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Mega Drive – Sega Top Ten (Mega 10 Jogos) – Análises / Dicas / Detonados / Segredos

IntroAntes de lerem meu artigo, ele não é sobre um top dez dos melhores jogos que a Sega produziu. E mesmo que seja não foi decidido por mim que seria assim! Este artigo sim trata-se de uma fita pack-in (que já vem com o videogame) que fez a alegria de muitas pessoas, já que ela vinha com 10 jogos incluídos e não se tratavam de jogos porcaria não, alguns claro são jogos de menos poder apelativo, mas nem por isso deixam de ser bons. A fita tem a ROM rara, mas acredito que ela não deva ser tão rara assim, já que existem toneladas de exemplares dela no mercado livre. Porém não existe nenhuma informação dela na internet, já que acredito eu essa fita foi distribuída em larga escala aqui no Brasil, lá nos EUA ela tem um nome diferente e possuí a diferença de ter Shadow Dancer no lugar de Revenge of Shinobi. Esta fita me causa uma sensação de nostalgia incrível, afinal de contas o que dos anos 90 que eu joguei nos anos 2000 não me causa nostalgia? Me lembro de ir dormir na casa do meu primo que possuía um Mega Drive e acordávamos cedo com a maior cautela, ligávamos o videogame e decidíamos fechar algum jogo, nossa maior meta era um dia virar a noite jogando, coisa que nunca fizemos! Espero que curtam essa viagem comigo ao Sega Top Ten… Sobre as tags elas se referem aos jogos inclusos na fita, este cartucho não possuí nenhum segredo para desbloquear outros jogos, se veio aqui procurar isso esqueça! CLIQUE NOS TÍTULOS PARA VEREM OS ARTIGOS COMPLETOS!

Intro2

Nota: 7,4* / 10

*A nota é uma média da nota dos jogos inclusos na fita

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N64 – Hydro Thunder – Análise / Dicas / Segredos

Análise:

Hydro Thunder é um dos muitos jogos de Arcade que passaram para o console, a primeira coisa que pensei quando vi a máquina no fliperama onde trabalho, mesmo sem saber nada sobre ela, foi: “-Esse jogo saiu pra 64”, o pior de tudo é que eu acertei, mas antes foi feita a versão do Dreamcast, pra ser mais preciso em 1999, no ano seguinte saiu para o PS1 e o 64, no play 1 por lógica o jogo é mais bem feito, tendo inclusive um modo carrer, por isso não vou juntar os 2 consoles nesse artigo. Outra coisa a ser mencionada é a sequencia recentemente criada (2010) chamada Hydro Thunder Huricane para o Xbox 360.

Logo ao olhar pro jogo você já vê as inovações, mesmo não sendo o primeiro jogo de corrida de lanchas, sei de um de SNES, mas não lembro o nome e provavelmente existem outros, a inovação a que me refiro é o estilo de jogo, você realmente parece estar na água não como alguns jogos onde parece que pintaram uma estrada de azul, ao pilotar você fica um pouco sujeito as leves ondas nas pistas, os cenários são espetaculares e as pistas bem criadas, os turbos ao longo do trajeto são desafiantes e ainda por cima existem atalhos muito bem escondido em que você vai ter que observar as mínimas pistas para o encontrar.

De ruim no jogo é a falta de modos, você só pode jogar multi-player (sendo que não vai abrir nenhum segredo do jogo), ou jogar sozinho nas poucas fases, ao todo apenas 13 resumindo não a muito o que fazer, basta ir lá vencer a corrida e pronto, não ha nem ao menos um campeonato.

Ponto Forte: Um jogo de corrida que não seja de carro já ganha pontos em inovações, no Hydro Thunder esse quesito é o melhor.

Ponto Fraco: A total má vontade de tirar o jogo do Arcade, não adicionaram quase nada, assim o jogo é mais um daqueles onde você joga 2 dias e enche o saco.

Nota: 7,6 / 10,0

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N64 – F-Zero X – Análise / Dicas / Segredos / Cheats

Análise:

Sequencia de F-Zero (SNES) e uma das poucas sequencias que não terminam com 64. Game feito em 1998 basicamente não há história, apenas uma corrida futurística (mesma coisa do SNES), mas nessa época eram raros os jogos de corrida com história, e realmente não precisavam. No jogo você corre a mais de 1.000Km/h, dando uma grande sensação de velocidade. F-Zero X realmente foi bem inovador, tanto em suas pistas quanto na jogabilidade, por exemplo com vários loops e tubos nas trajetórias dos circuitos, podendo dirigir de ponta cabeça ou praticamente decolar com os diversos saltos.

