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Eternal History – Crash Bandicoot N. Sane Trilogy – História Completa

História de Crash Bandcoot N. Sane Trilogy, remake dos clássicos de PS1 Crash, Crash 2 Cortex Stikes Back e Crash 3 Warped.

Crash Bandicoot: 0:03
Crash 2 Cortex Strikes Back: 4:30
Crash 3 Warped 9:07

Mesmo que o destaque seja a plataforma, Crash também possui uma história simples porém interessante que muitos nem percebem. Espero que gostem desse vídeo.

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCr-80LooItrzEe4WlkNzJCw
Blog: https://www.eternalplayers.wordpress.com
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Por: Matheus C. Sardinha

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Eternal History – Gunstar Heroes – História Completa

História completa de Gunstar Heroes, clássico para o Mega Drive, mesmo com o enredo bastante simples o jogo não explica todos os detalhes, esse vídeo ajuda com o esclarecimento dos componentes da história, esperamos que gostem.

Nova e primeira série da Eternal Players no youtube, se possível nos apoie para que mais conteúdo possa vir.

Se procura o detonado do Jogo de uma olhada aqui: https://eternalplayers.wordpress.com/2013/03/10/mega-drive-gunstar-heroes-analise-detonado-dicas-segredos/

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCr-80LooItrzEe4WlkNzJCw
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Eternal History – Megaman Legends – História Completa

História completa de Megaman Legens ou Rockman DASH na verão original, o jogo em si é bem curto mas tem uma história bastante interessante, pelo fato de não ter legendas, muitos não entenderem completamente a história.

Neste vídeo nenhum spoiler com relação a Megaman Legends 2(ou qualquer outra possível nova sequencia(sonhar não mata)).

Nova e primeira série da Eternal Players no youtube, se possível nos apoie para que mais conteúdo possa vir.

Se procura o detonado do Jogo de uma olhada aqui: https://eternalplayers.wordpress.com/…

Para um Database e side-quests: https://eternalplayers.wordpress.com/…

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Por: Matheus C. Sardinha

Master System – Alex Kidd in Miracle World – Análise / Dicas / Segredos / Cheats

Análise:

Alex Kidd faz parte dos jogos que eu mais amo da Sega, também foi um dos primeiros jogos que eu joguei na vida. Até hoje eu jogo ele, no meu console e também emulado no PC. Quando ganhei meu primeiro console, a minha meta era zerar todos os jogos (sim eu tinha essa meta), eu não tinha conhecimento nenhum de games, era meu primeiro console e não sabia nem o que fazer. Quando vi no console a opção de jogos com a letra A, estava lá Alex Kidd, não um, mas quatro jogos de sua saga. O primeiro que eu joguei foi este, me dei bem no início, mas foi muito difícil zera-lo. Tinha uns pergaminhos doidos e eu não sabia o que fazer, na fase final tinha que pular nos códigos e não sabia nenhum deles, vinha os fantasminhas e era meu fim.

Alex Kidd in Miracle World, foi o primeiro jogo da saga Alex Kidd, lançado em 1986 para o Master System. Sua primeira versão era um jogo 2D muito parecido com Super Mario Bros, da Nintendo. Acredita-se que Alex Kidd tenha sido criado para competir com o Super Mario Bros… Apesar de ter sido considerado melhor que Mario por muitos críticos, não se tornou tão popular devido à baixa popularidade do console.

Alex Kidd in Miracle World foi lançado primeiro como cartucho. De 1990 em diante, o jogo foi refeito com algumas revisões para a memória do Sega Master System, incluindo algumas das versões Americanas e Europeias do Master System II, e algumas versões Europeias do Master System 1. A nova versão incluída na memória do Master System Americano e Europeu tinha pequenas diferenças da versão do cartucho, como Alex comendo um hambúrguer em vez de um Onigiri (bolo de arroz) entre as fases, e a troca de comandos dos botões 1 e 2.

