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Eternal History – Megaman Legends – História Completa

História completa de Megaman Legens ou Rockman DASH na verão original, o jogo em si é bem curto mas tem uma história bastante interessante, pelo fato de não ter legendas, muitos não entenderem completamente a história.

Neste vídeo nenhum spoiler com relação a Megaman Legends 2(ou qualquer outra possível nova sequencia(sonhar não mata)).

Nova e primeira série da Eternal Players no youtube, se possível nos apoie para que mais conteúdo possa vir.

Se procura o detonado do Jogo de uma olhada aqui: https://eternalplayers.wordpress.com/…

Para um Database e side-quests: https://eternalplayers.wordpress.com/…

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCr-80LooItrzEe4WlkNzJCw
Facebook: https://www.facebook.com/BlogEternalPlayers/

Por: Matheus C. Sardinha

N64 – Banjo-Kazooie – Análise / Dicas / Detonado parte 1

Banjo CoverBanjo-Kazooie é um dos melhores jogos do Nintendo 64, aliás, é um dos poucos que salvam no console e honram o console. Desenvolvido pela Rareware (Donkey Kong Country e Killer Instinct) em 98, o jogo apresenta uma nova visão dos jogos de plataforma, pegando carona no que foi Super Mario 64. Banjo-Kazooie tem uma dinâmica não linear, que não é novidade em jogos de plataforma, mas é a melhor forma de apresentá-los ao público, já que esse tipo de dinâmica incentiva a exploração e o raciocínio de um modo em que você se prende ao jogo. Ainda falando da jogabilidade ela é inovadora, afinal de contas são dois personagens principais e eles interagem entre si, os movimentos em cooperação deles, tudo envolverá Banjo e Kazooie, dando um realce e uma mágica extra ao jogo, além de dar uma plástica melhor aos golpes. E em relação a Banjo-Kazooie é muito difícil não se prender ao jogo, ele pode até apresentar uma temática infantil, em relação ao seu design, mas isso não faz a diferença, os personagens tem uma personalidade adulta em meio a um mundo que parece um desenho animado. Kazooie é áspera e turrona, enquanto Banjo é preguiçoso e burro (o nome dos dois é feito em homenagem a dois instrumentos, o Banjo e o Kazoo), isso sem contar Mumbo que é um bruxo pra lá de folgado, Bottles uma toupeira nerd que te ensina os movimentos e a vilã Gruntinilda e o melhor eles todos sabem que estão dentro de um jogo e que são controlados, mas nem por isso perdem seus interesses… Todos com uma personalidade interessante que da pau em muitos personagens de RPGs, aliás, o enredo do jogo é todo baseado em uma coisa presente na personalidade de Grunty: o seu ego. Em uma alusão clara a Branca de Neve, que também pode ser entendida como uma ironia, a bruxa que é muito feia, pergunta se existe alguém mais linda que ela. A resposta é óbvia e ela então decide roubar a beleza da pessoa mais linda que ela, que por um acaso do destino é a irmão de Banjo, Tooty, uma ursinha meiga e doce. Como Banjo e Kazooie queriam uma aventura, eles juntaram a fome com a vontade de comer e partem para o lar da Bruxa, visando resgatar Tooty, onde muitas coisas vão acontecer.

A parte técnica de Banjo-Kazooie é impecável, os gráficos do jogo não são tão poligonais como os outros jogos de Nintendo 64, e alguns lugares são magnificamente bem desenhados e ambientados, dando a sensação que devem passar, querem um exemplo? Gobi’s Valley te da a impressão de estar em pleno Egito, com a música tema do jogo em uma versão desértica, muito boa e com várias coisas típicas do lugar, apresentadas de um modo mais animado e infantil, dando ao jogador a diversão de estar controlando o seu personagem de desenho animado. A sonorização é impecável, a maioria das músicas são na verdade a música tema do jogo com alguma alteração para condizer com os ambientes, claro elas poderiam ser melhores. A dificuldade em Banjo-Kazooie estará toda encrustada na sua exploração, você poderá demorar um tempo para achar tudo que o jogo te oferece no quesito exploração e também pode demorar a achar as coisas para poder seguir no jogo, mas isso também não te atrapalha, pelo contrário te prende mais ao jogo e te faz querer jogá-lo com mais fulgor. É difícil enxergar um defeito em Banjo-Kazooie, sinceramente, não vejo nada de tão relevante assim. Afinal de contas a Rareware foi inteligente, se aproveitaram dos erros de Super Mario 64 e fizeram um jogo melhor, mais aguçado, mais interativo, mais complexo; só tem uma coisa que eu acho que Banjo não tem que SM64 tem: o próprio Mario. E convenhamos, Banjo e Kazooie são mais carismáticos que o encanador.

