Arquivo mensal: março 2013

Games Macabros / Episódio 3 – A Misteriosa Música de Lavender

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É, voltamos a essa macabra cidade, já passamos levemente por ela na história do cartucho de Pokémon Black, mas agora ela ganhou seu próprio episódio. Antes de contar o macabro aqui, vamos aos fatos, tudo citado se refere a primeira versão de Pokémon(Red e Green), Lavender é uma cidade muito estranha, além de ser bem pequena e ser a única cidade(depois da primeira) a não ter um líder de ginásio, pra não citar o cemitério Pokémon que é  a maior “atração da cidade”, nele você encontra um fantasmas Pokémons, e até mesmo um espírito de um Marowak.

Já citei muitas coisas estranhas, mas nem cheguei a questão da música, ela é pra mim a música mais medonha que eu já vi em um jogo, se você joga um jogo como Resident Evil, a música te deixa no clima no suspense, te induz ao susto, mas estamos falando de Pokémon, um jogo simples e infantil, por isso para mim ele ganha muito em susto, você sabe que nada vai acontecer mas mesmo assim a música te induz ao medo, tanto que no remake (Fire Red e Leaf Green) a música continua triste e lerda, mas perde um pouco o terror dela, por que trocaram? O motivo da troca pode ser a história que virá a seguir…

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N64 – Banjo-Kazooie – Análise / Dicas / Detonado parte 1

Banjo CoverBanjo-Kazooie é um dos melhores jogos do Nintendo 64, aliás, é um dos poucos que salvam no console e honram o console. Desenvolvido pela Rareware (Donkey Kong Country e Killer Instinct) em 98, o jogo apresenta uma nova visão dos jogos de plataforma, pegando carona no que foi Super Mario 64. Banjo-Kazooie tem uma dinâmica não linear, que não é novidade em jogos de plataforma, mas é a melhor forma de apresentá-los ao público, já que esse tipo de dinâmica incentiva a exploração e o raciocínio de um modo em que você se prende ao jogo. Ainda falando da jogabilidade ela é inovadora, afinal de contas são dois personagens principais e eles interagem entre si, os movimentos em cooperação deles, tudo envolverá Banjo e Kazooie, dando um realce e uma mágica extra ao jogo, além de dar uma plástica melhor aos golpes. E em relação a Banjo-Kazooie é muito difícil não se prender ao jogo, ele pode até apresentar uma temática infantil, em relação ao seu design, mas isso não faz a diferença, os personagens tem uma personalidade adulta em meio a um mundo que parece um desenho animado. Kazooie é áspera e turrona, enquanto Banjo é preguiçoso e burro (o nome dos dois é feito em homenagem a dois instrumentos, o Banjo e o Kazoo), isso sem contar Mumbo que é um bruxo pra lá de folgado, Bottles uma toupeira nerd que te ensina os movimentos e a vilã Gruntinilda e o melhor eles todos sabem que estão dentro de um jogo e que são controlados, mas nem por isso perdem seus interesses… Todos com uma personalidade interessante que da pau em muitos personagens de RPGs, aliás, o enredo do jogo é todo baseado em uma coisa presente na personalidade de Grunty: o seu ego. Em uma alusão clara a Branca de Neve, que também pode ser entendida como uma ironia, a bruxa que é muito feia, pergunta se existe alguém mais linda que ela. A resposta é óbvia e ela então decide roubar a beleza da pessoa mais linda que ela, que por um acaso do destino é a irmão de Banjo, Tooty, uma ursinha meiga e doce. Como Banjo e Kazooie queriam uma aventura, eles juntaram a fome com a vontade de comer e partem para o lar da Bruxa, visando resgatar Tooty, onde muitas coisas vão acontecer.

A parte técnica de Banjo-Kazooie é impecável, os gráficos do jogo não são tão poligonais como os outros jogos de Nintendo 64, e alguns lugares são magnificamente bem desenhados e ambientados, dando a sensação que devem passar, querem um exemplo? Gobi’s Valley te da a impressão de estar em pleno Egito, com a música tema do jogo em uma versão desértica, muito boa e com várias coisas típicas do lugar, apresentadas de um modo mais animado e infantil, dando ao jogador a diversão de estar controlando o seu personagem de desenho animado. A sonorização é impecável, a maioria das músicas são na verdade a música tema do jogo com alguma alteração para condizer com os ambientes, claro elas poderiam ser melhores. A dificuldade em Banjo-Kazooie estará toda encrustada na sua exploração, você poderá demorar um tempo para achar tudo que o jogo te oferece no quesito exploração e também pode demorar a achar as coisas para poder seguir no jogo, mas isso também não te atrapalha, pelo contrário te prende mais ao jogo e te faz querer jogá-lo com mais fulgor. É difícil enxergar um defeito em Banjo-Kazooie, sinceramente, não vejo nada de tão relevante assim. Afinal de contas a Rareware foi inteligente, se aproveitaram dos erros de Super Mario 64 e fizeram um jogo melhor, mais aguçado, mais interativo, mais complexo; só tem uma coisa que eu acho que Banjo não tem que SM64 tem: o próprio Mario. E convenhamos, Banjo e Kazooie são mais carismáticos que o encanador.