Sua jornada com pequeno Alex começa com três vidas, e ele não possui barra de life, morreu já era. O jogo é dividido em várias fases, contendo fases secretas dentro de próprias fases. Também, é possível ver um mapa de toda jornada de Alex, porém alguns pontos do mapa estão escondidos como o castelo final.

Todo par de fases apresentam um chefe, e os chefes mais perigosos são os que você precisa derrotar na mão, sim na mão! Num jogo de Pedra, papel ou tesoura! Antes de qualquer batalha você pode ir ao Shopping e comprar itens.

O jogo foi muito bem feito, os gráficos, o áudio e a jogabilidade são excelentes. É muito fácil de controlar o personagem, além de ser muito divertido. E a trilha sonora, muito especial, algumas fases apresentam a mesma sonoridade, mas outras mudam, mesmo assim o jogo fica muito bom de ser jogar.

Pontos Fortes:
– Ótima jogabilidade.
– Trilha Sonora muito bem desenvolvida
– Gráficos bonitos e bem detalhados.
– Cenários variados e bem diferentes uns dos outros.

Pontos Fracos:
–Chefes não mudam nada na roupa; apenas nos poderes.
–Mantendo a jogabilidade dos 8bits, não a barra de vida ou energia, encostou, caio, morreu.
–Não é possível salvar seu desenvolvimento no jogo(no console).

Nota: 8.7/10,0

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SNES – Disney’s Aladdin – Análise / Detonado / Dicas / Segredos / Cheats

Aladdin_CapaAnálise:

Aladdin é um jogo que eu gosto muito, foi um dos primeiros jogos que eu joguei e até hoje guardo o meu cartucho com muito carinho (embora ele não funcione mais…), hoje jogo ele em emulador e sempre tive interesse em fazer uma matéria geral sobre o jogo, e eis aqui a minha oportunidade.

O jogo foi desenvolvido pela Capcom para o Super Nintendo, é exclusivamente Singleplayer e no estilo plataforma (quem gosta dos jogos do Megaman X vai se acostumar fácil aos comandos). No game conhecemos Aladdin, um jovem rapaz que vive na cidade de Agrabah e que participará de uma grande aventura envolvendo um romance com uma princesa, explorações em cavernas, maluquices com um gênio e grandes perigos…

A vida do personagem é representado por corações, no início só se tem 3, mas o personagem pode adquirir mais durante o gameplay. Cada vez que for atingido Aladdin perde 1 coração, perdendo todos ele morre.
O jogo é dividido em estágios e níveis. Cada estágio possui diversos níveis. No fim de cada estágio temos uma cena da história do jogo. E no fim de alguns níveis temos o bônus.
Para se derrotar os inimigos basta pular na cabeça deles. Aladdin também pode atirar maçãs nos inimigos, o que os deixa tontos e possibilita ao Aladdin derrotá-los mais facilmente. Aladdin também pode correr e até mesmo usar um pano como paraquedas para que caia mais devagar no chão.
O game utiliza o sistema de passwords, a cada fim de estágio é ganho um password para a próxima fase, assim o jogador pode continuar o jogo depois caso não dê para terminar de uma só vez.

O jogo foi muito bem feito, os gráficos, o áudio e a jogabilidade são ótimos. Os gráficos são bem detalhados e até mesmo os sprites de inimigos e cidadãos divertem a gente (experimente pisar na cabeça dos moradores na primeira fase, por exemplo…), as músicas sempre combinam bem com as fases, sem falar que algumas músicas do jogo vieram do filme, então quem assistiu e curtiu a trilha sonora vai gostar mais ainda de escutar na versão do jogo, e a jogabilidade é maravilhosa, o personagem é fácil de controlar e responde bem aos comandos (embora algumas vezes o personagem dê umas deslizadas exageradas).

Pontos Fortes

– ótima jogabilidade.
– Ótima Trilha Sonora.
– Gráficos bonitos e divertidos.

Pontos Fracos

– Dificuldade baixa.
– Jogo curto.

