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Eternal History – Crash Bandicoot N. Sane Trilogy – História Completa

História de Crash Bandcoot N. Sane Trilogy, remake dos clássicos de PS1 Crash, Crash 2 Cortex Stikes Back e Crash 3 Warped.

Crash Bandicoot: 0:03
Crash 2 Cortex Strikes Back: 4:30
Crash 3 Warped 9:07

Mesmo que o destaque seja a plataforma, Crash também possui uma história simples porém interessante que muitos nem percebem. Espero que gostem desse vídeo.

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCr-80LooItrzEe4WlkNzJCw
Blog: https://www.eternalplayers.wordpress.com
Facebook: https://www.facebook.com/BlogEternalPlayers/

Por: Matheus C. Sardinha

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PS1 / PC – Megaman X4 – Análise / Segredos / Cheats / Detonados

Megaman x4 japanese cover

Desde que foi adicionada ao universo de Megaman, a série X sempre prezou pela inovação; a armadura, o dash, uma história mais desenvolvida e sólida. A série X sempre prezou por manter o estilo do antigo,  misturando com a inovação. Quando deixou o Super Nintendo e foi para a nova geração, com Megaman X4 em 1997 o jogo veio recheado de inovações, aproveitando a qualidade superior de Playstation e Sega Saturn. O jogo começa com uma apresentação em vídeo, lembro que no primeiro contato com o jogo fiquei boquiaberto, louco  para ver logo o que me esperava. Game Start e caramba, agora eu podia escolher entre Zero ou Megaman para jogar! Isto foi a grande sacada, quem na série clássica nunca quis jogar com Protoman ou Bass? Essa foi a grade sacada da Capcom nesse jogo, e ao selecionar um dos dois heróis, outro vídeo em estilo anime é jogado na tela, mostrando um pouco da história do jogo! Que embora não seja o ponto alto do jogo ela é sensacional! Desta vez, um exército que também combate os Marvericks, chamados Repliforce e liderados pelo gigante General e pelo orgulhoso Colonel. Depois de um ataque a cidade de Sky Lagoon que acabou destruindo muitas vidas a Repliforce se une aos Marvericks iniciando um golpe de estado para depor os humanos do controle, cabe então aos Marverick Hunters por fim aos ideais radicais da Repliforce!

O enredo realmente não é a coisa mais importante do jogo, ele cria laços entre os personagens (Megaman e Double, Iris e Zero, Colonel e Zero, General e Sigma), uma coisa que era rara de ser vista na série antes, acrescentando camadas e um passado para eles, através das diversas cenas de anime que rolam durante o jogo. Além disso ela é dividida em dois pontos de vista,  já que agora você joga com Zero, ela não é confusa, não rouba a cena e inova, ponto para a Capcom. Ainda falando de Zero, acrescentá-lo quebrou o padrão pedra-papel-tesoura tradicional da série. Os inimigos de Zero até tem fraquezas, mas alguns não as tem e você tem que rachar a cuca para descobrir um modo de vencê-los com o robô vermelho. Aliás, tudo com o robô vermelho é diferente, ele não tem poderes, usa golpes. O modo de lutar é encurtado,  parece que você está jogando outro jogo! No caso a jogabilidade tradicional fica por conta de X que tem as velhas cápsulas de armaduras para pegar e o sistema de usar o poder de um chefe contra outro. A tradição e a inovação estão juntas, entrelaçadas e isto é outro ponto para a Capcom.  Os Marvericks continuam legais, e agora até tem um dialogo antes da luta, os animais representados foram muito bem escolhidos e o design e seus poderes estão ótimos, mesmo que hajam os clichês (um elétrico, um ígneo, um glacial, um aquático, um aéreo e um bestial) e que o Slashing Beast seja muito parecido com o Slashman de Megaman 7 , existem dois com poderes novos e os chefes são muito legais de serem enfrentados e alguns oferecem um certo desafio. Os gráficos obviamente melhoraram e melhoraram muito não que eles fossem ruins antes, mas a floresta está com mais texturas e mais cores aqui do que em Megaman X, posso estar constatando o óbvio, mas Megaman X3 também foi portado para o Playstation e não ganhou muitas melhorias gráficas. Porém o que melhorou mesmo foram os sons, as músicas das fases estão sensacionais, bem melhores do que os das versões anteriores! Da pra você deixar o videogame ligado na fase só pra ficar curtindo a música. 

