Arquivo mensal: dezembro 2012

SNES – Lufia & The Fortress of Doom – Análise / Detonado parte 1

Lufia_TFoD_Capa

Análise:

Primeiro jogo da pouco conhecida série Lufia, é terceiro na cronologia que é bem confusa, o jogo se passa em um mundo clássico de RPG, meio medieval, só que com as típicas tecnologias avançadas surgindo. Logo ao começar já fica bem claro o seu objetivo no jogo, derrotar o grupo do mal os Sinistrals, no início você controla um time já upado lá pro nível  75 com todas as magias e itens, mas apenas para sua última luta contra os Sinistrals, mas o jogo não é tão simples, depois de 99 anos os Sinistrals são ressuscitados e ai sim se inicia a história, você controla o descendente do líder do time que salvou o mundo anos atrás e deve seguir seus passos e não deixar que os Sinistrals destruam tudo.

Realmente achei estranho começar com um time já upado e voltar pro zero depois, mas pensando bem foi legal para história do jogo, tanto que fizeram um jogo contando a história do grupo original(Lufia II: Rise of the Sinistrals), um dos problemas é que você encaixa perfeitamente os personagens do grupo inicial com os que você abre durante o jogo, para entender melhor os 4 personagens dos 2 grupos tem o protagonista equilibrado com espada, uma maga, um fortão que não usa magia e uma elfa, faltou um pouco de originalidade nos personagens. Por outro lado a personalidade e interação do grupo foi magnifica, coisa que é deixada de lado em muitos RPGs de SNES como o próprio Breath of Fire, em Lufia o grupo conversa muito entre si, e da pra notar tipo um é ignorante outra é gentil e por ai vai, além das relações entre os personagens, mas ai prefiro que você veja por si próprio.

 O jogo é realmente bom, gráfico áudio o sistema de batalha mesmo que simples foi bem utilizado, só achei que poderiam melhorar a jogabilidade, botar uma opção correr ou algo diferente, você basicamente só anda e cai, isso não tira os méritos do jogo, faltarem detalhes na questão técnica do jogo, os maiores problemas estão no meio do jogo…

Ponto Forte: Não foi excelente, mas foi um grande jogo, bem elaborado te deixando curioso pra saber o que acontece, e também a alguma dificuldade, não é aquela moleza que muitos reclamam no jogos de hoje, em geral o conjunto do jogo é o ponto forte.

Ponto Fraco: Queria muito falar isso, a grande fraqueza foi o meio do jogo, o inicio é muito bom, o final é bom, mas o muito é MUITO enrolado não conseguiram montar uma história tão grande, ai encheram linguiça, coisas do tipo: juntar vários pedaços de um metal, ou reconstruir uma ponte quebrada, quando são casos isolados nem percebemos, mas nesse jogo acontece isso em quase toda metade do jogo, se você não liga pra isso sorte sua, mas eu gosto de fazer algo produtivo para história não ajudar um NPC pra poder ganhar uma chave pro lugar que você realmente deve ir, se fossem coisas opcionais seria até bom, mas obrigar o Player a tanta encheção de linguiça é uma fraqueza considerável, mas não deixem isso afetar a qualidade do jogo.

Nota: 7,9 / 10,0

Leia o resto deste post

PS1 / N64 / PC – Megaman Legends (64) – Database / Segredos

Um database completíssimo de Megaman Legend, material assim só na EP mesmo, ele é bem extenso então temos em ordem Segredos — Side-Quests — Armas — Itens — Dinheiro, aproveite.

Partes:

Detonado Database

Segredos:

Modo Hard: Feche o jogo a primeira vez, nessa dificuldade os oponentes serão 2x mais fortes.

Modo Easy: Feche o jogo no Hard, nessa dificuldade os inimigos dão 4x mais dinheiro, e você ainda ganha o Buster Max que  maximiza todos os atributos de seu Buster.

Dinheiro Infinito: Ok vai ser uma propaganda enganosa, mas não é mentira, em Apple Market tem uma lata que pode ser chutada, se você mirar ela dentro da padaria Jetlag bakery(olhe a placa em cima) você ganha como bônus 1.000z, você pode entrar e sair e refazer isso o quanto quiser, o problema é que 1.000z ajudam bem pouco, existe itens que custam 120.000z, então é mais fácil matar os monstros finais do jogo que dão mais dinheiro.

Roll em seu momento intimo: Depois de derrotar os Bonnes na saída de Clozer Gate, se você entrar no quarto de Roll ela começa a gritar com você e é mostrada apenas a cara de paspalho que Megaman faz, depois ele sai correndo do quarto e Roll manda ele bater na porta na próxima vez. Assim já deve imaginar como Roll estava.