Fica difícil dar nota para um jogo onde os defeitos não são tão aparentes, afinal de contas, seria mais fácil dar 10 de uma vez. Porém nenhum jogo é perfeito e mesmo os mínimos defeitos de Banjo-Kazooie, como um que é spoiler e parece até imitar Super Mario 64 (o prêmio por conquistar tudo no jogo),  a falta de mais chefes no jogo, ou a repetição do modo de pegar uma Jiggy em algumas fases corroboram minha afirmação em dizer que não há jogo perfeito. Por hora sempre vou me lembrar de alugar Banjo-Kazooie todo final de semana e fechá-lo em dois dias, ou de pedir o aluguel deste jogo como presente de natal para minha mãe. A graça dos video-games é essa, eles não vão marcar só o fato de você jogá-lo, vai marcar a circunstância que levou você a conhecê-lo e os momentos em que você o jogou e Banjo-Kazooie é especial para mim por estas circunstâncias. Um jogo nostálgico e que fez muito sucesso, gerando duas sequências e muito lucro para a Rare e para a Nintendo. Um jogo muito precioso que marca qualquer jogador que curte o gênero, se tiver a oportunidade de jogar, não a perca, você não vai se arrepender!

Nota: 9,3 / 10

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SNES – Sunset Riders – Análise / Detonado / Dicas / Segredos / Cheats

Sunsetriders_CapaAnálise:

Algumas vezes ouvi falar vagamente de Sunset Riders, aos poucos minha curiosidade foi aumentando, semana passada quando fiz o artigo do Gunstar Herois deu uma vontade de jogar outro jogo de Run and Gun, ou como eu gosto de chamar, Tiro, pelo pouco que ouvi falar esperava que fosse quase impossível e muito bom, em partes isso foi confirmado, eu sempre me considerei um péssimo jogador e consegui fechar o jogo, na dificuldade minima, com o máximo de vidas e no limite, mas o importante é vencer kkk, quero dizer que a dificuldade foi bem moldada, sendo que ela pode vir do extremo impossível ao muito difícil, coisa que é ótima, pois isso possibilita os piores jogadores(tipo eu) a completar o jogo, e ainda serve como desafio para um super viciado, basta editar a dificuldade.

Sunset Riders como muitos outros jogos veio do Arcade, depois foram feitas as versões em consoles, nesse caso Mega Drive e SNES, a versão do Mega a meu ver é bem inferior, modificaram demais o jogo, por isso essa análise se refere apenas a versão de SNES que também modificou o jogo, mas foram coisas leves, a dinâmica é a mesma, ao contrário da outra versão. Uma das coisas que me deixou triste foi não haver nenhuma continuação, remake ou qualquer coisa, não faria mal uma ou outra sequencia, ainda mais por que a Konami é uma empresa grande.

A história não é muito relevante, mas também não precisa ser. Quatro caçadores de recompensas atravessam o Oeste americano caçando os criminosos procurados pelas suas recompensas  depois da quarta fase o jogo muda um pouco e seu objetivo vira caçar um criminoso com uma alta recompensa e seus três ajudantes. Como dito não é nada inovador nem brilhante, mas esses tipos de jogos não necessitam de um enredo elaborado, o mais importante é a ação, coisa que não deixa a desejar nem um pouco.

Sobre a parte técnica  a jogabilidade está muito boa, os principais objetivos(atirar e desviar) estão muito bons, com exceção a certos ângulos onde não dá para fixar o tiro sem andar, mas não vejo nenhuma solução simples para isso, então quase que absolvo isso. O áudio não é brilhante, as músicas até gosto de algumas(as que dão o clima do velho oeste), outras são chatas e fracas. o problema é o gemido ridículo que os inimigos fazem ao morrer, além de outros sons ruins. Os gráficos eu até gosto, mas a repetição dos inimigos atrapalha, o fundo da fase são até repetitivos, mas as fases são tão curtas que isso fica quase inotável. Algo que eu acho engraçado é os personagens ficarem tão coloridos, lógico, isso foi feito pra deixar o jogo mais alegre, mas convenhamos, sacanearam o Cormano kkk.

