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PC – Legend of Ranger – Download

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Fala pessoa, venho aqui deixar um projeto pessoal. Um jogo que venho querendo desenvolver a anos, mas por preguiça, esquecimento e PCs quebrados, ainda não tenha terminado, eis que finalmente tenho uma versão descente do meu Legend of Rangers para disponibilizar totalmente te graça para o pessoal.

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PS1 / PC – Megaman X4 – Análise / Segredos / Cheats / Detonados

Megaman x4 japanese cover

Desde que foi adicionada ao universo de Megaman, a série X sempre prezou pela inovação; a armadura, o dash, uma história mais desenvolvida e sólida. A série X sempre prezou por manter o estilo do antigo,  misturando com a inovação. Quando deixou o Super Nintendo e foi para a nova geração, com Megaman X4 em 1997 o jogo veio recheado de inovações, aproveitando a qualidade superior de Playstation e Sega Saturn. O jogo começa com uma apresentação em vídeo, lembro que no primeiro contato com o jogo fiquei boquiaberto, louco  para ver logo o que me esperava. Game Start e caramba, agora eu podia escolher entre Zero ou Megaman para jogar! Isto foi a grande sacada, quem na série clássica nunca quis jogar com Protoman ou Bass? Essa foi a grade sacada da Capcom nesse jogo, e ao selecionar um dos dois heróis, outro vídeo em estilo anime é jogado na tela, mostrando um pouco da história do jogo! Que embora não seja o ponto alto do jogo ela é sensacional! Desta vez, um exército que também combate os Marvericks, chamados Repliforce e liderados pelo gigante General e pelo orgulhoso Colonel. Depois de um ataque a cidade de Sky Lagoon que acabou destruindo muitas vidas a Repliforce se une aos Marvericks iniciando um golpe de estado para depor os humanos do controle, cabe então aos Marverick Hunters por fim aos ideais radicais da Repliforce!

O enredo realmente não é a coisa mais importante do jogo, ele cria laços entre os personagens (Megaman e Double, Iris e Zero, Colonel e Zero, General e Sigma), uma coisa que era rara de ser vista na série antes, acrescentando camadas e um passado para eles, através das diversas cenas de anime que rolam durante o jogo. Além disso ela é dividida em dois pontos de vista,  já que agora você joga com Zero, ela não é confusa, não rouba a cena e inova, ponto para a Capcom. Ainda falando de Zero, acrescentá-lo quebrou o padrão pedra-papel-tesoura tradicional da série. Os inimigos de Zero até tem fraquezas, mas alguns não as tem e você tem que rachar a cuca para descobrir um modo de vencê-los com o robô vermelho. Aliás, tudo com o robô vermelho é diferente, ele não tem poderes, usa golpes. O modo de lutar é encurtado,  parece que você está jogando outro jogo! No caso a jogabilidade tradicional fica por conta de X que tem as velhas cápsulas de armaduras para pegar e o sistema de usar o poder de um chefe contra outro. A tradição e a inovação estão juntas, entrelaçadas e isto é outro ponto para a Capcom.  Os Marvericks continuam legais, e agora até tem um dialogo antes da luta, os animais representados foram muito bem escolhidos e o design e seus poderes estão ótimos, mesmo que hajam os clichês (um elétrico, um ígneo, um glacial, um aquático, um aéreo e um bestial) e que o Slashing Beast seja muito parecido com o Slashman de Megaman 7 , existem dois com poderes novos e os chefes são muito legais de serem enfrentados e alguns oferecem um certo desafio. Os gráficos obviamente melhoraram e melhoraram muito não que eles fossem ruins antes, mas a floresta está com mais texturas e mais cores aqui do que em Megaman X, posso estar constatando o óbvio, mas Megaman X3 também foi portado para o Playstation e não ganhou muitas melhorias gráficas. Porém o que melhorou mesmo foram os sons, as músicas das fases estão sensacionais, bem melhores do que os das versões anteriores! Da pra você deixar o videogame ligado na fase só pra ficar curtindo a música. 

