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Eternal History – Final Fantasy III – História Completa

Final Fantasy III continua com o mesmo estilo de seus antecessores, mas adiciona a opção de trocar a classe de seus personagens, o jogo original não foi lançado no ocidente e por isso muitos o confundem com o FF VI, mas temos as versão de DS(utilizada em maioria neste vídeo), PSP e Celular, além de traduções do original.

Na versão original os personagens são similares ao do FF I, sem personalidade, mas a versão DS a história é bem mais aprofundada e por essa razão foi usada como referencia.

Em geral a história é bem simples, mas como foram adicionadas muitas coisas no DS, acabamos com um mundo muito mais amplo e com 4 protagonistas com distintas personalidades.

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Por: Matheus C. Sardinha

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PC/RPG Maker – Legend of Rangers – Detonado/Gameplay Parte 3

Isso aí pessoal, venho aqui apresentar nosso jogo por meio deste detonado/gameplay, para download favor usar o link abaixo:

Legend of Rangers é um RPG de turno feito no RPG Maker com uma excelente história e ótimo humor, aqui vemos a escalada completa do Pico Pedro Ivo.

Para Baixar: https://mega.nz/#!7kEllTzY!8MCpvA87NCJwvjay8lcGQjwCe2eNnyN_ot9PM0jQVY8
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Por: Matheus C. Sardinha

Eternal History – Final Fantasy II – História Completa

Final Fantasy II da sequencia ao grande trabalho feito na obra original, aqui vemos alguns dos elementos do jogo anterior melhorados, principalmente em termos de desenvolvimento de uma história. O sistema de batalhas mudou muito, recebendo algumas criticas onde você upa ao realizar a mesma ação várias vezes;

Em geral FFII também serviu como base para muito do que conhecemos hoje como princípios básicos de um RPG, infelizmente não foi lançado originalmente na nossa metade do mundo, e então não ficou tão conhecido, mas ainda temos os remakes para aproveitar.

No vídeo usamos boa parte das imagens são vindas do Remake, Final Fantasy I & II: Dawn of Souls do GBA, algumas poucas cenas da versão original de NES e da versão de IOS e um pequeno pedaço do vídeo em CG.do remake de PS1.

Se precisa de um Detonado, olhe aqui!: https://eternalplayers.wordpress.com/2014/07/13/gba-final-fantasy-ii-analise-detonado-dicas-segredos/

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Por: Matheus C. Sardinha

PC/RPG Maker – Legend of Rangers – Detonado/Gameplay Parte 2

Isso aí pessoal, venho aqui apresentar nosso jogo por meio deste detonado/gameplay, para download favor usar o link abaixo:

Legend of Rangers é um RPG de turno feito no RPG Maker com uma excelente história e ótimo humor, aqui vemos o início do capítulo 1.2

Para Baixar: https://mega.nz/#!7kEllTzY!8MCpvA87NCJwvjay8lcGQjwCe2eNnyN_ot9PM0jQVY8
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Por: Matheus C. Sardinha

Eternal History – Final Fantasy I – História Completa

Final Fantasy I é o primeiro da sensacional serie Final Fantasy, muito dos conceitos dos RPG’s atuas vieram desta obra prima, além de servir como o primeiro passo para a evolução de muitos conceitos atuais.

Por mais que a história seja simples devido as limitação da época, ele é incrível, ainda mais levando em conta o quão antigo é o jogo.

No vídeo usamos boa parte das imagens vindas do Remake, Final Fantasy I & II: Dawn of Souls do GBA, algumas poucas cenas da versão original de NES e um pequeno pedaço do vídeo em CG do remake de PS1. O jogo também está disponível para Android, basta darem uma procurada!

Se precisa de um Detonado, olhe aqui!: https://eternalplayers.wordpress.com/2013/01/07/gba-final-fantasy-i-analise-detonado/

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Por: Matheus C. Sardinha

PC/RPG Maker – Legend of Rangers – Detonado/Gameplay

Isso aí pessoal, venho aqui apresentar nosso jogo por meio deste detonado/gameplay, para download favor usar o link abaixo:

Legend of Rangers é um RPG de turno feito no RPG Maker com uma excelente história e ótimo humor, aqui vemos o inicio do jogo até o meio da segunda dungeon.

