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N64 – International Superstar Soccer 64 – Análise / Dicas / Cheats

Em 1997 saia o primeiro jogo de futebol para o N64, o revolucionário em gráficos, International Superstar Soccer fez a alegria de muita gente, o jogo é mais voltado para o arcade, para o irreal, afinal de contas nunca em uma copa do mundo veremos o placar de 24-0, o jogo parece um bando de peladeiros jogando. Vamos começar com os pontos positivos do jogo, que se destaca pela parte gráfica, gráficos quadrados porém muito mais reais do que sua contra-parte do PS1, além disso o jogo apresentava uma interface mais moderna, opções mais abrangentes em relação as versões de Super Nintendo. O jogo de fato é uma atualização da versão de SNES, uma atualização gráfica, sonora, dinâmica e claro nos modos de jogo. Falando nos sons o jogo tem músicas envolventes e uma narração mais refinada, mesmo que chata, porém algo inovador para a época, além claro dos sons ambientes melhorados, mais tudo isso mesmo que com menos intensidade já existia na versão de SNES, como falei o jogo é uma atualização inovada, as inovações vieram com a World League onde você enfrenta todas as outras 35 seleções do jogo em turno e returno (70 jogos). O modo de criação e edição de nomes dos jogadores, não era algo que dava para aprofundar muito como é hoje, mas foi um avanço em relação a versão de SNES. E também o save com a ajuda do acessório Memory Pak, já que a fita não tinha memória interna, então era bom caso você quisesse dar uma parada e trocar de jogo. Outra coisa boa foi a adaptação do jogo para a portabilidade do N64, capacitando o uso de até 4 jogadores, mas isso em partes é ruim e no parágrafo abaixo, aonde explicarei as coisas negativas do jogo vou falar porquê.

Infelizmente, nem todas atualizações são boas, e uma delas é a dificuldade estável, uma vez que não há uma mediação nos niveís, você começa jogando no nível 3 e sinceramente a unica diferença que tem para o dois e o um é a adaptação. Já o nível 4 e 5 de dificuldade MUDAM completamente a cara do jogo, de um jogo fácil, mole o jogo se torna um completo desafio tem que ter muito tempo de prática para conseguir desenvolver as goleadas nos níveis de dificuldade mais fáceis. Outra coisa feia é que o jogo é uma coisa voltada para o ataque, não há um sistema de marcação dinâmica por conta disso vemos buracos na defesa constantemente e além disso o seu boneco não vai automáticamente atrás da bola, você tem que persegui-lá seja no ataque ou na defesa e isso é um saco o desarme leve é praticamente inútil, por esse motivo que o multiplayer quando em cooperação é estranho. À mecânica do jogo é completamente estranha e paralela, tudo bem que é pedir muito para um jogo de 97, mas enfiar goleadas homéricas em seleções que são potências é algo que vai além do irreal. Outras coisas irreais são as espalmadas do goleiro (ao invés de espalmar para fora ele espalma para dentro da área) e no nivel 5 de dificuldade é quase impossível fazer gols no seu adversário, sem contar os inúmeros erros em relação a falta, impedimentos e claro com os nomes todos alterados devido a falta de licença dos jogadores (Maradona é Redonda, uma paródia? Não sei) o jogo é uma loucura só.

Mesmo assim o jogo deixa lembranças marcantes na cabeça de todos que os jogaram, era divertido criar bonecos, ou tomar goleadas para seu primo (não, isso não era divertido). Mas é um jogo que da para brincar, na minha opnião esse jogo foi um marco para os jogos atuais de futebol, porque foram concertando os erros até acharem um formato decente, mais real e com uma dinâmica que agradasse a todos. Infelizmente também é a ultima aparição de Allejo nos jogos (coitado sofria de câncer na próstata). ISS64 é um bom jogo para passar o tempo, fazer dribles inexistentes nos jogos atuais (como a lambreta, o fingir que vai chutar) só que se quer um jogo de futebol, jogue os da atualidade e não seja um retrogamer ao extremo.