Fica difícil dar nota para um jogo onde os defeitos não são tão aparentes, afinal de contas, seria mais fácil dar 10 de uma vez. Porém nenhum jogo é perfeito e mesmo os mínimos defeitos de Banjo-Kazooie, como um que é spoiler e parece até imitar Super Mario 64 (o prêmio por conquistar tudo no jogo),  a falta de mais chefes no jogo, ou a repetição do modo de pegar uma Jiggy em algumas fases corroboram minha afirmação em dizer que não há jogo perfeito. Por hora sempre vou me lembrar de alugar Banjo-Kazooie todo final de semana e fechá-lo em dois dias, ou de pedir o aluguel deste jogo como presente de natal para minha mãe. A graça dos video-games é essa, eles não vão marcar só o fato de você jogá-lo, vai marcar a circunstância que levou você a conhecê-lo e os momentos em que você o jogou e Banjo-Kazooie é especial para mim por estas circunstâncias. Um jogo nostálgico e que fez muito sucesso, gerando duas sequências e muito lucro para a Rare e para a Nintendo. Um jogo muito precioso que marca qualquer jogador que curte o gênero, se tiver a oportunidade de jogar, não a perca, você não vai se arrepender!

Nota: 9,3 / 10

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PS1 / N64 / PC – Megaman Legends (64) – Análise / Detonado

megaman_legendAnálise:

Megaman Legends (Rockman Dash no Japão) foi uma revolução para os fãs de Megaman, ao invés de lançar um “Megaman X48” a Capcom percebeu que os jogos de 2D da série já estavam além da repetição, então eles mudaram tudo e criaram a série “Legend” em 3D. Onde a história, a jogabilidade o áudio e acima de tudo o estilo mudaram drasticamente (se foi pra melhor ou pior você que se decida). Uma observação é que não critiquei os jogos em 2D, critiquei esse ser por um bom um bom tempo o único estilo, mesmo tendo o Battle Network que pessoalmente não gosto muito e o Megaman Soccer que foi feito para ter diversão é não desafios. 

Foram lançadas três versões do jogo a original pra PS1 (1997), outra de N64 (Megaman64 / 2000) e uma para PC (2001). De um jogo para o outro não muda quase nada, a de 64 é mas leve, com pior qualidade, a de PS1 é mais pesada com melhor qualidade, a de PC eu realmente não vi, mas deve ter qualidade superior as outras. As diferenças entre os jogos em si são insignificantes, coisas do tipo mudar a música do fundo.

O áudio é bom, tem qualidade, mas poderia ser um pouco mais animado as vezes, o gráfico te deixa de queixo caído levando em conta os antigos jogos de  Megaman, a jogabilidade é animadora, pois você tem liberdade para explorar o mapa do jogo, mas também pode ser considerada diferente, pois você usa “L1” e “R1” para virar a câmera, não veja isso como um ponto fraco, mas sim como uma deficiência, pois na época do lançamento o Playstation não tinha Dual Shock(aquele analog), então a culpa não e do jogo e sim do console, mesmo assim  não é ruim usar o “R” ou “L” para virar (pra ver até nisso o jogo estava a frente do seu tempo kkk).

Farei agora um “Super resumo” da história, pois ela já tem um lugar de destaque no detonado, O mundo está num futuro incalculável, onde a maior parte do planeta é água, os habitantes vivem em pequenas ilhas construídas em cima de antigas civilizações antigas(mas com tecnologia superior), nesse mundo se tira energia de cristais refratores escondidos nessas civilizações antigas, o grupo de que retira esses cristais do subsolo se chamam  “Diggers”. Adivinha só, nosso herói azul é um deles junto com Roll (que te da suporte técnico) e um velho doutor.

