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SNES – Disney’s Aladdin – Análise / Detonado / Dicas / Segredos / Cheats

Aladdin_CapaAnálise:

Aladdin é um jogo que eu gosto muito, foi um dos primeiros jogos que eu joguei e até hoje guardo o meu cartucho com muito carinho (embora ele não funcione mais…), hoje jogo ele em emulador e sempre tive interesse em fazer uma matéria geral sobre o jogo, e eis aqui a minha oportunidade.

O jogo foi desenvolvido pela Capcom para o Super Nintendo, é exclusivamente Singleplayer e no estilo plataforma (quem gosta dos jogos do Megaman X vai se acostumar fácil aos comandos). No game conhecemos Aladdin, um jovem rapaz que vive na cidade de Agrabah e que participará de uma grande aventura envolvendo um romance com uma princesa, explorações em cavernas, maluquices com um gênio e grandes perigos…

A vida do personagem é representado por corações, no início só se tem 3, mas o personagem pode adquirir mais durante o gameplay. Cada vez que for atingido Aladdin perde 1 coração, perdendo todos ele morre.
O jogo é dividido em estágios e níveis. Cada estágio possui diversos níveis. No fim de cada estágio temos uma cena da história do jogo. E no fim de alguns níveis temos o bônus.
Para se derrotar os inimigos basta pular na cabeça deles. Aladdin também pode atirar maçãs nos inimigos, o que os deixa tontos e possibilita ao Aladdin derrotá-los mais facilmente. Aladdin também pode correr e até mesmo usar um pano como paraquedas para que caia mais devagar no chão.
O game utiliza o sistema de passwords, a cada fim de estágio é ganho um password para a próxima fase, assim o jogador pode continuar o jogo depois caso não dê para terminar de uma só vez.

O jogo foi muito bem feito, os gráficos, o áudio e a jogabilidade são ótimos. Os gráficos são bem detalhados e até mesmo os sprites de inimigos e cidadãos divertem a gente (experimente pisar na cabeça dos moradores na primeira fase, por exemplo…), as músicas sempre combinam bem com as fases, sem falar que algumas músicas do jogo vieram do filme, então quem assistiu e curtiu a trilha sonora vai gostar mais ainda de escutar na versão do jogo, e a jogabilidade é maravilhosa, o personagem é fácil de controlar e responde bem aos comandos (embora algumas vezes o personagem dê umas deslizadas exageradas).

Pontos Fortes

– ótima jogabilidade.
– Ótima Trilha Sonora.
– Gráficos bonitos e divertidos.

Pontos Fracos

– Dificuldade baixa.
– Jogo curto.

Nota: 8,5

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PS1 / PC – Megaman X4 – Análise / Segredos / Cheats / Detonados

Megaman x4 japanese cover

Desde que foi adicionada ao universo de Megaman, a série X sempre prezou pela inovação; a armadura, o dash, uma história mais desenvolvida e sólida. A série X sempre prezou por manter o estilo do antigo,  misturando com a inovação. Quando deixou o Super Nintendo e foi para a nova geração, com Megaman X4 em 1997 o jogo veio recheado de inovações, aproveitando a qualidade superior de Playstation e Sega Saturn. O jogo começa com uma apresentação em vídeo, lembro que no primeiro contato com o jogo fiquei boquiaberto, louco  para ver logo o que me esperava. Game Start e caramba, agora eu podia escolher entre Zero ou Megaman para jogar! Isto foi a grande sacada, quem na série clássica nunca quis jogar com Protoman ou Bass? Essa foi a grade sacada da Capcom nesse jogo, e ao selecionar um dos dois heróis, outro vídeo em estilo anime é jogado na tela, mostrando um pouco da história do jogo! Que embora não seja o ponto alto do jogo ela é sensacional! Desta vez, um exército que também combate os Marvericks, chamados Repliforce e liderados pelo gigante General e pelo orgulhoso Colonel. Depois de um ataque a cidade de Sky Lagoon que acabou destruindo muitas vidas a Repliforce se une aos Marvericks iniciando um golpe de estado para depor os humanos do controle, cabe então aos Marverick Hunters por fim aos ideais radicais da Repliforce!