Nota: 8,5

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PS1 / PC – Megaman X4 – Análise / Segredos / Cheats / Detonados

Megaman x4 japanese cover

Desde que foi adicionada ao universo de Megaman, a série X sempre prezou pela inovação; a armadura, o dash, uma história mais desenvolvida e sólida. A série X sempre prezou por manter o estilo do antigo,  misturando com a inovação. Quando deixou o Super Nintendo e foi para a nova geração, com Megaman X4 em 1997 o jogo veio recheado de inovações, aproveitando a qualidade superior de Playstation e Sega Saturn. O jogo começa com uma apresentação em vídeo, lembro que no primeiro contato com o jogo fiquei boquiaberto, louco  para ver logo o que me esperava. Game Start e caramba, agora eu podia escolher entre Zero ou Megaman para jogar! Isto foi a grande sacada, quem na série clássica nunca quis jogar com Protoman ou Bass? Essa foi a grade sacada da Capcom nesse jogo, e ao selecionar um dos dois heróis, outro vídeo em estilo anime é jogado na tela, mostrando um pouco da história do jogo! Que embora não seja o ponto alto do jogo ela é sensacional! Desta vez, um exército que também combate os Marvericks, chamados Repliforce e liderados pelo gigante General e pelo orgulhoso Colonel. Depois de um ataque a cidade de Sky Lagoon que acabou destruindo muitas vidas a Repliforce se une aos Marvericks iniciando um golpe de estado para depor os humanos do controle, cabe então aos Marverick Hunters por fim aos ideais radicais da Repliforce!

O enredo realmente não é a coisa mais importante do jogo, ele cria laços entre os personagens (Megaman e Double, Iris e Zero, Colonel e Zero, General e Sigma), uma coisa que era rara de ser vista na série antes, acrescentando camadas e um passado para eles, através das diversas cenas de anime que rolam durante o jogo. Além disso ela é dividida em dois pontos de vista,  já que agora você joga com Zero, ela não é confusa, não rouba a cena e inova, ponto para a Capcom. Ainda falando de Zero, acrescentá-lo quebrou o padrão pedra-papel-tesoura tradicional da série. Os inimigos de Zero até tem fraquezas, mas alguns não as tem e você tem que rachar a cuca para descobrir um modo de vencê-los com o robô vermelho. Aliás, tudo com o robô vermelho é diferente, ele não tem poderes, usa golpes. O modo de lutar é encurtado,  parece que você está jogando outro jogo! No caso a jogabilidade tradicional fica por conta de X que tem as velhas cápsulas de armaduras para pegar e o sistema de usar o poder de um chefe contra outro. A tradição e a inovação estão juntas, entrelaçadas e isto é outro ponto para a Capcom.  Os Marvericks continuam legais, e agora até tem um dialogo antes da luta, os animais representados foram muito bem escolhidos e o design e seus poderes estão ótimos, mesmo que hajam os clichês (um elétrico, um ígneo, um glacial, um aquático, um aéreo e um bestial) e que o Slashing Beast seja muito parecido com o Slashman de Megaman 7 , existem dois com poderes novos e os chefes são muito legais de serem enfrentados e alguns oferecem um certo desafio. Os gráficos obviamente melhoraram e melhoraram muito não que eles fossem ruins antes, mas a floresta está com mais texturas e mais cores aqui do que em Megaman X, posso estar constatando o óbvio, mas Megaman X3 também foi portado para o Playstation e não ganhou muitas melhorias gráficas. Porém o que melhorou mesmo foram os sons, as músicas das fases estão sensacionais, bem melhores do que os das versões anteriores! Da pra você deixar o videogame ligado na fase só pra ficar curtindo a música. 

