Arquivo mensal: janeiro 2013

Os 18 anos de Pokémon!

GeraçõesPokémon é uma série mundialmente conhecida e mais do que isso é uma verdadeira mina de dinheiro para a nintendo, e de diversão para nós gamers. As pessoas em geral conhecem a série graças a seu animê que também é um sucesso devastador e que trás Pikachu como um protagonista fazendo dele o pokémon mais conhecido do mundo! Porém a estória de pokémon se estende muito além de um animê de sucesso pokémon é um verdadeiro fenômeno da cultura pop. Até hoje são mais de 686 pokémons e o número só tende a crescer com a chegada de mais uma vindoura geração. Pokémon é a segunda série de jogos mais vendida do mundo, só perdendo para Mario, possuindo diversos produtos, além do animê, como: TCG (Training Card Game), brinquedos, roupas, mangás, etc… A série este ano completa 18 anos, a idade da maioridade, e eu me lembro como se fosse ontem de como a conheci! Vamos fazer uma viagem no tempo nesses 18 anos de pokémon, peguem a pipoca se tiverem disposição.

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GBA / DS – Pokémon Mystery Dungeon: Red Rescue Team & Blue Rescue Team – Análise / Dicas / Detonado parte 1

PMD_Capa

Análise:

Uma coisa que sempre falo é que uma série precisa inovar, Pokémon que é uma das minhas favoritas não fez diferente não dava pra ficar apenas com os clássicos como Fire Red, Gold, Emerald e etc, por isso alguns jogos como Pokémon Stadium e Snap que fogem ao estilo original foram criados, coisa que é muito boa pois varia um pouco o estilo dos jogos, nessa onda foi criado o Pokémon Mystery Dungeon o primeiro jogo onde os Pokémons falam, e seu personagem também é um deles, isso deixou o jogo interessante e diferente.

Foram criados 2 jogos iguais com poucas diferenças entre eles, coisa normal para série, a diferença aqui foi fazer uma versão para cada portátil, o Red Rescue Team para o GBA e o Blue Rescue Team para o DS, mas realmente são poucos os Pokémon exclusivos e é possível adquiri-los por um outro recurso do jogo, ou seja a Nintendo nos poupou da obrigação das trocas para capturar todos os Pokémons. Outra coisa a destacar é o número de Pokémon todos os 368 das 3 primeiras gerações são presentes e jogáveis, incluindo os Lendário e ainda temos cinco Pokémons da quarta geração que fazem algumas aparições (mas não são jogáveis), esse até então foi disparado o jogo com o maior número de Pokémons presentes.

A história eu realmente pensei que seria infantil e boba, e no inicio realmente era, mas com o tempo rachei minha cara, me senti driblado pela história em pelo menos duas vezes, devido ao inesperado rumo que ela tomou, por isso achei um ponto positivo. O objetivo do jogo é montar um time e explorar dungeon fazendo resgate a Pokémons necessitados, e você realmente explora as dungeons o jogo é um RPG de turnos, mas foi tão bem feito que você só percebe isso prestando atenção aos detalhes. Os gráficos não são ótimos, mas estão com qualidade, o áudio em geral não gostei, as dungeons são grandes a do inicio ao fim de uma delas tocará sempre a mesma música, algumas até são boas, mas enche um pouco a paciência.

Outro ponto importante é a quantidade de opcionais no jogo, assim ele fica grande, mas não muito puxado, pois o obrigatório não poderia ser longo pela história do jogo, mas o opcional faz que quer, grandes coisas opcionais nunca são uma fraqueza, mas garanto que se quiser realizar tudo que esse jogo lhe oferece vai levar muito tempo, entretanto vontade não lhe faltará pois esse é um excelente jogo.

Ponto Forte: O alto número de Pokémon, e dungeon.

Ponto Fraco: Não a muitas opções nas dungeon, e composta basicamente de andares planos com salas quadradas, isso poderia ser melhorado.