O enredo realmente não é a coisa mais importante do jogo, ele cria laços entre os personagens (Megaman e Double, Iris e Zero, Colonel e Zero, General e Sigma), uma coisa que era rara de ser vista na série antes, acrescentando camadas e um passado para eles, através das diversas cenas de anime que rolam durante o jogo. Além disso ela é dividida em dois pontos de vista,  já que agora você joga com Zero, ela não é confusa, não rouba a cena e inova, ponto para a Capcom. Ainda falando de Zero, acrescentá-lo quebrou o padrão pedra-papel-tesoura tradicional da série. Os inimigos de Zero até tem fraquezas, mas alguns não as tem e você tem que rachar a cuca para descobrir um modo de vencê-los com o robô vermelho. Aliás, tudo com o robô vermelho é diferente, ele não tem poderes, usa golpes. O modo de lutar é encurtado,  parece que você está jogando outro jogo! No caso a jogabilidade tradicional fica por conta de X que tem as velhas cápsulas de armaduras para pegar e o sistema de usar o poder de um chefe contra outro. A tradição e a inovação estão juntas, entrelaçadas e isto é outro ponto para a Capcom.  Os Marvericks continuam legais, e agora até tem um dialogo antes da luta, os animais representados foram muito bem escolhidos e o design e seus poderes estão ótimos, mesmo que hajam os clichês (um elétrico, um ígneo, um glacial, um aquático, um aéreo e um bestial) e que o Slashing Beast seja muito parecido com o Slashman de Megaman 7 , existem dois com poderes novos e os chefes são muito legais de serem enfrentados e alguns oferecem um certo desafio. Os gráficos obviamente melhoraram e melhoraram muito não que eles fossem ruins antes, mas a floresta está com mais texturas e mais cores aqui do que em Megaman X, posso estar constatando o óbvio, mas Megaman X3 também foi portado para o Playstation e não ganhou muitas melhorias gráficas. Porém o que melhorou mesmo foram os sons, as músicas das fases estão sensacionais, bem melhores do que os das versões anteriores! Da pra você deixar o videogame ligado na fase só pra ficar curtindo a música. 

O jogo não parece ter defeitos, mas o que Zero trouxe de bom, ele também tem de ruim. Ao invés de todos os chefes darem habilidades de luta para eles, alguns dão habilidades que já deviam ser inseridas na jogabilidade do herói. O pulo duplo (Kuuenbu), o dash no ar (Hienkyaku) e a espada roxa (Tenkuuha) são ridículos, deveriam haver capsulas nas fases para te fornecer essas coisas. Mas eles preferiram fazer que essas habilidades normais fossem dadas pelos chefes, o que deixa parecendo que correram nessa parte de habilidades que podia ser melhor exploradas. E falando em explorar, a exploração deixa a desejar nesse jogo, ela não é tão complicada como nos jogos de Super Nintendo onde você tem que queimar a mufa para não só encontrar, como também chegar até alguns pontos e pegar os segredos. E se com X o jogo já não tem muitos segredos, com Zero então,  ele tem menos ainda já que você não precisa pegar capsulas com o robô vermelho. Algumas fases tem um segredo apenas (só o Heart Tank) o que é boçal… E as fases embora tenham duas áreas, e sejam maiores que as de Super Nintendo, são curtas e não oferecem muitos desafios no decorrer delas, por exemplo, em Megaman X2 embora as fases fossem curtas, elas eram intensas o que compensava essa perda de espaço em ação, dava a impressão de que a fase era longa. E pra mim um outro defeito, ao meu ver é continuarem com Sigma, um inimigo tão bom quanto a Repliforce deveria ser melhor aproveitado nesse segmento do jogo, tantos personagens bons. Mas não, a Repliforce aparece nesse jogo e acaba nesse jogo, mantendo o velho e chato Sigma que já deve ter cansado de ser morto! Tudo bem que ele é um bom personagem, mas essa repetição do vilão não faz bem a série X como faz a série clássica, acaba ficando tão cansativo quanto a equipe Rocket era no anime de Pokémon, ou os robôs de borracha eram em Medabots…  Outro fator que não se pode deixar de lado é a péssima dublagem americana, sem emoção e com muitas vozes que não tem nada a ver com o personagem, além é claro da voz de menininha usada em  X.

