Arquivo do autor:Eternal Players

SNES – Disney’s Aladdin – Análise / Detonado / Dicas / Segredos / Cheats

Aladdin_CapaAnálise:

Aladdin é um jogo que eu gosto muito, foi um dos primeiros jogos que eu joguei e até hoje guardo o meu cartucho com muito carinho (embora ele não funcione mais…), hoje jogo ele em emulador e sempre tive interesse em fazer uma matéria geral sobre o jogo, e eis aqui a minha oportunidade.

O jogo foi desenvolvido pela Capcom para o Super Nintendo, é exclusivamente Singleplayer e no estilo plataforma (quem gosta dos jogos do Megaman X vai se acostumar fácil aos comandos). No game conhecemos Aladdin, um jovem rapaz que vive na cidade de Agrabah e que participará de uma grande aventura envolvendo um romance com uma princesa, explorações em cavernas, maluquices com um gênio e grandes perigos…

A vida do personagem é representado por corações, no início só se tem 3, mas o personagem pode adquirir mais durante o gameplay. Cada vez que for atingido Aladdin perde 1 coração, perdendo todos ele morre.
O jogo é dividido em estágios e níveis. Cada estágio possui diversos níveis. No fim de cada estágio temos uma cena da história do jogo. E no fim de alguns níveis temos o bônus.
Para se derrotar os inimigos basta pular na cabeça deles. Aladdin também pode atirar maçãs nos inimigos, o que os deixa tontos e possibilita ao Aladdin derrotá-los mais facilmente. Aladdin também pode correr e até mesmo usar um pano como paraquedas para que caia mais devagar no chão.
O game utiliza o sistema de passwords, a cada fim de estágio é ganho um password para a próxima fase, assim o jogador pode continuar o jogo depois caso não dê para terminar de uma só vez.

O jogo foi muito bem feito, os gráficos, o áudio e a jogabilidade são ótimos. Os gráficos são bem detalhados e até mesmo os sprites de inimigos e cidadãos divertem a gente (experimente pisar na cabeça dos moradores na primeira fase, por exemplo…), as músicas sempre combinam bem com as fases, sem falar que algumas músicas do jogo vieram do filme, então quem assistiu e curtiu a trilha sonora vai gostar mais ainda de escutar na versão do jogo, e a jogabilidade é maravilhosa, o personagem é fácil de controlar e responde bem aos comandos (embora algumas vezes o personagem dê umas deslizadas exageradas).

Pontos Fortes

– ótima jogabilidade.
– Ótima Trilha Sonora.
– Gráficos bonitos e divertidos.

Pontos Fracos

– Dificuldade baixa.
– Jogo curto.

Nota: 8,5

Leia o resto deste post

Anúncios

PS1 / PC – Megaman X4 – Análise / Segredos / Cheats / Detonados

Megaman x4 japanese cover

Desde que foi adicionada ao universo de Megaman, a série X sempre prezou pela inovação; a armadura, o dash, uma história mais desenvolvida e sólida. A série X sempre prezou por manter o estilo do antigo,  misturando com a inovação. Quando deixou o Super Nintendo e foi para a nova geração, com Megaman X4 em 1997 o jogo veio recheado de inovações, aproveitando a qualidade superior de Playstation e Sega Saturn. O jogo começa com uma apresentação em vídeo, lembro que no primeiro contato com o jogo fiquei boquiaberto, louco  para ver logo o que me esperava. Game Start e caramba, agora eu podia escolher entre Zero ou Megaman para jogar! Isto foi a grande sacada, quem na série clássica nunca quis jogar com Protoman ou Bass? Essa foi a grade sacada da Capcom nesse jogo, e ao selecionar um dos dois heróis, outro vídeo em estilo anime é jogado na tela, mostrando um pouco da história do jogo! Que embora não seja o ponto alto do jogo ela é sensacional! Desta vez, um exército que também combate os Marvericks, chamados Repliforce e liderados pelo gigante General e pelo orgulhoso Colonel. Depois de um ataque a cidade de Sky Lagoon que acabou destruindo muitas vidas a Repliforce se une aos Marvericks iniciando um golpe de estado para depor os humanos do controle, cabe então aos Marverick Hunters por fim aos ideais radicais da Repliforce!

