Arquivo mensal: outubro 2011

SNES / PS1 – Captain Commando – Análise / Dicas

Um dos mais corriqueiros jogos de Beat’em Up do SNES, famoso também nas maquinas de arcade dos fliperamas, Captain Commando conta a história de um herói próprio para salvar a cidade de Metro City (a mesma da série Final Fight só que anos à frente) do crime futurístico. Para isso ele conta com a ajuda de três amigos Ninja Commando, Mummy Commando e Baby Commando, juntos eles devem parar a aristocrácia e seus objetivos maléficos. A história eu tive que ler da wikipédia porque o jogo em si não apresenta nada sobre ela, você já entra caindo na porrada, ponto positivo? Talvez seja para alguns, mas para mim sempre tem que haver um porque, mesmo que seja uma maldade. O jogo nem intro tem, nada que nos apresente aos personagens ou coisa parecida. Se você procura um jogo de pura ação é o que vai encontrar em Captain Commando, mas a ação não é tão formada assim, não há grandes surpresas no jogo, com a exceção de um estágio onde você enfrenta dois chefes ou há uma “linha de ataque” dos inimigos que também não tem AI alguma. Parece que a produção cagou e andou também para o desenvolvimento de seus inimigos eles só te batem se você der MUITA bobeira porque é bem difícil apanhar para um deles jogando em plena consciência. O que realmente é marcante em Captain Commando são os personagens, a variedade de seus personagens jogáveis, cada um tem uma característica não miscelânica, mais em combate mesmo. Por exemplo: Baby Commando é o único que pode pular segurando um inimigo, Capitain Commando pode tacar fogo variando um certo comando e por ae vai, cada um tem uma individualidade na mecânica do jogo. Além disso alguns chefes são desafios a serem batidos sendo de grande dificuldade para matá-los, além disso é um jogo que permite jogar com seu amigo dobrando a diversão e cortando pela metade a dificuldade. Tente aproveitar as dicas e desfrutar do jogo, aposto que vai se divertir!

Nota:
7,5 / 10,0

Leia o resto deste post

Anúncios

Mega Drive – Streets of Rage – Análise / Dicas / Cheats

 Sem dúvidas, um dos mais memoráveis jogos de Beat’em Up da Sega. Embora seja um Beat’em Up um pouco comum demais, sem mesmo golpe especial, aqui substituído pela função de chamar o reforço, o jogo conta com uma história engenhosa, claro para a época infelizmente é vista em alguns filmes, como exemplo, Com as próprias mãos de 74 (tem um remake com o The Rock). É bem comum basear a história em uma cidade tomada pelas drogas e pelo caos, vou deixar um resumo da história: o jogo conta a história de uma cidade que foi tomada por uma organização criminosa, a cidade foi dominada pelo caos, drogas e a tal organização dominou até os órgãos públicos: governo e polícia. Então um grupo jovem que saiu da corrupta força policial decide tomar partido e acabar com o crime e retomar a ordem da cidade. O grupo é formado por três amigos que são obviamente serão seus personagens jogáveis  cada um deles com uma deficiência em pelo menos uma característica  Como disse parece tema de alguns filmes de Hollywood, não sei também muito sobre a história porque ela não é explicita, a parte da história contada no jogo se limita a uma introdução no inicio do próprio. Bem como história não é seu forte, a dificuldade é bem trabalhada (você pode selecionar sua dificuldade). Porém apenas a AI é exclusiva de um certo tipo de inimigo, um inimigo se você pula ele age com mais força, se você passar para trás dele ele te agarra e a AI se limita a isso, à única semelhança é que os inimigos esperam você virar de costas para atacar… Há jogos mais antigos de Beat’em Up com uma AI melhor (deixo como exemplo Spartan X e Karate) onde você vê que seu oponente PARECE estudar seus movimentos e saber como contra-atacar.

Embora seja nutrido desses defeitos, Streets of Rage é um jogo bom sim, pelo simples motivo que ele entretêm, não adianta nada você fazer um jogo todo explosivo, rico em gráficos e em estilo se não há diversão no jogo, se o jogo não oferece um desafio plausível e é justamente isso que Streets of Rage oferece, os chefes e a quantidade de inimigos além de ser MUITO difícil arrumar vidas e ter uma chamada de reforço por vida acabam por tornar o jogo um desafio, além é claro de que é bem divertido nos combos e nos golpes de cooperação, onde o personagem da uma mega pirueta e conclui com um golpe overpower. Por fim caso esteja afim de dar uns socos na parede, ao invés de ferir suas mãos, faça algo mais útil jogando Streets of Rage você com certeza vai jogar toda sua raiva pelos ares, junto com a tal organização.

