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The Legend of Zelda: Link’s Awakening DX em menos de 5 minutos – Speedrun Explicado

Aqui mais um Speedrun Explicado, dessa vez de LInk’s Awakening onde exploramos duas rotas diferentes de bugs que levam ao mesmo resultado, o jogo destruído de tantos bugs.

Conseguimos terminar tudo em menos de 5 minutos, mas não é moleza, não temos que vencer a épica batalha com o menino Zelda quase sem equipamentos.

Speedrun Explicado FF III
https://www.youtube.com/watch?v=xcdnGJkOyfY

Minha Run Oficial:
https://www.youtube.com/watch?v=lax8ctzUAuI

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GBA – The Legend of Zelda: The Minish Cap – Análise / Detonado parte 1

Zelda coverJá pensou em ver Link encolher, a ponto de ficar do tamanho de um pontinho na tela do seu videogame? Pois se não tinha imaginado, você já pode imaginar. The Legend of Zelda: The Minish Cap (The Mysterious Cap na versão original) trouxe esse conceito de aumentar e diminuir para a série em 2004 (no Japão) e em 2005 (nos States). Desenvolvido pela Capcom em parceria com a Nintendo, o décimo segundo jogo da série, nos apresenta uma lenda diferente da tradicional que envolve a Triforce. Aqui Link e Zelda são amigos de infância e Link apenas vai entregar a espada ao vencedor do concurso de espadas, durante o festival Picori. Porém o que Link não contava é que o vencedor era o perverso Vaati. A intenção de Vaati era sinistra o feiticeiro quebra a espada que os Picori deram aos humanos, petrifica Zelda e libera o mal que a espada selava. Era a deixa que Link precisava para entrar em mais uma aventura, e procurar saber mais sobre os Picori, até encontrar Ezlo, um chapéu falante e inteligente que coincidentemente se prende na cabeça de Link, sendo o chapéu verde do herói pelo resto do jogo.

O trunfo da série The Legend of Zelda é de ser outro jogo a cada jogo. Os jogos não sequenciais trazem sempre uma inovação em meio ao seu clássico sistema de achar tesouros no final da dungeon para liberar a dungeon final. E Minish Cap trás inúmeras inovações: comecemos com o fato de que a espada e o escudo não são itens fixos, se você quiser equipar o arco e as botas, fique a vontade para fazer isto, o que te da uma liberdade maior, mesmo que a espada ainda seja o principal item de ataque ela não fica mais atada ao corpo de Link como ficava em outros jogos. Outra coisa bacana foi a mistura de coisas da série na parte técnica, esse mash que tem em Minish Cap o torna um jogo sensacional, aqui escutamos músicas de A Link to the Past, efeitos de voz de Ocarina of Time, desenhos cartunescos de Wind Waker, a câmera por cima que fez sucesso a série toda, sem deixar de ter uma identidade própria.

Mesmo com todos esses detalhes de outros jogos Minish Cap consegue ser único dentro da série, principalmente pelo seu sistema de “troca de raças”. Se em Majora’s Mask você virava um Kokiri, um Zora ou um Goron, aqui você vira um Minish, mas o que tem de especial nisso? Ser um minish encolhe Link e o coloca em um mundo onde coisas que eram inofensivas se tornam obstáculos temíveis, como pingos de chuva e mosquinhas… A exploração se expande neste quesito já que você explora o mundo de duas maneiras diferentes. Isso porque eu ainda nem falei das Kinstones, dos Figurines, dos equipamentos novos e inovadores (Cane of Pacci e Gust Jar), da imensidão de coisas para serem feitas em Minish Cap, as dungeons finais que são desafiadoras, os puzzles para serem resolvidos usando a espada para se clonar, as Swordtechs para melhorar sua habilidade com a espada. O jogo pode ter uma história pequena, mas você passará horas o jogando só para fazer todas as 100 fusões e liberar todos os segredos ocultos em Hyrule. A qualidade do jogo se perde em tantos pontos positivos, e fica impossível imaginar que tal jogo tenha defeitos, mas eles existem.