Concluído, mesmo mantendo as tradições de ser um jogo em plataforma, o jogo abriu caminho com estilo para Megaman X nessa nova geração. Os defeitos apresentados seriam consertados nos próximos jogos, Megaman X4 é considerado por muitos o melhor Megaman da série X por tudo de bom e novo que trouxe! Não discordo, nem concordo, e você já jogou para descobrir a mágica de Megaman X4?

Nota: 9,4 / 10

Seleção

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SNES – Captain Novolin – Análise / Dicas / Detonado / Cheats

CapaAnálise

Era uma vez uma empresa que produzia insulina, ela queria lançar um novo produto no mercado, e não tinha ideias convencionais de como fazer isso, eis então que tiveram uma ideia não convencional, criar um jogo para promover sua marca. Assim nasceu o Captain Novolin, super herói com diabetes e dedica sua vida a lutar contra doces e outras comidas açucaradas do mal, com sua capacidade de pular muito alto, dar cambalhota e receber três porradas antes de morrer ele luta contra bolos, biscoitos, sorvetes e balas. Avante Novolin, faça do mundo um lugar mais saudável!!!

Brincadeiras a parte a história do jogo é essa, a empresa de insulina Novolin queria um jogo super herói para aumentar suas vendas é lucrar em cima de criancinhas diabéticas, então criaram um “mascote” e um jogo com sub-objetivo de game educativo,  o que aconteceu com a marca de insulina? a estratégia deu certo? eles ainda estão no mercado? Não sei, e nem quero saber! O importante está aqui, temos um jogo completamente diferente e bizarro que será analisado, só por esse pouco que você já viu já deve estar desconfiado do jogo, e é bom mesmo que fique. Primeiro de tudo, por que raios o super herói não tem um poder descente??!! Ele faz o mesmo, ou até menos do que o Super Mario, e depois você para para ler a história e descobre que os doces que ele enfrenta SÃO ALIENÍGENAS, e o pior o chefe deles é um humano gordo e sedentário!!! Ok, ok… Vamos tentar deixar isso de lado, afinal é um jogo para crianças, mas as dúvidas não param de vir. Será que não existe policia nenhuma no mundo, os doces só pulam praticamente, um PM armado poderia abater um exercito deles! Ou então, será que ninguém tentou come-los? Mais pra mim o pior é isso no jogo, o prefeito foi sequestrado e tem um estoque de 48 horas de insulina, Ok, mas por que o Captain Novolin DECIDIU IR A PÉ ATÉ LÁ??? Ele não precisa ser um Batman da vida, mas pelo menos pegar um avião da classe econômica, ou pedir para cidade, qualquer coisa, mas ir a pé(ele usa um pouco uma lancha, mas isso não vem ao caso)? Você ainda pode achar que tudo isso pode ser relevado pelo jogo ser infantil, sem problemas eu  respeito sua opinião, mas eu acho que chega um ponto onde não dá e você percebe que a história do jogo foi completamente abandonada, como se tivesse sido criada por um executivo nos 15 minutos que ele estava no banheiro “fazendo chocolate“, daí seu problema com doces.

Agora sem brincadeiras, lendo análises de outras fontes, em alguns idiomas eu percebo uma certa “cegueira” dos gamers em relação ao jogo, como você pode ver a história é estúpida, uma das piores que já vi, mas não deixa de ser engraçado, se você não quiser jogar por conta disso, faz bem, se não liga é quer jogar, faz melhor. O problema em questão é que muitos criticam coisas boas no jogo só por que ele é idiota, como os gráficos, estão de muito bom tamanho, o áudio bem melhor que a maioria dos jogos da geração e mesmo assim eu achei sites que deram nota zero para esses aspectos, Ok, o jogo é ruim, mas ao criticarem não sejam tão cegos, ainda existem aspectos positivos aqui, como a própria jogabilidade que é interessante, o ambiente do jogo estraga tudo, mas pra um jogo infantil educativo está de bom tamanho. Alguns desafios únicos são encontrados aqui, como equilibrar o nível da sua glicose no sangue, não necessariamente que isso seja algo bom no jogo, chega até a ser chato, mas é único kkk. Como o jogo é educativo, várias vezes você terá que responder perguntas sobre diabetes, isso não substitui seu médico, e nem foi feito para substituir, é um jogo educativo de plataforma, apenas isso, quem sabe você aprenda alguma coisa com ele, Captain Novolin faz bem esse papel, ensina o básico para uma criança, até eu aprendi com o jogo, mesmo já tendo esquecido tudo, quem sabe você não aprende! Mesmo indo esquecer tudo também.