O jogo não parece ter defeitos, mas o que Zero trouxe de bom, ele também tem de ruim. Ao invés de todos os chefes darem habilidades de luta para eles, alguns dão habilidades que já deviam ser inseridas na jogabilidade do herói. O pulo duplo (Kuuenbu), o dash no ar (Hienkyaku) e a espada roxa (Tenkuuha) são ridículos, deveriam haver capsulas nas fases para te fornecer essas coisas. Mas eles preferiram fazer que essas habilidades normais fossem dadas pelos chefes, o que deixa parecendo que correram nessa parte de habilidades que podia ser melhor exploradas. E falando em explorar, a exploração deixa a desejar nesse jogo, ela não é tão complicada como nos jogos de Super Nintendo onde você tem que queimar a mufa para não só encontrar, como também chegar até alguns pontos e pegar os segredos. E se com X o jogo já não tem muitos segredos, com Zero então,  ele tem menos ainda já que você não precisa pegar capsulas com o robô vermelho. Algumas fases tem um segredo apenas (só o Heart Tank) o que é boçal… E as fases embora tenham duas áreas, e sejam maiores que as de Super Nintendo, são curtas e não oferecem muitos desafios no decorrer delas, por exemplo, em Megaman X2 embora as fases fossem curtas, elas eram intensas o que compensava essa perda de espaço em ação, dava a impressão de que a fase era longa. E pra mim um outro defeito, ao meu ver é continuarem com Sigma, um inimigo tão bom quanto a Repliforce deveria ser melhor aproveitado nesse segmento do jogo, tantos personagens bons. Mas não, a Repliforce aparece nesse jogo e acaba nesse jogo, mantendo o velho e chato Sigma que já deve ter cansado de ser morto! Tudo bem que ele é um bom personagem, mas essa repetição do vilão não faz bem a série X como faz a série clássica, acaba ficando tão cansativo quanto a equipe Rocket era no anime de Pokémon, ou os robôs de borracha eram em Medabots…  Outro fator que não se pode deixar de lado é a péssima dublagem americana, sem emoção e com muitas vozes que não tem nada a ver com o personagem, além é claro da voz de menininha usada em  X.

Concluído, mesmo mantendo as tradições de ser um jogo em plataforma, o jogo abriu caminho com estilo para Megaman X nessa nova geração. Os defeitos apresentados seriam consertados nos próximos jogos, Megaman X4 é considerado por muitos o melhor Megaman da série X por tudo de bom e novo que trouxe! Não discordo, nem concordo, e você já jogou para descobrir a mágica de Megaman X4?

Nota: 9,4 / 10

Seleção

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SNES – Captain Novolin – Análise / Dicas / Detonado / Cheats

CapaAnálise

Era uma vez uma empresa que produzia insulina, ela queria lançar um novo produto no mercado, e não tinha ideias convencionais de como fazer isso, eis então que tiveram uma ideia não convencional, criar um jogo para promover sua marca. Assim nasceu o Captain Novolin, super herói com diabetes e dedica sua vida a lutar contra doces e outras comidas açucaradas do mal, com sua capacidade de pular muito alto, dar cambalhota e receber três porradas antes de morrer ele luta contra bolos, biscoitos, sorvetes e balas. Avante Novolin, faça do mundo um lugar mais saudável!!!

Brincadeiras a parte a história do jogo é essa, a empresa de insulina Novolin queria um jogo super herói para aumentar suas vendas é lucrar em cima de criancinhas diabéticas, então criaram um “mascote” e um jogo com sub-objetivo de game educativo,  o que aconteceu com a marca de insulina? a estratégia deu certo? eles ainda estão no mercado? Não sei, e nem quero saber! O importante está aqui, temos um jogo completamente diferente e bizarro que será analisado, só por esse pouco que você já viu já deve estar desconfiado do jogo, e é bom mesmo que fique. Primeiro de tudo, por que raios o super herói não tem um poder descente??!! Ele faz o mesmo, ou até menos do que o Super Mario, e depois você para para ler a história e descobre que os doces que ele enfrenta SÃO ALIENÍGENAS, e o pior o chefe deles é um humano gordo e sedentário!!! Ok, ok… Vamos tentar deixar isso de lado, afinal é um jogo para crianças, mas as dúvidas não param de vir. Será que não existe policia nenhuma no mundo, os doces só pulam praticamente, um PM armado poderia abater um exercito deles! Ou então, será que ninguém tentou come-los? Mais pra mim o pior é isso no jogo, o prefeito foi sequestrado e tem um estoque de 48 horas de insulina, Ok, mas por que o Captain Novolin DECIDIU IR A PÉ ATÉ LÁ??? Ele não precisa ser um Batman da vida, mas pelo menos pegar um avião da classe econômica, ou pedir para cidade, qualquer coisa, mas ir a pé(ele usa um pouco uma lancha, mas isso não vem ao caso)? Você ainda pode achar que tudo isso pode ser relevado pelo jogo ser infantil, sem problemas eu  respeito sua opinião, mas eu acho que chega um ponto onde não dá e você percebe que a história do jogo foi completamente abandonada, como se tivesse sido criada por um executivo nos 15 minutos que ele estava no banheiro “fazendo chocolate“, daí seu problema com doces.

