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Eternal History – Crash Bandicoot N. Sane Trilogy – História Completa

História de Crash Bandcoot N. Sane Trilogy, remake dos clássicos de PS1 Crash, Crash 2 Cortex Stikes Back e Crash 3 Warped.

Crash Bandicoot: 0:03
Crash 2 Cortex Strikes Back: 4:30
Crash 3 Warped 9:07

Mesmo que o destaque seja a plataforma, Crash também possui uma história simples porém interessante que muitos nem percebem. Espero que gostem desse vídeo.

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCr-80LooItrzEe4WlkNzJCw
Blog: https://www.eternalplayers.wordpress.com
Facebook: https://www.facebook.com/BlogEternalPlayers/

Por: Matheus C. Sardinha

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PS1 / PC – Megaman X4 – Análise / Segredos / Cheats / Detonados

Megaman x4 japanese cover

Desde que foi adicionada ao universo de Megaman, a série X sempre prezou pela inovação; a armadura, o dash, uma história mais desenvolvida e sólida. A série X sempre prezou por manter o estilo do antigo,  misturando com a inovação. Quando deixou o Super Nintendo e foi para a nova geração, com Megaman X4 em 1997 o jogo veio recheado de inovações, aproveitando a qualidade superior de Playstation e Sega Saturn. O jogo começa com uma apresentação em vídeo, lembro que no primeiro contato com o jogo fiquei boquiaberto, louco  para ver logo o que me esperava. Game Start e caramba, agora eu podia escolher entre Zero ou Megaman para jogar! Isto foi a grande sacada, quem na série clássica nunca quis jogar com Protoman ou Bass? Essa foi a grade sacada da Capcom nesse jogo, e ao selecionar um dos dois heróis, outro vídeo em estilo anime é jogado na tela, mostrando um pouco da história do jogo! Que embora não seja o ponto alto do jogo ela é sensacional! Desta vez, um exército que também combate os Marvericks, chamados Repliforce e liderados pelo gigante General e pelo orgulhoso Colonel. Depois de um ataque a cidade de Sky Lagoon que acabou destruindo muitas vidas a Repliforce se une aos Marvericks iniciando um golpe de estado para depor os humanos do controle, cabe então aos Marverick Hunters por fim aos ideais radicais da Repliforce!

O enredo realmente não é a coisa mais importante do jogo, ele cria laços entre os personagens (Megaman e Double, Iris e Zero, Colonel e Zero, General e Sigma), uma coisa que era rara de ser vista na série antes, acrescentando camadas e um passado para eles, através das diversas cenas de anime que rolam durante o jogo. Além disso ela é dividida em dois pontos de vista,  já que agora você joga com Zero, ela não é confusa, não rouba a cena e inova, ponto para a Capcom. Ainda falando de Zero, acrescentá-lo quebrou o padrão pedra-papel-tesoura tradicional da série. Os inimigos de Zero até tem fraquezas, mas alguns não as tem e você tem que rachar a cuca para descobrir um modo de vencê-los com o robô vermelho. Aliás, tudo com o robô vermelho é diferente, ele não tem poderes, usa golpes. O modo de lutar é encurtado,  parece que você está jogando outro jogo! No caso a jogabilidade tradicional fica por conta de X que tem as velhas cápsulas de armaduras para pegar e o sistema de usar o poder de um chefe contra outro. A tradição e a inovação estão juntas, entrelaçadas e isto é outro ponto para a Capcom.  Os Marvericks continuam legais, e agora até tem um dialogo antes da luta, os animais representados foram muito bem escolhidos e o design e seus poderes estão ótimos, mesmo que hajam os clichês (um elétrico, um ígneo, um glacial, um aquático, um aéreo e um bestial) e que o Slashing Beast seja muito parecido com o Slashman de Megaman 7 , existem dois com poderes novos e os chefes são muito legais de serem enfrentados e alguns oferecem um certo desafio. Os gráficos obviamente melhoraram e melhoraram muito não que eles fossem ruins antes, mas a floresta está com mais texturas e mais cores aqui do que em Megaman X, posso estar constatando o óbvio, mas Megaman X3 também foi portado para o Playstation e não ganhou muitas melhorias gráficas. Porém o que melhorou mesmo foram os sons, as músicas das fases estão sensacionais, bem melhores do que os das versões anteriores! Da pra você deixar o videogame ligado na fase só pra ficar curtindo a música. 