Agora vamos falar do que interessa, mas aspectos ruim no jogo, além de tudo que já foi citado, ele é muito curto, muito mesmo, 15 minutos um jogador mediano termina facilmente(com o conhecimento necessário). Inimigos repetitivos e poucos cenários. Além da chatice de toda fase ter que ficar medindo a glicose e tomando injeções. Resumindo se tiver algo melhor não jogue, mas pense pelo lado bom, acaba rápido então não da muito tempo para você se enjoar. Captain Novolin é uma pedida para dias chuvosos onde sua net caiu e seu celular está sem bateria e já que tem que esperar, que seja jogando, mas não digo nada mais do que isso.

Ponto Forte: Mesmo sendo uma tragédia de game, ainda existem alguns pontos citados acima, então o forte do jogo é ele não ser tão ruim.

Ponto Fraco: Sério… Os inimigos são doces, e desenhados de tal forma que fiquem parecidos com quarentões desempregados, isso já é o suficiente para procurar outro game.

Nota: 5,2 

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Master System – Black Belt – Análise / Detonado / Dicas / Segredos / Cheats

Linda essa capa, não é?

Linda essa capa, não é?

Análise:

Antes de falar do jogo, vamos falar de um mangá(e anime também), Hokuto no Ken, foi um grande sucesso e um dos primeiros do gênero. Na década de 90 o mundo passou por uma grande guerra nuclear, que quase devastou a vida, praticamente ou os humanos viram fazendeiros miseráveis que mal conseguem comer, ou  viram verdadeiros Punks, que roubam vilarejos e destroem vidas, e nesse clima de miséria a é contada a história de Kenshiro, ou apenas Ken que é o herdeiro da arte marcial Hokuto ShinKen, que que consistem em pressionar um dos 708 pontos de poder oculto do corpo, causando os mais terríveis resultados, como cabeças explodidas, corpos rachados ao meio ou até mesmo controle das funções do corpo.  Sua namorada foi sequestrada no maior estilo princesa Peach,  e então ele segue sua jornada matando enfrentando vários mestres em artes márcias para trazê-la de volta. Não vou me aprofundar nos detalhes, pela simples fado desse blog ser de games e não de animes, recomendo que assista a série, mas achar os episódios fica por sua conta.

Na onda do sucesso saiu para Master System o jogo Hokuto no Ken, que trazia muito do que era lido ou assistido para o console, ok cabeças não explodem os inimigos apenas caem com um efeito de espelho quebrado, mas o ambiente de combate é bem demostrado, o fundo do cenário e muito bom algumas da músicas também, lógicamente os chefes são personagens relevantes a história original, e para minha surpresa até os sub chefes são.

Agora finalmente chegamos ao nosso game em questão, Hokuto no Ken teve problemas com a versão internacional e não poderia ter a história do mangá, eis que então nasceu o Black Belt. Já que não era possível usar o jogo original e não lança-lo internacionalmente seria muito pior, mesmo sendo modificado Black Belt é o 10º mais vendido do Master System, a solução foi como citado antes, modificar o jogo e remover os elementos da história inicial. O que isso quer dizer? Simples, alterar tudo graficamente e deixar o resto!!! Ken virou Riki o mundo pós apocalíptico ficou bem mais “agradável” como por exemplo, a fase que era um deserto com uma cidade destruída no fundo, virou uma campina verde com uma cidade perfeitamente boa no fundo, um soldado virou algo que eu acredito ser um palhaço e outras tosquises do tipo. Mesmo tendo uma razão perfeitamente lógica para as alterações, eu simplesmente acho que eles exageraram, em certos momentos o jogo fica até mongol e sem sentido(tipo a parte do palhaço), de fato, isso não muda o fato desse game  ser muito bom, mas tira um pouco o sentido dele.