O enredo realmente não é a coisa mais importante do jogo, ele cria laços entre os personagens (Megaman e Double, Iris e Zero, Colonel e Zero, General e Sigma), uma coisa que era rara de ser vista na série antes, acrescentando camadas e um passado para eles, através das diversas cenas de anime que rolam durante o jogo. Além disso ela é dividida em dois pontos de vista,  já que agora você joga com Zero, ela não é confusa, não rouba a cena e inova, ponto para a Capcom. Ainda falando de Zero, acrescentá-lo quebrou o padrão pedra-papel-tesoura tradicional da série. Os inimigos de Zero até tem fraquezas, mas alguns não as tem e você tem que rachar a cuca para descobrir um modo de vencê-los com o robô vermelho. Aliás, tudo com o robô vermelho é diferente, ele não tem poderes, usa golpes. O modo de lutar é encurtado,  parece que você está jogando outro jogo! No caso a jogabilidade tradicional fica por conta de X que tem as velhas cápsulas de armaduras para pegar e o sistema de usar o poder de um chefe contra outro. A tradição e a inovação estão juntas, entrelaçadas e isto é outro ponto para a Capcom.  Os Marvericks continuam legais, e agora até tem um dialogo antes da luta, os animais representados foram muito bem escolhidos e o design e seus poderes estão ótimos, mesmo que hajam os clichês (um elétrico, um ígneo, um glacial, um aquático, um aéreo e um bestial) e que o Slashing Beast seja muito parecido com o Slashman de Megaman 7 , existem dois com poderes novos e os chefes são muito legais de serem enfrentados e alguns oferecem um certo desafio. Os gráficos obviamente melhoraram e melhoraram muito não que eles fossem ruins antes, mas a floresta está com mais texturas e mais cores aqui do que em Megaman X, posso estar constatando o óbvio, mas Megaman X3 também foi portado para o Playstation e não ganhou muitas melhorias gráficas. Porém o que melhorou mesmo foram os sons, as músicas das fases estão sensacionais, bem melhores do que os das versões anteriores! Da pra você deixar o videogame ligado na fase só pra ficar curtindo a música. 

O jogo não parece ter defeitos, mas o que Zero trouxe de bom, ele também tem de ruim. Ao invés de todos os chefes darem habilidades de luta para eles, alguns dão habilidades que já deviam ser inseridas na jogabilidade do herói. O pulo duplo (Kuuenbu), o dash no ar (Hienkyaku) e a espada roxa (Tenkuuha) são ridículos, deveriam haver capsulas nas fases para te fornecer essas coisas. Mas eles preferiram fazer que essas habilidades normais fossem dadas pelos chefes, o que deixa parecendo que correram nessa parte de habilidades que podia ser melhor exploradas. E falando em explorar, a exploração deixa a desejar nesse jogo, ela não é tão complicada como nos jogos de Super Nintendo onde você tem que queimar a mufa para não só encontrar, como também chegar até alguns pontos e pegar os segredos. E se com X o jogo já não tem muitos segredos, com Zero então,  ele tem menos ainda já que você não precisa pegar capsulas com o robô vermelho. Algumas fases tem um segredo apenas (só o Heart Tank) o que é boçal… E as fases embora tenham duas áreas, e sejam maiores que as de Super Nintendo, são curtas e não oferecem muitos desafios no decorrer delas, por exemplo, em Megaman X2 embora as fases fossem curtas, elas eram intensas o que compensava essa perda de espaço em ação, dava a impressão de que a fase era longa. E pra mim um outro defeito, ao meu ver é continuarem com Sigma, um inimigo tão bom quanto a Repliforce deveria ser melhor aproveitado nesse segmento do jogo, tantos personagens bons. Mas não, a Repliforce aparece nesse jogo e acaba nesse jogo, mantendo o velho e chato Sigma que já deve ter cansado de ser morto! Tudo bem que ele é um bom personagem, mas essa repetição do vilão não faz bem a série X como faz a série clássica, acaba ficando tão cansativo quanto a equipe Rocket era no anime de Pokémon, ou os robôs de borracha eram em Medabots…  Outro fator que não se pode deixar de lado é a péssima dublagem americana, sem emoção e com muitas vozes que não tem nada a ver com o personagem, além é claro da voz de menininha usada em  X.