Por mais boba que seja essa critica não posso deixar de falar isso, o jogo está em inglês e não tem legenda, então se você não tiver conhecimento de inglês vai ficar perdido na história, mas pode deixar, se esse for o caso basta acompanhar o meu detonado porque vou dar um enfoque especial para história.

Ponto Forte: Quase tudo, mas para citar apenas uma coisa eu digo a mudança no estilo da série Megaman.

Ponto Fraco: O jogo é muito curto.

Nota: 9,1 / 10,0

*A nota se refere ao PS1 que foi o original

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N64 – The Legend of Zelda: Ocarina of Time – Análise / Detonado parte 1

The_Legend_of_Zelda_Ocarina_of_Time_front

Em 1998 era lançado um jogo que entraria para a história dos games, e para a lista dos melhores já criados. Ocarina of Time tem presença registrada nos tops de muitos gamers e quem não o jogou, não sabe o que perdeu. O quinto título da lenda de Zelda é sem dúvidas o melhor jogo para o Nintendo 64. E tem excelentes razões para figurar o topo.

Podemos começar falando dos gráficos que para época eram muito bons, embora com o aspecto “quadrado” e com seus bugs, não deixam de apresentar cenários mágicos e magníficos, com uma série de detalhes. Não posso deixar de citar o Lake Hylia, que tem uma paisagem impressionante, de tirar o fôlego, ou então os templos que são ricos em detalhes. Os sons acompanham a beleza gráfica do jogo, a música de Gerudo Valley acompanhada das cascatas do local são uma das muitas sacadas que o jogo tem quando se fala tecnicamente  Outro ponto forte é a jogabilidade em 3D e acompanhada da variedade de botões do N64, agora Link pode usar uma maior diversidade de itens e pode mirar e tem um sistema novo de mira, onde você entra em uma espécie de combate 1×1 com o oponente, tornando o jogo mais real. Falando em itens o jogo tem uma porção deles e eles diversificam o jogo, para matar um oponente você desde a tradicional espada, ou o arco e flecha, ou o martelo, opções não faltam… Além do mais você vai ficar horas jogando para obter todos os itens, ou todos os Heart Pieces, desafios extras no jogo não faltam… 

A história do jogo é simples e talvez seja o ponto mais fraco do jogo, por ser simples demais. No jogo você controla Link, um Kokiri (uma eterna criança), o jogo começa com um pesadelo de Link relacionado a uma princesa que ele desconhece e um homem em um cavalo negro. Ao acordar Link recebe uma fada (como todo Kokiri), e a Deku Tree, guardiã dos Kokiris chama Link e revela a ele que um mal está rondando Hyrule e esse mal a infectou. Após ir nas entranhas da árvore e aniquilar o que a fazia mal, ela morre, mas conta a Link sobre as três jóias que representam cada povo, ela te da uma delas, e cabe a você pegar as outras, conhecendo cada local e cada cultura de Hyrule. Após pegar as jóias um evento em especial ocorre (não vou revelar é spoiler) e Link adquire a Ocarina of Time um tesouro sagrado da família real de Hyrule. Link fica sete anos em descanso e chega em uma Hyrule completamente alterada.  O desafio principal do jogo é esse é uma fórmula repetida, porém proveitosa, conseguir as jóias e depois conseguir os medalhões, não da para dizer que é bom, mas também não da para dizer que é ruim, já que para quem pega o jogo e não conhece a série, você fica preso a este desafio e aos que entram em adjacente. Outra coisa de bom que vem nessa história e muda na jogabilidade é o time-skip, você joga com dois Links, e cada um maneja itens diferentes, ele como criança não domina o arco e flecha, porém ele é adulto demais para usar o estilingue… As personagens do jogo, o aprimoram, são poucos os personagens que não tem um carisma próprio e não te faça se apegar a eles.