Minish Cap pode fugir daquela história de Triforce e Gannondorf, aquela coisa que impregna ao longo da série, mas não perde a chatice de tornar Zelda uma princesinha em apuros, tal como Peach em Mario. A princesa aqui é facilmente transformada em pedra e não tem uma participação muito efetiva no jogo (ela te da o Small Shield) e se torna muleta para a história se desenvolver. A história é boa e envolvente, mas não é muito do que o fã da série espera de um enredo que venha da série. Os personagens mesmo cartunescos e caricatos não são nada motivadores, aqui não temos uma audaciosa princesa Ruto, ou um animado Darunia, não há ninguém para você se apegar. O único personagem a roubar a cena é Vaati que é um vilão bem mais sarcástico que Gannondorf. As dungeons ignorando as duas ultimas não são nada desafiadoras, sendo o contrário de Ocarina of Time que tinha dungeons excelentes, mas chefes ridículos. Aqui os chefes são legais e você terá que dar uma quebradinha na cuca para vencer alguns, porém as dungeons não te oferecem AQUELE desafio tipo Water Temple… O jogo também tem um sistema de cenários, depois de certos eventos coisas que você não fez, não poderão ser feitas novamente, nada que atrapalhe no andar do jogo, porém convenhamos: é chato ter que começar um jogo novo, ou reiniciar seu game para pegar uma coisinha, mesmo que ela seja só um efeito fortificante. Uma outra coisa minúscula é que este Zelda não se aproveita da conectividade do GBA, o que não é nem uma bola fora, e nem uma dentro. Quem quer fazer tudo em um jogo tem que prestar muita atenção a esses detalhes e não deixar nada para depois ou acumular. Nada que vá fazer você querer deixar de jogar este Zelda.

Completando a saga da Four Swords, Minish Cap é para muita gente o melhor Zelda para portáteis. Quem não passou o tempo na fila do busão, jogando Minish Cap, jogue-o no emulador. O jogo combina bem a inovação com elementos passados e é um deleite para quem gosta de virar e revirar todos os cantos de Hyrule. Caso não o tenha feito isto, fica a dica para que não deixem passar a oportunidade de se deliciarem com este magnifico e caprichado trabalho da Nintendo e da Capcom para a gente!

Nota: 9,5 / 10

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SNES – The Legend of Zelda: A Link to the Past – Análise / Detonado parte 1

Zelda a link to the past capaOs primórdios da série Zelda não são um segredo para ninguém, a série começou no NES e teve dois títulos para o primeiro console da Nintendo. Com quatro anos de hiato para seu antecessor, a série Zelda, chegava ao SNES, em 1991, com The Legend of Zelda: A Link to the Past, cujo subtítulo original é Triforce of the Gods. O jogo chegou chegando, a coisa mais sábia que fizeram foi retornar a câmera para a visão aérea que tinha sido perdida em Zelda II: Adventure of Link. Isso com certeza te da uma perspectiva maior, e uma sensação melhor de liberdade, é claro que diminui a realidade e a dificuldade, porém não sou do tipo que procura essas coisas em um game. Graficamente o jogo é impecável com cores vivas e cenários muito empolgantes, os ambientes são sensacionais. A história deste Zelda fala de um Link do passado, diferente ao do Link dos dois primeiros Zeldas, realçando o fato de que Link e Zelda são personagens que reencarnam muitas e muitas vezes para salvar Hyrule. Continuando com a história, Link acorda uma noite com uma mensagem telepática da princesa Zelda, que foi capturada pelo bruxo Agahnim, o tal bruxo usurpou o trono de Hyrule e capturou outras donzelas, planejando romper a barreira criada pelos sábios para o Dark World, o mundo onde está selado o senhor das trevas, o já conhecido Ganon, Link deve pegar a tradicional Master Sword e impedir os planos maléficos do bruxo. A história é claro não é o primor deste jogo, ela é bem rasinha, e para a época ela é satisfatória, já que não precisa ser o ponto forte de um game magnifico como este, mas então, o que vai fazer uma pessoa virar a cabeça jogando Zelda?

Com certeza o melhor fator e mais impressionante neste Zelda é a transição entre os dois mundos, o que torna a exploração e o seu modo de jogar muito mais interessantes. Um lugar no Dark World tem um correspondente próprio no Light World, um exemplo: no Dark World um lugar está acessível, porém no Light World ele está inacessível, usando um item você pode ir do Dark para o Light World e acessar tal lugar descobrindo segredos, e vice e versa. A exploração no jogo é sensacional, além das tradicionais Pieces of Heart, você tem uma vastidão de itens a serem pegos, alguns úteis, outros não. As dungeons também são coisas a serem destacadas, elas são grandes e oferecem desafios que não exigem muita inteligência, mas sim MUITA paciência e senso de navegação, por isso é bom SEMPRE estar atento aos mapas das dungeons. A fórmula clássica de Zelda também é forte já que ela pode ser manjada, mas não é tão simples assim, passar pelas dungeons e pegar seu maior tesouro, não te enjoa a jogar, pelo contrário ir para a próxima dungeon e enfrentar o próximo desafio é realmente empolgante!