Gato de estimação: Na entrada do Main Gate ao analisar os gatos, um deles pode ser levado ao Fluter, como animal de estimação, em pouco tempo eles se multiplicam deixando a sala repleta de gatos.

Músicas na Loja: Você pode ouvir músicas na loja de discos do Apple Market, mas acho que removeram isso no 64, lí isso em algum lugar, mas se fizeram essa foi a maior mudança, mesmo isso sendo inútil.

Armadura negra: No jogo tem uma coisa chamada Moral, ou seja o quanto você foi legal no jogo, o normal é estar com a moral alta, mas se você fizer besteiras sua moral cai, para deixar sua armadura negra basta chutar até destruir algumas maquinas de refrigerante, roubar o dinheiro na side-quest do roubo de banco, atirar no dirigível da tv durante o ataque a prefeitura, chutar a lata na padaria ao lado do Junk Shop e coisas ruins do tipo… Para sua moral melhorar de algum presente para Roll.megaman_legend_Dark_Armor

Leia o resto deste post

PS1 / N64 / PC – Megaman Legends (64) – Análise / Detonado

megaman_legendAnálise:

Megaman Legends (Rockman Dash no Japão) foi uma revolução para os fãs de Megaman, ao invés de lançar um “Megaman X48” a Capcom percebeu que os jogos de 2D da série já estavam além da repetição, então eles mudaram tudo e criaram a série “Legend” em 3D. Onde a história, a jogabilidade o áudio e acima de tudo o estilo mudaram drasticamente (se foi pra melhor ou pior você que se decida). Uma observação é que não critiquei os jogos em 2D, critiquei esse ser por um bom um bom tempo o único estilo, mesmo tendo o Battle Network que pessoalmente não gosto muito e o Megaman Soccer que foi feito para ter diversão é não desafios. 

Foram lançadas três versões do jogo a original pra PS1 (1997), outra de N64 (Megaman64 / 2000) e uma para PC (2001). De um jogo para o outro não muda quase nada, a de 64 é mas leve, com pior qualidade, a de PS1 é mais pesada com melhor qualidade, a de PC eu realmente não vi, mas deve ter qualidade superior as outras. As diferenças entre os jogos em si são insignificantes, coisas do tipo mudar a música do fundo.

O áudio é bom, tem qualidade, mas poderia ser um pouco mais animado as vezes, o gráfico te deixa de queixo caído levando em conta os antigos jogos de  Megaman, a jogabilidade é animadora, pois você tem liberdade para explorar o mapa do jogo, mas também pode ser considerada diferente, pois você usa “L1” e “R1” para virar a câmera, não veja isso como um ponto fraco, mas sim como uma deficiência, pois na época do lançamento o Playstation não tinha Dual Shock(aquele analog), então a culpa não e do jogo e sim do console, mesmo assim  não é ruim usar o “R” ou “L” para virar (pra ver até nisso o jogo estava a frente do seu tempo kkk).

Farei agora um “Super resumo” da história, pois ela já tem um lugar de destaque no detonado, O mundo está num futuro incalculável, onde a maior parte do planeta é água, os habitantes vivem em pequenas ilhas construídas em cima de antigas civilizações antigas(mas com tecnologia superior), nesse mundo se tira energia de cristais refratores escondidos nessas civilizações antigas, o grupo de que retira esses cristais do subsolo se chamam  “Diggers”. Adivinha só, nosso herói azul é um deles junto com Roll (que te da suporte técnico) e um velho doutor.

Por mais boba que seja essa critica não posso deixar de falar isso, o jogo está em inglês e não tem legenda, então se você não tiver conhecimento de inglês vai ficar perdido na história, mas pode deixar, se esse for o caso basta acompanhar o meu detonado porque vou dar um enfoque especial para história.

Ponto Forte: Quase tudo, mas para citar apenas uma coisa eu digo a mudança no estilo da série Megaman.

Ponto Fraco: O jogo é muito curto.

Nota: 9,1 / 10,0

*A nota se refere ao PS1 que foi o original

Leia o resto deste post

N64 – The Legend of Zelda: Ocarina of Time – Database: Heart Pieces

HP

Mais uma parte do database de Ocarina of Time para vocês. Aqui falo das Heart Pieces, uma sidequest essencial caso você queira detonar o jogo em 100% e com mais facilidade. São 36 Heart Pieces no total, e a cada 4 você ganha mais um coração à sua vida. O que é necessário para completar os 20 corações disponíveis. Além disso é um desafio extra conseguir todas, e você pode penar para consegui-las sem a ajuda de um guia ou coisa parecida (o que foi meu caso a alguns anos atrás). Porém estou aqui para ajudar quem quer pegar todas, com o máximo de precisão. Eu já citei o fortalecimento de corações no final de nosso detonado, já que você só o adquire com as Golden Gloves (fazem cada golpe tirar metade do que originalmente tiraria).

