiro Final Fantasy, a história é talvez o maior elo entre estes dois games, mas claro o game é muito mais avançado em relação ao primeiro, FFV nos fornece uma grande história, vale lembrar que um jogo sem história fica praticamente chato de ser jogado, já que a história acompanhada de uma boa jogabilidade te prendem ao jogo. FFV começa com um meteoro caindo no mundo onde o jogo ocorre, isto desperta a atenção dos personagens principais que são Bartz, Lenna, Galuf e Faris. Depois de se reunirem os quatro entram em defesa aos três restantes cristais, bem parecido com FFI né? Se os cristais forem quebrados um grande mago das trevas de nome Exdeath será libertado e trará caos ao mundo. FFV apresenta um sistema bem bacana de moldar seu grupo, já que os personagens não seguem um padrão (o principal usa sempre espadas, tem um de cura, um de magias, outro overpower e assim por diante) aqui você pode tornar Bartz, o principal, em um mero White Mage. Esse sistema é bem eficaz já que você pode misturar as habilidades das classes e pode fazer personagens bem poderosos e apelões, os sons e cenários não ficam atrás, a exploração também é grande de forma que você não se entedie com o jogo, há Songs para serem pegas, Summons, Blue Magics e etc. Outra coisa bacana é a parte gráfica, se você pegar para jogar o FFV e o FFIV vai ficar abismado com os gráficos, extremamente antiquados do FFIV (poxa Super Mario World foi feito no mesmo ano que FFIV, custava inovar nos gráficos), FFV para época tem gráficos impressionantes em relação aos do seu anterior

O que realmente deixa a desejar em FFV é que os pretextos utilizados ao longo do jogo, os clichês não são bem utilizados, e as vezes um personagem que você acha que morreu, volta do nada faz uma pontinha e morre novamente, as classes foram péssimamente incluídas, ao invés de você ir em alguma cidade para adquiri-las o que acontece é que elas vem com uma certa facilidade, parece que o jogo nesse quisito foi feito com corredeira. Outro contra também vem no sistema de Jobs, as habilidades passivas deveriam ser mantidas, independente da classe utilizada, oras você perde um espaço só para não colocar nada, é meio o cumulo. Mas o pior é sem duvidas que no final do jogo onde se encontram monstros super poderosos, não te dão xp, só dão AP e dinheiro, você tem que ficar em um lugar estratégico upando, porque ao chegar em certo ponto você não pode avançar upando, o que me desalegra um pouco. O jogo é bom embora tenha essa mesclagem de pontos ruins, é um excelente passatempo e pra quem não gosta de ler como eu é uma aventura fantastica que vale a pena ser aproveitada

As diferenças entre a versão de PS1 e a versão de SNES são mínimas, alguns diálogos tiveram suas traduções alteradas e os nomes das fansubs (traduções de fãs) foram mantidos, Bartz virou Butz, mas nada que afete legalmente a jogabilidade. Os sons também foram remixados e os gráficos melhorados.

Nota: 9,2/10

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N64 – Star Fox 64 – Análise / Dicas

Jogo de nave a um estilo bem moderno, no jogo você controla a nave de Fox McCloud, líder do grupo Star Fox. A sua missão é simples salvar a sua galáxia do impiedoso e megalomaníaco Andross. Andross era um cientista genioso, mas o poder subiu a sua cabeça e ele foi exilado em Venom. Quando ele começa a tramar seus planos o pai de Fox é enviado para investigar, ficando por lá mesmo, então Andross declara guerra ao Lylat System e é a Star Fox quem deve acabar com o mal.

No auge dos anos 90, a qualidade gráfica do jogo é impecável, as naves são bem detalhadas, o dano nelas, os cenários são magnificos, Corneria, Titania e Aqua… São planetas impressionantes, a dificuldade do jogo é selecionável, você pode seguir por três linhas: a vermelha, com uma dificuldade alta; a amarela, com uma dificuldade moderada; e azul, com uma dificuldade fácil. Sons bons o barulho das naves é realmente impressionante, porém nisso o jogo é um pouco chato, por que as vezes a voz de Slippy chega a irritar, da vontade de matar ele de propósito, a fim de calar a boca do sapo aboiolado, mas em compensação as vozes dos outros é bem dublada e caiu como uma luva em certos personagens “Annoing Bird. I’m the great Leon”. O jogo oferece um desafio bem bacana que é o sistema de medalhas, ao detonar uma certa quantidade de inimigos e manter o seu time sem nenhuma baixa você consegue uma medalha, ao conseguir todas as medalhas o modo expert é liberado e nesse modo, se você achava que era bom, você vai começar a ter sérias duvidas em relação a isso…