Nota: 7.9 / 10,0

Leia o resto deste post

PS1 – Driver 1 – Análise / Detonado / Dicas / Cheats

Produtora: Ubisoft Reflections Interactive
Distribuidora: GT Interactive Software
Plataformas: Game Boy Color, iPhone OS, Macintosh, Microsoft Windows, Playstation e Playstation Network.
Gênero: Ação-Corrida

Análise:

Driver foi um jogo (muito bem pensado, por sinal) que revolucionou com os jogos de corrida criados até então. Driver é um jogo bem diferente de todos do gênero corrida lançados até aquela época. O jogo não se resume apenas em você disputar uma corrida contra um certo número de adversários em uma pista, mas mistura direção e ação de uma forma que nunca havia sido feito. Essa geração de jogos começou em Driver, ou seja, se hoje temos jogos perfeitos, como os da série Grand Theft Auto e até mesmo os jogos mais atuais da série Driver, é porque em 1999 foi lançado o primeiro jogo de muitos dessa série.

No jogo, você controla Tanner que é um policial da NYPD (Departamento de Polícia da Cidade de Nova Iorque) que, pela sua ótima capacidade de direção, irá se infiltrar disfarçado nas gangues, organizações criminosas e máfias para acabar com elas. Missões de roubos, perseguições, fugas, assassinatos, entregas, resgates e etc. estão incluídas em Driver. Me lembro que, nas primeiras vezes que joguei esse jogo (tinha 10 anos no máximo), eu não conseguia nem passar da missão na garagem (muito tenso). Até que um dia consegui passar mas depois não levei o jogo para frente e parei de jogar. Fato é que é um jogo muito bom, não é dificil (exceto em algumas missões) e com uma história bem legal. Você irá passar por quatro cidades diferentes (Miami, San Francisco, Los Angeles e New York) fazendo trabalhos para gângsters.
As cidades no game até que retratam bem a realidade (não dá pra exigir muito mais de um jogo dessa época) com detalhes característicos de cada cidade. Sobre os gráficos eu gostei e aprovo. Aprovo também fatores como a dirigibilidade dos veículo e a jogabilidade. Não gostei de três coisas no jogo: A primeira é que depois de você passar por uma cidade, no modo ‘Undercover’, não é possível retornar a ela (a não ser que recomece o jogo), a segunda é o fato das missões à noite serem exageradamente escuras (sendo que nem a luz dos postes ajuda) e a última é não poder sair do carro (o que foi possibilitado na versão seguinte de Driver).

Driver conseguiu premiações importantes como por exemplo:
– Melhor jogo de corrida do ano (eleito pela Eletronic Entertainment em 1999)
– Décima segunda posição (12ª) no ranking dos 25 melhores jogos de todos os tempos de Playstation 1 (eleito pela IGN Entertainment)

Nota: 8.6 / 10.0

Leia o resto deste post

Sony Playstation (PS1)

Playstation mais chamado por Playstation 1 (por causa do Playstation 2), chamado popularmente por PS1 ou Play1, primeiro grande console lançado pela Sony. Sua criação pode ser considerada irônica, uma excelente história que vou contar no parágrafo de baixo.

Você já ouviu aquela história dos desenhos de herói, em que o herói por alguma razão acaba criando seu próprio inimigo? Bem, digamos que no mundo dos consoles aconteceu algo parecido (não estou chamando ninguém de herói e nem de vilão, é apenas uma colocação). Antigamente na era dos 8 bits Nintendo e Sega brigavam pela hegemonia dos games, com a criação do Mega Drive a Nintendo precisava “calar a boca” da Sega com um grande projeto, eis que surgiu o Super Nintendo. A Sony criou o chip de som do SNES, assim a Nintendo conseguiu um pouco de vantagem hegemônica sobre a Sega, e para dar um cheque-mate na marca a Nintendo planejava criar uma expansão com CDs-ROM para o SNES, devido aos desentendimentos entre as duas marcas a Nintendo decidiu cancelar o projeto e assinar com a Philips. A Sony então criou seu próprio console independente o Playstation 1.