O jogo não parece ter defeitos, mas o que Zero trouxe de bom, ele também tem de ruim. Ao invés de todos os chefes darem habilidades de luta para eles, alguns dão habilidades que já deviam ser inseridas na jogabilidade do herói. O pulo duplo (Kuuenbu), o dash no ar (Hienkyaku) e a espada roxa (Tenkuuha) são ridículos, deveriam haver capsulas nas fases para te fornecer essas coisas. Mas eles preferiram fazer que essas habilidades normais fossem dadas pelos chefes, o que deixa parecendo que correram nessa parte de habilidades que podia ser melhor exploradas. E falando em explorar, a exploração deixa a desejar nesse jogo, ela não é tão complicada como nos jogos de Super Nintendo onde você tem que queimar a mufa para não só encontrar, como também chegar até alguns pontos e pegar os segredos. E se com X o jogo já não tem muitos segredos, com Zero então,  ele tem menos ainda já que você não precisa pegar capsulas com o robô vermelho. Algumas fases tem um segredo apenas (só o Heart Tank) o que é boçal… E as fases embora tenham duas áreas, e sejam maiores que as de Super Nintendo, são curtas e não oferecem muitos desafios no decorrer delas, por exemplo, em Megaman X2 embora as fases fossem curtas, elas eram intensas o que compensava essa perda de espaço em ação, dava a impressão de que a fase era longa. E pra mim um outro defeito, ao meu ver é continuarem com Sigma, um inimigo tão bom quanto a Repliforce deveria ser melhor aproveitado nesse segmento do jogo, tantos personagens bons. Mas não, a Repliforce aparece nesse jogo e acaba nesse jogo, mantendo o velho e chato Sigma que já deve ter cansado de ser morto! Tudo bem que ele é um bom personagem, mas essa repetição do vilão não faz bem a série X como faz a série clássica, acaba ficando tão cansativo quanto a equipe Rocket era no anime de Pokémon, ou os robôs de borracha eram em Medabots…  Outro fator que não se pode deixar de lado é a péssima dublagem americana, sem emoção e com muitas vozes que não tem nada a ver com o personagem, além é claro da voz de menininha usada em  X.

Concluído, mesmo mantendo as tradições de ser um jogo em plataforma, o jogo abriu caminho com estilo para Megaman X nessa nova geração. Os defeitos apresentados seriam consertados nos próximos jogos, Megaman X4 é considerado por muitos o melhor Megaman da série X por tudo de bom e novo que trouxe! Não discordo, nem concordo, e você já jogou para descobrir a mágica de Megaman X4?

Nota: 9,4 / 10

Seleção

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SNES – X-Men: Mutant Apocalypse – Análise / Dicas / Detonado / Segredos

CoverLançado em 1994, misturando os gêneros de ação, plataforma e beat’em up. X-Men: Mutant Apocalypse mostra como a Capcom era boa em seus tempos de SNES. A linha de introdução do jogo apresenta os X-Mens, grupo formado por Charles Xavier (Professor X) a fim de proteger e ensinar os mutantes a controlar seus poderes. O sonho de Charles é uma convivência pacífica entre mutantes e humanos. A ação do jogo começa ai, Apocalypse está usando a ilha de Genosha para prender mutantes e fazê-los trabalhar a força, com a ajuda das sentinelas. Os X-mens são cotados para resgatar os mutantes presos. Porém mais tarde é descoberto que Magneto, um amigo de Xavier, que porém tem ideias radicais e acredita na supremacia mutante, é quem está por trás de toda essa brincadeira. Você já deve ter visto os desenhos dos X-Mens, e este jogo pega carona em um desenho que fez sucesso nos anos 1990, usando o design heroico dos personagens clássicos dos quadrinhos. As sprites muito bem desenhadas (tanto que elas foram “reaproveitadas” em futuros jogos de luta da série) somando-se a cenários e a músicas bem agradáveis. Os mutantes são um elo perdido entre qualidade e defeito. O seu estilo de jogo pode se adequar a qualquer um deles, porém cada missão terá um mutante específico tornando-a mais fácil de ser completada.

Porém, eles podiam ter selecionado melhor os X-Mens, colocando personagens mais populares (Homem de Gelo, Colossus, Noturno, Tempestade, etc), afinal de contas Psylocke não é tão conhecida assim do público e o Fera, bem é o Fera… Ainda batendo no ponto dos personagens, a gama de golpes não é muito vasta, falemos do Fera, ele não sabe muitos golpes, em compensação Psylocke tem muitas habilidades, tudo bem, isso não diminui a utilidade de ambos, mas poderia ter sido melhorado. Falta carisma aos personagens, podia haver um especial para cada, dando mais personalidade a eles. Outro problema chato do jogo é sua curta duração, podendo ser fechado rapidamente. O jogo não é tão difícil de ser dominado por inteiro, não tenho nada contra este quesito de dificuldade, mas algumas pessoas podem achar o jogo fácil demais. Claro a dificuldade maior foi toda deixada para o final, e acho que isto equilibra um pouco as coisas. Já que Magneto é um chefe final MUITO poderoso. Outra coisa que podia ter sido melhorada é a continuidade, a ideia de poder jogar com cada mutante em um caminho é muito legal, porém ela só se limita a primeira e a ultima missão… Isso poderia ter sido melhor explorado e com certeza seria um ponto positivo e tanto para o jogo, mas ficou só naquilo. E seria interessante, ter passado por um local com certo personagem, depois com outro. Realmente um desperdício da ideia. E claro, mesmo tendo a história um pouco esclarecida, com cenas explicativas entre as missões, não fica muito claro se é fruto só do jogo, ou se está em alguma HQ ou episódio da série animada.