Para Baixar: https://mega.nz/#!7kEllTzY!8MCpvA87NCJwvjay8lcGQjwCe2eNnyN_ot9PM0jQVY8
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Por: Matheus C. Sardinha

Eternal History – Pokémon Mystery Dungeon Red & Blue Rescue Team – História Completa

História de Pokémon Mystery Dungeon Red Rescue Team para o GBA e Pokémon Mystery Dungeon Blue Rescue para o DS.

O jogo é spin-of da série Pokémon, conhecido pela exploração de enormes dungeons e pelo vasto número de pokémons encontrados, a história por mais que seja simples as vezes toma um tom mais séria além de ser mais profunda que a série principal.

Se precisarem de um Detonado olhem abaixo:

Detonado: https://eternalplayers.wordpress.com/2013/01/22/gba-ds-pokemon-mystery-dungeon-red-rescue-team-blue-rescue-team-analise-dicas-detonado-parte-1/
Guia de Captura: https://eternalplayers.wordpress.com/2013/07/02/gba-ds-pokemon-mystery-dungeon-red-rescue-team-blue-rescue-team-guia-de-captura/

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Por: Matheus C. Sardinha

Eternal History – Lufia & the Fortress of Doom – História Completa

História completa de Lufia & the Fortress of Doom de 1993, mesmo sendo um jogo simples e desconhecido seu enredo é bem interessante, aqui é contada toda trajetória do jogo de inicio ao fim.

Nova e primeira série da Eternal Players no youtube, se possível nos apoie para que mais conteúdo possa vir.

Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=tRGI9YrWslk
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Espero que tenham gostado, sei que a página anda parada, mas realmente estamos com falta de tempo.

Por: Matheus C. Sardinha

GBA – Pokémon Emerald – Análise / Detonado / Dicas / Segredos

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Análise:

Em meados de 2002 era lançada a terceira geração de Pokémon, aumentando de 251 para 386 e inaugurando a geração estavam as versões Ruby e Sapphire, onde muita coisa mudou e não digo apenas o óbvio como áudio e gráficos, isso acontece naturalmente com a mudança do GBC para o GBA. Alguns anos depois as duas versões se “fundiram” e nasceu a versão Emerald que é similar em vários pontos, mas com diversas novidades. Esta geração é a minha favorita por muitos motivos, se compararmos as antigas, rotas foram aumentadas, dungeons mais bem feitas, novos golpes e habilidades e alguns pokémons que mudam completamente o jogo, tente treinar um Shedinja pra ver só, novas HMs e por aí vai… Para melhorar as coisas os pokémons novos seguiam os traços e o estilo os anteriores, não vemos nenhum sorvete ou balão voando por aí. A única coisa perdida, se bem que não podemos dizer necessariamente que foi perdida, foi a mudança do cenário de acordo com a hora do dia, o sistema de dia e noite foi mantido, mas sua utilidade foi drasticamente reduzida, ele não influencia mais nos pokés que aparecerão e nem nos cenários. Pokémons que evoluem dependendo do horário ainda podem fazer isso e uma dungeon vária com o horário, mas apenas esse pouco foi mantido. Outra adição legal na mecânica do jogo foi o sistema de trocas de bicicletas e cada uma tem um efeito diferente na região e para acessar certas áreas a Bike correta é indispensável. Recentemente as versões Ruby e Sapphire ganharam um Ramake para 3DS as versões Alpha Sapphire e Omega Ruby, que aparentemente são muito boas e tem um grande aditivo, o Delta Episode que chamou minha atenção.

A grande sacada desse jogo foi não ser apenas um Yellow para um Blue/Red ou um Crystal para um Gold/Silver, existem muitas mudanças, o que consertou o principal defeito do Ruby/Sapphire que é a falta do que fazer depois de vencer a Elite 4, agora vence-los é apenas mais uma coisa a se fazer. Outra adição importante é a revanche contra os líderes de ginásio e falando neles, um deles foi alterado. Você também enfrenta as 2 equipes da região o Team Magma e o Team Aqua e não apenas uma delas como nos jogas anteriores. Poder Capturar os três lendários principais desta geração em um único jogo também aumenta a vontade de jogá-lo, mas a principal mudança e o que mais faz valer a pena jogar a versão Emerald é o que vem depois do jogo, dungeons novas, novos locais a serem acessados e a Battle Frontier onde você tem que enfrentar os 7 cérebros da fronteira, que de certa forma são como os líderes de ginásio.