Portanto, com pontos fracos que não alteram sua jogabilidade, e nem te impedem de jogar, o jogo se torna uma coisa viciante, não pela história, mas pelos objetivos que ele te propõe e pelo visual intrigante. The Legend of Zelda: Ocarina of Time é sem dúvidas um dos melhores jogos, tive o prazer de jogá-lo no console e apreciar de sua riqueza. Um jogo que certamente marca quem o jogou.

Nota: 9,6/10

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N64 – Mario Party – Análise / Dicas / Segredos

De toda a valiosa franquia Mario, da Nintendo, Mario Party foi sem dúvidas um jogo inovador. O encanador bigodudo, além de dirigir karts e salvar o reino cogumelo, agora entrou no mundo dos jogos de tabuleiro e essa sem dúvidas foi uma grande sacada da Nintendo. Criado em 1998, Mario Party é um jogo que fornece uma diversão quase que ilimitada, o jogo não se perde em apenas um estilo, pois contem mais de 50 mini-games dentro do jogo, que embora uns sejam parecidos, são bastante variados entre eles. A história do jogo é simples: Mario está reunido com seus amigos Luigi, Yoshi, Wario, Peach e DK e eles estão discutindo, quem entre eles é um Superstar, cada um diz que é devido a sua qualidade, porém sem chegar a um consenso eles pedem para que Toad decida. Toad então diz que quem entrar no cano de Murshroom Village e voltar no topo vai ser o Superstar. A história é claro não é o foco principal do jogo, e sim a sua jogabilidade, completamente original e diversificada! Como todo jogo de tabuleiro tem regras as regras de Mario Party são simples. ganha quem adquirir mais estrelas, sendo que ao fim do “jogo” você ganha estrelas extras se tiver adquirido mais moedas que os outros competidores e se tiver pisado nos Happening Spaces mais vezes que seus oponentes. Além disso o jogo oferece 6 tabuleiros diferentes cada um com suas características e com um design peculiar, que vai desde uma selva a uma mesa cheia de guloseimas, que em combinação com as músicas dão um efeito de diversão e uma cara mais infantil ao jogo.

Como nem tudo são flores Mario Party é um jogo muito voltado para o multiplayer, não que o jogo seja ruim single player, mas é muito mais legal usar o jogo para sacanear um amigo seu, ou ver quem entre vocês é o Superstar. Além disso é mais fácil conseguir as coisas extras jogando no Multiplayer, já que as moedas e estrelas adquiridas pelos jogadores humanos são guardadas, e além disso nem vale a pena abrir os extras do jogo se você não tem com quem jogar. Além disso os gráficos me pareceram um pouco menos do que o console pode oferecer, eles não são tão quadrados quanto os dos outros jogos do console, mas não me agradaram… Outra jogada fora é que os personagens do jogo, que são tão carismáticos, em outros jogos da série, aqui não estão esbanjando seu carisma (sem contar Yoshi e DK, que não falam nada). É claro que cada um tem uma expressão, e uma frase, seja ela de glória ou de azar, e é até bom, porém também fica um pouco atrás do que eles realmente poderiam oferecer, poderia haver um clima de rivalidade maior, algo que só é visto mesmo na cena de introdução do jogo. E a última coisa a se comentar de lado ruim é o fator sorte, o jogo aqui não valoriza sua habilidade, mas sim sua sorte, se sua sorte mudar não adianta ter habilidade e ganhar todos os mini-games, pois você vai quebrar a cara no final, deixando o jogo um pouco injusto, embora não seja difícil.

Pessoalmente gosto muito deste jogo, passei minha infância sendo humilhado nele, eu quebrei meu Analog Stick jogando Mario Party. Até que um dia perdi minha fita no rio :/. Mario Party é sem dúvidas nenhuma proporciona uma diversão enorme para você e seus amigos se divertirem, seja de qualquer idade. Uma excelente pedida caso queira um Multiplayer diferente!

Nota: 8,1/10

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N64 – Hydro Thunder – Análise / Dicas / Segredos

Análise:

Hydro Thunder é um dos muitos jogos de Arcade que passaram para o console, a primeira coisa que pensei quando vi a máquina no fliperama onde trabalho, mesmo sem saber nada sobre ela, foi: “-Esse jogo saiu pra 64”, o pior de tudo é que eu acertei, mas antes foi feita a versão do Dreamcast, pra ser mais preciso em 1999, no ano seguinte saiu para o PS1 e o 64, no play 1 por lógica o jogo é mais bem feito, tendo inclusive um modo carrer, por isso não vou juntar os 2 consoles nesse artigo. Outra coisa a ser mencionada é a sequencia recentemente criada (2010) chamada Hydro Thunder Huricane para o Xbox 360.