Agora só falta falar das alterações do Arcade para o SNES, para deixar tudo politicamente correto, eles retiraram os pequenos elementos de alcoolismo  colocaram mais roupas nas mulheres, retiraram todas as mulheres que eram inimigas, na 6ª fase você enfrentava apenas índios  na do SNES apenas o chefe final é um índio  Todas as alterações ao menos tem a desculpa de esconder elementos como violência o mulher e agressão indígena  mesmo não concordando em alterar isso ao menos tinham um motivo, mas agora vou citar as alterações inúteis que fizeram: Trocaram o nome de alguns chefes, o chefe da 5º fase era um amigo de Cormano, isso fica implícito no Arcade quando ele dá o chapéu ao herói, mas no SNES foi retirado, outras coisas foram trocas nos fundos das fases e encurtamento delas, diminuição da abertura e tiraram uma cena legal do final do jogo, onde uma rosa(tema do chefe final) se parte quando ele morre. Outra coisa é a diminuição de jogadores, de 4 para 2, mas aí não tinha mesmo o que fazer, ainda existem outros detalhes, mas já falei bastante.

Resumindo, o jogo é muito bom e dificuldade como marca, existem várias qualidades e alguns defeitos. O maior problema forma as alterações do SNES, mas foram pequenos detalhes, se você tiver como jogar a versão do Arcade(ou pelo menos ver) vai ver como seria muito melhor manter o original, mas essas modificações são comuns então não da pra reclamar muito…

Ponto Forte: A mistura de jogabilidade com dificuldade deixou o jogo incrível, você vai ter que morrer muito para achar as fraquezas dos chefes e das fases de cavalo.

Ponto Fraco: Poderia falar das modificações, mas vou escolher algo sobre o jogo. Acho que a repetição dos inimigos é o pior do jogo, são muito poucos e entre os poucos alguns são o mesmo inimigo com cores diferentes, igual os personagens que 3 deles são praticamente iguais(devem ser trigêminos).

Nota: 8,7 / 10,0

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GBA / DS – Pokémon Mystery Dungeon: Red Rescue Team & Blue Rescue Team – Wonder Mail

PMD_WM_TitleWonder Mail é um importante recurso do jogo, com ele você pode liberar algumas missões para conseguir os Pokémon exclusivos  novas dungeons ou facilitar a obtenção de Friend Areas, para aqueles que jogam com emulador recomendo que usem o NO$GBA que não da erro, pelo VBA você possivelmente não vai conseguir salvar o jogo.

Para acessar o menu será preciso ter salvo o jogo ao menos uma vez, depois disso morra em uma dungeon ou simplesmente reinicie o jogo, depois escolha Wonder Mail e ative o código.

Cada código usado libera uma missão, complete essa missão no jogo e vai receber o prêmio.

Nota: Eu peguei os dados pelo Red Rescue Team, sobre o Blue Rescue Team não posso dar garantia se tudo vai funcionar, com exceção aos Pokémons exclusivos, esses eu tenho certeza que funcionam no Blue.

PMD_WM_Pass

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Mega Drive – Gunstar Heroes – Análise / Detonado / Dicas / Segredos