O jogo não parece ter defeitos, mas o que Zero trouxe de bom, ele também tem de ruim. Ao invés de todos os chefes darem habilidades de luta para eles, alguns dão habilidades que já deviam ser inseridas na jogabilidade do herói. O pulo duplo (Kuuenbu), o dash no ar (Hienkyaku) e a espada roxa (Tenkuuha) são ridículos, deveriam haver capsulas nas fases para te fornecer essas coisas. Mas eles preferiram fazer que essas habilidades normais fossem dadas pelos chefes, o que deixa parecendo que correram nessa parte de habilidades que podia ser melhor exploradas. E falando em explorar, a exploração deixa a desejar nesse jogo, ela não é tão complicada como nos jogos de Super Nintendo onde você tem que queimar a mufa para não só encontrar, como também chegar até alguns pontos e pegar os segredos. E se com X o jogo já não tem muitos segredos, com Zero então,  ele tem menos ainda já que você não precisa pegar capsulas com o robô vermelho. Algumas fases tem um segredo apenas (só o Heart Tank) o que é boçal… E as fases embora tenham duas áreas, e sejam maiores que as de Super Nintendo, são curtas e não oferecem muitos desafios no decorrer delas, por exemplo, em Megaman X2 embora as fases fossem curtas, elas eram intensas o que compensava essa perda de espaço em ação, dava a impressão de que a fase era longa. E pra mim um outro defeito, ao meu ver é continuarem com Sigma, um inimigo tão bom quanto a Repliforce deveria ser melhor aproveitado nesse segmento do jogo, tantos personagens bons. Mas não, a Repliforce aparece nesse jogo e acaba nesse jogo, mantendo o velho e chato Sigma que já deve ter cansado de ser morto! Tudo bem que ele é um bom personagem, mas essa repetição do vilão não faz bem a série X como faz a série clássica, acaba ficando tão cansativo quanto a equipe Rocket era no anime de Pokémon, ou os robôs de borracha eram em Medabots…  Outro fator que não se pode deixar de lado é a péssima dublagem americana, sem emoção e com muitas vozes que não tem nada a ver com o personagem, além é claro da voz de menininha usada em  X.

Concluído, mesmo mantendo as tradições de ser um jogo em plataforma, o jogo abriu caminho com estilo para Megaman X nessa nova geração. Os defeitos apresentados seriam consertados nos próximos jogos, Megaman X4 é considerado por muitos o melhor Megaman da série X por tudo de bom e novo que trouxe! Não discordo, nem concordo, e você já jogou para descobrir a mágica de Megaman X4?

Nota: 9,4 / 10

Seleção

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PS1 – Legend of Legaia – Análise / Detonado parte 1

Legaia coverEra 1998, ano de Copa do Mundo na França, ano em que a Microsoft lançava o Windows 98, a Sega descontinuava o Sega Saturn, ano em que eu tinha apenas 4 anos e não fazia ideia do que era um Playstation, ou o que era um RPG. Mas nesse ano foi lançado um excelente jogo de RPG, pela Contrail, empresa que desenvolveu Wild Arms 3 e distribuiu Allundra 2. O nome do jogo: Legend of Legaia, ou Legaia Densetsu no original. O jogo conta a história de um mundo fantasioso chamado de Legaia, onde os humanos eram mais fracos porém tinham a sabedoria de deus, vendo que os humanos iam padecer assim, Deus criou as Serus... Desde que a história existe os humanos conviviam com os Serus, que longe dos humanos eram meros pedaços de pedra, mas quando os dois se combinavam, os Serus davam poderes inimagináveis aos humanos. Porém essa era teve um fim, uma névoa maligna de repente apareceu e então os Serus que obedeciam os humanos passaram a atacá-los e os humanos que tinham Serus em seus corpos viraram feras perigosas. As pessoas ficaram apavoradas e começaram a habitar locais remotos visando fugir da perigosa névoa. Em um desses lugares remotos conhecemos o protagonista Vahn, ou seja lá como você o tenha nomeado. E junto com Noa e Gala outros habitantes dos lugares remotos unidos pelos poderes das Ra-Serus, partem ao redor do mundo tentando reviver as Genesis Tree e destruir o mal que a névoa causa ao mundo.