Algumas das outras coisas que não gostei foi todos os inimigos terem exatamente o mesmo tamanho, mesmo que por exemplo, o terceiro chefe deverias ser um Demônio Gigantes, que por sua vez foi subsistido por um lutador de Sumo, os inimigos nas fases são um pouco irritantes, pois em cada fase serão sempre os mesmos.  Além de explorar demais a repetição, qualquer um fecha o jogo em um dia ou menos jogando, por pior que seja o jogador, o problema é que quase não ha dificuldades, além dos chefes, sendo que neles se você souber os comandos certos também serão muito simples, a grande questão do jogo é sua capacidade de desenvolver uma sequencia de movimentos que derrote os 6 chefes, sendo que como você só pode pular, abaixar, socar e chutar, isso e torna meio fácil.

De longe, os bons aspectos superam por muito as fraquezas, Black Belt é um Beat’em Up pra lá de agradável, as lutas com os chefes são épicas na primeira vez. Eu acho o sistema de sair andando linearmente fase matando inimigos bem relaxante kkkkk, além dos sub chefes estarem lá para entretê-lo. Ter uma barra de HP, por que imagine como seria jogar tudo isso sem poder tomar dano! Não duvide de mim, muitos jogos são assim.

Ponto Forte: O conjunto em geral, deixa o jogo muito bom, mas se for pra pegar apenas um fato como forte,  são os chefes, que mudam completamente os estilo do jogo,  se igualando a um jogo de luta nesses momentos.

Ponto Fraco:  A Capa Alterações a parte, vamos dar uma fraqueza do jogo. Acho que ele apela demais para tentar te matar até você descobrir como vencer o chefe, outro exemplo é o fato de você ter que vencer as lutas com um golpe específico.

Nota: 7,9 / 10,0*

*Não reclamem da nota ok, Hokuto no Ken é um ótimo jogo que ganha uma nota muito maior, mas essa análise é sobre a modificação americana dele.

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N64 – Banjo-Kazooie – Cheats / Detonado parte 2

Parte 1 Parte 2

Você acabou de terminar a fase Freezeezy Peak…

Gruntinilda’s Lair

Nem titubeie, não há nada para vasculhar nem pegar a Jiggy do local que você liberou em Freezeezy Peak você pode. Volte até a sala anterior, a do vaso com clima de deserto, se você abriu a fase Gobi’s Valley (você abre ela seguindo o caminho pela porta de 350 Jiggys). Se não tiver aberto ela, abra-a e siga para a porta dentro do coqueiro para entrar na próxima loucura desse jogo.

Gobi’s Valley

Gobi's ValleyVocê acaba de sair de um congelador e entra em um forno, é assim mais ou menos que podemos introduzir Gobi’s Valley, onde pisar na areia cheia de cobras é extremamente desaconselhável. Além disso o lugar é uma homenagem ÓBVIA de Banjo-Kazooie ao Egito, misturando os elementos do local com os do jogo, Banjo de esfinge KKKKK. Vários outros elementos são encontrados aqui, porém o mais marcante do lugar mesmo é o camelo que da nome ao lugar: Gobi (que também é o nome de um Deserto). O coitado sofrerá MUITO nessa fase, além disso vários labirintos, armadilhas e desafios te aguardam neste local!

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SNES – Sunset Riders – Análise / Detonado / Dicas / Segredos / Cheats

Sunsetriders_CapaAnálise:

Algumas vezes ouvi falar vagamente de Sunset Riders, aos poucos minha curiosidade foi aumentando, semana passada quando fiz o artigo do Gunstar Herois deu uma vontade de jogar outro jogo de Run and Gun, ou como eu gosto de chamar, Tiro, pelo pouco que ouvi falar esperava que fosse quase impossível e muito bom, em partes isso foi confirmado, eu sempre me considerei um péssimo jogador e consegui fechar o jogo, na dificuldade minima, com o máximo de vidas e no limite, mas o importante é vencer kkk, quero dizer que a dificuldade foi bem moldada, sendo que ela pode vir do extremo impossível ao muito difícil, coisa que é ótima, pois isso possibilita os piores jogadores(tipo eu) a completar o jogo, e ainda serve como desafio para um super viciado, basta editar a dificuldade.

Sunset Riders como muitos outros jogos veio do Arcade, depois foram feitas as versões em consoles, nesse caso Mega Drive e SNES, a versão do Mega a meu ver é bem inferior, modificaram demais o jogo, por isso essa análise se refere apenas a versão de SNES que também modificou o jogo, mas foram coisas leves, a dinâmica é a mesma, ao contrário da outra versão. Uma das coisas que me deixou triste foi não haver nenhuma continuação, remake ou qualquer coisa, não faria mal uma ou outra sequencia, ainda mais por que a Konami é uma empresa grande.