Mas nem tudo são flores, em Link to the Past. As músicas repetidas, o que mostra um certo descaso, em não usar uma OST por dungeon são uma coisa que irritam no jogo, fora a música de Hyrule Field, tanto no Light quando no Dark World que é gostosinha as outras são muito chatinhas e é melhor jogar no mudo, outra coisa horrenda neste Zelda são os chefes, poucos deles oferecem um real desafio depois de uma dungeon turbulenta tudo que eu esperava era um confronto com um chefe que valesse a dungeon e não é bem assim que as coisas acontecem, alguns chefes são muito nada a ver e não são legais. A história e alguns itens também são coisas bobas, que contam contra o jogo.

O fato é, se você é fã de Zelda, não pode deixar de jogar este jogo, eu já o fechei umas quatro vezes, a questão é que mesmo que você já saiba de tudo que o jogo tem para oferecer, o jogo vai ser como foi a primeira vez: fantástico, magnifico, empolgante. The Legend of Zelda: A Link to the Past é um jogo obrigatório na sua biblioteca de jogos, seja no PC, ou em mídia física, pois jogá-lo é uma experiência que vale a pena ser vivida várias e várias vezes.

Nota: 9,4 /10

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Games Macabros / Episódio 4 – O Soldado de Back Alley

Soldier

Queria muito seguir meu plano original da série, mas eu nunca tenho vontade de escrever a história que planejo para o mês… Então mudei a ordem(de novo), vamos voltar a falar de Zelda, dessa vez o Ocarina of Time.

Inúteis, Incompetentes, Figurantes… Todos esses são xingamentos validos  para os guardas de Hyrule, eles quase não tem relevância no jogo e estão lá apenas para não parecer que o castelo está desprotegido, me lembro a parte onde Link deve chegar até Zelda fugindo do campo de visão deles, e do soldado que guarda Death Mountain Trial, fora isso mais nada de relevante. Mesmo assim a maioria dos guardas realmente são figurantes…

Dentre os diversos guardas um deles deveria ter um papel diferente, mas que para o bem da sua infância ele foi alterado…

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Games Macabros / Episódio 2 – O Cartucho Amaldiçoado de Zelda Majora’s Mask

zeldaamaldicoado

Poucos jogos escapam das lendas, principalmente as série famosas, nesse caso a série Zelda tem diversas lendas como a obtenção da Triforce, mas como um jogo tão infantil pode conter uma história tão macabra. Vamos falar de um jogador que ganhou um cartucho amaldiçoado com o fantasma do antigo dono do cartucho.  Uma coisa a pensar logo de cara é por que a história vem de Zelda Majora’s Mask? Por que não o Ocarina of Time? Para quem já jogou os 2 jogos é visível que o Majora é mais “maligno”, claro são jogos infantis, mas em Majora temos cenários mais escuros, muita ligação com mortos, pra não entrar em detalhes como a expressão de dor de Link ao retirar uma das mascaras especiais, se fosse pra um fantasma entrar em um jogo de Zelda esse realmente seria a melhor escolha.

Apenas resumindo, Majora’s Mask, é um jogo onde Link deve evitar que uma lua gigante caia, ele tem 3 dias para realizar isso e pode voltar no tempo para ter mais tempo, e determinados eventos acontecem em horários específicos de cada dia, se ainda não jogou jogue, é um ótimo jogo.

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N64 – Super Smash Bros – Análise / Dicas

Análise
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Para aqueles que são fãs de um bom jogo de luta e com os seus personagens favoritos da Nintendo, o Super Smash Bros é o que você procura. Ele foi criado para as pessoas que sonhavam em um jogo que tivesse o Mario e o Pikachu lutando um contra o outro ou então o Fox contra o Captain Falcon. Enfim, onde quero chegar é na diversidade de personagens nesse jogo e a jogabilidade, pois é bem fácil de controlar e mandar golpes especiais rápidamente. E quanto aos personagens, bom como vocês podem ver eles vem de diversos jogos da Nintendo, um vem do F-Zero e outro do Super Mario World/Mario Bros, é bem diversificado e nunca se imaginaria que um Pokémon ou um garoto com um taco de baseball seriam personagens de luta. Também, o SSB tem jogos bônus legais para se jogar e é bem interativo já que o multiplayer ajuda bastante, pois permite 4 pessoas lutando ao mesmo tempo pra ver quem é o mais habilidoso. Esse foi o primeiro da saga Super Smash, tem outros mais além desse, só que é para outra plataforma.É um ótimo jogo de luta para aqueles que gostam dos personagens da Nintendo.
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Pontos Fortes: Jogabilidade boa, possibilita um número de pessoas  elevada pra que a disputa e diversão possam ser maiores que jogos de luta convencionais.
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Pontos Fracos: Seus pontos fracos são evidentes: tem poucos personagens, jogo sem uma A.I. (Artificial Intelligence) alta. Modo fácil de ganhar do oponente (até porque só é preciso jogá-lo pra fora).
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Nota: 7.8/10.0