Se analisarmos o enredo do jogo superficialmente assim, poderíamos concluir que ela é bem simples, porém o que mais tem profundidade aqui é a história que é praticamente perfeita e te prende ao jogo, você realmente vai querer saber como a névoa surgiu, e qual a relação dela com as Genesis Tree, ou o arco de rivalidade de Songi e Gala, enfim são muitas tramas no jogo, com uma história inicial tão simples. Outra coisa que da profundidade ao game é que Vahn responde o que você quiser que ele responda, aumentando assim a interação entre o jogador e os personagens. Falando em interação os personagens principais dão um show a parte na interação, toda hora eles param para dialogar e debater propiciando momentos hilários por parte de Noa e sua ingenuidade. Ainda no fator interação entramos no sistema de batalha, totalmente inovador e chamativo, onde você usa os membros dos personagens para bater nos inimigos em cima, em baixo, ou com os braços, combinando assim esses movimentos para descobrir as Arts que também podem ser combinadas, formando assim várias formas criativas de se detonar os inimigos. Além disso o fator replay do jogo é sensacional, dada a sua dificuldade em encontrar os itens ocultos do jogo. Os gráficos são perfeitos para a época super detalhados, quando você equipa uma arma ou uma armadura ela aparece equipada no seu personagem, claro eles eram um pouco quadradinhos, mas para a época está bom demais. A sonorização também não fica para trás, com músicas suaves e tranquilas nos mapas e músicas aceleradas e emotivas nas batalhas. Não fazendo você querer botar no mute em nenhum momento o jogo.

Hora de falar dos problemas de Legend of Legaia, que são poucos, mas são muito chatos. Comecemos pelas batalhas aleatórias, putz… O jogo faz questão de te enfiar em uma batalha em um critério chocho de número de passos o que é irritante, já que o seu MP costuma acabar rápido e itens não são tão efetivos curando, a menos que você estoque muito, o que também é difícil já que a grana que você recebe nas batalhas é pouca! Falando em pouco, pouca é a experiência que você recebe tendo que ficar batalhando horas a fio para conseguir chegar em um nível decente e enfrentar um chefe de igual para igual. Tenho um amigo que passou sufocos e sufocos com este game, tamanha a sua dificuldade para os iniciantes em jogos de RPG. É claro a dificuldade não é um problema, mas a XP e a grana, com as batalhas aleatórias são um problema chato que para um jogo inovador, encontrar uma solução para isso era mais do que obrigação dos programadores! Obter magias no jogo é outro exercício de paciência, é algo até inovador, já que as magias são invocações; porém é muito irritante, lutar, lutar e não adquirir a mágia. Além de que três é um número bem escasso de personagens, tudo bem que eles cumprem bem os seus papéis no time e ainda tem alguns poucos coadjuvantes. Só que mais alguns personagens (mais um ou dois) estariam de bom tamanho, até porque existem outros elementos de Ra-Serus que poderiam ser usados!

Por fim, é sempre bom ressaltar que este jogo deve estar na biblioteca de todo jogador de RPG, por ter um sistema de batalha praticamente único e uma história complemente atraente e dinâmica! Legend of Legaia sempre me marcou por ser um jogo que eu nunca conseguia fechar dada a dificuldade, ou seja, é um prato cheio para qualquer jogador que mire detonar jogos de RPGs difíceis. Quando tiverem a oportunidade não a percam e joguem este clássico!

Nota: 9,1 / 10

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PS1 – Final Fantasy Anthology – Análise / Detonados / Segredos / Dicas

FF_Anthology_CoverFinal Fantasy Anthology foi lançado apenas no ocidente, na América do Norte em 1999 e na Europa em 2002, sendo uma compilação dos Final Fantasys de Super Nintendo. A versão europeia nos apresenta Final Fantasy IV e Final Fantasy V, enquanto a americana apresenta Final Fantasy V e Final Fantasy VI. Final Fantasy VI do Anthology foi completamente atualizado tecnicamente. Os sons e os gráficos estão melhorados além de novas cutscenes e cenas em CGI. Além disso um CD com as músicas dos jogos foi incluída na versão americana do jogo. É claro que não da para analisar a compilação como um jogo só, sendo que ele reúne o melhor do que Final Fantasy ofereceu nos anos 90. Alguns críticos não gostaram muito dos ports, mas para nós a diversão é a mesma e é o que prevalece!