A história não é muito relevante, mas também não precisa ser. Quatro caçadores de recompensas atravessam o Oeste americano caçando os criminosos procurados pelas suas recompensas  depois da quarta fase o jogo muda um pouco e seu objetivo vira caçar um criminoso com uma alta recompensa e seus três ajudantes. Como dito não é nada inovador nem brilhante, mas esses tipos de jogos não necessitam de um enredo elaborado, o mais importante é a ação, coisa que não deixa a desejar nem um pouco.

Sobre a parte técnica  a jogabilidade está muito boa, os principais objetivos(atirar e desviar) estão muito bons, com exceção a certos ângulos onde não dá para fixar o tiro sem andar, mas não vejo nenhuma solução simples para isso, então quase que absolvo isso. O áudio não é brilhante, as músicas até gosto de algumas(as que dão o clima do velho oeste), outras são chatas e fracas. o problema é o gemido ridículo que os inimigos fazem ao morrer, além de outros sons ruins. Os gráficos eu até gosto, mas a repetição dos inimigos atrapalha, o fundo da fase são até repetitivos, mas as fases são tão curtas que isso fica quase inotável. Algo que eu acho engraçado é os personagens ficarem tão coloridos, lógico, isso foi feito pra deixar o jogo mais alegre, mas convenhamos, sacanearam o Cormano kkk.

Agora só falta falar das alterações do Arcade para o SNES, para deixar tudo politicamente correto, eles retiraram os pequenos elementos de alcoolismo  colocaram mais roupas nas mulheres, retiraram todas as mulheres que eram inimigas, na 6ª fase você enfrentava apenas índios  na do SNES apenas o chefe final é um índio  Todas as alterações ao menos tem a desculpa de esconder elementos como violência o mulher e agressão indígena  mesmo não concordando em alterar isso ao menos tinham um motivo, mas agora vou citar as alterações inúteis que fizeram: Trocaram o nome de alguns chefes, o chefe da 5º fase era um amigo de Cormano, isso fica implícito no Arcade quando ele dá o chapéu ao herói, mas no SNES foi retirado, outras coisas foram trocas nos fundos das fases e encurtamento delas, diminuição da abertura e tiraram uma cena legal do final do jogo, onde uma rosa(tema do chefe final) se parte quando ele morre. Outra coisa é a diminuição de jogadores, de 4 para 2, mas aí não tinha mesmo o que fazer, ainda existem outros detalhes, mas já falei bastante.

Resumindo, o jogo é muito bom e dificuldade como marca, existem várias qualidades e alguns defeitos. O maior problema forma as alterações do SNES, mas foram pequenos detalhes, se você tiver como jogar a versão do Arcade(ou pelo menos ver) vai ver como seria muito melhor manter o original, mas essas modificações são comuns então não da pra reclamar muito…

Ponto Forte: A mistura de jogabilidade com dificuldade deixou o jogo incrível, você vai ter que morrer muito para achar as fraquezas dos chefes e das fases de cavalo.

Ponto Fraco: Poderia falar das modificações, mas vou escolher algo sobre o jogo. Acho que a repetição dos inimigos é o pior do jogo, são muito poucos e entre os poucos alguns são o mesmo inimigo com cores diferentes, igual os personagens que 3 deles são praticamente iguais(devem ser trigêminos).

Nota: 8,7 / 10,0

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GBA / DS – Pokémon Mystery Dungeon: Red Rescue Team & Blue Rescue Team – Wonder Mail

PMD_WM_TitleWonder Mail é um importante recurso do jogo, com ele você pode liberar algumas missões para conseguir os Pokémon exclusivos  novas dungeons ou facilitar a obtenção de Friend Areas, para aqueles que jogam com emulador recomendo que usem o NO$GBA que não da erro, pelo VBA você possivelmente não vai conseguir salvar o jogo.

Para acessar o menu será preciso ter salvo o jogo ao menos uma vez, depois disso morra em uma dungeon ou simplesmente reinicie o jogo, depois escolha Wonder Mail e ative o código.

Cada código usado libera uma missão, complete essa missão no jogo e vai receber o prêmio.