Por fim, o jogo é um ótimo divertimento para você que não tem muito tempo nem muito o que fazer, já que é um jogo rápido de fácil aprendizagem, não imitando as dificuldades das maiorias dos jogos antigos. Além disso o jogo fez um tremendo sucesso que abriu espaço para Marvel Super Heroes: War of the Gems, outro jogo clássico com personagens da Marvel, com certeza corrigindo alguns defeitos e dando mais personalidade aos heróis, que no caso são os Vingadores. É sempre bom utilizar estes personagens de HQs em jogos, principalmente os da Marvel, que estão sempre em alta por serem mais humanos e problemáticos do que os seus concorrentes. Uma excelente escolha para quem adora jogos de ação, rápidos e para quem adora os X-Mens!

Nota: 7,5/ 10

Xmen MA Intro

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Master System – Black Belt – Análise / Detonado / Dicas / Segredos / Cheats

Linda essa capa, não é?

Linda essa capa, não é?

Análise:

Antes de falar do jogo, vamos falar de um mangá(e anime também), Hokuto no Ken, foi um grande sucesso e um dos primeiros do gênero. Na década de 90 o mundo passou por uma grande guerra nuclear, que quase devastou a vida, praticamente ou os humanos viram fazendeiros miseráveis que mal conseguem comer, ou  viram verdadeiros Punks, que roubam vilarejos e destroem vidas, e nesse clima de miséria a é contada a história de Kenshiro, ou apenas Ken que é o herdeiro da arte marcial Hokuto ShinKen, que que consistem em pressionar um dos 708 pontos de poder oculto do corpo, causando os mais terríveis resultados, como cabeças explodidas, corpos rachados ao meio ou até mesmo controle das funções do corpo.  Sua namorada foi sequestrada no maior estilo princesa Peach,  e então ele segue sua jornada matando enfrentando vários mestres em artes márcias para trazê-la de volta. Não vou me aprofundar nos detalhes, pela simples fado desse blog ser de games e não de animes, recomendo que assista a série, mas achar os episódios fica por sua conta.

Na onda do sucesso saiu para Master System o jogo Hokuto no Ken, que trazia muito do que era lido ou assistido para o console, ok cabeças não explodem os inimigos apenas caem com um efeito de espelho quebrado, mas o ambiente de combate é bem demostrado, o fundo do cenário e muito bom algumas da músicas também, lógicamente os chefes são personagens relevantes a história original, e para minha surpresa até os sub chefes são.

Agora finalmente chegamos ao nosso game em questão, Hokuto no Ken teve problemas com a versão internacional e não poderia ter a história do mangá, eis que então nasceu o Black Belt. Já que não era possível usar o jogo original e não lança-lo internacionalmente seria muito pior, mesmo sendo modificado Black Belt é o 10º mais vendido do Master System, a solução foi como citado antes, modificar o jogo e remover os elementos da história inicial. O que isso quer dizer? Simples, alterar tudo graficamente e deixar o resto!!! Ken virou Riki o mundo pós apocalíptico ficou bem mais “agradável” como por exemplo, a fase que era um deserto com uma cidade destruída no fundo, virou uma campina verde com uma cidade perfeitamente boa no fundo, um soldado virou algo que eu acredito ser um palhaço e outras tosquises do tipo. Mesmo tendo uma razão perfeitamente lógica para as alterações, eu simplesmente acho que eles exageraram, em certos momentos o jogo fica até mongol e sem sentido(tipo a parte do palhaço), de fato, isso não muda o fato desse game  ser muito bom, mas tira um pouco o sentido dele.

Algumas das outras coisas que não gostei foi todos os inimigos terem exatamente o mesmo tamanho, mesmo que por exemplo, o terceiro chefe deverias ser um Demônio Gigantes, que por sua vez foi subsistido por um lutador de Sumo, os inimigos nas fases são um pouco irritantes, pois em cada fase serão sempre os mesmos.  Além de explorar demais a repetição, qualquer um fecha o jogo em um dia ou menos jogando, por pior que seja o jogador, o problema é que quase não ha dificuldades, além dos chefes, sendo que neles se você souber os comandos certos também serão muito simples, a grande questão do jogo é sua capacidade de desenvolver uma sequencia de movimentos que derrote os 6 chefes, sendo que como você só pode pular, abaixar, socar e chutar, isso e torna meio fácil.

De longe, os bons aspectos superam por muito as fraquezas, Black Belt é um Beat’em Up pra lá de agradável, as lutas com os chefes são épicas na primeira vez. Eu acho o sistema de sair andando linearmente fase matando inimigos bem relaxante kkkkk, além dos sub chefes estarem lá para entretê-lo. Ter uma barra de HP, por que imagine como seria jogar tudo isso sem poder tomar dano! Não duvide de mim, muitos jogos são assim.

Ponto Forte: O conjunto em geral, deixa o jogo muito bom, mas se for pra pegar apenas um fato como forte,  são os chefes, que mudam completamente os estilo do jogo,  se igualando a um jogo de luta nesses momentos.