Fazendo uma breve comparação com o 1º jogo, muita coisa melhorou, não me refiro ao lógico como gráficos e áudio, mas sim ao estilo do game, por exemplo no SNES não havia sequer um campeonato, era apenas preciso acabar a corrida, no 64 já ha um sistema de pontuação, outra coisa é o número de pilotos que subiu de 4 para 30, também adicionaram personagens, assim criaram o ícone Captain Falcon o único personagem jogável de F-Zero nos Super Smash Bros já criados.

De ruim sobre o jogo posso falar na falta de criatividade em nomear as pistas, ao invés de pensar em um nome legal eles apenas colocaram um 2 ou 3 em nomes que já existiam, das 24 pistas acho que existem apenas 13 nomes base. Outra coisa sobre as pistas é a falta de um fundo, acho que serial legal em algumas delas aparecer alguma coisa, o máximo que se vê são prédios distantes.

Por fim é bom citar que em 2000 o jogo recebeu uma extensão usando o dispositivo 64DD a expansão foi nomeada de F-Zero X Expansion Kit, nele foram acrescidas 12 pistas, um editor de naves,  um criador de pistas entre outros, não consegui achar ele pra jogar, qualquer dia eu faço um artigo sobre a expansão.

Ponto Forte: Jogo é legal, não é muito repetitivo e desafiante e com bastante segredos a se desvendar, ou seja se você completar esse jogo você é um mestre em jogos de corrida.

Ponto Fraco: As naves, mesmo legais são MUITO retas, não vejo curva alguma, não sei como é a aerodinâmica do futuro, mas são todas poligonais, em alguns casos parecem caixas de fósforo pintadas.

Nota: 8,3 / 10,0

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Master System – Out Run – Análise / Dicas / Guias

Análise:

 

Out Run é um jogo estilo arcade/corrida lançado para Master System em 1987, tendo depois uma sequência para Mega-Drive e um Remake para Playstation 2 (Out Run 2006 – Coast 2 Coast). Diferente dos outros jogos de corrida, seu objetivo não é correr contra outros carros e chegar em 1º lugar, nele você percorre uma pista que possui um início e um fim (Bifurcação). Em cada pista você possui um tempo determinado para chegar no próximo Checkpoint (Início da próxima pista). Lembre-se que nesse jogo não existe colocação, você ultrapassa outros pilotos apenas para ganhar mais pontos.

Pontos Fortes: Bons gráficos; Boa jogabilidade e ótima trilha sonora, com suas 3 músicas: Passing Breeze, Splash Wave e Magical Sound Shower.

Pontos Fracos: Alguns cenários se repetem durante várias pistas.

Nota: 9,0/10,0

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N64 – Cruis’n USA – Análise / Dicas / Cheats

Análise:

O primeiro jogo da série Cruis’n, nesse todas as pistas 14 estão localizadas noS Estados Unidos, primeiramente foi lançado para o Arcade em 1994, alcançando uma grande fama em diversos países, aqui no Brasil até hoje é possível achar algumas máquinas Cruis’n em fliperamas e locais do tipo. No final de 96 o jogo foi lançado para o 64, despertando o interesse de muitos, mesmo assim essa versão foi meio falha, explicarei tudo no próximo parágrafo, mas o principal motivo foi da empresa que refez o jogo para o Nintendo 64, que modificou pequenas coisas no jogo, o problema é que tiraram as coisas engraçadas do jogo kkk.

Explicando as mudanças agora, a mais impactante foi que em algumas pistas dava para atropelar animais durante a corrida, coisa bem engraçada (num jogo), eu não sou um assassino, só por que se pode fazer algo em um game não quer dizer que eu vou fazer isso na rua, sei que algum tem problemas mentais, mas a culpa é de quem tem esses problemas, não do video game. Vou continuar com as mudanças antes que fuja do assunto de vez, no Arcade ao fechar o jogo aparecia a ex-presidente dos EUA (acho que era o atual na época), Bill Clinton numa banheira comemorando na Casa Branca, na verão 64 aparecia seu carro. O pior de tudo, vestiram a garota do troféu kkk, brincadeira isso não faz muita diferença, mas essas pequenas coisas mudadas tiraram um pouco da graça do jogo, acelerando o processo de enjoamento.

