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GBA – The Legend of Zelda: The Minish Cap – Database: Inventário

equip geral

Detonado: Parte 1 Parte 2
Detabase: Heart Pieces Inventário Kinstones Tiger Scrolls

Essenciais em todos os jogos da série Zelda, os equipamentos que Link adquire ao longo do jogo, alguns em dungeons e outros via sidequests, são um dos mecanismos mais divertidos de se completar. Ter variedades na hora de poder acabar com um inimigo, ou com muitos deles, é um toque de mestre dado aos criadores da série. Minish Cap conta com um arsenal de 12 itens, alguns não podem ser usados para batalha, diretamente, mas tem a sua utilidade dentro de dungeons ou no mapa mesmo. Alguns itens já são tradicionais, como a espada, o escudo, os potes, o arco e a bomba. Outros são novos na série e são um presente para nós fãs, já que a utilidade deles é única e se adequam perfeitamente a jogabilidade de Minish Cap. Abaixo um guia de como conseguir completar seu inventário e ter seu jogo em 100%.

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GBA – The Legend of Zelda: The Minish Cap – Database: Kinstones Fusions

Kinstone_Fusion

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Detabase: Heart Pieces Inventário Kinstones Tiger Scrolls

Existem 100 fusões pelo jogo, liberando os mais variados prêmios que variam entre ícones no mapa, baús, criaturas que dão grande quantidade de dinheiro e as que liberam Gorons. Além disso existem as que são obrigatórias.

As Kinstones são divididas em quatro tipos:

Verdes – Mais comuns. Você pode encontra-las em baús, cortando a grama, cavando, dropando de inimigos ou comprando com o Goron em Hyrule Town por 50 Rupees. Geralmente suas fusões levam a prêmios envolvendo Rupees.

Azuis – São incomuns, porém são obtidas da mesma forma que as Kinstones verdes. São notáveis para fundir com os Mysterious Walls e na sidequest dos Gorons. O mercador goron em Hyrule Town as vende por 200 Rupees.

Vermelhas – Raras, são obtidas somente através de baús ou usando o Pycolite branco para dropá-las na grama ou de inimigos, nos produtos da padaria, no hotel, ou comprando do goron por 300 Rupees. Suas fusões levam a Pieces of Heart, abrem caminhos inacessíveis e outras levam a outras Kinstones vermelhas.

Douradas – Raríssimas… Só existem 11 no jogo. São obtidas em eventos e seu uso é exclusivo para eventos que vão ajudar no decorrer da história do jogo.

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GBA – The Legend of Zelda: The Minish Cap – Detonado parte 2

Detonado: Parte 1 Parte 2
Detabase: Heart Pieces Inventário Kinstones Tiger Scrolls

Com a Ocarina of Wind em mãos, você poderá se locomover por Hyrule com mais facilidade, basta achar todos os Crest of Wind. Você provavelmente já deve ter se deparado com alguns. Use sua Ocarina of Wind e voe para Lake Hylia

Lake Hylia
Assim que chegar, encolha e entre na casa Minish que tem por ai, fale com o Minish e ele te falará sobre Librari, o Minish que vive na biblioteca de Hyrule Town.  Talvez ele possa te ajudar a entrar no Temple of Droplets que é onde está o elemento da água. Saia, cresça novamente e siga para Hyrule Town.

Hyrule Town
Algumas Kinstone Fusions serão liberadas por aqui, além de que na loja você pode comprar o Quiver #1 por 600 Rupees, aumentando sua capacidade para 50 Arrows.  O importante mesmo é que a biblioteca não está mais bloqueada, entre nela e vá até o segundo andar lá você vai encontrar um jarro para se tornar minish, basta desvirá-lo. Entre na biblioteca como minish e vá até a estante com um velho, ao chegar na estante um Minish de amarelo conta que um humano pegou um livro emprestado e fica impossível chegar até Librari. Desça e fale com a atendente, ela dirá que o livro é um bestiário e que uma garota com um gato levou. Na verdade você terá que pegar três livros