O jogo não parece ter defeitos, mas o que Zero trouxe de bom, ele também tem de ruim. Ao invés de todos os chefes darem habilidades de luta para eles, alguns dão habilidades que já deviam ser inseridas na jogabilidade do herói. O pulo duplo (Kuuenbu), o dash no ar (Hienkyaku) e a espada roxa (Tenkuuha) são ridículos, deveriam haver capsulas nas fases para te fornecer essas coisas. Mas eles preferiram fazer que essas habilidades normais fossem dadas pelos chefes, o que deixa parecendo que correram nessa parte de habilidades que podia ser melhor exploradas. E falando em explorar, a exploração deixa a desejar nesse jogo, ela não é tão complicada como nos jogos de Super Nintendo onde você tem que queimar a mufa para não só encontrar, como também chegar até alguns pontos e pegar os segredos. E se com X o jogo já não tem muitos segredos, com Zero então,  ele tem menos ainda já que você não precisa pegar capsulas com o robô vermelho. Algumas fases tem um segredo apenas (só o Heart Tank) o que é boçal… E as fases embora tenham duas áreas, e sejam maiores que as de Super Nintendo, são curtas e não oferecem muitos desafios no decorrer delas, por exemplo, em Megaman X2 embora as fases fossem curtas, elas eram intensas o que compensava essa perda de espaço em ação, dava a impressão de que a fase era longa. E pra mim um outro defeito, ao meu ver é continuarem com Sigma, um inimigo tão bom quanto a Repliforce deveria ser melhor aproveitado nesse segmento do jogo, tantos personagens bons. Mas não, a Repliforce aparece nesse jogo e acaba nesse jogo, mantendo o velho e chato Sigma que já deve ter cansado de ser morto! Tudo bem que ele é um bom personagem, mas essa repetição do vilão não faz bem a série X como faz a série clássica, acaba ficando tão cansativo quanto a equipe Rocket era no anime de Pokémon, ou os robôs de borracha eram em Medabots…  Outro fator que não se pode deixar de lado é a péssima dublagem americana, sem emoção e com muitas vozes que não tem nada a ver com o personagem, além é claro da voz de menininha usada em  X.

Concluído, mesmo mantendo as tradições de ser um jogo em plataforma, o jogo abriu caminho com estilo para Megaman X nessa nova geração. Os defeitos apresentados seriam consertados nos próximos jogos, Megaman X4 é considerado por muitos o melhor Megaman da série X por tudo de bom e novo que trouxe! Não discordo, nem concordo, e você já jogou para descobrir a mágica de Megaman X4?

Nota: 9,4 / 10

Seleção

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PS1 / N64 / PC – Megaman Legends (64) – Análise / Detonado

megaman_legendAnálise:

Megaman Legends (Rockman Dash no Japão) foi uma revolução para os fãs de Megaman, ao invés de lançar um “Megaman X48” a Capcom percebeu que os jogos de 2D da série já estavam além da repetição, então eles mudaram tudo e criaram a série “Legend” em 3D. Onde a história, a jogabilidade o áudio e acima de tudo o estilo mudaram drasticamente (se foi pra melhor ou pior você que se decida). Uma observação é que não critiquei os jogos em 2D, critiquei esse ser por um bom um bom tempo o único estilo, mesmo tendo o Battle Network que pessoalmente não gosto muito e o Megaman Soccer que foi feito para ter diversão é não desafios. 

Foram lançadas três versões do jogo a original pra PS1 (1997), outra de N64 (Megaman64 / 2000) e uma para PC (2001). De um jogo para o outro não muda quase nada, a de 64 é mas leve, com pior qualidade, a de PS1 é mais pesada com melhor qualidade, a de PC eu realmente não vi, mas deve ter qualidade superior as outras. As diferenças entre os jogos em si são insignificantes, coisas do tipo mudar a música do fundo.

O áudio é bom, tem qualidade, mas poderia ser um pouco mais animado as vezes, o gráfico te deixa de queixo caído levando em conta os antigos jogos de  Megaman, a jogabilidade é animadora, pois você tem liberdade para explorar o mapa do jogo, mas também pode ser considerada diferente, pois você usa “L1” e “R1” para virar a câmera, não veja isso como um ponto fraco, mas sim como uma deficiência, pois na época do lançamento o Playstation não tinha Dual Shock(aquele analog), então a culpa não e do jogo e sim do console, mesmo assim  não é ruim usar o “R” ou “L” para virar (pra ver até nisso o jogo estava a frente do seu tempo kkk).

Farei agora um “Super resumo” da história, pois ela já tem um lugar de destaque no detonado, O mundo está num futuro incalculável, onde a maior parte do planeta é água, os habitantes vivem em pequenas ilhas construídas em cima de antigas civilizações antigas(mas com tecnologia superior), nesse mundo se tira energia de cristais refratores escondidos nessas civilizações antigas, o grupo de que retira esses cristais do subsolo se chamam  “Diggers”. Adivinha só, nosso herói azul é um deles junto com Roll (que te da suporte técnico) e um velho doutor.