Concluído, mesmo mantendo as tradições de ser um jogo em plataforma, o jogo abriu caminho com estilo para Megaman X nessa nova geração. Os defeitos apresentados seriam consertados nos próximos jogos, Megaman X4 é considerado por muitos o melhor Megaman da série X por tudo de bom e novo que trouxe! Não discordo, nem concordo, e você já jogou para descobrir a mágica de Megaman X4?

Nota: 9,4 / 10

Seleção

Leia o resto deste post

Junte-se a nós!

158_we_want_you

Parece que a crise e o desemprego afetaram nosso blog… Infelizmente estamos perdendo contingente e hoje só contamos com apenas dois escritores. Por isso precisamos que VOCÊ, isso mesmo VOCÊ que não tem nada para fazer, adora jogos e quer ajudar os outros. Ser o conhecedor das dúvidas e um divisor de águas no caminho gamer de certas pessoas seu lugar é aqui!

Sei que não é comum ninguém abrir as portas, mas está cada vez mais difícil para eu escrever, com o trabalho, pretendo me tornar apenas um investidor e quero alguém que possa me substituir, portanto se você está interessado em escrever sem ganhar nada em troca além da gratidão e do prestígio de ter um trabalho seu na primeira página do google siga os dois seguintes passos:

Logo avisando que queremos novos membros, mas não estamos desesperados, só vão entrar aqueles que forem julgados qualificados, pois não vamos baixar nosso padrão de excelência. Somos rigorosos, mas não custa nada você fazer um teste.

1 – Entre em contato pelo e-mail ou pelo facebook -> metalflare7@hotmail.com 

2 – Combinaremos algum artigo e avaliaremos se é possível que você entre na equipe.

OBS: Seu trabalho não pode:
– Ser uma cópia.
– Nada de traduções de detonados porcamente feitas pelo google.
– Português legível no minimo, não precisa ser 100%, mas tem que ser entendível.

3 – Não trabalhamos com jogos novos, e mesmo entre os mais antigos não são todos os consoles que trabalhamos, então NÂO iremos deixar você fazer detonados de consoles que já não tenham sido feitos antes neste blog.

OBS: Olhe o menu principal do blog para saber os consoles usados.

Conhecimentos Adicionais:

Alguns conhecimentos que serão cobrados dos aspirantes ao cargo.

-Noções básicas de informática: Saber editar uma imagem, dar print screen, e os comandos e atalhos básicos do computador.

-Como já dito uma boa escrita: Muitos nos procuram e mal sabem o que é uma virgula!!! Além disso escrever bem não quer dizer apenas não errar nas palavras, também é preciso: evitar redundância e repetições de palavras, moldar o texto a nosso publico alvo(quem joga video-game), e conseguir explicar de forma plena o conteúdo do jogo.

-Educação: Você viu algum palavão por aqui? Não quer dizer que não falemos, mas temo educação de não escrever besteiras, palavras chulas ou preconceituosas, será preciso ter o bom senso de saber que milhares de pessoas vão ler o que foi escrito. Essa regra também vale para os comentários, não crie briguinhas se te criticarem.

-Conhecimento extra-game: Não adiante apenas jogar, tem que procurar o contexto do jogo, easter egg, curiosidades e etc… Mesmo que não seja preciso escrever sobre tudo isso sempre, é preciso saber.

-Não vamos dar um máximo ou mínimo de idade, mas é preciso ter maturidade. Não toleramos criancices ou desculpas esfarrapadas.

Saber trabalhar em equipe: Você vai entrar no posto  mais baixo, então saiba respeitar os seus superiores, sem brigas ou xingamentos inúteis, não há nenhum tipo de competição interna, então não crie uma.

-O blog é um hobby, não torne ele um vício, pois todo vício é ruim, e não espere nenhum tipo de remuneração.

Lembrando que aqui você será o seu espaço para falar sobre games, e se tiver alguma proposta inovadora terei a honra e o prazer em escutar.

Obrigado pela atenção!!!