Infelizmente a história do jogo ainda é fraca, mesmo se tratando de um RPG, Pokémon mais uma vez deixa a desejar nesse quesito. O mais triste é que a ideia da história é boa, duas equipes com objetivos opostos tentando liberar guardiões lendários igualmente opostos, os ideais de expansão da terra contra expansão do mar, porém isso é muito mal trabalhado durante o jogo. Em suas poucas cutscenes ambas as equipes aparentam apenas lutar por lutar e a explicação de seus ideais é mal feita e a rivalidade entre as duas equipes que poderia ser explorada nesse jogo também não foi. Falando em rivalidade a maior queda desta geração foi nesse sua rivalidade só aumentou em número, ao invés de ter 1 rival agora se tem 2, mas então eu pergunto, e daí?! Do que adianta ter dois rivais se nenhum deles justifica esse nome, Brendan ou May fazem apenas o papel de vizinho legal, muito mais interessados na pesquisa de seu pai do que em batalhas e Wally que poderia ser um personagem bem legal se explorassem a doença que ele possui e mesmo assim decidiu viajar e se tornar um treinador, mas não dão apenas duas lutas pra ele sendo uma delas estúpida, sua participação no game parece ser apenas um enche linguiça. Qualquer rival deste jogo não chega aos pés de Blue ou Silver, estes sim merecem o título!

Qualquer fraqueza do jogo é pisoteada por suas qualidades, mas isso não quer dizer que elas não existam. Eu não acredito em jogo perfeito, mas esse é um daqueles que da pra dizer que não ficou longe disto. Pessoalmente acho que a série decaiu um pouco nas duas gerações seguintes, até melhorar na sexta geração. Recomendo que todos joguem essa obra de arte, pessoalmente acho que foi o melhor jogo da série entre os que eu joguei.

Ponto Forte: a versão Emerald veio agregar o bom que já tinha sido feito em Ruby e Sapphire e ainda trouxe alguns extras apesar de muito parecido as diferenças realmente vão fazer você querer jogar de novo apenas para ter um Groudon e um Kyogre no time ou terminar a Battle Frontier ou acessar novos lugares e batalhas. 

Ponto Fraco: Sem dúvidas a história, além de tudo já destacado no terceiro parágrafo tenho que acrescentar a forma como o protagonista aparece na história, eu realmente não entendo por que você sempre recebe a Pokédex para ajudar um professor numa pesquisa e 15 minutos depois decide fazer um tour pelas cidades ganhando insígnias, esse tipo de coisa não é explicada, você apenas faz por fazer, por que já viu o anime ou já jogou algum jogo antes ou até mesmo alguém te falou que o objetivo do jogo é coletar insígnias, por que o jogo não sabe explicar…

Nota: 9,1/10,0

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GBA – The Legend of Zelda: The Minish Cap – Análise / Detonado parte 1

Zelda coverJá pensou em ver Link encolher, a ponto de ficar do tamanho de um pontinho na tela do seu videogame? Pois se não tinha imaginado, você já pode imaginar. The Legend of Zelda: The Minish Cap (The Mysterious Cap na versão original) trouxe esse conceito de aumentar e diminuir para a série em 2004 (no Japão) e em 2005 (nos States). Desenvolvido pela Capcom em parceria com a Nintendo, o décimo segundo jogo da série, nos apresenta uma lenda diferente da tradicional que envolve a Triforce. Aqui Link e Zelda são amigos de infância e Link apenas vai entregar a espada ao vencedor do concurso de espadas, durante o festival Picori. Porém o que Link não contava é que o vencedor era o perverso Vaati. A intenção de Vaati era sinistra o feiticeiro quebra a espada que os Picori deram aos humanos, petrifica Zelda e libera o mal que a espada selava. Era a deixa que Link precisava para entrar em mais uma aventura, e procurar saber mais sobre os Picori, até encontrar Ezlo, um chapéu falante e inteligente que coincidentemente se prende na cabeça de Link, sendo o chapéu verde do herói pelo resto do jogo.