Por mais boba que seja essa critica não posso deixar de falar isso, o jogo está em inglês e não tem legenda, então se você não tiver conhecimento de inglês vai ficar perdido na história, mas pode deixar, se esse for o caso basta acompanhar o meu detonado porque vou dar um enfoque especial para história.

Ponto Forte: Quase tudo, mas para citar apenas uma coisa eu digo a mudança no estilo da série Megaman.

Ponto Fraco: O jogo é muito curto.

Nota: 9,1 / 10,0

*A nota se refere ao PS1 que foi o original

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PC – Campo Minado – Análise / Dicas / Cheats

Análise:

Quem nunca eu seus momentos de tédio, vasculhando os jogos do Windows não rachou a cara jogando Campo Minado, foi criado para PC em 1989 por Robert Donne com o nome Minesweeper(caça-minas), mas foi baseado em alguns jogos antigos, também envolvendo minas no chão, esses jogo foram criados entre as décadas de 60 e 70, e alcançando o ápice em 80, por exemplo, li sobre um jogo onde era preciso navegar em um rio com minas, levando o barco da parte superior esquerda a inferior direita da tela. Então Campo Minado é uma evolução dos puzzles minados daquela época.

O jogo consiste em um tipo de tabuleiro, onde existem quadrados com bombas, seu objetivo é localizar todas as bombas, ou achar todos os lugares seguros, em algumas variações você é ajudado, caso você escolham uma área sem risco próximos de bombas todos os quadrados em volta se liberarão,  a maioria dos jogos disponibiliza isso, como por exemplo a versão que falarei em breve. Devido a simplicidade, existem várias versões para várias plataformas(principalmente PC e celular), vou me referir a mais conhecida, a da Microsoft, que vem no Windows.

Se você ao ler meu artigo pretende virar um mestre do Campo Minado, desista, a medida do possível vou deixar links para ajudar a entender o jogo, mas para se vencer sem sorte vai ser precisa noções matemáticas e de observação lógica, além de um pouco de senso de interpretação  de sequencias, se não tiver isso desista e vá jogar Mario. Para aqueles que não desistiram vamos continuar, existem campeonatos do jogo, fóruns e tudo mais, meu artigo não vai te ajudar a mestrar nisso, eu quero apenas ensinar a jogar no básico, o resto é com vocês.

Vou falar como vejo o jogo pessoalmente, sinceramente, não acho o melho jogo de puzzle, pode ser o mais rápido, por que perder nele é a coisa mais fácil que tem, eu prefiro jogar Dr. Mario ou Angry Birds, do que Campo Minado, mas dependendo do gosto vale a pena jogar.

Ponto Forte: Dependendo da pessoa vicia, por que esse jogo necessita de mais raciocínio.

Ponto Fraco: A maioria das pessoas não sabe jogar, nesses casos, em um curto tempo a pessoa desiste do jogo.

Nota: 6,0 / 10,0

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N64 / PS1 / PC – Tarzan – Análise / Dicas / Detonado

Produtora: Activision e Disney Interactive
Distribuidora: Eurocom
Plataformas: Game Boy Color, Nintendo 64, PC e Playstation
Gênero: Plataforma

Análise:

Tarzan é um jogo baseado no filme homônimo (ambos produzidos pela Disney) e ao menos para Playstation 1 é o melhor jogo que a Disney lançou. Embora isso possa não representar grande coisa, pois a produtora não tem um bom repertório na área de jogos, o game é muito bom e merece destaque em meio aos outros. A ordem dos fatos e os cenários do filme são muito bem representados no game. Alguns acontecimentos que não foram esquecidos, e nem poderiam ser, são por exemplo: A luta contra a leopardo Sabor (com uma fase só para isso), a fuga de Tarzan depois de assustar os elefantes (também tem uma fase dedicada à isso, que é a Stampede) e o “surfe” de Tarzan pelas árvores em várias fases, inclusive em algumas fases bônus. No total são quatro personagens jogáveis: Tarzan criança, Tarzan adulto, Jane Porter e Terk. Treze fases, sendo a maioria delas em 2D e algumas em 3D. As quatro primeiras fases são jogadas com o Tarzan criança, e daí em diante todas são jogadas com o Tarzan já adulto, com exceção de duas: Trashing The Camp (com Terk) e Baboon Chase (com Jane). O variado repertório de movimentos e ações de Tarzan também é algo a se destacar: Você pode saltar de árvores, de cipós, subir em animais, nadar, escalar, quebrar certas partes do chão com socos, e atacar usando a faca (todas as fases) ou a lança (apenas na fase Sabor Attacks). Os personagens, tanto no filme quanto no jogo, são: Tarzan (principal), Jane (filha de Archimedes Porter e faz parte um grupo explorador inglês), Professor Archimedes Porter (pai ‘coruja’ de Jane e biólogo), Tantor (um elefante medroso e melhor amigo de Tarzan e Terk), Terk (uma macaca mandona e ‘reclamona’ que é praticamente uma irmã adotiva para Tarzan), Kala (mãe-de-criação de Tarzan, salvou ele de Sabor, a leopardo que já tinha feito vítima um filhote seu), Kerchak (o líder dos gorilas, que não aceita Tarzan como filho, por ele ser um humano) e Clayton (caçador e guia do Professor Porter e de Jane Porter).
Para compreender melhor a história do jogo, compre ou faça download do filme Tarzan.

Agora, para entender como é o jogo, aí vai um breve resumo: O objetivo é você percorrer cada fase coletando moedas, partes da imagem do macaco que foram espalhadas no filme (no total são quatro) e as letras para formar o nome TARZAN. Finalmente você deve abrir o guarda-chuva de Jane que se encontra no fim da fase. Lembrando que você não é obrigado a coletar esses itens, mas isso faz parte para conseguir 100%. Se você conseguir juntar todas as letras na fase, você consegue como bônus desbloquear um vídeo com um pedaço do filme (videoclipe) e se você conseguir montar a imagem do macaco por completa você terá direito a jogar uma fase bônus para acumular moedas. A cada cem moedas coletadas, você ganha uma vida, e as moedas e vidas são mantidas de uma fase para a outra. Pelas fases você irá encontrar muitos obstáculos como inimigos e bifurcações. Esses inimigos são, na maioria das vezes, animais, como por exemplo macacos, tatus, javalis, águias e etc, e em algumas fases uns homens também serão inimigos. Só de tocar nesses inimigos você toma dano. Para acabar com eles você pode jogar frutas (detalhamento no fim da análise) ou então usar a faca (opção menos favorável). Outros obstáculos são buracos, despenhadeiros, cipós e etc. Por várias vezes nas primeiras fases você irá ver um símbolo com a face de Terk (uma macaca cinza, considerada como irmã por Tarzan), e se você o coletar ela aparece imediatamente te dizendo alguma informação. Irá também encontrar frutas que restauram sua saúde. A banana apenas restaura sua saúde em parte, mas a fruta laranja além de restaurar ainda aumenta a capacidade máxima da sua saúde. Se o medidor de saúde ficar todo vermelho, você perde uma vida e volta do checkpoint anterior, que é representado por uma borboleta, e geralmente o personagem emite algum tipo de som ao passar por uma delas. Mas se você perde uma vida e não tem outras disponíveis, precisará recomeçar a fase desde o inicio. Sobre as frutas coloridas que você encontra pela fase, elas são usadas para atacar os inimigos. Para cada cor diferente, você acumula uma certa quantidade dependendo da fruta encontrada (fruta azul = 1 por vez, fruta vermelha = 5 por vez, frutas amarelas = infinitas, frutas roxas = 5 por vez) e cada uma delas tem um efeito diferente, são eles: Frutas azuis – matam todos os inimigos que estiverem à sua vista; frutas vermelhas: depois de lançadas elas se despedaçam e assim o efeito se multiplica; frutas roxas: são as frutas que podem ir a uma maior distância que as outras; frutas amarelas – não tem um efeito especial, mas por outro lado são infinitas. O único ponto em que o jogo deixou a desejar foi na dinâmica dos ataques. Os ataques são meio ‘bobos’, sendo possível você só jogar frutinhas´, usar a faca de dois modos (opção não sugerida) e a lança em apenas uma fase, mas assim como no filme, os ataques deveriam ser um pouco mais ferozes, um pouco mais ‘animais’. Enfim, esse fator ruim perto dos outros muitos fatores bons, não faz tanta diferença e o jogo não deixa de ser bom só por isso.