Agora sem brincadeiras, lendo análises de outras fontes, em alguns idiomas eu percebo uma certa “cegueira” dos gamers em relação ao jogo, como você pode ver a história é estúpida, uma das piores que já vi, mas não deixa de ser engraçado, se você não quiser jogar por conta disso, faz bem, se não liga é quer jogar, faz melhor. O problema em questão é que muitos criticam coisas boas no jogo só por que ele é idiota, como os gráficos, estão de muito bom tamanho, o áudio bem melhor que a maioria dos jogos da geração e mesmo assim eu achei sites que deram nota zero para esses aspectos, Ok, o jogo é ruim, mas ao criticarem não sejam tão cegos, ainda existem aspectos positivos aqui, como a própria jogabilidade que é interessante, o ambiente do jogo estraga tudo, mas pra um jogo infantil educativo está de bom tamanho. Alguns desafios únicos são encontrados aqui, como equilibrar o nível da sua glicose no sangue, não necessariamente que isso seja algo bom no jogo, chega até a ser chato, mas é único kkk. Como o jogo é educativo, várias vezes você terá que responder perguntas sobre diabetes, isso não substitui seu médico, e nem foi feito para substituir, é um jogo educativo de plataforma, apenas isso, quem sabe você aprenda alguma coisa com ele, Captain Novolin faz bem esse papel, ensina o básico para uma criança, até eu aprendi com o jogo, mesmo já tendo esquecido tudo, quem sabe você não aprende! Mesmo indo esquecer tudo também.

Agora vamos falar do que interessa, mas aspectos ruim no jogo, além de tudo que já foi citado, ele é muito curto, muito mesmo, 15 minutos um jogador mediano termina facilmente(com o conhecimento necessário). Inimigos repetitivos e poucos cenários. Além da chatice de toda fase ter que ficar medindo a glicose e tomando injeções. Resumindo se tiver algo melhor não jogue, mas pense pelo lado bom, acaba rápido então não da muito tempo para você se enjoar. Captain Novolin é uma pedida para dias chuvosos onde sua net caiu e seu celular está sem bateria e já que tem que esperar, que seja jogando, mas não digo nada mais do que isso.

Ponto Forte: Mesmo sendo uma tragédia de game, ainda existem alguns pontos citados acima, então o forte do jogo é ele não ser tão ruim.

Ponto Fraco: Sério… Os inimigos são doces, e desenhados de tal forma que fiquem parecidos com quarentões desempregados, isso já é o suficiente para procurar outro game.

Nota: 5,2 

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SNES – X-Men: Mutant Apocalypse – Análise / Dicas / Detonado / Segredos