Mega Drive – Gunstar Heroes – Análise / Detonado / Dicas / Segredos

Gunstar Heroes cover art japanese

Quando falamos do subgênero Run and Gun, que deriva do Shoot’em Up, logo lembramos de jogos como Sunset Riders,  Metal Slug e Contra.  Jogos assim certamente não ofuscam o sucesso de Gunstar Heroes, jogo lançado em 1993 e desenvolvido pela Treasure, sendo também o primeiro título da desenvolvedora, que também conta com Wario World em seus trabalhos. O jogo tem como principal característica a intensidade, a tela do jogo é uma verdadeira suruba de tanta ação, inimigos explodindo em um canto, tiros disparados de um lado, do outro, uma verdadeira guerra. Uma guerra típica daqueles filmes de ação onde apenas um homem, detona um exército inteiro… O enredo do jogo tem duas versões, a japonesa que é considerada a canônica e a americana que eu não sei de onde surgiu. Eu prefiro contar o enredo japonês, assim quem pretende jogar Gunstar Super Heroes para Game Boy Advanced vai poder ter uma noção do que está se passando. O enredo de Gunstar Heroes conta que uma organização maligna criou o deus da destruição, Golden Silver, para causar o caos destruindo várias cidades na Terra. Os Gunstar que são: Red, Blue, Green e Yellow, foram encarar o vilão, e o derrotaram. Para ele não poder causar mais nenhum problema, Golden Silver, foi selado na lua e as quatro jóias que lhe davam energia foram retiradas e propriamente guardadas pelos Gunstar. Os Gunstar cansados com a luta que tiveram contra Golden Silver, entraram em um descanso, esperando que uma nova civilização reconstruísse a Terra. O tempo se passou e uma nova civilização reconstruiu a Terra. Uma lenda dizia que um Deus selado na lua levaria o povo até a Utopia. Grey, o imperador de um regime ditatorial na Terra, chamado de império, iludido pela lenda corre atrás das jóias que alimentam o poder de Golden Silver. Por uma sorte do destino o professor Brown, encontra as capsulas onde os Gunstar estavam em animação suspensa e os ressuscita, porém Green não tem as memórias e acaba por trair os Gunstar… Eles então decidem então não deixar que Golden Silver seja renascido para outra catástrofe ocorrer. Claro uma história cheia dos devidos clichês, mas que não deixa de ser boa e também não compromete a ação do jogo. Os gráficos em Gunstar Heroes são muito bons como é de costume no Mega Drive, a jogabilidade é outro ponto forte do jogo, ela é dinâmica e cheia de ação e só peca nos chefes, já que alguns você só tem que ficar parado segurando o botão e olhando para a tela. Além disso o jogo é muito divertido, tanto no multiplayer como jogando sozinho, sua dificuldade inicial é outro aperitivo, mas com o tempo como em qualquer outro jogo ela vai sendo facilitada. O jogo tem várias cenas de humor sendo um jogo muito bem estruturado e montado e dando também uma personalidade aos vilões que são engraçados e muito carismáticos. Uma coisa que deve ser notada é a homenagem aos jogos de naves feitas no Stage 6, onde você controla uma nave, o que é muito impressionante, um jogo mudar de gênero em uma fase ainda mais fazendo uma homenagem? Nada melhor.

Vocês podem achar que sou muito chato com sons, e sou mesmo, o Mega Drive é um console muito lembrado por seus títulos que tem trilhas sonoras maravilhosas, em Gunstar Heroes as músicas são divertidas, mas não são as mais memoráveis do console. Outro ponto fraco é a facilidade do jogo nas fases finais e depois de descobrir certas manhas, como citei lá em cima, a dificuldade dele é superficial. Até porque os inimigos comuns não são prejudiciais e este jogo diferente da grande maioria dos Run and Gun tem vida (nos outros você toma um tiro e morre) e isso é bom, mas quem gosta de um jogo mais difícil e do gênero não vai gostar muito disso! Outra coisa que podemos notar de ruim em Gunstar Heroes é a inutilidade do Fixed Shot, que poderia ser substituído por outro modo, não sei se as pessoas que jogam no Fixed jogam pela dificuldade, mas é um tipo completamente dispensável que poderia ser substituído por outra coisa mais legal. O jogo pode até inovar, mas também sofre por ser um pouco repetitivo demais, enjoando um pouco, mas claro que não eternamente.