Nota: 8,8 /10,0


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Computador (Personal Computer / PC)

Símbolo da atual geração, o computador é um aparelho muito importante na globalização e na atualidade, talvez só perca suas atenções para a TV. Antes de começar uma breve introdução, computador é toda e qualquer maquina capaz de computar números, é uma espécie de calculadora até mesmo as mais simples (como o ábaco), podem ser considerados computadores. Porém não é o ábaco que nos interessa, os computadores modernos são capazes de fazer grandes cálculos em uma pouca quantidade de tempo, devido a seus componentes internos que ficam cada vez mais potentes com o passar do tempo os computadores se tornam verdadeiros meios de se socializar, de se informar e para nós o mais importante de se divertir. Essa é a função a qual nos interessa, inicialmente os computadores tinham tamanhos de cômodos de uma casa comum (os super computadores ainda continuam com esse tamanho imenso), antes de chegar ao tamanho convencional e até menor, esses computadores imensos não eram feitos para sua irmã jogar paciência, ou você rir das fotos no facebook, tinha uma função muito mais chata e trabalhosa: fazer cálculos para os cientistas cálculos que a mente humana demoraria horas para resolver, até mesmo com a ajuda de uma calculadora. Com o passar dos anos o computador foi ficando menor e se tornou acessível as casas, isso há pelo menos vinte cinco anos, nessa época os computadores eram caros e tinham funções muito escassas, ainda eram próprios para o trabalho só que dessa vez pessoal. A Microsoft surgiu com um sistema operacional (antes os PCs eram operados com muita dificuldade e sinceramente me falta informação para como um PC rodava sem seu sistema operacional, ao que parece os programas eram iniciados pelo prompt de comando através do MSDOS, que permanece até hoje como companhia do Windows), esse sistema operacional encheu o bolso da Microsoft e de seu dono Bill Gates, um dos homens mais ricos da terra, trazendo uma maior versatilidade aos computadores pessoais. É aqui que nós da EP queríamos chegar, com um sistema operacional para gerenciar as execuções do seu computador, era possível criar jogos com mais dinâmica e dificuldade, sem ser um xadrezinho básico.  Se quiser me acompanhar em uma análise dos componentes e dos jogos de um computador pessoal, peguem a pipoca!

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PC – Ragnarok Battle Offline – Análise / Dicas / Comandos

Análise

Esse é seu tipo de jogo se procura bastante pancadaria contra monstros, com vários personagens que vocês que jogam MMORPG saberão quem são, e que são fãs desse jogo também. Vamos começar a falar sobre Ragnarok Battle Offline.
Este jogo foi criado em inspiração de Ragnarok, quem é um jogo online com diversas classes e talz e resolveram criar com algumas coisas referentes ao jogo Online. Mas claro num é 100% igual ao jogo mas é bem divertido devido a diversos e infinitos combos que podem ser feitos, com as classes mais inimagináveis que você nunca pensaria que poderiam ser tão boas quanto as suas preferidas e o melhor de tudo é que pode chamar seus amigos para se divertir junto com você, sozinho você se diverte muito e imagina com seus amigos… Bom as classes são típicas do Ragnarok, mas só tem as Primeiras Classes do jogo Online, que decepcionou um pouco na minha opinião mas  por enquanto eles ainda tão planejando o futuro do jogo. Bom vamos detalhar alguns pontos fortes e fracos. Bom as fases são relacionadas ao mundo Ragnarok como Izlude, Prontera, Morroc, mas de acordo com as expansões que são 3 (e na última que é a única traduzida em Inglês) tem fases extras que não tem no jogo original, portanto, depende da expansão que você pegar para jogar terá fases diferentes. Faça o download do jogo aqui

Pontos Fortes
Garante uma diversão enorme, tem como jogar com um a mais do que os Beat’em Up normais, combos possivelmente ser feitos sozinho e com seus amigos, vários personagens, dificuldade elevada, A.I. boa, tem inúmeras formas de ter suas habilidades que desejar.