Gunstar Heroes cover art japanese

Quando falamos do subgênero Run and Gun, que deriva do Shoot’em Up, logo lembramos de jogos como Sunset Riders,  Metal Slug e Contra.  Jogos assim certamente não ofuscam o sucesso de Gunstar Heroes, jogo lançado em 1993 e desenvolvido pela Treasure, sendo também o primeiro título da desenvolvedora, que também conta com Wario World em seus trabalhos. O jogo tem como principal característica a intensidade, a tela do jogo é uma verdadeira suruba de tanta ação, inimigos explodindo em um canto, tiros disparados de um lado, do outro, uma verdadeira guerra. Uma guerra típica daqueles filmes de ação onde apenas um homem, detona um exército inteiro… O enredo do jogo tem duas versões, a japonesa que é considerada a canônica e a americana que eu não sei de onde surgiu. Eu prefiro contar o enredo japonês, assim quem pretende jogar Gunstar Super Heroes para Game Boy Advanced vai poder ter uma noção do que está se passando. O enredo de Gunstar Heroes conta que uma organização maligna criou o deus da destruição, Golden Silver, para causar o caos destruindo várias cidades na Terra. Os Gunstar que são: Red, Blue, Green e Yellow, foram encarar o vilão, e o derrotaram. Para ele não poder causar mais nenhum problema, Golden Silver, foi selado na lua e as quatro jóias que lhe davam energia foram retiradas e propriamente guardadas pelos Gunstar. Os Gunstar cansados com a luta que tiveram contra Golden Silver, entraram em um descanso, esperando que uma nova civilização reconstruísse a Terra. O tempo se passou e uma nova civilização reconstruiu a Terra. Uma lenda dizia que um Deus selado na lua levaria o povo até a Utopia. Grey, o imperador de um regime ditatorial na Terra, chamado de império, iludido pela lenda corre atrás das jóias que alimentam o poder de Golden Silver. Por uma sorte do destino o professor Brown, encontra as capsulas onde os Gunstar estavam em animação suspensa e os ressuscita, porém Green não tem as memórias e acaba por trair os Gunstar… Eles então decidem então não deixar que Golden Silver seja renascido para outra catástrofe ocorrer. Claro uma história cheia dos devidos clichês, mas que não deixa de ser boa e também não compromete a ação do jogo. Os gráficos em Gunstar Heroes são muito bons como é de costume no Mega Drive, a jogabilidade é outro ponto forte do jogo, ela é dinâmica e cheia de ação e só peca nos chefes, já que alguns você só tem que ficar parado segurando o botão e olhando para a tela. Além disso o jogo é muito divertido, tanto no multiplayer como jogando sozinho, sua dificuldade inicial é outro aperitivo, mas com o tempo como em qualquer outro jogo ela vai sendo facilitada. O jogo tem várias cenas de humor sendo um jogo muito bem estruturado e montado e dando também uma personalidade aos vilões que são engraçados e muito carismáticos. Uma coisa que deve ser notada é a homenagem aos jogos de naves feitas no Stage 6, onde você controla uma nave, o que é muito impressionante, um jogo mudar de gênero em uma fase ainda mais fazendo uma homenagem? Nada melhor.

Vocês podem achar que sou muito chato com sons, e sou mesmo, o Mega Drive é um console muito lembrado por seus títulos que tem trilhas sonoras maravilhosas, em Gunstar Heroes as músicas são divertidas, mas não são as mais memoráveis do console. Outro ponto fraco é a facilidade do jogo nas fases finais e depois de descobrir certas manhas, como citei lá em cima, a dificuldade dele é superficial. Até porque os inimigos comuns não são prejudiciais e este jogo diferente da grande maioria dos Run and Gun tem vida (nos outros você toma um tiro e morre) e isso é bom, mas quem gosta de um jogo mais difícil e do gênero não vai gostar muito disso! Outra coisa que podemos notar de ruim em Gunstar Heroes é a inutilidade do Fixed Shot, que poderia ser substituído por outro modo, não sei se as pessoas que jogam no Fixed jogam pela dificuldade, mas é um tipo completamente dispensável que poderia ser substituído por outra coisa mais legal. O jogo pode até inovar, mas também sofre por ser um pouco repetitivo demais, enjoando um pouco, mas claro que não eternamente.

Para finalizar em Gunstar Heroes vemos coisas que já vimos em Contra, coisas que só vemos em Gunstar Heros e coisas que foram copiadas para Metal Slug. O jogo é muito bom e fica melhor jogando com um amigo, claro que ele tem seus defeitos, mas eles não comprometem a sua diversão e o melhor a sua paciência, já que eu me estresso com esses Run and Gun e é sem dúvidas o melhor Run and Gun do Mega Drive. Aposte em Gunstar Heroes se você quer um amigo e um jogo cheio de emoções onde a tela é uma verdadeira cena de ação!

Nota: 8,6 / 10

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SNES – Megaman X2 – Análise / Dicas / Detonado