O playstation com certeza foi um choque para os games, os gráficos mudaram 100 vezes para melhor tornando incomparável com o SNES (claro a Nintendo não parou por ai, lançou o 64 que é um pouco menos popular que o PS1, mas é um bom console, a Sega que se ferrou nessa história). Os jogos mais longos, mais bem definidos e a facilidade de se arrumar um Cd alavancou o Play1 a ponto de vender mais de 100 milhões de cópias contra 32 milhões do 64 seu maior rival.

Leia o resto deste post

Mega Drive – Altered Beast – Análise / Dicas / Detonado

Análise:

Altered Beast é um jogo lançado inicialmente para Arcade, mas fizeram versões em um monte de consoles com 90% de ajuda da minha amiga Wikipédia vou citá-los, Mega Drive, Master System, DOS, Amstrad, CPC, MSX, Amiga, PC Engine CD, Commodore, Virtual Console, Xbox 360, IOS, ZX Spectum, Game Boy Color, Game Boy Advenced, Nintendo Wii, e talvez mais alguns consoles que você nunca deve ter ouvido falar. Também existe uma versão para PS2 lançada em 2005 com os gráficos hiper turbinados(se compararmos com os antigos claro), mas a história do jogo muda completamente, sendo que ao invés da mitologia grega o jogo fala de ficção cientifica, não vou me estender muito mais nisso pois estou analisando a versão de Mega Drive.

Quando vi a primeira vez o jogo achei legalzinho, mas pensei em dar uns 4, 5 de nota (achei que o jogo fosse menos velho), por ser muito curto, até então fazendo minhas tradicionais pesquisas descobri que esse jogo foi lançado junto com o Mega Drive em 1988 (não foi o 1º jogo feito, mas foi a primeira fita a vir junto com o console), então da pra ter uma noção da idade do jogo, que tem gráficos geniais pra época e o áudio que também é horrível, pra época era bom, esse jogo foi o primeiro sucesso do Mega Drive.

Agora vou falar um pouco mais do jogo em si, ele fala da mitologia grega onde Zeus ressuscita um antigo guerreiro para salvar sua filha, ao longo do pequeno jogo você se transforma em bestas. O Jogo é um Beat’em Up não muito difícil mas com algum trabalho para se fechar.

Ponto Forte: Os gráficos somados a jogabilidade, levando em conta a época.

Ponto Fraco: É muito curto.

Nota: 6,9 / 10,0

Leia o resto deste post

N64 – Cruis’n World – Análise / Dicas / Segredos

CruisnAnálise:

Cruis’n World e um jogo da série Cruis’n, sendo esse a sequência do Cruis’n USA(jogo com apenas pistas americanas), o objetivo deste jogo é ficar rodando o mundo de carro, e fazendo corridas nos lugares mais inusitados, num total de 15 pistas.

Gostei do jogo, ele junta dois tipos de jogos de corrida, os mais doidos como Mario Kart, pois as pistas estão em lugares como a selva ou então no meio do deserto, etc… e também os mais sérios como um Nazca, já que são carros de verdade e não uns Kartinhos, além de ter bastantes carros.

O jogo é cheio de dos estereótipos básicos de um videogame, ex: na pista do Quênia tem um monte de animais selvagens, na Rússia usinas nucleares, esses estereótipos não são nem bons nem maus, são necessários para um jogo, é isso que da graça.

Os gráficos são mádios, com algumas partes que chegam a ser estranhas, gostei do aádio do jogo(o do México é bem animador), mas também tem umas fases com a música chata.

Ponto Forte: É um bom jogo no geral, não chega a ser espetacular, mas se você gosta de jogos de corrida este é bem recomendado.

Ponto Fraco: Eu sei que o mundo vive no Eixo Estados Unidos Europa, mas para um jogo chamado “Cruis’n World” eu acho que deveriam ter fases mais espalhadas pelo mundo. Para terem uma idéia: America do Norte = 4 fases(sendo 3 nos EUA), Europa = 5 fases, Ásia = 2 Fases, Oceania = 1 fase, África = 2 Fase, America do Sul = 0, America Central = 0, ????(não vou estragar o segredo) = 1. Não me leve a mal, não sou nacionalista, não estou pedindo uma fase no Brasil, mas não seria legal correr na Amazônia, nas montanhas da Bolívia, até mesmo atravessar o canal do Panamá?

Nota: 7,7 / 10,0

Leia o resto deste post