Nota: 8,6 / 10,0

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GBA – Final Fantasy I – Dungeons Extras 1

Detonado
Dungeons Extras 1 Dungeons Extras 2

Está seção será inteiramente dedicada ao maior desafio de Final Fantasy I para GBA. As novas dungeons introduzidas no jogo são o ponto alto da dificuldade e certamente te darão uma louca dor de cabeça. São quatro dungeons no total e elas são liberadas após a morte de cada respectivo demônio. Vale lembrar que você não pode voltar nos andares da dungeon e cada caminho dela é diferente. Comecemos com a primeira a ser liberada. Para facilitar não falarei em andares (B1, B2, etc) falarei o nome das salas que também foi nomeado por quem fez os mapas. Os mapas não são meus, portanto são de uso livre e não levarão o logo do blog. Aqui você encontrará as dungeons Earthgift Shrine e Hellfire Chasm.

dungeonsextras1

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Mega Drive – Golden Axe – Análise / Dicas / Cheats

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Eu ainda não conhecia Connan, o bárbaro quando joguei Golden Axe pela primeira vez. Parece que foi ontem que eu acordava as sete da manhã e ligava o Mega Drive com toda a cautela do mundo e junto com meu primo jogávamos Golden Axe. Um beat’em up que tem semelhanças com Senhor dos Anéis e Connan, lançado em 89 inicialmente para arcade. O enredo do jogo é um pouco implícito, diferente da maioria dos beat’em up, neste enredo somos apresentados a região de Yuria onde Death Adder sequestrou o rei e a princesa, e ainda de quebra pegou o Golden Axe o maior símbolo da nação de Yuria. E Death Adder promete destruir os três caso o povo de Yuria não o aceite como seu governante! Então entram em cena três heróis: Ax Battler, Gillius Thunderhead e Tyris Flame que com um misto de vingança e justiça querem acabar com Death Adder, por incrível que pareça no fim do jogo o enredo ainda tem uma reviravolta que vocês só descobrem jogando!

Ainda falando das coisas boas de Golden Axe é que é um beat’em up com uma jogabilidade dinâmica e ágil, você pode esquivar dos seus oponentes e pode armar boas estratégias para matá-los (em conjunto com os bugs do jogo e os repeats da AI). Para os que gostam o jogo também oferece uma dificuldade alta sendo difícil de ser jogado sozinho, aliás a graça toda está em jogá-lo no multiplayer. Os gráficos também são  muito reais dando enfase ao stage 3 que retrata muito bem uma cidade medieval. Saindo um pouco do lado bom do jogo e partindo para o ruim: o som é uma porcaria, poucas músicas em Golden Axe salvam; para um beat’em up o jogo te da pouca chance de recuperar o HP, dão poucas para justamente poder dizer que dão, era melhor nem ter incluído; alguns bugs do jogo são meio raros, e até meio engraçados, mas chega uma hora que você perde a razão por eles serem incompreensíveis; os golpes são feios gráficamente, salvando apenas as magias salvam; e o principal defeito do jogo… Sua dificuldade não valer o chefe final, os oponentes convencionais são mais poderosos que o final boss, e eu fico me perguntando o que se passa na cabeça dos programadores nessas horas, faz você broxar ao ter mais dificuldade para enfrentar os esqueletos do que o próprio Death Bringer.

Golden Axe é um jogo que merece ser revisitado, você pode falhar várias vezes em fechá-lo, mas o jogo te divertirá que é o principal, mesmo sendo difícil e por fim não posso deixar de mostrar a vocês algo que me fazia guardar os jars de magia, uma imagem da magia final de Tyris Flame. Espero que o jogo seja tão nostálgico para mim quanto é para vocês.

dragon

Nota: 7,3/10

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Uso de Conteúdo

Criamos este post por conta dos recentes plágios de nosso conteúdo, assim explicaremos o que vocês podem usar ou não.

Regras de Uso Sobre Detonados :

– Detonados NÃO podem ser copiados em nenhum circunstancia, qualquer blog ou site que contenha um detonado  nosso está nos copiando.

– É permitido usar PEQUENOS TRECHOS dos detonados contanto que de referência a nosso blog, e NÃO ganhe crédito por isso.

– É permitido usar nossas análises desde que de a referência a nosso blog, e NÃO ganhe crédito por isso.

– Se for usar um trecho do detonado NÃO o modifique nem mude nada, apenas a cor ou fonte do texto se for atrapalhar a leitura.

Regras de Uso Sobre Imagens:

– As imagens são livres, contanto que NÃO as modifique ou ganhe crédito por elas.

– Se for usar muitas imagens siga as regras do item acima e de uma referência de nosso blog.

– As imagens SEM A MARCA DO BLOG, (imagem abaixo) são livres com exceção aos artigos Super Mario 64 e Final Fantasy V (parte 1 e 2).

Logo blog

– Se precisar alterar alguma imagem entre em contato.

Regra de Uso Sobre Videos:

– Podem ser usados livremente se estiverem na conta “Eternal Players” do youtube, NÃO carregue o vídeo em outra conta.