O trunfo da série The Legend of Zelda é de ser outro jogo a cada jogo. Os jogos não sequenciais trazem sempre uma inovação em meio ao seu clássico sistema de achar tesouros no final da dungeon para liberar a dungeon final. E Minish Cap trás inúmeras inovações: comecemos com o fato de que a espada e o escudo não são itens fixos, se você quiser equipar o arco e as botas, fique a vontade para fazer isto, o que te da uma liberdade maior, mesmo que a espada ainda seja o principal item de ataque ela não fica mais atada ao corpo de Link como ficava em outros jogos. Outra coisa bacana foi a mistura de coisas da série na parte técnica, esse mash que tem em Minish Cap o torna um jogo sensacional, aqui escutamos músicas de A Link to the Past, efeitos de voz de Ocarina of Time, desenhos cartunescos de Wind Waker, a câmera por cima que fez sucesso a série toda, sem deixar de ter uma identidade própria.

Mesmo com todos esses detalhes de outros jogos Minish Cap consegue ser único dentro da série, principalmente pelo seu sistema de “troca de raças”. Se em Majora’s Mask você virava um Kokiri, um Zora ou um Goron, aqui você vira um Minish, mas o que tem de especial nisso? Ser um minish encolhe Link e o coloca em um mundo onde coisas que eram inofensivas se tornam obstáculos temíveis, como pingos de chuva e mosquinhas… A exploração se expande neste quesito já que você explora o mundo de duas maneiras diferentes. Isso porque eu ainda nem falei das Kinstones, dos Figurines, dos equipamentos novos e inovadores (Cane of Pacci e Gust Jar), da imensidão de coisas para serem feitas em Minish Cap, as dungeons finais que são desafiadoras, os puzzles para serem resolvidos usando a espada para se clonar, as Swordtechs para melhorar sua habilidade com a espada. O jogo pode ter uma história pequena, mas você passará horas o jogando só para fazer todas as 100 fusões e liberar todos os segredos ocultos em Hyrule. A qualidade do jogo se perde em tantos pontos positivos, e fica impossível imaginar que tal jogo tenha defeitos, mas eles existem.

Minish Cap pode fugir daquela história de Triforce e Gannondorf, aquela coisa que impregna ao longo da série, mas não perde a chatice de tornar Zelda uma princesinha em apuros, tal como Peach em Mario. A princesa aqui é facilmente transformada em pedra e não tem uma participação muito efetiva no jogo (ela te da o Small Shield) e se torna muleta para a história se desenvolver. A história é boa e envolvente, mas não é muito do que o fã da série espera de um enredo que venha da série. Os personagens mesmo cartunescos e caricatos não são nada motivadores, aqui não temos uma audaciosa princesa Ruto, ou um animado Darunia, não há ninguém para você se apegar. O único personagem a roubar a cena é Vaati que é um vilão bem mais sarcástico que Gannondorf. As dungeons ignorando as duas ultimas não são nada desafiadoras, sendo o contrário de Ocarina of Time que tinha dungeons excelentes, mas chefes ridículos. Aqui os chefes são legais e você terá que dar uma quebradinha na cuca para vencer alguns, porém as dungeons não te oferecem AQUELE desafio tipo Water Temple… O jogo também tem um sistema de cenários, depois de certos eventos coisas que você não fez, não poderão ser feitas novamente, nada que atrapalhe no andar do jogo, porém convenhamos: é chato ter que começar um jogo novo, ou reiniciar seu game para pegar uma coisinha, mesmo que ela seja só um efeito fortificante. Uma outra coisa minúscula é que este Zelda não se aproveita da conectividade do GBA, o que não é nem uma bola fora, e nem uma dentro. Quem quer fazer tudo em um jogo tem que prestar muita atenção a esses detalhes e não deixar nada para depois ou acumular. Nada que vá fazer você querer deixar de jogar este Zelda.

Completando a saga da Four Swords, Minish Cap é para muita gente o melhor Zelda para portáteis. Quem não passou o tempo na fila do busão, jogando Minish Cap, jogue-o no emulador. O jogo combina bem a inovação com elementos passados e é um deleite para quem gosta de virar e revirar todos os cantos de Hyrule. Caso não o tenha feito isto, fica a dica para que não deixem passar a oportunidade de se deliciarem com este magnifico e caprichado trabalho da Nintendo e da Capcom para a gente!

Nota: 9,5 / 10

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