Ponto Fraco:  A Capa Alterações a parte, vamos dar uma fraqueza do jogo. Acho que ele apela demais para tentar te matar até você descobrir como vencer o chefe, outro exemplo é o fato de você ter que vencer as lutas com um golpe específico.

Nota: 7,9 / 10,0*

*Não reclamem da nota ok, Hokuto no Ken é um ótimo jogo que ganha uma nota muito maior, mas essa análise é sobre a modificação americana dele.

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SNES – Sunset Riders – Análise / Detonado / Dicas / Segredos / Cheats

Sunsetriders_CapaAnálise:

Algumas vezes ouvi falar vagamente de Sunset Riders, aos poucos minha curiosidade foi aumentando, semana passada quando fiz o artigo do Gunstar Herois deu uma vontade de jogar outro jogo de Run and Gun, ou como eu gosto de chamar, Tiro, pelo pouco que ouvi falar esperava que fosse quase impossível e muito bom, em partes isso foi confirmado, eu sempre me considerei um péssimo jogador e consegui fechar o jogo, na dificuldade minima, com o máximo de vidas e no limite, mas o importante é vencer kkk, quero dizer que a dificuldade foi bem moldada, sendo que ela pode vir do extremo impossível ao muito difícil, coisa que é ótima, pois isso possibilita os piores jogadores(tipo eu) a completar o jogo, e ainda serve como desafio para um super viciado, basta editar a dificuldade.

Sunset Riders como muitos outros jogos veio do Arcade, depois foram feitas as versões em consoles, nesse caso Mega Drive e SNES, a versão do Mega a meu ver é bem inferior, modificaram demais o jogo, por isso essa análise se refere apenas a versão de SNES que também modificou o jogo, mas foram coisas leves, a dinâmica é a mesma, ao contrário da outra versão. Uma das coisas que me deixou triste foi não haver nenhuma continuação, remake ou qualquer coisa, não faria mal uma ou outra sequencia, ainda mais por que a Konami é uma empresa grande.

A história não é muito relevante, mas também não precisa ser. Quatro caçadores de recompensas atravessam o Oeste americano caçando os criminosos procurados pelas suas recompensas  depois da quarta fase o jogo muda um pouco e seu objetivo vira caçar um criminoso com uma alta recompensa e seus três ajudantes. Como dito não é nada inovador nem brilhante, mas esses tipos de jogos não necessitam de um enredo elaborado, o mais importante é a ação, coisa que não deixa a desejar nem um pouco.

Sobre a parte técnica  a jogabilidade está muito boa, os principais objetivos(atirar e desviar) estão muito bons, com exceção a certos ângulos onde não dá para fixar o tiro sem andar, mas não vejo nenhuma solução simples para isso, então quase que absolvo isso. O áudio não é brilhante, as músicas até gosto de algumas(as que dão o clima do velho oeste), outras são chatas e fracas. o problema é o gemido ridículo que os inimigos fazem ao morrer, além de outros sons ruins. Os gráficos eu até gosto, mas a repetição dos inimigos atrapalha, o fundo da fase são até repetitivos, mas as fases são tão curtas que isso fica quase inotável. Algo que eu acho engraçado é os personagens ficarem tão coloridos, lógico, isso foi feito pra deixar o jogo mais alegre, mas convenhamos, sacanearam o Cormano kkk.

Agora só falta falar das alterações do Arcade para o SNES, para deixar tudo politicamente correto, eles retiraram os pequenos elementos de alcoolismo  colocaram mais roupas nas mulheres, retiraram todas as mulheres que eram inimigas, na 6ª fase você enfrentava apenas índios  na do SNES apenas o chefe final é um índio  Todas as alterações ao menos tem a desculpa de esconder elementos como violência o mulher e agressão indígena  mesmo não concordando em alterar isso ao menos tinham um motivo, mas agora vou citar as alterações inúteis que fizeram: Trocaram o nome de alguns chefes, o chefe da 5º fase era um amigo de Cormano, isso fica implícito no Arcade quando ele dá o chapéu ao herói, mas no SNES foi retirado, outras coisas foram trocas nos fundos das fases e encurtamento delas, diminuição da abertura e tiraram uma cena legal do final do jogo, onde uma rosa(tema do chefe final) se parte quando ele morre. Outra coisa é a diminuição de jogadores, de 4 para 2, mas aí não tinha mesmo o que fazer, ainda existem outros detalhes, mas já falei bastante.

Resumindo, o jogo é muito bom e dificuldade como marca, existem várias qualidades e alguns defeitos. O maior problema forma as alterações do SNES, mas foram pequenos detalhes, se você tiver como jogar a versão do Arcade(ou pelo menos ver) vai ver como seria muito melhor manter o original, mas essas modificações são comuns então não da pra reclamar muito…

Ponto Forte: A mistura de jogabilidade com dificuldade deixou o jogo incrível, você vai ter que morrer muito para achar as fraquezas dos chefes e das fases de cavalo.