AVISO:

Não pense que descumprir essas regras te deixará impune, por mais pirataria que você encontre na internet e por mais que usemos coisas piratas, não permitiremos qualquer plágio e este tipo de coisa nós denunciaremos firmemente. Também não pense que as denúncias são inefetivas, pois na internet as coisas acontecem rápido! Então tentem fazer a parte de vocês para não terem dores de cabeça futuras…

GBA – Final Fantasy I – Análise / Detonado

Final Fantasy 1 + 2 - Dawn of Souls intro

Eu sinceramente não sou muito fã de Final Fantasy I, considero este como sendo o pior da franquia Final Fantasy. Porém é válido ressaltar que este jogo na época que foi lançado foi um marco para a Square. O enredo de fundo que acompanha o jogo é digna de uma cena de batalha em um RPG. Você no seu minimo de vida, com poucas poções ou MP, enfrentando um Super Boss. Você já bateu tanto no Super Boss, e perdeu uma parte da sua Party. Eis que no ultimo golpe, você aplica um crítico que mata o Super Boss! É assim que podemos introduzir a história da criação de Final Fantasy, a fantasia final.

A Square estava fálida, e precisava criar um jogo inovador, para que não fosse as torras. Coube a Hironobu Sakaguchi (que mais tarde estaria envolvido em jogos mitícos, como Kingdom Hearts, Chrono Trigger, Xenogears, além da franquia de Final Fantasy), a missão de criar o jogo que salvaria a Square e seria o golpe de misericórdia. Com uma trilha sonora impecável (para a época) de Nobuo Uematsu (que compôs as trilhas de todos os outros jogos da franquia). O jogo deu certo e conquistou os fãs não só no Japão, mas também nos EUA, foi a ignição e o começo de uma franquia de sucesso. Que já está no décimo quarto jogo

Só essa história de fundo, faz com que o jogo se torne uma lenda. Sim. Mas o jogo não é uma obra prima, pelo menos, não para mim. O jogo é bom, mas comparado aos seus sucessores fica muito atrás. Mas tem um porém, eu não estou analisando a versão de NES, vim para falar do Remake para GBA, Final Fantasy Dawn of Souls, que acompanha FFI e FFII em uma só fita. Confesso que o remake conserta TODAS AS FALHAS TÉCNICAS de FFI. Ou seja, nada agora de só salvar em INNs (o que não é bem uma falha e não é um defeito), aprimorou os gráficos, fez mixs das músicas originais, corrigiu o random number de monstros, corrigiu a falha que dava quando você atacava um monstro que já havia morrido (no original se atacasse um monstro que já havia morrido, você não atacava outro, você simplesmente errava o golpe), além de corrigir também a falta de MP que o jogo tinha na época (não havia MP, você tinha uma quantidade limite para usar magias).

Porém, não adicionaram mais conteúdo a história, que é tão simples quanto um conto de fadas: Você controla quatro guerreiros da luz e após de salvarem a princesa Sara das mãos de Garland, partem para recuperar quatro cristais (quatro orbes no original), para poder impedir que o mundo seja destruído, ela só tem um mistério que é “o que depois de derrotar os demônios?”… Também não deram uma certa linearidade ao jogo, você tem que ficar adivinhando o que se deve fazer A TODO O MOMENTO, não há um NPC que te as indicações, é um pouco complicado encontrar os lugares (parece que é defeito de primeiro jogo). O especial e revolucionário nesse jogo mesmo é a escolha de classes, você pode escolher entre 6 classes para seus 4 personagens e vai mantê-las ao longo do jogo todo, porém seus personagens não tem um passado, não tem uma personalidade, eles sequer FALAM, tornando o jogo mais chato ainda. Adicionaram também um modo extra para quando você enfrentar os chefes assim que fecha o jogo, o que é um outro bônus dessa versão. Essa jogabilidade adicionada ao acréscimo de itens e com a redução da dificuldade tornaram o jogo mais fácil do que o original, para poder atrair os olhares dos jogadores mais novos. A verdadeira dificuldade está nas quatro dungeons extras com chefes de FFIII, FFIV, FFV e FFVI. O que atraí mais um pouco a galera das antigas e os fãs dos outros FF. Isso para não dizer as batalhas aleatórias que se tornam chateantes ao longo do jogo, me fazendo ter vontade de explodir o meu notebook de tão insanas que é a quantidade batalhas.

Para a época um marco, hoje ultrapassado, Final Fantasy I é obrigatório para fãs da série Final Fantasy e para gamers hardcore (falo das dungeons extras porque o jogo é uma baba de fácil), porém para gamers mais atuais, ou até mesmo para os gamers que curtem games com uma história mais sólida é uma opção razoável.