Para finalizar em Gunstar Heroes vemos coisas que já vimos em Contra, coisas que só vemos em Gunstar Heros e coisas que foram copiadas para Metal Slug. O jogo é muito bom e fica melhor jogando com um amigo, claro que ele tem seus defeitos, mas eles não comprometem a sua diversão e o melhor a sua paciência, já que eu me estresso com esses Run and Gun e é sem dúvidas o melhor Run and Gun do Mega Drive. Aposte em Gunstar Heroes se você quer um amigo e um jogo cheio de emoções onde a tela é uma verdadeira cena de ação!

Nota: 8,6 / 10

Leia o resto deste post

SNES – Brawl Brothers – Análise / Dicas / Cheats

CoverLançado em 92 no Japão com o nome de Rushing Beat Ran, Brawl Brothers é um game de Beat’em Up da série Rushing Beat, sendo mais especificamente o segundo da série, por isso podem encontrar este jogo com o nome de Rival Turf 2 (assim conhecido na versão européia). Os outros games da série são: Rival Turf (Rushing Beat) o primeiro lançado em 92 e Peace Keepers (Rushing Beat Shura) o terceiro lançado em 94. Sinceramente eu desconhecia o jogo e sua produtora a Jaleco que hoje se chama Emcom e está um pouco afastada deste mercado de games, o que faz Brawl Brothers uma raridade. Indo diretamente ao jogo posso dizer que a principio pensei que se tratava de uma mistura de Street Fighter com Final Fight, afinal de contas é impossível não notar a semelhança entre o personagem Slash e M.Bison. Mas o jogo passa longe de ser isso, o jogo é muito bom e apresenta umas características que eu nunca havia visto em Beat’em Ups antes, como a opção de poder desligar o Friend Touch (bater no seu amigo) e um Angry Mode que quando seu personagem toma muita porrada é ativado, tendo também uns labirintos no jogo que podem te deixar com a cabeça virada. Claro que esses são prós,  sem contar os gráficos que para pegar como comparação, se equiparam bastante a Final Fight 2. As músicas das fases também são boazinhas e o jogo é bem intenso, e com intenso quero dizer que o geme é difícil e é cheio de ação, você vai gastar umas horas se não for profissional para chegar no chefe final então os gamers hardcore que se prezam devem conferir este título. De quebra o jogo ainda tem um vs. mode para você encrencar na porrada com seu amigo, infelizmente são só os cinco personagens jogáveis que estarão disponíveis.

Um defeito do jogo e da maioria dos beat’em ups são as armas que fornecem com exceção de duas, as outras são inúteis e só servem para te prejudicar, já que um combo é bem mais interessante. Outra coisa chata são as onomatopeias saindo sempre que você da uma porrada no boneco, me fazendo lembrar aquela série do Batman dos anos 70. Mas o  que eu senti falta mesmo em Brawl Brothers foi a ausência de chefes decentes, você simplesmente enfrenta os próprios personagens do jogo e a história da uma explicação para isso? Não não da, o jogo não tem enredo aparente e para você entendê-la deve ler o manual  que vem junto com a caixa AMERICANA, coisa que eu não suporto, já que nem todos vão ter acesso a isso, até que da para relevar já que o importante do jogo não é isso, mas as coisas ficam sem sentido… Enfim o enredo , não sei se é cópia da versão japonesa ou é inteiramente americano isto diz que: Hack e Slash (me parece uma alusão a Hack’n Slash) estão em seu ginásio treinando seus discípulos para poderem se defender do crime implacável de Bayside City, porém as coisas estão quietas demais. Não me perguntem como, pois o manual já pula para essa parte. Os três melhores discípulos de Hack e Slash foram sequestrados e o pior a gangue que os sequestrou tem inúmeros cientistas criando clones das pessoas sequestradas, cabe a Hack e Slash resgatarem seus discípulos e acabarem com a festa da tal gangue. Ok ler isso me faz entender a quantidade absurda de oponentes que enfrentamos, mas não me faz entender porque Hack é um dos chefes sendo que ele não foi sequer sequestrado e clonado… E não sei se notaram que eu disse AMERICANA bem alto. A versão americana é boa, ela insere os labirintos no jogo, mas muda os nomes dos personagens por completo, por exemplo, Hack se chama Rick Norton e Slash se chama Douglas Bild e fizeram algumas censuras. 

