Arquivo mensal: fevereiro 2013

Mega Drive – Sega Top Ten (Mega 10 Jogos) – Análises / Dicas / Detonados / Segredos

IntroAntes de lerem meu artigo, ele não é sobre um top dez dos melhores jogos que a Sega produziu. E mesmo que seja não foi decidido por mim que seria assim! Este artigo sim trata-se de uma fita pack-in (que já vem com o videogame) que fez a alegria de muitas pessoas, já que ela vinha com 10 jogos incluídos e não se tratavam de jogos porcaria não, alguns claro são jogos de menos poder apelativo, mas nem por isso deixam de ser bons. A fita tem a ROM rara, mas acredito que ela não deva ser tão rara assim, já que existem toneladas de exemplares dela no mercado livre. Porém não existe nenhuma informação dela na internet, já que acredito eu essa fita foi distribuída em larga escala aqui no Brasil, lá nos EUA ela tem um nome diferente e possuí a diferença de ter Shadow Dancer no lugar de Revenge of Shinobi. Esta fita me causa uma sensação de nostalgia incrível, afinal de contas o que dos anos 90 que eu joguei nos anos 2000 não me causa nostalgia? Me lembro de ir dormir na casa do meu primo que possuía um Mega Drive e acordávamos cedo com a maior cautela, ligávamos o videogame e decidíamos fechar algum jogo, nossa maior meta era um dia virar a noite jogando, coisa que nunca fizemos! Espero que curtam essa viagem comigo ao Sega Top Ten… Sobre as tags elas se referem aos jogos inclusos na fita, este cartucho não possuí nenhum segredo para desbloquear outros jogos, se veio aqui procurar isso esqueça! CLIQUE NOS TÍTULOS PARA VEREM OS ARTIGOS COMPLETOS!

Intro2

Nota: 7,4* / 10

*A nota é uma média da nota dos jogos inclusos na fita

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Games Macabros / Episódio 2 – O Cartucho Amaldiçoado de Zelda Majora’s Mask

zeldaamaldicoado

Poucos jogos escapam das lendas, principalmente as série famosas, nesse caso a série Zelda tem diversas lendas como a obtenção da Triforce, mas como um jogo tão infantil pode conter uma história tão macabra. Vamos falar de um jogador que ganhou um cartucho amaldiçoado com o fantasma do antigo dono do cartucho.  Uma coisa a pensar logo de cara é por que a história vem de Zelda Majora’s Mask? Por que não o Ocarina of Time? Para quem já jogou os 2 jogos é visível que o Majora é mais “maligno”, claro são jogos infantis, mas em Majora temos cenários mais escuros, muita ligação com mortos, pra não entrar em detalhes como a expressão de dor de Link ao retirar uma das mascaras especiais, se fosse pra um fantasma entrar em um jogo de Zelda esse realmente seria a melhor escolha.

Apenas resumindo, Majora’s Mask, é um jogo onde Link deve evitar que uma lua gigante caia, ele tem 3 dias para realizar isso e pode voltar no tempo para ter mais tempo, e determinados eventos acontecem em horários específicos de cada dia, se ainda não jogou jogue, é um ótimo jogo.

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SNES – Brawl Brothers – Análise / Dicas / Cheats