Nota: 7/10

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N64 – Cruis’n World – Análise / Dicas / Segredos

CruisnAnálise:

Cruis’n World e um jogo da série Cruis’n, sendo esse a sequência do Cruis’n USA(jogo com apenas pistas americanas), o objetivo deste jogo é ficar rodando o mundo de carro, e fazendo corridas nos lugares mais inusitados, num total de 15 pistas.

Gostei do jogo, ele junta dois tipos de jogos de corrida, os mais doidos como Mario Kart, pois as pistas estão em lugares como a selva ou então no meio do deserto, etc… e também os mais sérios como um Nazca, já que são carros de verdade e não uns Kartinhos, além de ter bastantes carros.

O jogo é cheio de dos estereótipos básicos de um videogame, ex: na pista do Quênia tem um monte de animais selvagens, na Rússia usinas nucleares, esses estereótipos não são nem bons nem maus, são necessários para um jogo, é isso que da graça.

Os gráficos são mádios, com algumas partes que chegam a ser estranhas, gostei do aádio do jogo(o do México é bem animador), mas também tem umas fases com a música chata.

Ponto Forte: É um bom jogo no geral, não chega a ser espetacular, mas se você gosta de jogos de corrida este é bem recomendado.

Ponto Fraco: Eu sei que o mundo vive no Eixo Estados Unidos Europa, mas para um jogo chamado “Cruis’n World” eu acho que deveriam ter fases mais espalhadas pelo mundo. Para terem uma idéia: America do Norte = 4 fases(sendo 3 nos EUA), Europa = 5 fases, Ásia = 2 Fases, Oceania = 1 fase, África = 2 Fase, America do Sul = 0, America Central = 0, ????(não vou estragar o segredo) = 1. Não me leve a mal, não sou nacionalista, não estou pedindo uma fase no Brasil, mas não seria legal correr na Amazônia, nas montanhas da Bolívia, até mesmo atravessar o canal do Panamá?

Nota: 7,7 / 10,0

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N64 – Super Smash Bros – Análise / Dicas

Análise
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Para aqueles que são fãs de um bom jogo de luta e com os seus personagens favoritos da Nintendo, o Super Smash Bros é o que você procura. Ele foi criado para as pessoas que sonhavam em um jogo que tivesse o Mario e o Pikachu lutando um contra o outro ou então o Fox contra o Captain Falcon. Enfim, onde quero chegar é na diversidade de personagens nesse jogo e a jogabilidade, pois é bem fácil de controlar e mandar golpes especiais rápidamente. E quanto aos personagens, bom como vocês podem ver eles vem de diversos jogos da Nintendo, um vem do F-Zero e outro do Super Mario World/Mario Bros, é bem diversificado e nunca se imaginaria que um Pokémon ou um garoto com um taco de baseball seriam personagens de luta. Também, o SSB tem jogos bônus legais para se jogar e é bem interativo já que o multiplayer ajuda bastante, pois permite 4 pessoas lutando ao mesmo tempo pra ver quem é o mais habilidoso. Esse foi o primeiro da saga Super Smash, tem outros mais além desse, só que é para outra plataforma.É um ótimo jogo de luta para aqueles que gostam dos personagens da Nintendo.
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Pontos Fortes: Jogabilidade boa, possibilita um número de pessoas  elevada pra que a disputa e diversão possam ser maiores que jogos de luta convencionais.
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Pontos Fracos: Seus pontos fracos são evidentes: tem poucos personagens, jogo sem uma A.I. (Artificial Intelligence) alta. Modo fácil de ganhar do oponente (até porque só é preciso jogá-lo pra fora).
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Nota: 7.8/10.0

Nintendo 64 (N64)