CoverLançado em 1994, misturando os gêneros de ação, plataforma e beat’em up. X-Men: Mutant Apocalypse mostra como a Capcom era boa em seus tempos de SNES. A linha de introdução do jogo apresenta os X-Mens, grupo formado por Charles Xavier (Professor X) a fim de proteger e ensinar os mutantes a controlar seus poderes. O sonho de Charles é uma convivência pacífica entre mutantes e humanos. A ação do jogo começa ai, Apocalypse está usando a ilha de Genosha para prender mutantes e fazê-los trabalhar a força, com a ajuda das sentinelas. Os X-mens são cotados para resgatar os mutantes presos. Porém mais tarde é descoberto que Magneto, um amigo de Xavier, que porém tem ideias radicais e acredita na supremacia mutante, é quem está por trás de toda essa brincadeira. Você já deve ter visto os desenhos dos X-Mens, e este jogo pega carona em um desenho que fez sucesso nos anos 1990, usando o design heroico dos personagens clássicos dos quadrinhos. As sprites muito bem desenhadas (tanto que elas foram “reaproveitadas” em futuros jogos de luta da série) somando-se a cenários e a músicas bem agradáveis. Os mutantes são um elo perdido entre qualidade e defeito. O seu estilo de jogo pode se adequar a qualquer um deles, porém cada missão terá um mutante específico tornando-a mais fácil de ser completada.

Porém, eles podiam ter selecionado melhor os X-Mens, colocando personagens mais populares (Homem de Gelo, Colossus, Noturno, Tempestade, etc), afinal de contas Psylocke não é tão conhecida assim do público e o Fera, bem é o Fera… Ainda batendo no ponto dos personagens, a gama de golpes não é muito vasta, falemos do Fera, ele não sabe muitos golpes, em compensação Psylocke tem muitas habilidades, tudo bem, isso não diminui a utilidade de ambos, mas poderia ter sido melhorado. Falta carisma aos personagens, podia haver um especial para cada, dando mais personalidade a eles. Outro problema chato do jogo é sua curta duração, podendo ser fechado rapidamente. O jogo não é tão difícil de ser dominado por inteiro, não tenho nada contra este quesito de dificuldade, mas algumas pessoas podem achar o jogo fácil demais. Claro a dificuldade maior foi toda deixada para o final, e acho que isto equilibra um pouco as coisas. Já que Magneto é um chefe final MUITO poderoso. Outra coisa que podia ter sido melhorada é a continuidade, a ideia de poder jogar com cada mutante em um caminho é muito legal, porém ela só se limita a primeira e a ultima missão… Isso poderia ter sido melhor explorado e com certeza seria um ponto positivo e tanto para o jogo, mas ficou só naquilo. E seria interessante, ter passado por um local com certo personagem, depois com outro. Realmente um desperdício da ideia. E claro, mesmo tendo a história um pouco esclarecida, com cenas explicativas entre as missões, não fica muito claro se é fruto só do jogo, ou se está em alguma HQ ou episódio da série animada.

Por fim, o jogo é um ótimo divertimento para você que não tem muito tempo nem muito o que fazer, já que é um jogo rápido de fácil aprendizagem, não imitando as dificuldades das maiorias dos jogos antigos. Além disso o jogo fez um tremendo sucesso que abriu espaço para Marvel Super Heroes: War of the Gems, outro jogo clássico com personagens da Marvel, com certeza corrigindo alguns defeitos e dando mais personalidade aos heróis, que no caso são os Vingadores. É sempre bom utilizar estes personagens de HQs em jogos, principalmente os da Marvel, que estão sempre em alta por serem mais humanos e problemáticos do que os seus concorrentes. Uma excelente escolha para quem adora jogos de ação, rápidos e para quem adora os X-Mens!

Nota: 7,5/ 10

Xmen MA Intro

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SNES – Arkanoid: Doh it Again – Análise / Dicas / Database

Arkanoid_Capa

Análise:

O Super Nintendo é famoso por muitos gêneros de jogos, Beat’em up, RPG,  Ação, e por aí vai, mas não pelos Puzzles, realmente penso em poucos como Dr. Mario, Tetris Attack e um de Kirby que eu esqueci o nome. Em uma breve pesquisa me recordei de Zoop e Wario Woods, mas mesmo assim não são muitos jogos, sendo a grande maioria lançada apenas no Japão. Dentre esses poucos eu irei falar daquele que EU achei o melhor. Arkanoid: Doh it Again  um dos últimos jogos lançados para SNES, e por isso com bastantes recursos, por outro lado não teve tempo de se tornar um jogo conhecido, ele foi lançado em 1997 e o Nintendo 64 e o Playstation já existiam, deixando Arkanoid meio obsoleto, isso não tira a qualidade do jogo, mas seu enquadramento na história foi fraco, seriam melhor ter criado o jogo mais cedo ou lançar para o 64.