Nota: 7,4/10

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Games Macabros / Episódio 1 – Pokemon Black

Ghost

Ah!!! Pokemon Black, recentemente lançado como Black e White para DS em 2010 iniciando a quarta geração de Pokemons, quero deixar claro que essa história NÃO se refere a esse jogo. Muito, muito antes quando a Nintendo lançava seus primeiros portáteis, ainda na época de Pokemon Red e Blue(Green no original) existia um possível jogo chamado Pokemon Black, lógico que não era oficial se ele realmente existiu era uma Hack Rom, hoje é uma moleza hackear um jogo, principalmente Pokemon, eu mesmo me aventurei um pouco nisso… Agora imagine isso a cerca de 10 ou 15 anos atrás, bem era possível fazer isso eu mesmo tinha um versão de ISS do SNES hackeada,  mas apenas pessoas bem avançadas e com conhecimento faria isso, não era uma coisa que qualquer bobão faria.

Agora você pensa o que tem de terror numa hack rom? Eu ainda nem comecei a contar a história, apenas mostrei que não foi algo feito por um qualquer, também não é algo que você aca facilmente, se é que existe, assista o vídeo que mostra a história completa.

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Games Macabros / Introdução

Bem meus amigos começaremos a primeira de quem sabe muitas séries aqui na Eternal Players, esse é apenas a introdução mas brevemente sairá o primeiro capítulo, vou lançar um episodio por mês sem nenhum prazo para o fim.

Agora o que você logicamente está pensando “que raios será o tema da serie?”, realmente eu pensei nisso meses atrás, mas estava com vários detonados pendentes e pra piorar era época de prova kkkk Agora nas férias pude desenvolver meu projeto, a idéia inicial foi simples contar as histórias de terror dos games, mas sem ser aquela coisa babaca de botar medo nos outros, vou levar mais pro lado irônico e quem for mesmo muito covarde que se assuste kkk

Boo

Então coso será a serie? Simples vou escolher uma história existente e a desenvolver, mostrar os fatos que a comprovem ou desmentem , todo material que eu encontrar vou mostrar e no final botar minha teoria(s).

Apenas esclarecendo, eu não acredito em fantasmas espíritos ou coisas desse tipo, tenho minha teoria mas que realmente não faz diferença para essa série, eu simplesmente me fascino por mistérios, mas apenas por diversão realmente gosto de ouvir uma boa história.

Espero que fique claro que vou usar apenas histórias que venham dos jogos e afetem os jogadores, ou seja o players se da mal na história. 

Ghost

Para finalizar, tenho 4 histórias mentalizadas, assim pelo menos 4 episódios a série terá, ela vai acabar quando eu estiver sem vontade de fazer, ou quando as boas histórias acabarem, vou começar com o jogo que me espirou a fazer isso Pokemon Black,  então ficamos por aqui pessoal.

Por: Matheus C. Sardinha

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SNES – Lufia & The Fortress of Doom – Detonado parte 2

Teoricamente você já chegou a cidade de Bakku, caso não está na parte errada do detonado…

Partes:

Parte 1: Parte 2:

Índice

7 peças de Alumina:
Fortress of Doom:
Oil Cave:
Side Quest, Dragon Eggs:
Glasdar Tower:
Doom Island:

World Map:
De Bakku siga ao norte, é um longo caminho até ver a torre.

Tower of Light:
No primeiro andar nada, vale a pena cair no buraco para pegar o itens do porão, mas por agora basta subir.
Obs: Note que tem uma porta trancada nesse andar.

F2:
Pegue qualquer porta, e suba a escada, o único item aqui é o Stone Cure.

F3:
Na porta ao norte da entrada um Revive, ao sul outro Revive, a direita uma sala com Ex Potion e Ex Magic, a escada fica a norte.

F4:
Ignore a primeira escada, siga pela porta, atravesse a sala e suba na escada que encontrar.

F5:
Nada aqui, apenas suba.

F6:
Basta subir a escada a sul, se seguir o corredor vai cair e pegar alguns bons equipes ao longo da torr, mas vai ter que subir uma parte dela d novo.

F7:
Ao lado o item Gloom Voice, a escada fica a norte.

F8:
Nada aqui, apenas suba.

Topo:
Um chefe, ele estava fazendo um ritual para renascer o Sinistral Amon.

Chefe: Guardian [HP 1.500]
Se não tiver as magias que vou citar e por que seu nível está baixo, Upe um pouco antes de lutar. Use Protect pelo menos 2 vezes com Lufia, cure com Boost de Jerin ou Lufia, a luta será muito física  magias são fracas, Bata com os Homens e deixe as Garotas bufando e curando. Eu venci facilmente assim.

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