Em 1996 era lançado o N64, o último console que usava como mídia os cartuchos, de fato o vídeo-game veio como resposta direta ao Playstation da Sony, mesmo tendo jogos de qualidade o N64 não foi páreo para seu competidor, ficou até em terceiro em vendas no Japão (certamente uma mancha na Nintendo que era líder nesse mercado), mas em segundo no mundo todo. O que colaborou para o afundamento do N64 foi sem dúvida alguma o sistema de cartucho, isso afastou as grandes produtoras de jogos da nintendo as fazendo migrarem para a Sony, pois o desenvolvimento de um jogo em CD é muito mais barato e menos desgastante do que um para cartucho. Com esse problema a Nintendo sobreviveu as custas de seus grandes nomes e claro da grande criatividade do console, dentre essas podemos destacar o joystick, os acessórios e alguns jogos. No Brasil o vídeo game foi lançado em 1997 e eu tive o privilégio de ter um console desses (não foi de primeira mão)

N64 – Super Mario 64 – Análise / Detonado

Super Mario 64 é um dos grandes carros chefes do N64, se não me engano foi o primeiro jogo e é um excelente cartão de visitas, para um console. O primeiro Mario em 3D é realmente muito criativo, tem fases divertidas e musiquinhas legais. A história do jogo, que não é uma trama lá envolvente é bem simples, a princesa Toadstool (Peach) convidou Mario para comer bolo em seu castelo, porém o perigoso Bowser rapta a princesa, e sela o castelo, só com o poder das estrelas é que você vai poder ir abrindo as partes do castelo para chegar até o perigoso Bowser. Como o sistema de cartuchos do N64 não comporta muita memória a história teve que ser essa mesmo. A parte gráfica é boa pelos cenários, o castelo é muito bem trabalhado, e seus universos paralelos mais ainda, mas são muitos os bugs gráficos, prejudicando um pouco (às vezes até ajudando) você, mesmo que ajude é um desleixo que não podia ser deixado assim. Vasculhar o castelo atrás das 120 estrelas é bem interessante, existem fases que se você não pensar direito, elas demoram a serem descobertas, legal também é que esse singelo castelo nos oferece passaporte para universos “paralelos”, longe da realidade do castelo de Peach, entrando em um quadro você pode sair em uma fortaleza, ou em uma montanha de neve, até mesmo em um caminho pelo arco-íris. Os inimigos aqui não são tão poderosos, são bastante criativos, mais não ajudam tanto quanto ajudam em Super Mario World. O replay do jogo é uma porcaria porque você completa o jogo com 70 estrelas, porém são necessárias as 120 para zerá-lo, e quando você as consegue se surpreende com um bônus inútil. Uma coisa legal também é que aqui Mario tem expressões e vozes que facilitam você a se apegar com o encanador. Super Mario 64 é sem dúvidas um dos melhores jogos no N64, porém as limitações do console, limitaram o jogo também, mais tarde a Nintendo consegue consertar isso.

Nota: 7,9 / 10,0

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N64 – Star Fox 64 – Análise / Dicas

Jogo de nave a um estilo bem moderno, no jogo você controla a nave de Fox McCloud, líder do grupo Star Fox. A sua missão é simples salvar a sua galáxia do impiedoso e megalomaníaco Andross. Andross era um cientista genioso, mas o poder subiu a sua cabeça e ele foi exilado em Venom. Quando ele começa a tramar seus planos o pai de Fox é enviado para investigar, ficando por lá mesmo, então Andross declara guerra ao Lylat System e é a Star Fox quem deve acabar com o mal.