Mas nem tudo são trevas, Brawl Brothers é o único jogo de Super Nintendo que te permite jogar a versão japonesa, que é mais fácil, não tem as fases em modo labirinto (coisa que eu gostei dos americanos terem inserido), tem umas cenas extras na sequência final do jogo, além de um golpe de Slash onde ele ataca covardemente o baixo fudetório (saco) do oponente. Não conhece este jogo? Pois trate de conhecer, chame um amigo para jogar com você, Brawl Brothers vai te garantir boas horas de muitas risadas, pancadaria e o melhor diversão!

Nota: 7,6 / 10

Leia o resto deste post

Mega Drive – Golden Axe – Análise / Dicas / Cheats

Golden_Axe_Coverart

Eu ainda não conhecia Connan, o bárbaro quando joguei Golden Axe pela primeira vez. Parece que foi ontem que eu acordava as sete da manhã e ligava o Mega Drive com toda a cautela do mundo e junto com meu primo jogávamos Golden Axe. Um beat’em up que tem semelhanças com Senhor dos Anéis e Connan, lançado em 89 inicialmente para arcade. O enredo do jogo é um pouco implícito, diferente da maioria dos beat’em up, neste enredo somos apresentados a região de Yuria onde Death Adder sequestrou o rei e a princesa, e ainda de quebra pegou o Golden Axe o maior símbolo da nação de Yuria. E Death Adder promete destruir os três caso o povo de Yuria não o aceite como seu governante! Então entram em cena três heróis: Ax Battler, Gillius Thunderhead e Tyris Flame que com um misto de vingança e justiça querem acabar com Death Adder, por incrível que pareça no fim do jogo o enredo ainda tem uma reviravolta que vocês só descobrem jogando!

Ainda falando das coisas boas de Golden Axe é que é um beat’em up com uma jogabilidade dinâmica e ágil, você pode esquivar dos seus oponentes e pode armar boas estratégias para matá-los (em conjunto com os bugs do jogo e os repeats da AI). Para os que gostam o jogo também oferece uma dificuldade alta sendo difícil de ser jogado sozinho, aliás a graça toda está em jogá-lo no multiplayer. Os gráficos também são  muito reais dando enfase ao stage 3 que retrata muito bem uma cidade medieval. Saindo um pouco do lado bom do jogo e partindo para o ruim: o som é uma porcaria, poucas músicas em Golden Axe salvam; para um beat’em up o jogo te da pouca chance de recuperar o HP, dão poucas para justamente poder dizer que dão, era melhor nem ter incluído; alguns bugs do jogo são meio raros, e até meio engraçados, mas chega uma hora que você perde a razão por eles serem incompreensíveis; os golpes são feios gráficamente, salvando apenas as magias salvam; e o principal defeito do jogo… Sua dificuldade não valer o chefe final, os oponentes convencionais são mais poderosos que o final boss, e eu fico me perguntando o que se passa na cabeça dos programadores nessas horas, faz você broxar ao ter mais dificuldade para enfrentar os esqueletos do que o próprio Death Bringer.

Golden Axe é um jogo que merece ser revisitado, você pode falhar várias vezes em fechá-lo, mas o jogo te divertirá que é o principal, mesmo sendo difícil e por fim não posso deixar de mostrar a vocês algo que me fazia guardar os jars de magia, uma imagem da magia final de Tyris Flame. Espero que o jogo seja tão nostálgico para mim quanto é para vocês.

dragon

Nota: 7,3/10

Leia o resto deste post

Uso de Conteúdo

Criamos este post por conta dos recentes plágios de nosso conteúdo, assim explicaremos o que vocês podem usar ou não.

Regras de Uso Sobre Detonados :

– Detonados NÃO podem ser copiados em nenhum circunstancia, qualquer blog ou site que contenha um detonado  nosso está nos copiando.