Logo ao olhar pro jogo você já vê as inovações, mesmo não sendo o primeiro jogo de corrida de lanchas, sei de um de SNES, mas não lembro o nome e provavelmente existem outros, a inovação a que me refiro é o estilo de jogo, você realmente parece estar na água não como alguns jogos onde parece que pintaram uma estrada de azul, ao pilotar você fica um pouco sujeito as leves ondas nas pistas, os cenários são espetaculares e as pistas bem criadas, os turbos ao longo do trajeto são desafiantes e ainda por cima existem atalhos muito bem escondido em que você vai ter que observar as mínimas pistas para o encontrar.

De ruim no jogo é a falta de modos, você só pode jogar multi-player (sendo que não vai abrir nenhum segredo do jogo), ou jogar sozinho nas poucas fases, ao todo apenas 13 resumindo não a muito o que fazer, basta ir lá vencer a corrida e pronto, não ha nem ao menos um campeonato.

Ponto Forte: Um jogo de corrida que não seja de carro já ganha pontos em inovações, no Hydro Thunder esse quesito é o melhor.

Ponto Fraco: A total má vontade de tirar o jogo do Arcade, não adicionaram quase nada, assim o jogo é mais um daqueles onde você joga 2 dias e enche o saco.

Nota: 7,6 / 10,0

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N64 / PS1 – Fighting Force (64) – Análise / Dicas / Cheat

Análise:

Lançado em 1997 para o PS1 com o nome de Fighting Force(no Japão Metal Fist), e dois anos depois para o Nintendo 64, sendo adicionaram o típico e repetitivo 64 ao final no nome, o jogo é um beat ‘em up  com basicamente o mesmo enredo da maioria, acabar com os planos de um chefão do crime na base da porrada, com boa parte das fases na rua. Gráfico BEM quadrados, acho que além do comum, sobre áudio e jogabilidade nem a muito que se falar, nem fedem nem cheiram.

A coisa que me revoltou no jogo foi a grande chatice que é derrotar 1 oponente em certas fazes, tudo bem que não precisa ser muito fácil, mas é necessário uma paciência fora do comum, em certos casos, eu prefiro jogos estilo Final Fight onde aparecem uns 100 oponentes por fase, no Fighting Force você sofre pra matar 25, vira um porre matar o mesmo cara sempre, pincipalmente pelos poucos tipos de inimigos, e golpes, que em sua grande maioria são um soco reto ou um chute alto, no SNES por exemplo você via vários acrobatas malucos, gigantes que pareciam paredes e uns gordões cuspindo fogo só pra dar exemplos, não digo que era pra copiarem isso, mas apenas variar mais nos oponentes que como já disse são bem parecidos. Outra coisa é a falta de padrão, você enfrenta o primeiro chefe na fase 2.2, sendo que ao todo são apenas 4 chefes, onde 2 deles você vence simplesmente jogando objetos.

Posso falar bem de poucas coisas, como em algumas fases poder escolher o caminho que quer seguir, ou seja a rota pare fechar o jogo muda, por outro lado isso encurtou o jogo, mas convenhamos você deve ficar feliz por ele ser curto. Outro ponto positivo e na versão de 64 onde se pode jogar com 4 jogadores ao mesmo tempo. Fora isso só os nomes dos inimigos que são verdadeiras piadas.

Ponto Forte: O início do jogo é razoavelmente bom, ele começa e irritar depois da metade.

Ponto Fraco: O jogo é chato, faltam inovações.

Nota: 4,3 / 10,0

*Nota se refere a versão 64, pois foi com ela que jogamos.