No auge dos anos 90, a qualidade gráfica do jogo é impecável, as naves são bem detalhadas, o dano nelas, os cenários são magnificos, Corneria, Titania e Aqua… São planetas impressionantes, a dificuldade do jogo é selecionável, você pode seguir por três linhas: a vermelha, com uma dificuldade alta; a amarela, com uma dificuldade moderada; e azul, com uma dificuldade fácil. Sons bons o barulho das naves é realmente impressionante, porém nisso o jogo é um pouco chato, por que as vezes a voz de Slippy chega a irritar, da vontade de matar ele de propósito, a fim de calar a boca do sapo aboiolado, mas em compensação as vozes dos outros é bem dublada e caiu como uma luva em certos personagens “Annoing Bird. I’m the great Leon”. O jogo oferece um desafio bem bacana que é o sistema de medalhas, ao detonar uma certa quantidade de inimigos e manter o seu time sem nenhuma baixa você consegue uma medalha, ao conseguir todas as medalhas o modo expert é liberado e nesse modo, se você achava que era bom, você vai começar a ter sérias duvidas em relação a isso…

Nota: 8/10

N64 – Mario Kart 64 / Análise / Dicas / Segredos

mario-kart-box
Análise:

Segundo jogo de Kart com Mario e seus amigos, e um dos melhores já feitos. A série Mario Kart vive forte até hoje muito por conta desse jogo. Mesmo o Super Mario Kart de SNES tendo marcado minha infância eu pessoalmente não acho ele um game muito bom, mas agora no 64 muitos dos erros foram concertados e várias inovações incrementadas. O Nintendo 64 que em muitos jogos peca no gráfico, não erra neste o tornando impecável, e não há como querer nada a mais do que já é. As músicas muito bem trabalhadas, porém isso não quer dizer exatamente boas, algumas são, outras não, como na maioria dos jogos. Classifico as músicas como médias. A grande sacada do áudio for deixar os personagens falarem, mesmo que pouco durante a corrida o que torna tudo muito mais interativo e engraçado. O controle do Kart é muito bom e com os diversos itens bem pensados se torna ainda mais legal. Não é tão fácil e nem tão difícil desviar de armadilhas como realmente deve ser.

Sei que você já deve ter passado muitas tardes correndo com seus amigos e se não fez não sabe o que está perdendo, o maior barato deste jogo é o multi-players, apesar de não ser possível jogar campeonatos com mais de dois jogadores, o que é uma grande perda e por não existirem outros modos de jogo além do Time Trial e Battle, o tempo que você vai querer continuar jogando é limitado, apensar de ser alto. Isso foi o que faltou para a Nintendo investir, prender mais o jogador ao jogo, você pode vencer os 4 campeonatos nas 4 dificuldades e depois jogar com amigos, só que apenas isso, não há um algo a mais uma opção extra ou algo assim, coisa que hoje em dia é muito mais comum, e nem tanto naquela época, então posso dar um desconto, mesmo assim ainda é uma falha.

Vale ressaltar a modernização das pistas clássicas do SNES que para quem jogou o game anterior não poderia ser diferente, Mario Kart 64 mistura pistas antigas remontadas que dão uma sensação de nostalgia com pistas inovadas sendo todas centradas em um assunto principal. Por exemplo Kalimari Desert e seu trem, Moo Moo Farm e a Fazenda, Toad’s Turnpike e os carros.

Ponto Forte: Um ponto de destaque é a interação CPU com CPU, no SNES a única variável na corrida era seu carro, todas as outras posições sempre eram previsíveis e quase nunca algo além de você mudava. Agora realmente existe uma competição, todos vão tentar ganhar um vai ferrar o outro e pensar apenas no seu próprio bem, como deve ser uma corrida. Claro no campeonato o piloto bom vai ter a tendencia de ir melhor, mas repito: TENDENCIA ele tem mais chances de ir melhor mas não quer dizer que vai, assim como em corridas reais. Isso deixou o jogo muito mais competitivo e emocionante

Ponto Fraco: Acho que um jogo de corrida deveria apresentar mais pilotos, assim como no SNES no 64 podemos escolher entre apenas 8 pilotos e em todos os campeonatos serão sempre estes mesmos 8 pilotos, e por mais que eles sejam carismáticos, fica um pouco enjoativo, isso não é lá nenhum fim do mundo, mas é um defeito que vejo como grave.

Nota: 8,0 / 10,0

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