Falei muito é não disse nada sobre o jogo, bem os carros são quadrados como sempre para o 64, isso é normal, o que enfraquece os gráficos são os cenários repetitivos e algumas pistas meio copiadas, o áudio e legal, mas novamente repetitivo, pois existem poucas músicas, não á muitas opções de jogo, na realidade existe praticamente só uma. Não me interpretem mal, o jogo não é ruim, mas é enjoativo, em pouco tempo vai encher seu saco.

Ponto Forte: Se seu objetivo é jogar um jogo por pouco tempo por pura diversão, esse jogo é ótimo pra isso.

Ponto Fraco: Enjoa (bem) rápido

Nota: 7,0 /10,0

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PS1 – World’s Scariest Police Chases – Análise / Detonado / Dicas

Produtora: UDS (Unique Development Studios)
Distribuidora: Activision
Plataformas: PlayStation e Sega Dreamcast
Gênero: Ação-Corrida

Análise:

O jogo foi baseado no programa americano World’s Wildest Police Videos (traduzindo, os mais selvagens vídeos de polícia pelo mundo). Talvez por isso não tenha se saído tão bem, por se prender muito ao objetivo de perseguir um carro e depois prender o criminoso (é o que acontece no programa). Você será um novato na polícia, que passa por treinamento e em seguida começa a trabalhar perseguindo bandidos cada vez mais perigosos pela cidade fictícia de Ashland. Confesso que quando ouvi falar do jogo achei que fosse bem melhor do que realmente é por alguns fatores:
1 – Começa por ser muito curto e repetitivo, você só passa por vinte missões e maioria delas se trata basicamente da mesma coisa.
2 – A dirigibilidade dos carros é ruim, se virar um pouco a mais o carro irá derrapar, possivelmente bater e com isso você perderá tempo e de repente até a missão.
3 – Os carros que você irá usar são sensíveis (quebra muito rápido), com exceção de um ou outro.
4 – E o fator mais MONGOL e mentiroso (aconteceu comigo na última missão e no modo ‘Free Patrol’ é diferente): Eu nunca vi um carro levar CINCO tiros de um lança-mísseis e continuar andando (e nem vou ver, é óbvio!). Mas o que quero dizer é que essas bazookas tem poder de detonar, em apenas um tiro, casas e aviões. Para quem não sabe a bazooka é uma arma que foi criada com o próposito de destruir TANQUES DE GUERRA. Então presume-se: um carro que levar um tiro de bazooka, no mínimo vai parar de funcionar na hora e o piloto certamente irá morrer. Mas no jogo, provavelmente, o carro é de diamante.
Além desse monte de fatores contra há detalhes favoráveis, como a introdução das missões serem narradas pelo próprio apresentador do programa (John Bunnell), os ‘áudios’ também são bem feitos (exceto o dos motores de alguns carros, que são iguais ou bem parecidos), o sistema de rádio da polícia e a jogabilidade. Enfim, até que é um jogo legal. Acredito que se fosse mais trabalhado por um tempo iria se sair bem melhor. Não posso me estender muito mais pelo jogo não ter história e simplesmente por não ter muito mais o que falar.

Nota: 6.4 / 10.0

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SNES – F-Zero – Análise / Dicas / Truques

Análise:

F-Zero primeiro jogo de SNES empatado com o Super Mario World, já que o jogo foi lançado junto com o console ele acabou sendo  mais famoso do que deveria, não estou falando que o jogo seja ruim, apenas não é lá isso tudo. Esse jogo ocorre num futuro longínquo (século XXVI 26) onde os carros flutuam e correm em velocidades muito mais altas, em diversas pistas. Não ha lá muita história no jogo.

Forma feitos mais jogos da serie (F-Zero Grand Prix-, F-Zero Grand Prix 2, F-Zero GX, e etc… ), só pra constar esse aqui foi o primeiro, e os seguintes logicamente tem um gráfico bem melhor.

A Nintendo lançou o Super Nintendo para tentar hegemonizar os consoles, por isso Super Mario World e F-Zero estão com um gráfico surpreendentemente bom para época, o áudio desse jogo também é muito bom, mesmo até comparando com outros jogos de SNES mais velhos.