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N64 – F-Zero X – Análise / Dicas / Segredos / Cheats

Análise:

Sequencia de F-Zero (SNES) e uma das poucas sequencias que não terminam com 64. Game feito em 1998 basicamente não há história, apenas uma corrida futurística (mesma coisa do SNES), mas nessa época eram raros os jogos de corrida com história, e realmente não precisavam. No jogo você corre a mais de 1.000Km/h, dando uma grande sensação de velocidade. F-Zero X realmente foi bem inovador, tanto em suas pistas quanto na jogabilidade, por exemplo com vários loops e tubos nas trajetórias dos circuitos, podendo dirigir de ponta cabeça ou praticamente decolar com os diversos saltos.

Fazendo uma breve comparação com o 1º jogo, muita coisa melhorou, não me refiro ao lógico como gráficos e áudio, mas sim ao estilo do game, por exemplo no SNES não havia sequer um campeonato, era apenas preciso acabar a corrida, no 64 já ha um sistema de pontuação, outra coisa é o número de pilotos que subiu de 4 para 30, também adicionaram personagens, assim criaram o ícone Captain Falcon o único personagem jogável de F-Zero nos Super Smash Bros já criados.

De ruim sobre o jogo posso falar na falta de criatividade em nomear as pistas, ao invés de pensar em um nome legal eles apenas colocaram um 2 ou 3 em nomes que já existiam, das 24 pistas acho que existem apenas 13 nomes base. Outra coisa sobre as pistas é a falta de um fundo, acho que serial legal em algumas delas aparecer alguma coisa, o máximo que se vê são prédios distantes.

Por fim é bom citar que em 2000 o jogo recebeu uma extensão usando o dispositivo 64DD a expansão foi nomeada de F-Zero X Expansion Kit, nele foram acrescidas 12 pistas, um editor de naves,  um criador de pistas entre outros, não consegui achar ele pra jogar, qualquer dia eu faço um artigo sobre a expansão.

Ponto Forte: Jogo é legal, não é muito repetitivo e desafiante e com bastante segredos a se desvendar, ou seja se você completar esse jogo você é um mestre em jogos de corrida.

Ponto Fraco: As naves, mesmo legais são MUITO retas, não vejo curva alguma, não sei como é a aerodinâmica do futuro, mas são todas poligonais, em alguns casos parecem caixas de fósforo pintadas.

Nota: 8,3 / 10,0

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N64 – Superman 64 – Análise / Dicas / Cheats / Detonado

Ánalise:

Conhecido popularmente como “O pior jogo do mundo“ Superman 64 já causou muita tristeza e decepção em gamers de todos os tamanhos e idades, presente em qualquer lista de piores jogos criados frequentemente em 1º lugar, pessoalmente joguei esse jogo para testar os limites de ruindade que um game pode chegar. Lançado em 1999 pela Titus, uma empresa que por sorte acabou por falência.

Tantos defeitos que mal sei por onde começar, vejamos… A história do jogo é  de que Lex Luthor criou um mundo virtual e arrastou para esse lugar 3 amigos de Superman, então o herói deve salvá-los. Logo de cara você se depara com uma trilha de ARGOLAS! Eu me pergunto até agora, pra que isso?! Metade do jogo vai se passar por argolas, se ao menos fosse 1 ou 2 fases ainda ia, eu imagino tanta gente morrendo no mundo, tanto desastre e o cara vai brincar de seguir a trilha, o pior se o caminho te levasse ao perigo eu compreenderia, mas você fica 5 minutos fazendo zig-zags inúteis pra chegar num lugar e fazer uma missão que muitas vezes é salvar um cidadão, mas a cidade não é virtual?! Que absurdo, você é obrigado a salvar pessoas que são programas de computador! Pra que, eu me pergunto, pra que salvar a cidade, se a cidade não existe, parece que Superman acha que o mundo virtual é uma versão de Megacity ou qualquer outro joguinho de ficar cuidando de cidade imaginaria, você fica 14 fases pra salvar 3 amigos e meter o pé, precisa de tudo isso? Eles super incharam o jogo, falando em super… Acho que esqueceram de dar os poderes ao Superman, você praticamente só voa, e mesmo assim com a jogabilidade esdruxula, parece que ele acabou de aprender a voar, sobre os outros poderes você só consegue temporariamente pegando itens, ora, um dos super heróis mais fortes da terra virou um Mario com capa (sem querer ofender Mario, mas era pro Superman ser mais forte que ele), voa pula e ganhar itens, isso tudo elevado a tremenda repetição e péssima qualidade, tornou esse jogo o jogo mais chato do mundo, e um dos piores na minha opinião.