– É permitido usar PEQUENOS TRECHOS dos detonados contanto que de referência a nosso blog, e NÃO ganhe crédito por isso.

– É permitido usar nossas análises desde que de a referência a nosso blog, e NÃO ganhe crédito por isso.

– Se for usar um trecho do detonado NÃO o modifique nem mude nada, apenas a cor ou fonte do texto se for atrapalhar a leitura.

Regras de Uso Sobre Imagens:

– As imagens são livres, contanto que NÃO as modifique ou ganhe crédito por elas.

– Se for usar muitas imagens siga as regras do item acima e de uma referência de nosso blog.

– As imagens SEM A MARCA DO BLOG, (imagem abaixo) são livres com exceção aos artigos Super Mario 64 e Final Fantasy V (parte 1 e 2).

Logo blog

– Se precisar alterar alguma imagem entre em contato.

Regra de Uso Sobre Videos:

– Podem ser usados livremente se estiverem na conta “Eternal Players” do youtube, NÃO carregue o vídeo em outra conta.

AVISO:

Não pense que descumprir essas regras te deixará impune, por mais pirataria que você encontre na internet e por mais que usemos coisas piratas, não permitiremos qualquer plágio e este tipo de coisa nós denunciaremos firmemente. Também não pense que as denúncias são inefetivas, pois na internet as coisas acontecem rápido! Então tentem fazer a parte de vocês para não terem dores de cabeça futuras…

N64 / PS1 – Fighting Force (64) – Análise / Dicas / Cheat

Análise:

Lançado em 1997 para o PS1 com o nome de Fighting Force(no Japão Metal Fist), e dois anos depois para o Nintendo 64, sendo adicionaram o típico e repetitivo 64 ao final no nome, o jogo é um beat ‘em up  com basicamente o mesmo enredo da maioria, acabar com os planos de um chefão do crime na base da porrada, com boa parte das fases na rua. Gráfico BEM quadrados, acho que além do comum, sobre áudio e jogabilidade nem a muito que se falar, nem fedem nem cheiram.

A coisa que me revoltou no jogo foi a grande chatice que é derrotar 1 oponente em certas fazes, tudo bem que não precisa ser muito fácil, mas é necessário uma paciência fora do comum, em certos casos, eu prefiro jogos estilo Final Fight onde aparecem uns 100 oponentes por fase, no Fighting Force você sofre pra matar 25, vira um porre matar o mesmo cara sempre, pincipalmente pelos poucos tipos de inimigos, e golpes, que em sua grande maioria são um soco reto ou um chute alto, no SNES por exemplo você via vários acrobatas malucos, gigantes que pareciam paredes e uns gordões cuspindo fogo só pra dar exemplos, não digo que era pra copiarem isso, mas apenas variar mais nos oponentes que como já disse são bem parecidos. Outra coisa é a falta de padrão, você enfrenta o primeiro chefe na fase 2.2, sendo que ao todo são apenas 4 chefes, onde 2 deles você vence simplesmente jogando objetos.

Posso falar bem de poucas coisas, como em algumas fases poder escolher o caminho que quer seguir, ou seja a rota pare fechar o jogo muda, por outro lado isso encurtou o jogo, mas convenhamos você deve ficar feliz por ele ser curto. Outro ponto positivo e na versão de 64 onde se pode jogar com 4 jogadores ao mesmo tempo. Fora isso só os nomes dos inimigos que são verdadeiras piadas.

Ponto Forte: O início do jogo é razoavelmente bom, ele começa e irritar depois da metade.

Ponto Fraco: O jogo é chato, faltam inovações.

Nota: 4,3 / 10,0

*Nota se refere a versão 64, pois foi com ela que jogamos.

Leia o resto deste post

Master System – Dragon Crystal – Análise / Dicas / Guias

Análise:

Dragon Crystal é um jogo estilo RPG lançado pela Sega em 1990  para o Master System  e depois relançado em 1992 para o Game Gear.  Tudo se passa numa única dungeon de poucos andares, o game é totalmente estilo labirinto, onde o herói deve explorar todo andar até achar o necessário para ir ao próximo, nesse caso existe uma estrela no chão que indica aonde começa e acaba o andar, e como de costume tudo fica mais difícil, onde começamos matando gosmas, sapos e escorpiões, terminamos matando magos, esqueletos e dragões. Além de ter que explorar tudo no lugar em busca de alimentos e equipamentos, pois sem eles não adianta de nada subir de andar.