Ponto Fraco: Poderia falar das modificações, mas vou escolher algo sobre o jogo. Acho que a repetição dos inimigos é o pior do jogo, são muito poucos e entre os poucos alguns são o mesmo inimigo com cores diferentes, igual os personagens que 3 deles são praticamente iguais(devem ser trigêminos).

Nota: 8,7 / 10,0

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Mega Drive – Gunstar Heroes – Análise / Detonado / Dicas / Segredos

Gunstar Heroes cover art japanese

Quando falamos do subgênero Run and Gun, que deriva do Shoot’em Up, logo lembramos de jogos como Sunset Riders,  Metal Slug e Contra.  Jogos assim certamente não ofuscam o sucesso de Gunstar Heroes, jogo lançado em 1993 e desenvolvido pela Treasure, sendo também o primeiro título da desenvolvedora, que também conta com Wario World em seus trabalhos. O jogo tem como principal característica a intensidade, a tela do jogo é uma verdadeira suruba de tanta ação, inimigos explodindo em um canto, tiros disparados de um lado, do outro, uma verdadeira guerra. Uma guerra típica daqueles filmes de ação onde apenas um homem, detona um exército inteiro… O enredo do jogo tem duas versões, a japonesa que é considerada a canônica e a americana que eu não sei de onde surgiu. Eu prefiro contar o enredo japonês, assim quem pretende jogar Gunstar Super Heroes para Game Boy Advanced vai poder ter uma noção do que está se passando. O enredo de Gunstar Heroes conta que uma organização maligna criou o deus da destruição, Golden Silver, para causar o caos destruindo várias cidades na Terra. Os Gunstar que são: Red, Blue, Green e Yellow, foram encarar o vilão, e o derrotaram. Para ele não poder causar mais nenhum problema, Golden Silver, foi selado na lua e as quatro jóias que lhe davam energia foram retiradas e propriamente guardadas pelos Gunstar. Os Gunstar cansados com a luta que tiveram contra Golden Silver, entraram em um descanso, esperando que uma nova civilização reconstruísse a Terra. O tempo se passou e uma nova civilização reconstruiu a Terra. Uma lenda dizia que um Deus selado na lua levaria o povo até a Utopia. Grey, o imperador de um regime ditatorial na Terra, chamado de império, iludido pela lenda corre atrás das jóias que alimentam o poder de Golden Silver. Por uma sorte do destino o professor Brown, encontra as capsulas onde os Gunstar estavam em animação suspensa e os ressuscita, porém Green não tem as memórias e acaba por trair os Gunstar… Eles então decidem então não deixar que Golden Silver seja renascido para outra catástrofe ocorrer. Claro uma história cheia dos devidos clichês, mas que não deixa de ser boa e também não compromete a ação do jogo. Os gráficos em Gunstar Heroes são muito bons como é de costume no Mega Drive, a jogabilidade é outro ponto forte do jogo, ela é dinâmica e cheia de ação e só peca nos chefes, já que alguns você só tem que ficar parado segurando o botão e olhando para a tela. Além disso o jogo é muito divertido, tanto no multiplayer como jogando sozinho, sua dificuldade inicial é outro aperitivo, mas com o tempo como em qualquer outro jogo ela vai sendo facilitada. O jogo tem várias cenas de humor sendo um jogo muito bem estruturado e montado e dando também uma personalidade aos vilões que são engraçados e muito carismáticos. Uma coisa que deve ser notada é a homenagem aos jogos de naves feitas no Stage 6, onde você controla uma nave, o que é muito impressionante, um jogo mudar de gênero em uma fase ainda mais fazendo uma homenagem? Nada melhor.

Vocês podem achar que sou muito chato com sons, e sou mesmo, o Mega Drive é um console muito lembrado por seus títulos que tem trilhas sonoras maravilhosas, em Gunstar Heroes as músicas são divertidas, mas não são as mais memoráveis do console. Outro ponto fraco é a facilidade do jogo nas fases finais e depois de descobrir certas manhas, como citei lá em cima, a dificuldade dele é superficial. Até porque os inimigos comuns não são prejudiciais e este jogo diferente da grande maioria dos Run and Gun tem vida (nos outros você toma um tiro e morre) e isso é bom, mas quem gosta de um jogo mais difícil e do gênero não vai gostar muito disso! Outra coisa que podemos notar de ruim em Gunstar Heroes é a inutilidade do Fixed Shot, que poderia ser substituído por outro modo, não sei se as pessoas que jogam no Fixed jogam pela dificuldade, mas é um tipo completamente dispensável que poderia ser substituído por outra coisa mais legal. O jogo pode até inovar, mas também sofre por ser um pouco repetitivo demais, enjoando um pouco, mas claro que não eternamente.

Para finalizar em Gunstar Heroes vemos coisas que já vimos em Contra, coisas que só vemos em Gunstar Heros e coisas que foram copiadas para Metal Slug. O jogo é muito bom e fica melhor jogando com um amigo, claro que ele tem seus defeitos, mas eles não comprometem a sua diversão e o melhor a sua paciência, já que eu me estresso com esses Run and Gun e é sem dúvidas o melhor Run and Gun do Mega Drive. Aposte em Gunstar Heroes se você quer um amigo e um jogo cheio de emoções onde a tela é uma verdadeira cena de ação!