Detonado: Parte 1 Parte 2
Database: Itens Heart Pieces Skulltulas

Vamos dividir por lugares a numeração é a ordem que EU peguei e numerei porque algumas Heart Pieces não necessitam de imagem, a numeração não altera em nada, você pode pegar as Heart Pieces a hora que quiser. Estará especificado durante a discrição da Heart Piece se ela pode ser pego como adulta, se não informar nada é porque pode ser pega das duas formas (como adulto ou como criança). Obviamente em Ice Cavern e em Gerudo Fortress você só pode pegá-las como adulto, além de todas que usam Magic Bean. Podem haver erros nessa parte e caso queiram comentar para me corrigir fiquem a vontade!

Leia o resto deste post

N64 – The Legend of Zelda: Ocarina of Time – Database: Itens

Oi pessoal este é o artigo referente aos itens de Zelda Ocarina of Time. Vamos Subdividir os itens em categorias, sub categorias e até sub-sub categorias. Os itens obrigatórios a serem pegos em dungeon não estarão detalhados sobre sua localização exata, pois isso faz parte do detonado, fora estes explicarei a obtenção de todos. Vou dividi-los em Equipamento, Inventario, Músicas, Dungeons e Outros.

Caso procure outra coisa além dos itens, peço que procure seu artigo específico:

Detonado: Parte 1 Parte 2
Database: Itens Heart Pieces Skulltulas

Equipamento:

Equipamentos são os itens principais de Link, roupas, espadas, botas e etc… Também inclusos Escamas, sacos de bomba e itens do tipo. Leia o resto deste post

N64 – The Legend of Zelda: Ocarina of Time – Detonado Parte 2

Essa é a segunda parte do nosso detonado, uma coisa que deixarei bem explicita antes, vou deixar de lado quaisquer Heart Pieces e Skutullas de lado, para terem maiores informações dessas coisas consultem os guias independentes

Detonado: Parte 1 Parte 2
Database: Itens Heart Pieces Skulltulas

Bem suponho que você tenha retirado a Master Sword do pedestal… Então continuando desse ponto

Light Medalion

Chamber of Sages
Ao retirar a Master Sword do pedestal Link liberou o selo que para o Sacred Realm aonde se encontrava a Triforce, em resumo fizemos o trabalho sujo para Gannondorf, já que encontrar a Triforce era tudo que o meliante queria, ele ainda agradece, mas não devidamente. Após umas risadas maléficas, Link será chamado por Rauru um dos sábios mais precisamente o sábio da luz. Ele explica que os sábios construíram o templo do tempo para proteger o Sacred Realm e explica também que o lugar aonde Link se encontra é a câmara dos sábios dentro do templo da luz, tal templo é a última fortaleza contra Gannondorf no Sacred Realm. Depois ele pede para Link dar uma olhada em si mesmo, agora Link está maior e consequentemente mais forte. Rauru explica que a Master Sword não pode ser tocada pelo mal e apenas o herói do tempo poderia tocá-la, porém Link era muito novo para ser o herói do tempo então seu espirito foi selado por sete anos, tempo suficiente para ele ficar velho e poder tomar a responsábilidade que o herói do tempo tem… Só que em sete anos muita água rola e como abrimos o selo para Gannondorf adentrar no Sacred Realm, ele roubou a Triforce e se tornou o rei do mal, transformando Hyrule em um lugar sombrio e dominado por monstros. Ainda assim há uma esperança, Link precisa acordar os sábios restantes, eles serão capazes de selar o mal no “vácuo” do Sacred Realm. A junção dos sábios com o herói do tempo é o suficiente para tirar Gannondorf do trono

Você receberá o Light Medallion, uma prova de que o poder de Rauru se une ao seu. Você precisará obter os outros cinco medalhões dos outros cinco sábios, e é ao redor disso que a aventura irá se desenvolver.