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GBA – The Legend of Zelda: The Minish Cap – Database: Tiger Scrolls

Blade BrotherOs Tiger Scrolls são as técnicas de espada que você aprende no decorrer do jogo. As técnicas geralmente combinam seus equipamentos com a espada, ou simplesmente só a espada em si. Para adquiri-los você precisa encontrar os mestres na arte da esgrima que habitam Hyrule, e obedecer aos requisitos que eles pedem a você para ensiná-lo. No mais é outra grande sidequest de Minish Cap, não é essencial para a história, mas os truques que você aprende serão essenciais para sua jornada.

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Detabase: Heart Pieces Inventário Kinstones Tiger Scrolls

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GBA – The Legend of Zelda: The Minish Cap – Database: Heart Pieces

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Detabase: Heart Pieces Inventário Kinstones Tiger Scrolls

Como de praxe em todo jogo da série The Legend of Zelda, a sidequest dos Heart Pieces está presente neste. Para quem não sabe os Heart Pieces são seu HP, a cada 4 você ganha um Heart Containner. Em Minish Cap esta busca está mais acentuada, são 44 pedaços espalhados por Hyrule, devido a pouca quantidade de dungeons, e por consequência a pouca quantidade de Heart Containners. Creio eu que este seja o maior número de corações para se buscar em toda a série, este guia vai te ajudar e MUITO a encontrar esses 44 pedaços de coração. Lembrando que as dúvidas basta comentar.

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GBA – The Legend of Zelda: The Minish Cap – Análise / Detonado parte 1

Zelda coverJá pensou em ver Link encolher, a ponto de ficar do tamanho de um pontinho na tela do seu videogame? Pois se não tinha imaginado, você já pode imaginar. The Legend of Zelda: The Minish Cap (The Mysterious Cap na versão original) trouxe esse conceito de aumentar e diminuir para a série em 2004 (no Japão) e em 2005 (nos States). Desenvolvido pela Capcom em parceria com a Nintendo, o décimo segundo jogo da série, nos apresenta uma lenda diferente da tradicional que envolve a Triforce. Aqui Link e Zelda são amigos de infância e Link apenas vai entregar a espada ao vencedor do concurso de espadas, durante o festival Picori. Porém o que Link não contava é que o vencedor era o perverso Vaati. A intenção de Vaati era sinistra o feiticeiro quebra a espada que os Picori deram aos humanos, petrifica Zelda e libera o mal que a espada selava. Era a deixa que Link precisava para entrar em mais uma aventura, e procurar saber mais sobre os Picori, até encontrar Ezlo, um chapéu falante e inteligente que coincidentemente se prende na cabeça de Link, sendo o chapéu verde do herói pelo resto do jogo.

O trunfo da série The Legend of Zelda é de ser outro jogo a cada jogo. Os jogos não sequenciais trazem sempre uma inovação em meio ao seu clássico sistema de achar tesouros no final da dungeon para liberar a dungeon final. E Minish Cap trás inúmeras inovações: comecemos com o fato de que a espada e o escudo não são itens fixos, se você quiser equipar o arco e as botas, fique a vontade para fazer isto, o que te da uma liberdade maior, mesmo que a espada ainda seja o principal item de ataque ela não fica mais atada ao corpo de Link como ficava em outros jogos. Outra coisa bacana foi a mistura de coisas da série na parte técnica, esse mash que tem em Minish Cap o torna um jogo sensacional, aqui escutamos músicas de A Link to the Past, efeitos de voz de Ocarina of Time, desenhos cartunescos de Wind Waker, a câmera por cima que fez sucesso a série toda, sem deixar de ter uma identidade própria.