Uma coisa que quase esqueci de falar, o Superman não ter força, ou melhor, só tem força pra matar os inimigos, por que eles morrem em 1 ou 2 golpes, mas as paredes são INDESTRUTÍVEIS, não da pra passar por elas, eu nunca imaginei ver o Superman usar um elevador eu simplesmente atravessaria as paredes até o chefe se pudesse.

Falei muita coisa e ainda nem falei dos gráficos, mas como de costume eles são terríveis, é normal em um mapa muito grande não aparecer o horizonte completo, em determinado ponto eles inserem um fundo azul, isso é bastante comum na época do jogo, mas isso se aplica a grandes mapas, por que você estando numa SALA FECHADA, por que o fundo é azul? Basta um lugar um pouco maior e você já percebe isso, e mesmo se não tivesse esse defeito os gráficos seriam ruins do mesmo jeito, sobre o áudio até da pra aceitar a qualidade, mas a repetição das músicas é um porre, entediando ainda mais. A jogabilidade é a pior de todos os jogos que já joguei (e olha que são muitos), é muito difícil, praticamente impossível falar algo bom do jogo, outras coisa a ser comentada são os infinitos bug, já cansei de resetar a fase por ficar preso no cenário quando acabei atravessando a parede, ou então tente apertar o botão de sair do voo em cima de algum inimigo, você fica em pé na cabeça dele, é só vai sair quando quiser.

Pontos Fortes?: O game não tem pontos fortes, tem alguns desafios, e algumas missões um pouco interessantes, mas muito pouco.

Resumindo, não consigo imaginar a reação de um fã no estilo o cara dos quadrinhos de os Simpsons vendo isso, não importa se você gosta ou não do Superman, não jogue isso, não cometa o mesmo erro desse pobre escritor… Existem tantos jogos bons no mundo pra que jogar esse, o único tipo de pessoa que eu recomendo a jogar esse jogo seria alguém que já fechou todos os outros do mundo.

Superman é o pior jogo do mundo? Na minha opinião não é (por pouco), conheço jogos como Mario is Missing que concorrem diretamente, mas isso varia da opinião de cada um eu compreendo 100% quem achar esse o pior pra mim deve estar entre os 5 ou 3 piores, repito, em minha opinião este jogo é o mais chato do mundo e o pior do 64.

Nota: 0,7 / 10,0

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N64 / PS1 / PC – Tarzan – Análise / Dicas / Detonado

Produtora: Activision e Disney Interactive
Distribuidora: Eurocom
Plataformas: Game Boy Color, Nintendo 64, PC e Playstation
Gênero: Plataforma

Análise:

Tarzan é um jogo baseado no filme homônimo (ambos produzidos pela Disney) e ao menos para Playstation 1 é o melhor jogo que a Disney lançou. Embora isso possa não representar grande coisa, pois a produtora não tem um bom repertório na área de jogos, o game é muito bom e merece destaque em meio aos outros. A ordem dos fatos e os cenários do filme são muito bem representados no game. Alguns acontecimentos que não foram esquecidos, e nem poderiam ser, são por exemplo: A luta contra a leopardo Sabor (com uma fase só para isso), a fuga de Tarzan depois de assustar os elefantes (também tem uma fase dedicada à isso, que é a Stampede) e o “surfe” de Tarzan pelas árvores em várias fases, inclusive em algumas fases bônus. No total são quatro personagens jogáveis: Tarzan criança, Tarzan adulto, Jane Porter e Terk. Treze fases, sendo a maioria delas em 2D e algumas em 3D. As quatro primeiras fases são jogadas com o Tarzan criança, e daí em diante todas são jogadas com o Tarzan já adulto, com exceção de duas: Trashing The Camp (com Terk) e Baboon Chase (com Jane). O variado repertório de movimentos e ações de Tarzan também é algo a se destacar: Você pode saltar de árvores, de cipós, subir em animais, nadar, escalar, quebrar certas partes do chão com socos, e atacar usando a faca (todas as fases) ou a lança (apenas na fase Sabor Attacks). Os personagens, tanto no filme quanto no jogo, são: Tarzan (principal), Jane (filha de Archimedes Porter e faz parte um grupo explorador inglês), Professor Archimedes Porter (pai ‘coruja’ de Jane e biólogo), Tantor (um elefante medroso e melhor amigo de Tarzan e Terk), Terk (uma macaca mandona e ‘reclamona’ que é praticamente uma irmã adotiva para Tarzan), Kala (mãe-de-criação de Tarzan, salvou ele de Sabor, a leopardo que já tinha feito vítima um filhote seu), Kerchak (o líder dos gorilas, que não aceita Tarzan como filho, por ele ser um humano) e Clayton (caçador e guia do Professor Porter e de Jane Porter).
Para compreender melhor a história do jogo, compre ou faça download do filme Tarzan.