Arkanoid: Doh it Again é um remake do Arkanoid de NES, existem bastantes adições, um editor de fases, password e algumas outras opções. Para quem não conhece ele é um Puzzle onde você controla uma plataforma(nesse caso uma nave), e com uma bola deve destruir diversos blocos, o jogo é mais no estilo de puzzle de ação, não requer muita estratégia e planejamento como por exemplo um Tetris ou Campo Minado. Nesse caso foram adicionados poderes, inimigos e até um vilão para o jogo, o maligno Doh.

Outra adição que gostei é a adição de uma história, poucos puzzles tem uma história descente, outros nem tem, pegue um Angry Birds por exemplo que tem uma história banal. Claro puzzle não precisa necessariamente de uma história, mas eu gosto quando adicionam uma, nesse caso você controla uma nave espacial que vaga pelo espaço procurando um novo mundo enquanto o vilão Doh tenta impedir que complete sua missão, no artigo está mais bem explicado, foi apenas uma introdução.

Um grande problema do jogo é a repetição, até mesmo os chefes eles repetiram, nem tiveram o trabalho de mudá-los de cor pra fingir que são mais fortes, eles simplesmente repetiram as fases onde eles aparecem, o áudio também é enjoativo, as outras fases sempre mudam, mas apenas na aparência o objetivo é sempre o mesmo, coisa que não é ruim, mas com 99 fases fica um bem repetitivo demais… Os gráficos não podem ser muito comentados, a maior parte deles são blocos, mas da pra perceber o bom trabalho ao enfrentar um dos chefes, principalmente o final, você nota que eles são bem articulados, pena a repetição.

Outra elemento ruim é que o game não é muito sólido, quero dizer que existem alguns bugs, por exemplo, uma vez eu estava enfrentando um chefe e ele ficou paralisado do nada, ou então a Capsula T que perdeu todo sentido devido a um erro, existem outros, coisa que é estranha já joguei outros jogos da Taito e não ví nada assim, deixando claro que os erros são detalhes, nada que atrapalhe o jogo.

Ponto Forte: Um ótimo tipo de Puzzle com vários incrementos, ficou um jogo muito bom, mesmo com a repetição ele demora a enjoar.

Ponto Fraco: É um jogo estranho, saiu paro o SNES na época que quase não se fazia mais jogos para o console, tem uma boa quantidade de bugs, não sei o motivo da criação do jogo dinheiro, mas poderia ser um projeto mais sério.

Nota: 7,3 / 10,0 

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N64 – Banjo-Kazooie – Análise / Dicas / Detonado parte 1