Mesmo com todos esses detalhes de outros jogos Minish Cap consegue ser único dentro da série, principalmente pelo seu sistema de “troca de raças”. Se em Majora’s Mask você virava um Kokiri, um Zora ou um Goron, aqui você vira um Minish, mas o que tem de especial nisso? Ser um minish encolhe Link e o coloca em um mundo onde coisas que eram inofensivas se tornam obstáculos temíveis, como pingos de chuva e mosquinhas… A exploração se expande neste quesito já que você explora o mundo de duas maneiras diferentes. Isso porque eu ainda nem falei das Kinstones, dos Figurines, dos equipamentos novos e inovadores (Cane of Pacci e Gust Jar), da imensidão de coisas para serem feitas em Minish Cap, as dungeons finais que são desafiadoras, os puzzles para serem resolvidos usando a espada para se clonar, as Swordtechs para melhorar sua habilidade com a espada. O jogo pode ter uma história pequena, mas você passará horas o jogando só para fazer todas as 100 fusões e liberar todos os segredos ocultos em Hyrule. A qualidade do jogo se perde em tantos pontos positivos, e fica impossível imaginar que tal jogo tenha defeitos, mas eles existem.

Minish Cap pode fugir daquela história de Triforce e Gannondorf, aquela coisa que impregna ao longo da série, mas não perde a chatice de tornar Zelda uma princesinha em apuros, tal como Peach em Mario. A princesa aqui é facilmente transformada em pedra e não tem uma participação muito efetiva no jogo (ela te da o Small Shield) e se torna muleta para a história se desenvolver. A história é boa e envolvente, mas não é muito do que o fã da série espera de um enredo que venha da série. Os personagens mesmo cartunescos e caricatos não são nada motivadores, aqui não temos uma audaciosa princesa Ruto, ou um animado Darunia, não há ninguém para você se apegar. O único personagem a roubar a cena é Vaati que é um vilão bem mais sarcástico que Gannondorf. As dungeons ignorando as duas ultimas não são nada desafiadoras, sendo o contrário de Ocarina of Time que tinha dungeons excelentes, mas chefes ridículos. Aqui os chefes são legais e você terá que dar uma quebradinha na cuca para vencer alguns, porém as dungeons não te oferecem AQUELE desafio tipo Water Temple… O jogo também tem um sistema de cenários, depois de certos eventos coisas que você não fez, não poderão ser feitas novamente, nada que atrapalhe no andar do jogo, porém convenhamos: é chato ter que começar um jogo novo, ou reiniciar seu game para pegar uma coisinha, mesmo que ela seja só um efeito fortificante. Uma outra coisa minúscula é que este Zelda não se aproveita da conectividade do GBA, o que não é nem uma bola fora, e nem uma dentro. Quem quer fazer tudo em um jogo tem que prestar muita atenção a esses detalhes e não deixar nada para depois ou acumular. Nada que vá fazer você querer deixar de jogar este Zelda.

Completando a saga da Four Swords, Minish Cap é para muita gente o melhor Zelda para portáteis. Quem não passou o tempo na fila do busão, jogando Minish Cap, jogue-o no emulador. O jogo combina bem a inovação com elementos passados e é um deleite para quem gosta de virar e revirar todos os cantos de Hyrule. Caso não o tenha feito isto, fica a dica para que não deixem passar a oportunidade de se deliciarem com este magnifico e caprichado trabalho da Nintendo e da Capcom para a gente!

Nota: 9,5 / 10

Se quiser dar uma força ao nosso blog, de uma olhada no nosso canal, Abaixo um ótimo vídeo sobre Zelda, você estaria nos dando uma grande ajuda para continuarmos fazendo novos vídeos como este. Clique aqui para acessar nosso canal!

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PS1 – Legend of Legaia – Detonado parte 4

Drake’s Kingdom Sebucus Islands Karisto Kingdom Desafios Finais

Bem vindos a ultima parte do nosso detonado de Legend of Legaia, se chegou até aqui é porque curtiu o detonado do nosso blog e é sinal de que estamos te ajudando! Aproveite a leitura e lembre-se  de prestar bastante atenção antes de comentar. Neste ponto do game obteremos finalmente as respostas para as dúvidas de Noa sobre seus pais e como a névoa chegou ao mundo de Legaia. Conkram te aguarda!