CoverLançado em 92 no Japão com o nome de Rushing Beat Ran, Brawl Brothers é um game de Beat’em Up da série Rushing Beat, sendo mais especificamente o segundo da série, por isso podem encontrar este jogo com o nome de Rival Turf 2 (assim conhecido na versão européia). Os outros games da série são: Rival Turf (Rushing Beat) o primeiro lançado em 92 e Peace Keepers (Rushing Beat Shura) o terceiro lançado em 94. Sinceramente eu desconhecia o jogo e sua produtora a Jaleco que hoje se chama Emcom e está um pouco afastada deste mercado de games, o que faz Brawl Brothers uma raridade. Indo diretamente ao jogo posso dizer que a principio pensei que se tratava de uma mistura de Street Fighter com Final Fight, afinal de contas é impossível não notar a semelhança entre o personagem Slash e M.Bison. Mas o jogo passa longe de ser isso, o jogo é muito bom e apresenta umas características que eu nunca havia visto em Beat’em Ups antes, como a opção de poder desligar o Friend Touch (bater no seu amigo) e um Angry Mode que quando seu personagem toma muita porrada é ativado, tendo também uns labirintos no jogo que podem te deixar com a cabeça virada. Claro que esses são prós,  sem contar os gráficos que para pegar como comparação, se equiparam bastante a Final Fight 2. As músicas das fases também são boazinhas e o jogo é bem intenso, e com intenso quero dizer que o geme é difícil e é cheio de ação, você vai gastar umas horas se não for profissional para chegar no chefe final então os gamers hardcore que se prezam devem conferir este título. De quebra o jogo ainda tem um vs. mode para você encrencar na porrada com seu amigo, infelizmente são só os cinco personagens jogáveis que estarão disponíveis.

Um defeito do jogo e da maioria dos beat’em ups são as armas que fornecem com exceção de duas, as outras são inúteis e só servem para te prejudicar, já que um combo é bem mais interessante. Outra coisa chata são as onomatopeias saindo sempre que você da uma porrada no boneco, me fazendo lembrar aquela série do Batman dos anos 70. Mas o  que eu senti falta mesmo em Brawl Brothers foi a ausência de chefes decentes, você simplesmente enfrenta os próprios personagens do jogo e a história da uma explicação para isso? Não não da, o jogo não tem enredo aparente e para você entendê-la deve ler o manual  que vem junto com a caixa AMERICANA, coisa que eu não suporto, já que nem todos vão ter acesso a isso, até que da para relevar já que o importante do jogo não é isso, mas as coisas ficam sem sentido… Enfim o enredo , não sei se é cópia da versão japonesa ou é inteiramente americano isto diz que: Hack e Slash (me parece uma alusão a Hack’n Slash) estão em seu ginásio treinando seus discípulos para poderem se defender do crime implacável de Bayside City, porém as coisas estão quietas demais. Não me perguntem como, pois o manual já pula para essa parte. Os três melhores discípulos de Hack e Slash foram sequestrados e o pior a gangue que os sequestrou tem inúmeros cientistas criando clones das pessoas sequestradas, cabe a Hack e Slash resgatarem seus discípulos e acabarem com a festa da tal gangue. Ok ler isso me faz entender a quantidade absurda de oponentes que enfrentamos, mas não me faz entender porque Hack é um dos chefes sendo que ele não foi sequer sequestrado e clonado… E não sei se notaram que eu disse AMERICANA bem alto. A versão americana é boa, ela insere os labirintos no jogo, mas muda os nomes dos personagens por completo, por exemplo, Hack se chama Rick Norton e Slash se chama Douglas Bild e fizeram algumas censuras. 

Mas nem tudo são trevas, Brawl Brothers é o único jogo de Super Nintendo que te permite jogar a versão japonesa, que é mais fácil, não tem as fases em modo labirinto (coisa que eu gostei dos americanos terem inserido), tem umas cenas extras na sequência final do jogo, além de um golpe de Slash onde ele ataca covardemente o baixo fudetório (saco) do oponente. Não conhece este jogo? Pois trate de conhecer, chame um amigo para jogar com você, Brawl Brothers vai te garantir boas horas de muitas risadas, pancadaria e o melhor diversão!

Nota: 7,6 / 10

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GBA / DS – Pokémon Mystery Dungeon: Red Rescue Team & Blue Rescue Team – Dungeons Paralelas

Outra parte de gigante detonado de Mystery Dungeon, aqui você encontra as dungeons inúteis e opcionais, ou seja, não há nada de relevante em faze-las, entretanto algumas delas são úteis para recrutar novos Pokemons, essas dungeons em geral são liberadas por obtenção de Friend Areas, Wonder Mail ou Realizar alguma missão opcional. Tenha no mínimo fechado o jogo antes de começar as missões.