Agora, para entender como é o jogo, aí vai um breve resumo: O objetivo é você percorrer cada fase coletando moedas, partes da imagem do macaco que foram espalhadas no filme (no total são quatro) e as letras para formar o nome TARZAN. Finalmente você deve abrir o guarda-chuva de Jane que se encontra no fim da fase. Lembrando que você não é obrigado a coletar esses itens, mas isso faz parte para conseguir 100%. Se você conseguir juntar todas as letras na fase, você consegue como bônus desbloquear um vídeo com um pedaço do filme (videoclipe) e se você conseguir montar a imagem do macaco por completa você terá direito a jogar uma fase bônus para acumular moedas. A cada cem moedas coletadas, você ganha uma vida, e as moedas e vidas são mantidas de uma fase para a outra. Pelas fases você irá encontrar muitos obstáculos como inimigos e bifurcações. Esses inimigos são, na maioria das vezes, animais, como por exemplo macacos, tatus, javalis, águias e etc, e em algumas fases uns homens também serão inimigos. Só de tocar nesses inimigos você toma dano. Para acabar com eles você pode jogar frutas (detalhamento no fim da análise) ou então usar a faca (opção menos favorável). Outros obstáculos são buracos, despenhadeiros, cipós e etc. Por várias vezes nas primeiras fases você irá ver um símbolo com a face de Terk (uma macaca cinza, considerada como irmã por Tarzan), e se você o coletar ela aparece imediatamente te dizendo alguma informação. Irá também encontrar frutas que restauram sua saúde. A banana apenas restaura sua saúde em parte, mas a fruta laranja além de restaurar ainda aumenta a capacidade máxima da sua saúde. Se o medidor de saúde ficar todo vermelho, você perde uma vida e volta do checkpoint anterior, que é representado por uma borboleta, e geralmente o personagem emite algum tipo de som ao passar por uma delas. Mas se você perde uma vida e não tem outras disponíveis, precisará recomeçar a fase desde o inicio. Sobre as frutas coloridas que você encontra pela fase, elas são usadas para atacar os inimigos. Para cada cor diferente, você acumula uma certa quantidade dependendo da fruta encontrada (fruta azul = 1 por vez, fruta vermelha = 5 por vez, frutas amarelas = infinitas, frutas roxas = 5 por vez) e cada uma delas tem um efeito diferente, são eles: Frutas azuis – matam todos os inimigos que estiverem à sua vista; frutas vermelhas: depois de lançadas elas se despedaçam e assim o efeito se multiplica; frutas roxas: são as frutas que podem ir a uma maior distância que as outras; frutas amarelas – não tem um efeito especial, mas por outro lado são infinitas. O único ponto em que o jogo deixou a desejar foi na dinâmica dos ataques. Os ataques são meio ‘bobos’, sendo possível você só jogar frutinhas´, usar a faca de dois modos (opção não sugerida) e a lança em apenas uma fase, mas assim como no filme, os ataques deveriam ser um pouco mais ferozes, um pouco mais ‘animais’. Enfim, esse fator ruim perto dos outros muitos fatores bons, não faz tanta diferença e o jogo não deixa de ser bom só por isso.

Nota: 8,8 /10,0


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