Então para quem olha F-Zero, ver a data, o áudio, os gráficos e a jogabilidade (mesmo que ache um pouco sensível de mais) vai achar o jogo fabuloso, mas…

Existem várias coisas que não gostei, por exemplo:1- só se pode jogar com 4 carros, sendo que são 20 na corrida. 2- Você encontra retardatalhos já na 2ª volta. 3- Não da pra se jogar com dois jogadores. 4- A competição entre os outros carros é fraca. E o pior de tudo ainda vai vir… Então se quiser jogar F-Zero eu recomendo que jogue Mario Kart, que é menos de 2 anos mais velho e muito melhor.

Ponto Forte: O gráfico e o áudio.

Ponto Fraco: O pior de tudo, não há campeonatos, nem pontuação, você só precisa terminar as corridas entre os 3° primeiros para avançar para as próximas, ou seja. terminar em 1° ou em 3° num faz muita diferença.

Nota: 7,0 / 10,0

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PS1 – Driver 1 – Análise / Detonado / Dicas / Cheats

Produtora: Ubisoft Reflections Interactive
Distribuidora: GT Interactive Software
Plataformas: Game Boy Color, iPhone OS, Macintosh, Microsoft Windows, Playstation e Playstation Network.
Gênero: Ação-Corrida

Análise:

Driver foi um jogo (muito bem pensado, por sinal) que revolucionou com os jogos de corrida criados até então. Driver é um jogo bem diferente de todos do gênero corrida lançados até aquela época. O jogo não se resume apenas em você disputar uma corrida contra um certo número de adversários em uma pista, mas mistura direção e ação de uma forma que nunca havia sido feito. Essa geração de jogos começou em Driver, ou seja, se hoje temos jogos perfeitos, como os da série Grand Theft Auto e até mesmo os jogos mais atuais da série Driver, é porque em 1999 foi lançado o primeiro jogo de muitos dessa série.

No jogo, você controla Tanner que é um policial da NYPD (Departamento de Polícia da Cidade de Nova Iorque) que, pela sua ótima capacidade de direção, irá se infiltrar disfarçado nas gangues, organizações criminosas e máfias para acabar com elas. Missões de roubos, perseguições, fugas, assassinatos, entregas, resgates e etc. estão incluídas em Driver. Me lembro que, nas primeiras vezes que joguei esse jogo (tinha 10 anos no máximo), eu não conseguia nem passar da missão na garagem (muito tenso). Até que um dia consegui passar mas depois não levei o jogo para frente e parei de jogar. Fato é que é um jogo muito bom, não é dificil (exceto em algumas missões) e com uma história bem legal. Você irá passar por quatro cidades diferentes (Miami, San Francisco, Los Angeles e New York) fazendo trabalhos para gângsters.
As cidades no game até que retratam bem a realidade (não dá pra exigir muito mais de um jogo dessa época) com detalhes característicos de cada cidade. Sobre os gráficos eu gostei e aprovo. Aprovo também fatores como a dirigibilidade dos veículo e a jogabilidade. Não gostei de três coisas no jogo: A primeira é que depois de você passar por uma cidade, no modo ‘Undercover’, não é possível retornar a ela (a não ser que recomece o jogo), a segunda é o fato das missões à noite serem exageradamente escuras (sendo que nem a luz dos postes ajuda) e a última é não poder sair do carro (o que foi possibilitado na versão seguinte de Driver).

Driver conseguiu premiações importantes como por exemplo:
– Melhor jogo de corrida do ano (eleito pela Eletronic Entertainment em 1999)
– Décima segunda posição (12ª) no ranking dos 25 melhores jogos de todos os tempos de Playstation 1 (eleito pela IGN Entertainment)

Nota: 8.6 / 10.0

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N64 – Cruis’n World – Análise / Dicas / Segredos

CruisnAnálise:

Cruis’n World e um jogo da série Cruis’n, sendo esse a sequência do Cruis’n USA(jogo com apenas pistas americanas), o objetivo deste jogo é ficar rodando o mundo de carro, e fazendo corridas nos lugares mais inusitados, num total de 15 pistas.

Gostei do jogo, ele junta dois tipos de jogos de corrida, os mais doidos como Mario Kart, pois as pistas estão em lugares como a selva ou então no meio do deserto, etc… e também os mais sérios como um Nazca, já que são carros de verdade e não uns Kartinhos, além de ter bastantes carros.

O jogo é cheio de dos estereótipos básicos de um videogame, ex: na pista do Quênia tem um monte de animais selvagens, na Rússia usinas nucleares, esses estereótipos não são nem bons nem maus, são necessários para um jogo, é isso que da graça.