Nota: 8,6 / 10

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SNES – Megaman X2 – Análise / Dicas / Detonado

MMx2 cover art

Da série X para o Super Nintendo, Megaman X2 era o único que eu não havia jogado, e acreditava que era o pior, acreditava que era uma sequência de Megaman X, onde só mudavam os chefes e o poder secreto ser um Shoryuken. Mas eu estava enganado! Para começo de conversa a gente pode falar do enredo do jogo se passa depois de seis meses da destruição de Sigma. X (que no jogo estranhamente é chamado de Megaman, coisas da versão americana) e seus seguidores continuam a destruir o que sobrou das forças de Sigma, os famosos Marvericks. Indo em busca de uma informação dada pelo Dr Cain, X e os outros Marverick Hunters encontraram os últimos Marvericks em uma fábrica, eles esperam que sejam os últimos da resistência. Mas eles mal suspeitam que uma guerra está para começar e que existem os X-Hunters prontos para acabar com X… O enredo é aparente no decorrer do jogo, é o primeiro da série, pelo menos até onde eu sei, que mostra cenas da história e te faz entendê-la. Sem aquela palhaçada de ter que ler o enredo na guia que vinha com o cartucho no momento da compra. E não é só ai que Megaman X2 inova não, o jogo é muito anti-clichê e ele incluí elementos que sim, seriam copiados pelo resto da série, quer um exemplo? Os chefes que aparecem no meio das fases… Além disso os Marvericks não são tão clichês, claro temos o cara do fogo, o da água, mas não tem o do gelo, ou o elétrico, como é muito comum na série. Sem contar também que algumas lutas contra os Marvericks não se passam naquela popular sala quadrada, limitada, algumas lutas vão mais além e dão uma dinâmica a mais, só que também tornando a batalha um pouco mais fácil. Outra coisa legal é que existe pela primeira vez uma interação mais aguda entre a fase e o jogador, como exemplo, podemos usar a Central Computer que se você for pego vai mudar a dinâmica da fase… O jogo é dinâmico e intenso, causando uma boa sensação no jogador que gosta de jogos intensos. E as fases tem uma interação maior com Megaman, como a Central Computer, aliás esta interação fase – Megaman é um outro elemento adicionado na série neste game! 

Por outro lado a parte técnica de Megaman X2 é um dos cânceres do jogo… Os gráficos embora não tenham nada de muito desagradável, parecem que não mudaram do X para o X2, ou seja, fazem uma sequência e não dão uma pincelada extra nos gráficos (se mudou alguma coisa me falem, pois eu não notei). A sonorização é completamente desagradável, poucas músicas prestam e mesmo assim prestam por pouco tempo, fazendo do jogo uma verdadeira tortura ao seu ouvido. Outro fator que é um pouco duvidoso é que as fases embora tenham uma dificuldade moderada, são MUITO curtas, e isso é desagradável, já que um jogo intenso não deveria ter fases tão curtas assim! E outra coisa que pelo menos ao meu ver é desgastante, é ter de recorrer a terceiros para encontrar os segredos do jogo, claro que é bom rachar a cuca procurando, aliás, procurar não é o problema, é chegar até o lugar. Não gosto de recorrer as minhas fontes, mas no caso de Megaman X2 fui forçado a isso e outras pessoas, mais orgulhosas que eu podem ficar irritados com isso, porém este defeito é ofuscado pelo fator de exigir um pouco de raciocínio do jogador, o que é maravilhoso… Em contra partida, depois que você se acostuma com o jogo, não sei se eu sou bom demais, ou se é facilidade demais, mas eu matei três bosses apenas com o Booster, coisa que eu jamais fiz em outros Megamans, que é um bom ponto comparativo em questão de dificuldade.

Por fim, Megaman X2 é um jogo que tem o maior e o melhor mérito da série: a inovação. E isto conta muitos pontos a seu favor, deixando os defeitos muito aceitáveis (menos o som, depois de escutar as músicas eu desliguei o som). E não, não acho um defeito Sigma aparecer de novo como vilão, afinal de contas é o segundo game da série e esta volta foi prometida em Megaman X. Infelizmente X2 é ofuscado por outros Megamans X (X4, X3 e até mesmo X6), mas é um jogo que merece ter os holofotes voltados para ele SIM. Então se você é fã da série, procure o cartucho velho, ou a ROM e jogue, não vai ter o seu tempo perdido!