Os itens no jogo ao serem encontrados a primeira vez, ficam num estado de indeterminação, isto é, não se sabe o que ele vai fazer, até testar e as vezes o efeito pode ser um desastre… Encontrando o item uma segunda vez ele já via estar com seu nome real que mesmo assim não da pra se saber exatamente o que ele faz sem ver um guia(como este aqui), por exemplo como vou saber que o Traveler Scroll me teleporta para o andar superior, sem ter nenhuma descrição e com nome vago, nem rola. Ter que usar o item 2x pra saber o que ele faz é uma grande tortuda, e o pior, as vezes querendo descobri se o item não identificado é bom acabamos com nível reduzido, amaldiçoados, trocando suas arma por uma mais fraca e etc… Não levo isso como um ponto ruim do jogo, por que apenas andar pelas salas é o menor dos problemas, nem os monstros são tão ruins, o que atrapalha são suas condições negativas ao atacar, SÉRIO!!! Esse deve ser o primeiro e único jogo onde um inimigo pode reduzir o seu level! E não digo temporariamente, e isso mesmo, você fica horas ganhando Exp e vem o maldito e reduz seu nível ou corta permanentemente alguns de seus pontos de ataque.

Jogo nesse estilo, exploram seu azar, então mesmo que você saiba tudo do jogo, e mesmo que esteja com os melhores itens e equips, pode ver uma bendita lesma e ficar exatamente na posição que não podia estar e te matar kkkkkkkk, não existe uma fórmula de “sempre vencer” suas habilidades e paciência serão testadas, por ser simples Dragon Crystal se torna interessante, e desafiador.

A jogabilidade simples de um RPG de turnos , com alguns elementos de um RPG action combinaram bem, mas pelas limitações da época temos problemas de se adaptar, não é legal enfrentar os mesmos 15 inimigos do jogo em 3 cores diferentes para parecer que existem mais modelos, ou o pior ter que ficar uma eternidade ouvindo o mesmo som, em toda dungeon o áudio muda apenas 3 vezes!!! e o background também não é dos melhores, acho que não existem muito mais do que 5 deles que ficam se repetindo até o final.

Por fim digo que esse jogo se enquadra numa rara categoria de RPG sem história e que podem ser terminados em poucas horas. Tudo começou com um jovem andando de bicicleta, entrando numa loja e ao ver um item ficou preso nesse mundo, e tem que se aventurar para poder sair e não espere grande coisas no final, ou melhor, nem espere nada no final, pois não será muito mais do que isso. O jogo é bom, tem muitas limitações, boa parte delas devido a idade do jogo, então podemos aceitá-las, o jogo é bom, mas enjoa rápido, pela repetição, será um grande desafio para você isso eu garanto!

Pontos Fortes: Gráficos, que são bem legais pro console; Nível de dificuldade e Jogabilidade que é bem fácil de aprender, mas não tornan

Pontos Negativos: Trilha Sonora, como citei antes é bem ruim e falta de um final descente, que torna a história sem sentido.

Nota: 7,0 / 10,0

Leia o resto deste post

Encontrei um erro

Oi, essa página foi criada com o simples pensamento de que não somos perfeitos.
 
Se você achou uma informação errada, um grave erro de escrita, ou algo que lhe incomode, você pode falar aqui, ou no próprio post que viu o erro, caso esqueça essa página está aqui.
 
Em casos de erros não de um artigo específico, venha direto aqui, e nos conte, esperamos corrigir o mais rápido que der.
 
Qualquer piada ou coisas fora do assunto serão imediatamente apagados(mesmo se engraçados).
 
Por favor, não confunda essa página com a “Sugestões e Reclamações”, está aqui é em caso de erros gerais, se você não gosta ou não concorda de algo, vá em sugestões, OK.
 
Em nome de toda equipe Eternal Players

Por: Matheus C. Sardinha