Peta

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GBA – Final Fantasy I & II: Dawn of Souls – Análise / Detonado

Dawn of Souls

Final Fantasy I & II: Dawn of Souls é o segundo remake de Final Fantasy I e II (o primeiro foi Final Fantasy Origins para PS1). Aqui encontramos duas relíquias na história dos RPGs de console, certamente dois jogos que qualquer jogador de RPGs deve conhecer. O jogo que salvou a Square da falência está adequado a geração portátil, foi facilitado, desagradando alguns que admiravam-no pela dificuldade; além disso o jogo conta com alguns desafios extras que trazem inimigos conhecidos dos Final Fantasys que vieram em sequência. Já sua “sequência” também volta com as faces dos personagens mais bem trabalhadas, lugares remodelados, uma estrutura bem melhorada, mantendo o charme de seu enredo bem construído e seu sistema de leveling inovador; trazendo também a dungeon extra “Soul of Rebirth” que trás de volta personagens que morreram ao longo do jogo.  A ideia de trazer estes games para GBA é perfeita, já que o console portátil da Nintendo é um dos mais populares do mundo e trazer estes clássicos para um console mais atual e popular é uma grande sacada para quem quer gosta da série e quer conhecer seus primeiros títulos sem sofrer com as versões de NES.  O jogo além de vir com os primeiros Final Fantasy, conta também com uma seção de Bestiary, onde você pode “colecionar” os monstros que enfrentou, e ver as fraquezas e drops de cada um, tendo assim um database dentro do próprio jogo! Além disso falando da seção de bestiary, existem alguns easter eggs, como o Lesser Tiger que é a cara do Sabercat de Dragon Quest. Com gráficos charmosos, sons mixados, e desafios novos Dawn of Souls. Mesmo que só passe por cima dos defeitos técnicos dos jogos de NES, tentando manter a lealdade a essas versões, Dawn of Souls se torna port ideal para o GBA, se você não conhece a série e quer jogar os seus primórdios comece com Final Fantasy I & II: Dawn of Souls.

Nota: 8,1/10

*A nota é uma média dos dois Final Fantasy que vem no cartucho.

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PS1 – Legend of Legaia – Detonado parte 3

Drake’s Kingdom Sebucus Islands Karisto Kingdom Desafios Finais

Bem, chegamos até o ultimo lugar assolado pela névoa. Um continente separado no extremo leste de Legaia, Karisto Kingdom. Parece que foi daqui que ela veio, já que é um lugar totalmente devastado e triste. Aqui as respostas que Noa procura finalmente serão encontradas. Songi também está pela região e talvez possa ser a ultima vez que o veremos. A região tinha dois reinos fortes, Conkram e Sol que estavam em guerra, e a névoa pode ter alguma parte influenciável neste conflito, será que finalmente conheceremos o tal Cort que os outros dois servos da névoa falaram? Pegue uma carona, na nossa terceira parte do detonado para descobrir finalmente o que se esconde em Legend of Legaia. 

karisto kingdom

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PS1 – Legend of Legaia – Detonado parte 2

Drake’s Kingdom Sebucus Islands Karisto Kingdom Desafios Finais

Os heróis acabaram de livrar Drake’s Kingdom, a primeira região de Legaia, do terror que a névoa causa. Agora estamos no norte, em Sebucus Islands, aqui as coisas não parecem estar nada bem, há outro gerador de névoa na região. Um arquipélago com mais de 99 ilhas e 33 vulcões, o lugar era um paraíso turístico, além disso existiam trens aéreos comandados por um Seru. O que será que aguarda os heróis por aqui, que mais as pessoas fizeram para repelir a névoa de suas cidades. E as cidade que foram atingidas? Aliás, quem é Hari, e onde fica Octam? Calma amigos, as perguntas são muitas e boa parte delas podem ou não serem respondidas nesta parte do detonado. Boa leitura.

Sebuccus Islands

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