Temple of Time
Devolta a boa e velha Hyrule, Navi faz uma boa observação, certos itens são restritos ao uso, você só pode usar como criança algumas armas e outras como adulto, felizmente existem algumas que são universais (servem tanto para adulto quanto para criança). Ao andar um pouco para se retirar irá acontecer uma cena memorável, Link se dará conta de alguém atrás dele e saca a espada, o estranho diz já esperar por Link e conta dos cinco templos, o mal de tais templos não permite que os sábios escutem o chamado do Sacred Realm. O primeiro se encontra em uma floresta profunda, o segundo em uma montanha alta, o terceiro sobre um vasto lago, o quarto em uma casa da morte e por fim o último dentro da deusa da areia. Por fim ele diz que essa é uma lenda contada pelos Sheikahs e se apresenta como Sheik o sobrevivente dos Sheikahs, ele pede para acordarmos os sábios e por fim nos da a dica de começarmos pelo templo da floresta onde a sábia é uma velha conhecida nossa… Só que o tal de Sheik diz que estamos mal equipados e nem conseguiriamos entrar no templo, então ele nos pede para ir até Kakariko Village. Esse será nosso primeiro destino.

Leia o resto deste post

N64 – The Legend of Zelda: Ocarina of Time – Análise / Detonado parte 1

The_Legend_of_Zelda_Ocarina_of_Time_front

Em 1998 era lançado um jogo que entraria para a história dos games, e para a lista dos melhores já criados. Ocarina of Time tem presença registrada nos tops de muitos gamers e quem não o jogou, não sabe o que perdeu. O quinto título da lenda de Zelda é sem dúvidas o melhor jogo para o Nintendo 64. E tem excelentes razões para figurar o topo.

Podemos começar falando dos gráficos que para época eram muito bons, embora com o aspecto “quadrado” e com seus bugs, não deixam de apresentar cenários mágicos e magníficos, com uma série de detalhes. Não posso deixar de citar o Lake Hylia, que tem uma paisagem impressionante, de tirar o fôlego, ou então os templos que são ricos em detalhes. Os sons acompanham a beleza gráfica do jogo, a música de Gerudo Valley acompanhada das cascatas do local são uma das muitas sacadas que o jogo tem quando se fala tecnicamente  Outro ponto forte é a jogabilidade em 3D e acompanhada da variedade de botões do N64, agora Link pode usar uma maior diversidade de itens e pode mirar e tem um sistema novo de mira, onde você entra em uma espécie de combate 1×1 com o oponente, tornando o jogo mais real. Falando em itens o jogo tem uma porção deles e eles diversificam o jogo, para matar um oponente você desde a tradicional espada, ou o arco e flecha, ou o martelo, opções não faltam… Além do mais você vai ficar horas jogando para obter todos os itens, ou todos os Heart Pieces, desafios extras no jogo não faltam… 

A história do jogo é simples e talvez seja o ponto mais fraco do jogo, por ser simples demais. No jogo você controla Link, um Kokiri (uma eterna criança), o jogo começa com um pesadelo de Link relacionado a uma princesa que ele desconhece e um homem em um cavalo negro. Ao acordar Link recebe uma fada (como todo Kokiri), e a Deku Tree, guardiã dos Kokiris chama Link e revela a ele que um mal está rondando Hyrule e esse mal a infectou. Após ir nas entranhas da árvore e aniquilar o que a fazia mal, ela morre, mas conta a Link sobre as três jóias que representam cada povo, ela te da uma delas, e cabe a você pegar as outras, conhecendo cada local e cada cultura de Hyrule. Após pegar as jóias um evento em especial ocorre (não vou revelar é spoiler) e Link adquire a Ocarina of Time um tesouro sagrado da família real de Hyrule. Link fica sete anos em descanso e chega em uma Hyrule completamente alterada.  O desafio principal do jogo é esse é uma fórmula repetida, porém proveitosa, conseguir as jóias e depois conseguir os medalhões, não da para dizer que é bom, mas também não da para dizer que é ruim, já que para quem pega o jogo e não conhece a série, você fica preso a este desafio e aos que entram em adjacente. Outra coisa de bom que vem nessa história e muda na jogabilidade é o time-skip, você joga com dois Links, e cada um maneja itens diferentes, ele como criança não domina o arco e flecha, porém ele é adulto demais para usar o estilingue… As personagens do jogo, o aprimoram, são poucos os personagens que não tem um carisma próprio e não te faça se apegar a eles.

Portanto, com pontos fracos que não alteram sua jogabilidade, e nem te impedem de jogar, o jogo se torna uma coisa viciante, não pela história, mas pelos objetivos que ele te propõe e pelo visual intrigante. The Legend of Zelda: Ocarina of Time é sem dúvidas um dos melhores jogos, tive o prazer de jogá-lo no console e apreciar de sua riqueza. Um jogo que certamente marca quem o jogou.

Nota: 9,6/10

Leia o resto deste post