Os gráficos são mádios, com algumas partes que chegam a ser estranhas, gostei do aádio do jogo(o do México é bem animador), mas também tem umas fases com a música chata.

Ponto Forte: É um bom jogo no geral, não chega a ser espetacular, mas se você gosta de jogos de corrida este é bem recomendado.

Ponto Fraco: Eu sei que o mundo vive no Eixo Estados Unidos Europa, mas para um jogo chamado “Cruis’n World” eu acho que deveriam ter fases mais espalhadas pelo mundo. Para terem uma idéia: America do Norte = 4 fases(sendo 3 nos EUA), Europa = 5 fases, Ásia = 2 Fases, Oceania = 1 fase, África = 2 Fase, America do Sul = 0, America Central = 0, ????(não vou estragar o segredo) = 1. Não me leve a mal, não sou nacionalista, não estou pedindo uma fase no Brasil, mas não seria legal correr na Amazônia, nas montanhas da Bolívia, até mesmo atravessar o canal do Panamá?

Nota: 7,7 / 10,0

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N64 – Mario Kart 64 / Análise / Dicas / Segredos

mario-kart-box
Análise:

Segundo jogo de Kart com Mario e seus amigos, e um dos melhores já feitos. A série Mario Kart vive forte até hoje muito por conta desse jogo. Mesmo o Super Mario Kart de SNES tendo marcado minha infância eu pessoalmente não acho ele um game muito bom, mas agora no 64 muitos dos erros foram concertados e várias inovações incrementadas. O Nintendo 64 que em muitos jogos peca no gráfico, não erra neste o tornando impecável, e não há como querer nada a mais do que já é. As músicas muito bem trabalhadas, porém isso não quer dizer exatamente boas, algumas são, outras não, como na maioria dos jogos. Classifico as músicas como médias. A grande sacada do áudio for deixar os personagens falarem, mesmo que pouco durante a corrida o que torna tudo muito mais interativo e engraçado. O controle do Kart é muito bom e com os diversos itens bem pensados se torna ainda mais legal. Não é tão fácil e nem tão difícil desviar de armadilhas como realmente deve ser.

Sei que você já deve ter passado muitas tardes correndo com seus amigos e se não fez não sabe o que está perdendo, o maior barato deste jogo é o multi-players, apesar de não ser possível jogar campeonatos com mais de dois jogadores, o que é uma grande perda e por não existirem outros modos de jogo além do Time Trial e Battle, o tempo que você vai querer continuar jogando é limitado, apensar de ser alto. Isso foi o que faltou para a Nintendo investir, prender mais o jogador ao jogo, você pode vencer os 4 campeonatos nas 4 dificuldades e depois jogar com amigos, só que apenas isso, não há um algo a mais uma opção extra ou algo assim, coisa que hoje em dia é muito mais comum, e nem tanto naquela época, então posso dar um desconto, mesmo assim ainda é uma falha.

Vale ressaltar a modernização das pistas clássicas do SNES que para quem jogou o game anterior não poderia ser diferente, Mario Kart 64 mistura pistas antigas remontadas que dão uma sensação de nostalgia com pistas inovadas sendo todas centradas em um assunto principal. Por exemplo Kalimari Desert e seu trem, Moo Moo Farm e a Fazenda, Toad’s Turnpike e os carros.

Ponto Forte: Um ponto de destaque é a interação CPU com CPU, no SNES a única variável na corrida era seu carro, todas as outras posições sempre eram previsíveis e quase nunca algo além de você mudava. Agora realmente existe uma competição, todos vão tentar ganhar um vai ferrar o outro e pensar apenas no seu próprio bem, como deve ser uma corrida. Claro no campeonato o piloto bom vai ter a tendencia de ir melhor, mas repito: TENDENCIA ele tem mais chances de ir melhor mas não quer dizer que vai, assim como em corridas reais. Isso deixou o jogo muito mais competitivo e emocionante

Ponto Fraco: Acho que um jogo de corrida deveria apresentar mais pilotos, assim como no SNES no 64 podemos escolher entre apenas 8 pilotos e em todos os campeonatos serão sempre estes mesmos 8 pilotos, e por mais que eles sejam carismáticos, fica um pouco enjoativo, isso não é lá nenhum fim do mundo, mas é um defeito que vejo como grave.

Nota: 8,0 / 10,0

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