Arquivo mensal: agosto 2012

GBA – Pokémon Fire Red & Leaf Green – Análise / Dicas / Detonado parte 1

Como muitos sabem, os jogos são remakes das versões Red e Green, lançadas previamente no Japão em 96 (nos EUA foram feitas algumas alterações e a versão Green saiu com o nome Blue, porém os jogos só foram lançados em 98). Pokémon é uma série que revolucionou os jogos de RPG, por que? Oras simplesmente porque você monta seu time, monta os golpes do seu time, não é um RPG prefixado onde os personagens vão se encaixando e você tem que se adaptar aos modos de batalhar deles, aqui você manipula da sua forma o seu time. Seu time pode ter 6 pokémons de 151 variedades, sendo outra gama diversa de golpes, claro, nem todos os pokémons estão disponíveis, cada versão tem seus pokémons exclusivos, para claro preservar a intenção do jogo que é promover a troca e a batalha entre os treinadores através dos Game Boys; e claro nem todo pokémon pode aprender todos os golpes (com exceção de Mew), há 17 tipos dividindo muitos golpes e alguns pokémons tem golpes exclusivos (DItto com seu Transform). O jogo é realmente muito bom, você se diverte muito, perde horas jogando, não é atoa que ganhou um animê de sucesso global. Um outro fator positivo foi além de manter alguns glitches do primeiro, como a caminhonete de Vermilion, adcionar os elementos da terceira geração, como os Efforts, Abilitys e Natures.

Porém, pokémon tem algumas brechas, a primeira e crucial é que o foco principal do jogo não é sua história, são raras as cutscenes, aqui você simplesmente tem que pegar suas oito insignias e partir para o Indigo Plateau enfrentar a Elite 4, no caminho aparece a Equip Rocket. Seu motivo para acabar com eles? Não tem, você simplesmente acaba com eles, como se fosse da sua conta, como se você fosse o cara puro e bom como Ash Ketchum. Não há conexão entre os personagens, não há personalidade neles, você é só um explorador, puro de coração que deseja ser o campeão da liga pokémon. Os desafios in-game, são simples, não muito complexos, uma vez que estando no level, ou um level a mais e tendo um golpe do tipo oposto você será superior a seus inimigos in-game, com exceção da clara Elite 4 que concerteza faz jus ao nome de ser a Elite dos treinadores pokémon. Outro fator ruim, é que eles quiseram dar tanta semelhança aos jogos antigos, que não deixaram o sistema de tempo, ou a troca de bicicletas, ou as batalhas duplas; as bicicletas ou as batalhas não fazem tanta diferença, mas o sistema de tempo é essencial para a evolução de alguns pokémons.

Por fim, gostaria de ressaltar que o jogo não se torna ruim pelos seus defeitos, mas só explorar, explorar e explorar; sem grandes metas ou desafios é meio sem sentido, uma grande sacada aqui é o Trainer Card, já que os iniciais limitavam sua exploração a só vencer a Elite 4 e ficar zanzando por Kanto, ao obter uma certa quantidade de pokémons você poderá explorar uma nova parte do mundo pokémon as Sevii Islands que apresentam alguns pokémons da região de Johto. Além disso para completar o jogo 100%, não ter mais nada para fazer, você tem que capturar os 150 pokémons, depois os 351 e depois ainda jogar um joguinho, o que torna o jogo praticamente infinito devido a quantidade de trocas que você terá de fazer.

Nota: 8,8/10
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Master System – Phantasy Star – Análise / Dicas / Guias / Detonado

Análise:

Phantasy Star é um jogo estilo RPG lançado em 1987 para Master System, tendo depois 3 sequências para Mega-Drive e remakes para Playstation 2. O jogo utiliza o velho estilo de RPG, cada um possui um ataque por vez. Na época, embora a Sega não contasse com uma base instalada grande de seu console de 8 bits (em comparação com o NES) e apesar do preço alto do cartucho, Phantasy Star foi considerado um sucesso de vendas pela Sega. No Brasil, o jogo chegou em 1991, no auge do Master System. O game foi feito com o intuito de se destacar perante os outros RPGs, na época eles eram predominantemente medievais, geralmente se passavam em castelos e repletos de cavaleiros. o criador do jogo optou por uma mistura de aventura medieval e ficção-científica para o design dos cenários e personagens. Esse game também teve um grande destaque de sua personagem principal (Alis), os jogos desse estilo antes não utilizavam um protagonista feminino.

Pontos Fortes: Gráficos, com suas cenas de batalha animadas e mostrando os inimigos de perto; Trilha sonora, que é bem interessante; História e seus efeitos 3D nos labirintos.

Pontos Fracos: Alguns monstros se repetem várias vezes, reutilizando seus sprites apenas com uma cor diferente.

Nota: 9.5/10

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