Missões normais virão primeiro, em seguida Friend Areas e por último Wonder Mail.

Partes:

Detonado: Parte 1 Parte 2 Parte 3
Database: Dungeons Paralelas Wonder Mail Guia de Captura

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SNES – Demon’s Crest – Análise / Dicas / Detonado / Segredos / Database

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Já ouviram falar em Castlevania não é verdade? Já ouviram falar de Megaman X também não é verdade? Então Demon’s Crest é uma mistura dos dois, pode até ser uma forçação de barra minha dizer isso, porém muitos dos elementos do jogo são muito semelhantes as duas franquias que eu mencionei. E isso me lembra o cinema, sim o cinema, no cinema se uma franquia meio que copia a outra, ou até mesmo se uma franquia mantem a mesma fórmula, ou seja, se copia, ela é duramente criticada. Nos jogos ocorre completamente o contrário, vide Zelda, vide Pokémon, vide o próprio Castlevania… Pouca coisa muda de um jogo para o outro e eles sempre são aclamados pela crítica e pelos gamers. Não é diferente com Demon’s Crest que mesmo mesclando os elementos de Castlevania e Megaman se torna um dos melhores jogos de plataforma para o SNES.

Posso começar falando da história do jogo, o jogo tem um plot interessante, um pouco clichê, mas interessante. O jogo nos conta a história de uma guerra civil no reino dos demônios, tal guerra foi provocada pelo misterioso aparecimento de amuletos no reino dos demônios, se as pedras forem reunidas o portador delas ganha poderes ilimitados. Então o demônio Firebrand, velho conhecido da série Gargoyle’s Quest que é um spin-off de outra série famosa: Ghosts’n Goblins, vence a guerra civil e conquista cinco dos seis amuletos. O último amuleto estava com um dragão, Firebrand até consegue vencê-lo, porém sai da luta muito ferido e acaba sendo roubado por outro demônio chamado Phalanx, só conseguindo ficar com uma parte do amuleto do fogo. É ai que o jogo começa você no controle de Firebrand caçando os outros amuletos e as outras partes do amuleto do fogo. E essa aventura não se resume a apenas isso, o jogo oferece muitas variedades de outras coisas a serem encontradas, fortalecendo o seu replay, fora isso o jogo tem quatro finais diferentes, não da para reclamar do replay dele. Vamos a parte técnica, os gráficos são muito bons, muito mesmo há uns cenários mirabolantes, que apesar de soarem repetidos dando aquela impressão de “eu já estive aqui neste jogo”, são lindos. Os sons me lembram muito Castlevania e claro, eles tem que fazer jus ao místico que é a característica principal do jogo.

Mas e aí? Onde o jogo peca? Posso dizer que o jogo peca em um aspecto: tem fases MUITO curtas, algumas você passa simplesmente voando. Eles reprisaram alguns bosses que ora davam itens importantes e ora só serviam de enchimento de linguiça. Não reclamo da dificuldade do jogo ela está na medida para quem gosta de um desafio, ao mesmo tempo que é simples de se adaptar. Outra coisa que depõe contra Demon’s Crest é a inutilidade de certas coisas. Há tantas coisas no jogo que algumas chegam a serem inúteis, e podiam serem facilmente substituída por outras coisas mais legais, tipo outras transformações, ou magias melhores, ou combinações, enfim, eu não posso opinar muito, afinal de contas, o jogo já tem quase 20 anos de produção…

Para quem é fã de Ghosts’n Goblins e curte um plataforma cheio de misticidade, mistérios, exploração impecável, ação estratégica e o melhor um jogo que te faça rachar a cabeça para procurar as coisas, sem fazer você perder a paciência, ou sem fazer você querer de deixar jogá-lo, este jogo é  Demon’s Crest!

imgxtraNota: 8,4 / 10

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