Nota: 8,5/10

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SNES – Brawl Brothers – Análise / Dicas / Cheats

CoverLançado em 92 no Japão com o nome de Rushing Beat Ran, Brawl Brothers é um game de Beat’em Up da série Rushing Beat, sendo mais especificamente o segundo da série, por isso podem encontrar este jogo com o nome de Rival Turf 2 (assim conhecido na versão européia). Os outros games da série são: Rival Turf (Rushing Beat) o primeiro lançado em 92 e Peace Keepers (Rushing Beat Shura) o terceiro lançado em 94. Sinceramente eu desconhecia o jogo e sua produtora a Jaleco que hoje se chama Emcom e está um pouco afastada deste mercado de games, o que faz Brawl Brothers uma raridade. Indo diretamente ao jogo posso dizer que a principio pensei que se tratava de uma mistura de Street Fighter com Final Fight, afinal de contas é impossível não notar a semelhança entre o personagem Slash e M.Bison. Mas o jogo passa longe de ser isso, o jogo é muito bom e apresenta umas características que eu nunca havia visto em Beat’em Ups antes, como a opção de poder desligar o Friend Touch (bater no seu amigo) e um Angry Mode que quando seu personagem toma muita porrada é ativado, tendo também uns labirintos no jogo que podem te deixar com a cabeça virada. Claro que esses são prós,  sem contar os gráficos que para pegar como comparação, se equiparam bastante a Final Fight 2. As músicas das fases também são boazinhas e o jogo é bem intenso, e com intenso quero dizer que o geme é difícil e é cheio de ação, você vai gastar umas horas se não for profissional para chegar no chefe final então os gamers hardcore que se prezam devem conferir este título. De quebra o jogo ainda tem um vs. mode para você encrencar na porrada com seu amigo, infelizmente são só os cinco personagens jogáveis que estarão disponíveis.

Um defeito do jogo e da maioria dos beat’em ups são as armas que fornecem com exceção de duas, as outras são inúteis e só servem para te prejudicar, já que um combo é bem mais interessante. Outra coisa chata são as onomatopeias saindo sempre que você da uma porrada no boneco, me fazendo lembrar aquela série do Batman dos anos 70. Mas o  que eu senti falta mesmo em Brawl Brothers foi a ausência de chefes decentes, você simplesmente enfrenta os próprios personagens do jogo e a história da uma explicação para isso? Não não da, o jogo não tem enredo aparente e para você entendê-la deve ler o manual  que vem junto com a caixa AMERICANA, coisa que eu não suporto, já que nem todos vão ter acesso a isso, até que da para relevar já que o importante do jogo não é isso, mas as coisas ficam sem sentido… Enfim o enredo , não sei se é cópia da versão japonesa ou é inteiramente americano isto diz que: Hack e Slash (me parece uma alusão a Hack’n Slash) estão em seu ginásio treinando seus discípulos para poderem se defender do crime implacável de Bayside City, porém as coisas estão quietas demais. Não me perguntem como, pois o manual já pula para essa parte. Os três melhores discípulos de Hack e Slash foram sequestrados e o pior a gangue que os sequestrou tem inúmeros cientistas criando clones das pessoas sequestradas, cabe a Hack e Slash resgatarem seus discípulos e acabarem com a festa da tal gangue. Ok ler isso me faz entender a quantidade absurda de oponentes que enfrentamos, mas não me faz entender porque Hack é um dos chefes sendo que ele não foi sequer sequestrado e clonado… E não sei se notaram que eu disse AMERICANA bem alto. A versão americana é boa, ela insere os labirintos no jogo, mas muda os nomes dos personagens por completo, por exemplo, Hack se chama Rick Norton e Slash se chama Douglas Bild e fizeram algumas censuras. 

Mas nem tudo são trevas, Brawl Brothers é o único jogo de Super Nintendo que te permite jogar a versão japonesa, que é mais fácil, não tem as fases em modo labirinto (coisa que eu gostei dos americanos terem inserido), tem umas cenas extras na sequência final do jogo, além de um golpe de Slash onde ele ataca covardemente o baixo fudetório (saco) do oponente. Não conhece este jogo? Pois trate de conhecer, chame um amigo para jogar com você, Brawl Brothers vai te garantir boas horas de muitas risadas, pancadaria e o melhor diversão!

Nota: 7,6 / 10

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SNES – Demon’s Crest – Análise / Dicas / Detonado / Segredos / Database

Coverart

Já ouviram falar em Castlevania não é verdade? Já ouviram falar de Megaman X também não é verdade? Então Demon’s Crest é uma mistura dos dois, pode até ser uma forçação de barra minha dizer isso, porém muitos dos elementos do jogo são muito semelhantes as duas franquias que eu mencionei. E isso me lembra o cinema, sim o cinema, no cinema se uma franquia meio que copia a outra, ou até mesmo se uma franquia mantem a mesma fórmula, ou seja, se copia, ela é duramente criticada. Nos jogos ocorre completamente o contrário, vide Zelda, vide Pokémon, vide o próprio Castlevania… Pouca coisa muda de um jogo para o outro e eles sempre são aclamados pela crítica e pelos gamers. Não é diferente com Demon’s Crest que mesmo mesclando os elementos de Castlevania e Megaman se torna um dos melhores jogos de plataforma para o SNES.