Nota: Eu peguei os dados pelo Red Rescue Team, sobre o Blue Rescue Team não posso dar garantia se tudo vai funcionar, com exceção aos Pokémons exclusivos, esses eu tenho certeza que funcionam no Blue.

PMD_WM_Pass

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SNES – Brawl Brothers – Análise / Dicas / Cheats

CoverLançado em 92 no Japão com o nome de Rushing Beat Ran, Brawl Brothers é um game de Beat’em Up da série Rushing Beat, sendo mais especificamente o segundo da série, por isso podem encontrar este jogo com o nome de Rival Turf 2 (assim conhecido na versão européia). Os outros games da série são: Rival Turf (Rushing Beat) o primeiro lançado em 92 e Peace Keepers (Rushing Beat Shura) o terceiro lançado em 94. Sinceramente eu desconhecia o jogo e sua produtora a Jaleco que hoje se chama Emcom e está um pouco afastada deste mercado de games, o que faz Brawl Brothers uma raridade. Indo diretamente ao jogo posso dizer que a principio pensei que se tratava de uma mistura de Street Fighter com Final Fight, afinal de contas é impossível não notar a semelhança entre o personagem Slash e M.Bison. Mas o jogo passa longe de ser isso, o jogo é muito bom e apresenta umas características que eu nunca havia visto em Beat’em Ups antes, como a opção de poder desligar o Friend Touch (bater no seu amigo) e um Angry Mode que quando seu personagem toma muita porrada é ativado, tendo também uns labirintos no jogo que podem te deixar com a cabeça virada. Claro que esses são prós,  sem contar os gráficos que para pegar como comparação, se equiparam bastante a Final Fight 2. As músicas das fases também são boazinhas e o jogo é bem intenso, e com intenso quero dizer que o geme é difícil e é cheio de ação, você vai gastar umas horas se não for profissional para chegar no chefe final então os gamers hardcore que se prezam devem conferir este título. De quebra o jogo ainda tem um vs. mode para você encrencar na porrada com seu amigo, infelizmente são só os cinco personagens jogáveis que estarão disponíveis.

Um defeito do jogo e da maioria dos beat’em ups são as armas que fornecem com exceção de duas, as outras são inúteis e só servem para te prejudicar, já que um combo é bem mais interessante. Outra coisa chata são as onomatopeias saindo sempre que você da uma porrada no boneco, me fazendo lembrar aquela série do Batman dos anos 70. Mas o  que eu senti falta mesmo em Brawl Brothers foi a ausência de chefes decentes, você simplesmente enfrenta os próprios personagens do jogo e a história da uma explicação para isso? Não não da, o jogo não tem enredo aparente e para você entendê-la deve ler o manual  que vem junto com a caixa AMERICANA, coisa que eu não suporto, já que nem todos vão ter acesso a isso, até que da para relevar já que o importante do jogo não é isso, mas as coisas ficam sem sentido… Enfim o enredo , não sei se é cópia da versão japonesa ou é inteiramente americano isto diz que: Hack e Slash (me parece uma alusão a Hack’n Slash) estão em seu ginásio treinando seus discípulos para poderem se defender do crime implacável de Bayside City, porém as coisas estão quietas demais. Não me perguntem como, pois o manual já pula para essa parte. Os três melhores discípulos de Hack e Slash foram sequestrados e o pior a gangue que os sequestrou tem inúmeros cientistas criando clones das pessoas sequestradas, cabe a Hack e Slash resgatarem seus discípulos e acabarem com a festa da tal gangue. Ok ler isso me faz entender a quantidade absurda de oponentes que enfrentamos, mas não me faz entender porque Hack é um dos chefes sendo que ele não foi sequer sequestrado e clonado… E não sei se notaram que eu disse AMERICANA bem alto. A versão americana é boa, ela insere os labirintos no jogo, mas muda os nomes dos personagens por completo, por exemplo, Hack se chama Rick Norton e Slash se chama Douglas Bild e fizeram algumas censuras. 

Mas nem tudo são trevas, Brawl Brothers é o único jogo de Super Nintendo que te permite jogar a versão japonesa, que é mais fácil, não tem as fases em modo labirinto (coisa que eu gostei dos americanos terem inserido), tem umas cenas extras na sequência final do jogo, além de um golpe de Slash onde ele ataca covardemente o baixo fudetório (saco) do oponente. Não conhece este jogo? Pois trate de conhecer, chame um amigo para jogar com você, Brawl Brothers vai te garantir boas horas de muitas risadas, pancadaria e o melhor diversão!