Nota: 8/10

N64 – Mario Kart 64 / Análise / Dicas / Segredos

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Análise:

Segundo jogo de Kart com Mario e seus amigos, e um dos melhores já feitos. A série Mario Kart vive forte até hoje muito por conta desse jogo. Mesmo o Super Mario Kart de SNES tendo marcado minha infância eu pessoalmente não acho ele um game muito bom, mas agora no 64 muitos dos erros foram concertados e várias inovações incrementadas. O Nintendo 64 que em muitos jogos peca no gráfico, não erra neste o tornando impecável, e não há como querer nada a mais do que já é. As músicas muito bem trabalhadas, porém isso não quer dizer exatamente boas, algumas são, outras não, como na maioria dos jogos. Classifico as músicas como médias. A grande sacada do áudio for deixar os personagens falarem, mesmo que pouco durante a corrida o que torna tudo muito mais interativo e engraçado. O controle do Kart é muito bom e com os diversos itens bem pensados se torna ainda mais legal. Não é tão fácil e nem tão difícil desviar de armadilhas como realmente deve ser.

Sei que você já deve ter passado muitas tardes correndo com seus amigos e se não fez não sabe o que está perdendo, o maior barato deste jogo é o multi-players, apesar de não ser possível jogar campeonatos com mais de dois jogadores, o que é uma grande perda e por não existirem outros modos de jogo além do Time Trial e Battle, o tempo que você vai querer continuar jogando é limitado, apensar de ser alto. Isso foi o que faltou para a Nintendo investir, prender mais o jogador ao jogo, você pode vencer os 4 campeonatos nas 4 dificuldades e depois jogar com amigos, só que apenas isso, não há um algo a mais uma opção extra ou algo assim, coisa que hoje em dia é muito mais comum, e nem tanto naquela época, então posso dar um desconto, mesmo assim ainda é uma falha.

Vale ressaltar a modernização das pistas clássicas do SNES que para quem jogou o game anterior não poderia ser diferente, Mario Kart 64 mistura pistas antigas remontadas que dão uma sensação de nostalgia com pistas inovadas sendo todas centradas em um assunto principal. Por exemplo Kalimari Desert e seu trem, Moo Moo Farm e a Fazenda, Toad’s Turnpike e os carros.

Ponto Forte: Um ponto de destaque é a interação CPU com CPU, no SNES a única variável na corrida era seu carro, todas as outras posições sempre eram previsíveis e quase nunca algo além de você mudava. Agora realmente existe uma competição, todos vão tentar ganhar um vai ferrar o outro e pensar apenas no seu próprio bem, como deve ser uma corrida. Claro no campeonato o piloto bom vai ter a tendencia de ir melhor, mas repito: TENDENCIA ele tem mais chances de ir melhor mas não quer dizer que vai, assim como em corridas reais. Isso deixou o jogo muito mais competitivo e emocionante

Ponto Fraco: Acho que um jogo de corrida deveria apresentar mais pilotos, assim como no SNES no 64 podemos escolher entre apenas 8 pilotos e em todos os campeonatos serão sempre estes mesmos 8 pilotos, e por mais que eles sejam carismáticos, fica um pouco enjoativo, isso não é lá nenhum fim do mundo, mas é um defeito que vejo como grave.

Nota: 8,0 / 10,0

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SNES / Mega Drive – Street Fighter II – Análise / Comandos

Eu particularmente gostei desse game pois ele proporciona diversão, empolgação, emoçao e porradaria e o principal: competitividade, é sempre bom vencer aquele seu amigo convencido e não só competitividade entre jogadores, mas entre empresas o Old School sabe muito bem que havia aquela discussão nos Flippers entre MK e SF. Bom, ele tem vários combos, cenários, músicas de fundo que te inspiram a ganhar.

As diferenças da versão de SNES para a de Mega Drive são meramente técnicas, sendo que a versão de Mega Drive é BEM superior a de SNES, onde existe uma lerdeza que prejudica a dinâmica e a jogabilidade, portanto se forem jogar é melhor que joguem a versão do Mega Drive.

Vou dizer agora os prós e contras:

Prós: Boa jogabilidade, garante diversões com seus amigos, combos variados, porradaria generalizada, varios modos de jogo e uma boa Inteligência Artificial (A.I.).
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Contras: Comandos já manjados(genéricos), poucos personagens, combos difíceis de serem executados.

Nota: 9/10

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