Posso começar falando da história do jogo, o jogo tem um plot interessante, um pouco clichê, mas interessante. O jogo nos conta a história de uma guerra civil no reino dos demônios, tal guerra foi provocada pelo misterioso aparecimento de amuletos no reino dos demônios, se as pedras forem reunidas o portador delas ganha poderes ilimitados. Então o demônio Firebrand, velho conhecido da série Gargoyle’s Quest que é um spin-off de outra série famosa: Ghosts’n Goblins, vence a guerra civil e conquista cinco dos seis amuletos. O último amuleto estava com um dragão, Firebrand até consegue vencê-lo, porém sai da luta muito ferido e acaba sendo roubado por outro demônio chamado Phalanx, só conseguindo ficar com uma parte do amuleto do fogo. É ai que o jogo começa você no controle de Firebrand caçando os outros amuletos e as outras partes do amuleto do fogo. E essa aventura não se resume a apenas isso, o jogo oferece muitas variedades de outras coisas a serem encontradas, fortalecendo o seu replay, fora isso o jogo tem quatro finais diferentes, não da para reclamar do replay dele. Vamos a parte técnica, os gráficos são muito bons, muito mesmo há uns cenários mirabolantes, que apesar de soarem repetidos dando aquela impressão de “eu já estive aqui neste jogo”, são lindos. Os sons me lembram muito Castlevania e claro, eles tem que fazer jus ao místico que é a característica principal do jogo.

Mas e aí? Onde o jogo peca? Posso dizer que o jogo peca em um aspecto: tem fases MUITO curtas, algumas você passa simplesmente voando. Eles reprisaram alguns bosses que ora davam itens importantes e ora só serviam de enchimento de linguiça. Não reclamo da dificuldade do jogo ela está na medida para quem gosta de um desafio, ao mesmo tempo que é simples de se adaptar. Outra coisa que depõe contra Demon’s Crest é a inutilidade de certas coisas. Há tantas coisas no jogo que algumas chegam a serem inúteis, e podiam serem facilmente substituída por outras coisas mais legais, tipo outras transformações, ou magias melhores, ou combinações, enfim, eu não posso opinar muito, afinal de contas, o jogo já tem quase 20 anos de produção…

Para quem é fã de Ghosts’n Goblins e curte um plataforma cheio de misticidade, mistérios, exploração impecável, ação estratégica e o melhor um jogo que te faça rachar a cabeça para procurar as coisas, sem fazer você perder a paciência, ou sem fazer você querer de deixar jogá-lo, este jogo é  Demon’s Crest!

imgxtraNota: 8,4 / 10

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Mega Drive – Golden Axe – Análise / Dicas / Cheats

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Eu ainda não conhecia Connan, o bárbaro quando joguei Golden Axe pela primeira vez. Parece que foi ontem que eu acordava as sete da manhã e ligava o Mega Drive com toda a cautela do mundo e junto com meu primo jogávamos Golden Axe. Um beat’em up que tem semelhanças com Senhor dos Anéis e Connan, lançado em 89 inicialmente para arcade. O enredo do jogo é um pouco implícito, diferente da maioria dos beat’em up, neste enredo somos apresentados a região de Yuria onde Death Adder sequestrou o rei e a princesa, e ainda de quebra pegou o Golden Axe o maior símbolo da nação de Yuria. E Death Adder promete destruir os três caso o povo de Yuria não o aceite como seu governante! Então entram em cena três heróis: Ax Battler, Gillius Thunderhead e Tyris Flame que com um misto de vingança e justiça querem acabar com Death Adder, por incrível que pareça no fim do jogo o enredo ainda tem uma reviravolta que vocês só descobrem jogando!

Ainda falando das coisas boas de Golden Axe é que é um beat’em up com uma jogabilidade dinâmica e ágil, você pode esquivar dos seus oponentes e pode armar boas estratégias para matá-los (em conjunto com os bugs do jogo e os repeats da AI). Para os que gostam o jogo também oferece uma dificuldade alta sendo difícil de ser jogado sozinho, aliás a graça toda está em jogá-lo no multiplayer. Os gráficos também são  muito reais dando enfase ao stage 3 que retrata muito bem uma cidade medieval. Saindo um pouco do lado bom do jogo e partindo para o ruim: o som é uma porcaria, poucas músicas em Golden Axe salvam; para um beat’em up o jogo te da pouca chance de recuperar o HP, dão poucas para justamente poder dizer que dão, era melhor nem ter incluído; alguns bugs do jogo são meio raros, e até meio engraçados, mas chega uma hora que você perde a razão por eles serem incompreensíveis; os golpes são feios gráficamente, salvando apenas as magias salvam; e o principal defeito do jogo… Sua dificuldade não valer o chefe final, os oponentes convencionais são mais poderosos que o final boss, e eu fico me perguntando o que se passa na cabeça dos programadores nessas horas, faz você broxar ao ter mais dificuldade para enfrentar os esqueletos do que o próprio Death Bringer.

Golden Axe é um jogo que merece ser revisitado, você pode falhar várias vezes em fechá-lo, mas o jogo te divertirá que é o principal, mesmo sendo difícil e por fim não posso deixar de mostrar a vocês algo que me fazia guardar os jars de magia, uma imagem da magia final de Tyris Flame. Espero que o jogo seja tão nostálgico para mim quanto é para vocês.

dragon

Nota: 7,3/10

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