Banjo CoverBanjo-Kazooie é um dos melhores jogos do Nintendo 64, aliás, é um dos poucos que salvam no console e honram o console. Desenvolvido pela Rareware (Donkey Kong Country e Killer Instinct) em 98, o jogo apresenta uma nova visão dos jogos de plataforma, pegando carona no que foi Super Mario 64. Banjo-Kazooie tem uma dinâmica não linear, que não é novidade em jogos de plataforma, mas é a melhor forma de apresentá-los ao público, já que esse tipo de dinâmica incentiva a exploração e o raciocínio de um modo em que você se prende ao jogo. Ainda falando da jogabilidade ela é inovadora, afinal de contas são dois personagens principais e eles interagem entre si, os movimentos em cooperação deles, tudo envolverá Banjo e Kazooie, dando um realce e uma mágica extra ao jogo, além de dar uma plástica melhor aos golpes. E em relação a Banjo-Kazooie é muito difícil não se prender ao jogo, ele pode até apresentar uma temática infantil, em relação ao seu design, mas isso não faz a diferença, os personagens tem uma personalidade adulta em meio a um mundo que parece um desenho animado. Kazooie é áspera e turrona, enquanto Banjo é preguiçoso e burro (o nome dos dois é feito em homenagem a dois instrumentos, o Banjo e o Kazoo), isso sem contar Mumbo que é um bruxo pra lá de folgado, Bottles uma toupeira nerd que te ensina os movimentos e a vilã Gruntinilda e o melhor eles todos sabem que estão dentro de um jogo e que são controlados, mas nem por isso perdem seus interesses… Todos com uma personalidade interessante que da pau em muitos personagens de RPGs, aliás, o enredo do jogo é todo baseado em uma coisa presente na personalidade de Grunty: o seu ego. Em uma alusão clara a Branca de Neve, que também pode ser entendida como uma ironia, a bruxa que é muito feia, pergunta se existe alguém mais linda que ela. A resposta é óbvia e ela então decide roubar a beleza da pessoa mais linda que ela, que por um acaso do destino é a irmão de Banjo, Tooty, uma ursinha meiga e doce. Como Banjo e Kazooie queriam uma aventura, eles juntaram a fome com a vontade de comer e partem para o lar da Bruxa, visando resgatar Tooty, onde muitas coisas vão acontecer.

A parte técnica de Banjo-Kazooie é impecável, os gráficos do jogo não são tão poligonais como os outros jogos de Nintendo 64, e alguns lugares são magnificamente bem desenhados e ambientados, dando a sensação que devem passar, querem um exemplo? Gobi’s Valley te da a impressão de estar em pleno Egito, com a música tema do jogo em uma versão desértica, muito boa e com várias coisas típicas do lugar, apresentadas de um modo mais animado e infantil, dando ao jogador a diversão de estar controlando o seu personagem de desenho animado. A sonorização é impecável, a maioria das músicas são na verdade a música tema do jogo com alguma alteração para condizer com os ambientes, claro elas poderiam ser melhores. A dificuldade em Banjo-Kazooie estará toda encrustada na sua exploração, você poderá demorar um tempo para achar tudo que o jogo te oferece no quesito exploração e também pode demorar a achar as coisas para poder seguir no jogo, mas isso também não te atrapalha, pelo contrário te prende mais ao jogo e te faz querer jogá-lo com mais fulgor. É difícil enxergar um defeito em Banjo-Kazooie, sinceramente, não vejo nada de tão relevante assim. Afinal de contas a Rareware foi inteligente, se aproveitaram dos erros de Super Mario 64 e fizeram um jogo melhor, mais aguçado, mais interativo, mais complexo; só tem uma coisa que eu acho que Banjo não tem que SM64 tem: o próprio Mario. E convenhamos, Banjo e Kazooie são mais carismáticos que o encanador.

Fica difícil dar nota para um jogo onde os defeitos não são tão aparentes, afinal de contas, seria mais fácil dar 10 de uma vez. Porém nenhum jogo é perfeito e mesmo os mínimos defeitos de Banjo-Kazooie, como um que é spoiler e parece até imitar Super Mario 64 (o prêmio por conquistar tudo no jogo),  a falta de mais chefes no jogo, ou a repetição do modo de pegar uma Jiggy em algumas fases corroboram minha afirmação em dizer que não há jogo perfeito. Por hora sempre vou me lembrar de alugar Banjo-Kazooie todo final de semana e fechá-lo em dois dias, ou de pedir o aluguel deste jogo como presente de natal para minha mãe. A graça dos video-games é essa, eles não vão marcar só o fato de você jogá-lo, vai marcar a circunstância que levou você a conhecê-lo e os momentos em que você o jogou e Banjo-Kazooie é especial para mim por estas circunstâncias. Um jogo nostálgico e que fez muito sucesso, gerando duas sequências e muito lucro para a Rare e para a Nintendo. Um jogo muito precioso que marca qualquer jogador que curte o gênero, se tiver a oportunidade de jogar, não a perca, você não vai se arrepender!

Nota: 9,3 / 10

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