Pontos Fracos
Não tem como upar para as Segundas Classes, só tem até o level 30 de jogo, tem poucos modos de jogo, tem mobs exagerados durante a fase. Sem contar que o jogo chega a entediar em certos pontos, falta algo para te prender ao jogo além da jogabilidade

Nota: 7.6 / 10.0
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SNES / PC / PS1 – Megaman X3 – Análise / Detonado / Dicas

MMX3

A série X do bombardeio azul, como Megaman é chamado nos EUA, teve seu terceiro jogo lançado para o SNES no Japão em 1994, pela Capcom. Com os dois jogos anteriores fazendo um sucesso estrondoso, um terceiro game não poderia faltar. O sistema de pedra, papel e tesoura dos jogos antigos, mesclados com uma jogabilidade mais dinâmica e acelerada, que obrigam-o a pensar segue como carro chefe neste terceiro jogo da franquia. O enredo do jogo, aparenta escapar um pouco da trama de Sigma, que fora eliminado em sua forma viral no segundo jogo, conta a história do Dr Doppler e de Doppler City. Uma cidade que era uma utopia para os Reploids, e que de repende se rebelam contra os humanos e começam a querer dominar o mundo, se tornando Marvericks. Cabe a X e Zero investigarem o que aconteceu com a serenidade do Dr. Doppler.

O jogo repete a inovação do segundo em trazer chefes que desenvolvem papel na história, sendo enfrentados no meio das fases, e dependendo de como você os mata, pode desencadear em coisas ocultas nas fases finais do jogo. A exploração também aumentou, porém ela não é tão apurada como no segundo jogo, já que graças a um item você pode ficar sabendo o que pegou na fase, e até mesmo saber o local de onde estão as coisas que não pegou. Ainda falando da exploração, o jogo apresenta as tradicionais cápsulas, que completadas criarão a armadura de X, a Third Armor, mas não é só isso, agora existem também as cápsulas rosas, que servem para estender os poderes de uma parte da armadura. Outra coisa nova são as variações da Ride Armor, os tradicionais robozões que você pegava no meio do caminho nos jogos anteriores, eles estão aqui para facilitar sua vida nos mais variados terrenos (ar, água, terra). As fases estão maiores e os inimigos estão um pouco mais desafiadores, é claro você pode ignorá-los, mas isso não será tão fácil como nos jogos anteriores. Os segredos podem afetar diretamente nos bônus que você irá ganhar no final do jogo, portanto, ser um explorador assíduo é uma faca de dois gumes neste jogo. Graficamente falando, o jogo conta com um chip de aprimoramento que permite um falso 3D, como seu antecessor, aquele efeito da cabeça do Sigma, e algumas coisas no fundo da tela são frutos deste chip. Os sons do jogo são muito cativantes e acompanham a ação das fases.

Já os chefes do jogo, não são nada cativantes. Embora tenham poderes que fujam dos clichês, uma lagosta, um cavalo marinho e um peixe gato não inspiram respeito, perto de seus antecessores (Storm Eagle, Magna Centipede, Launch Octopus, Morph Moth, etc). A dificuldade do jogo se perde nas fases finais, sério, apenas a primeira fase do laboratório é difícil, as outras são coisa de criança, incluindo os chefes das mesmas, tanto os secretos, quanto os originais. Outro ponto negativo é Zero, o robô vermelho é jogável a primeira vez neste game da série, só que eles deviam ter deixado isto para Megaman X4 mesmo. Zero não pode enfrentar chefes, tem pouca vida e sua única vantagem é seu sabre que destrói tudo, porém demora para ser carregado. Sigma também retorna, e sofre do mal de Dr. Willy. A Capcom quando criou a série X, não deveria apostar no mesmo vilão já que Willy é cartunesco. Até que usaram a desculpa dele ser um virús, mas espera, nós não o derrotamos em Megaman X2? Vai saber…

Embora apresente tais defeitos, Megaman X3 foi por muito tempo meu Megaman X favorito, passava tardes e tardes sofrendo o jogando e anotando passwords. o jogo é tão querido que ganhou ports para PC, PSX e Sega Saturn. E as diferenças são apenas cenas de anime, e o som foi aprimorado. A versão clássica ainda assim é superior, embora sem cenas de animê a insanidade do jogo fica mantida e seu legado também. A série que explodiu mentes e evoluiu o conceito de Megaman fecha com chave de ouro seu ciclo no Super Nintedo, e por isso é um dos cartuchos mais caros para serem comprados pela internet. A série mantem sua ação e insanidade em alto nível, e jogadores de todas as classes devem conhecer este tesouro. 

Nota: 8,6* / 10,0

*Nota referente a versão de SNES… As diferenças para a versão de PC e PS1, são meramente técnicas, na versão de PS1 são incluídas umas cenas extras, além de mixes de som. Na versão de PC além dos mixes de som e da cena extra, o jogo foi melhorado para uma versão de 32 Bit (as outras são em 16 bit).

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