MMx2 cover art

Da série X para o Super Nintendo, Megaman X2 era o único que eu não havia jogado, e acreditava que era o pior, acreditava que era uma sequência de Megaman X, onde só mudavam os chefes e o poder secreto ser um Shoryuken. Mas eu estava enganado! Para começo de conversa a gente pode falar do enredo do jogo se passa depois de seis meses da destruição de Sigma. X (que no jogo estranhamente é chamado de Megaman, coisas da versão americana) e seus seguidores continuam a destruir o que sobrou das forças de Sigma, os famosos Marvericks. Indo em busca de uma informação dada pelo Dr Cain, X e os outros Marverick Hunters encontraram os últimos Marvericks em uma fábrica, eles esperam que sejam os últimos da resistência. Mas eles mal suspeitam que uma guerra está para começar e que existem os X-Hunters prontos para acabar com X… O enredo é aparente no decorrer do jogo, é o primeiro da série, pelo menos até onde eu sei, que mostra cenas da história e te faz entendê-la. Sem aquela palhaçada de ter que ler o enredo na guia que vinha com o cartucho no momento da compra. E não é só ai que Megaman X2 inova não, o jogo é muito anti-clichê e ele incluí elementos que sim, seriam copiados pelo resto da série, quer um exemplo? Os chefes que aparecem no meio das fases… Além disso os Marvericks não são tão clichês, claro temos o cara do fogo, o da água, mas não tem o do gelo, ou o elétrico, como é muito comum na série. Sem contar também que algumas lutas contra os Marvericks não se passam naquela popular sala quadrada, limitada, algumas lutas vão mais além e dão uma dinâmica a mais, só que também tornando a batalha um pouco mais fácil. Outra coisa legal é que existe pela primeira vez uma interação mais aguda entre a fase e o jogador, como exemplo, podemos usar a Central Computer que se você for pego vai mudar a dinâmica da fase… O jogo é dinâmico e intenso, causando uma boa sensação no jogador que gosta de jogos intensos. E as fases tem uma interação maior com Megaman, como a Central Computer, aliás esta interação fase – Megaman é um outro elemento adicionado na série neste game! 

Por outro lado a parte técnica de Megaman X2 é um dos cânceres do jogo… Os gráficos embora não tenham nada de muito desagradável, parecem que não mudaram do X para o X2, ou seja, fazem uma sequência e não dão uma pincelada extra nos gráficos (se mudou alguma coisa me falem, pois eu não notei). A sonorização é completamente desagradável, poucas músicas prestam e mesmo assim prestam por pouco tempo, fazendo do jogo uma verdadeira tortura ao seu ouvido. Outro fator que é um pouco duvidoso é que as fases embora tenham uma dificuldade moderada, são MUITO curtas, e isso é desagradável, já que um jogo intenso não deveria ter fases tão curtas assim! E outra coisa que pelo menos ao meu ver é desgastante, é ter de recorrer a terceiros para encontrar os segredos do jogo, claro que é bom rachar a cuca procurando, aliás, procurar não é o problema, é chegar até o lugar. Não gosto de recorrer as minhas fontes, mas no caso de Megaman X2 fui forçado a isso e outras pessoas, mais orgulhosas que eu podem ficar irritados com isso, porém este defeito é ofuscado pelo fator de exigir um pouco de raciocínio do jogador, o que é maravilhoso… Em contra partida, depois que você se acostuma com o jogo, não sei se eu sou bom demais, ou se é facilidade demais, mas eu matei três bosses apenas com o Booster, coisa que eu jamais fiz em outros Megamans, que é um bom ponto comparativo em questão de dificuldade.

Por fim, Megaman X2 é um jogo que tem o maior e o melhor mérito da série: a inovação. E isto conta muitos pontos a seu favor, deixando os defeitos muito aceitáveis (menos o som, depois de escutar as músicas eu desliguei o som). E não, não acho um defeito Sigma aparecer de novo como vilão, afinal de contas é o segundo game da série e esta volta foi prometida em Megaman X. Infelizmente X2 é ofuscado por outros Megamans X (X4, X3 e até mesmo X6), mas é um jogo que merece ter os holofotes voltados para ele SIM. Então se você é fã da série, procure o cartucho velho, ou a ROM e jogue, não vai ter o seu tempo perdido!

Nota: 8,5/10

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GBA / DS – Pokémon Mystery Dungeon: Red Rescue Team & Blue Rescue Team – Detonado parte 2

Teoricamente você finalizou o jogo, caso não está na parte errada do detonado… Logo ao ao recomeçar o jogo você vê a mensagem em que suas aventuras acabaram mas as aventuras de sua equipe de resgate continuarão. Basicamente a história do jogo se enfraquece aqui, mas por outro a dinâmica do jogo muda, você não precisa se prendar ao seu parceiro ou seu personagem logo logo vai poder trocar o líder do seu time e aquela história de parceiro acaba, você tem muitos lugares a explorar e o melhor de tudo finalmente vai poder EVOLUIR OS POKÉMONS. Abaixo o mapa do jogo, cada bola representa uma dungeon, ou seja se fechou o jogo fez apenas 1 terço do que ele te oferece.

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