Nota: 7,6 / 10

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Mega Drive – Golden Axe – Análise / Dicas / Cheats

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Eu ainda não conhecia Connan, o bárbaro quando joguei Golden Axe pela primeira vez. Parece que foi ontem que eu acordava as sete da manhã e ligava o Mega Drive com toda a cautela do mundo e junto com meu primo jogávamos Golden Axe. Um beat’em up que tem semelhanças com Senhor dos Anéis e Connan, lançado em 89 inicialmente para arcade. O enredo do jogo é um pouco implícito, diferente da maioria dos beat’em up, neste enredo somos apresentados a região de Yuria onde Death Adder sequestrou o rei e a princesa, e ainda de quebra pegou o Golden Axe o maior símbolo da nação de Yuria. E Death Adder promete destruir os três caso o povo de Yuria não o aceite como seu governante! Então entram em cena três heróis: Ax Battler, Gillius Thunderhead e Tyris Flame que com um misto de vingança e justiça querem acabar com Death Adder, por incrível que pareça no fim do jogo o enredo ainda tem uma reviravolta que vocês só descobrem jogando!

Ainda falando das coisas boas de Golden Axe é que é um beat’em up com uma jogabilidade dinâmica e ágil, você pode esquivar dos seus oponentes e pode armar boas estratégias para matá-los (em conjunto com os bugs do jogo e os repeats da AI). Para os que gostam o jogo também oferece uma dificuldade alta sendo difícil de ser jogado sozinho, aliás a graça toda está em jogá-lo no multiplayer. Os gráficos também são  muito reais dando enfase ao stage 3 que retrata muito bem uma cidade medieval. Saindo um pouco do lado bom do jogo e partindo para o ruim: o som é uma porcaria, poucas músicas em Golden Axe salvam; para um beat’em up o jogo te da pouca chance de recuperar o HP, dão poucas para justamente poder dizer que dão, era melhor nem ter incluído; alguns bugs do jogo são meio raros, e até meio engraçados, mas chega uma hora que você perde a razão por eles serem incompreensíveis; os golpes são feios gráficamente, salvando apenas as magias salvam; e o principal defeito do jogo… Sua dificuldade não valer o chefe final, os oponentes convencionais são mais poderosos que o final boss, e eu fico me perguntando o que se passa na cabeça dos programadores nessas horas, faz você broxar ao ter mais dificuldade para enfrentar os esqueletos do que o próprio Death Bringer.

Golden Axe é um jogo que merece ser revisitado, você pode falhar várias vezes em fechá-lo, mas o jogo te divertirá que é o principal, mesmo sendo difícil e por fim não posso deixar de mostrar a vocês algo que me fazia guardar os jars de magia, uma imagem da magia final de Tyris Flame. Espero que o jogo seja tão nostálgico para mim quanto é para vocês.

dragon

Nota: 7,3/10

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Master System – Shinobi – Análise / Guias / Detonado / Códigos

Análise:

Shinobi é um jogo estilo ação/plataforma lançado em 1987 para Arcade e 1988 para Master System e outros consoles. Diferente dos outros jogos de SMS como Altered Beast, ele pode ser considerado um jogo bem extenso, possuindo um total de 5 missões e dentro delas, 3 fases mais o chefe (exceto pela primeira missão que possui apenas 2 fases e o chefe). No geral o jogo é bem construido, desde os inimigos até as fases/missões, ele possui no total 7 armas e 6 magias, levando em conta os outros jogos da época, isso é um grande avanço em relação ao velho problema de poucas opções de armas ou magias. Os outros pontos serão discutidos logo abaixo.

Pontos Fortes: Gráficos, que podem ser considerados bons para o nível do console; Dificuldade, o jogo se torna bem difícil nas duas últimas missões e a jogabilidade, que é bem prática.

Pontos Fracos: Os chefes, eles poderiam ser um pouco mais difíceis, principalmente o Lobster da quarta missão, que é consideravelmente mais fácil que o da missão anterior e sua trilha sonora, que poderia ser um pouco mais refinada.

Nota: 8.5/10

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