Nota: 9,3* / 10

* Média referente as notas dos outros Final Fantasys.

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SNES / GBA / PS1 – Final Fantasy VI (III) – Análise / Detonado / Segredos

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Análise:

Certamente um dos melhores Final Fantasys, FFVI muitas vezes é confundido com FFIII por causa daquela velha história de nem todos os FF serem lançados na nossa metade do mundo, então a ordem americana até o sexto game da série é bem diferente da japonesa. Nada melhor pra começar o artigo do que tirar dúvidas, então não se confunda com o nome, este é o Final Fantasy VI original do SNES, o Final Fantasy III é original do NES.

Lançado no mesmo ano de meu nascimento(1994), e atualmente com 2 principais remakes, sendo para GBA e PS1. FFVI trás muitas coisas bem diferentes, por que não dizer inovadoras para os RPGs. O mundo do jogo é muito similar a Revolução Industrial(com os clássicos exageros), com uma grande mistura de tecnologia e magia, que realmente é muito interessante, outro grande aspecto é o largo número de personagens, por mais que não seja possível todos interagiram sempre uns com os outros, a interação do grupo é bem explorada, e o que pode ser a maior inovação é não ter um protagonista fixo, em geral a Terra tem mais a ver com a história, mas Locke tem muito destaque no jogo, os irmão Edgar e Sabin um pouco menos, mas ainda sim são muito importantes, e inegavelmente Celes vira protagonista na segunda metade do jogo, isso evita muitos clichês, e deixa o jogo mais inesperado.

Algumas alterações foram feitas da original para a americana. Removeram trações de nudez da Esper Siren, alguns itens tiveram que mudar de nome por falta de espaço, exemplo o Phoenix Down virou Fenix Down, alguns nomes como Stragos para Strago, razões religiosos como a magia Holy que virou Pearl ou simplesmente erros de tradução, o soldado do inicio do jogo(isso está explicado no detonado). Nas versão de Playstation boa parte da censura é liberada. Outro fato intrigante é a quantidade de bugs, existem bugs que fazem você pular eventos, modificar a forma dos personagens, até atacar infinitamente, ou mesmo usar a aeronave no momento que quiser, boa parte disso foi corrigido nos ramekes, mas curiosamente um dos extras da versão de GBA pode ser pulado explorando os bugs.

Seria terrível de minha parte não comentar sobre o excelente trabalho no áudio do jogo, nesse quesito FFVI é um dos melhores, vários temas épicos como o de Terra e o de Kefka, muitos deles baseados em operas, o jogo conta com uma grande quantidade de sons, ajudando muito a evitar o entediamento(infelizmente no GBA a qualidade do áudio é inferior). A evolução gráfica comparada aos jogos anteriores é tremenda, mas ainda assim na

da de espetacular, mas claro devemos lembrar de que quanto maior o jogo, pior serão os gráficos, então por essa lógica não crio nenhuma reclamação.

Para finalizar o vilão do jogo merece um espaço, claro que não vou citar o nome, jogue e descubra quem é, mas ele é um dos melhores vilões de todos os jogos, com diversas frases épicas e momentos que vão lhe fazer rir ou sentir ódio, estou me mordendo pra não falar demais, mas espere e verá, mas como nem tudo são rosas, os outros chefes, me decepcionam um pouco, boa parte deles são monstros inseridos sem explicação

Ponto Forte: Tudo voltado as batalhas, por mais que o jogo não tenha tantos chefes, temos muitas opções a explorar, sendo usadas de muitas formas, Blitz de Sabin onde é necessário explorar combos, as Blue Mages de Strago e a Rage de Gau que nos faz querer encontrar e derrotar cada monstro do jogo. Diversos tipos de habilidades como as monótonas SrdTech, o sorteio de Setzer, e as ferramentas de Edgar. Espers que te lhe motivam a vasculhar cada milímetro do game, até obter todas as magias. Infinidades de Armamentos e principalmente Relics que aumentam em muito as opções dos personagens. Existe muito, mas muito mesmo o que se combinar e testar. Final Fantasy VI vai certamente te dar infinitas opções de combate.

Ponto Fraco: O jogo notoriamente se divide em duas principais partes, sobre a primeira tiro meu chapéu, mas a segunda foi meio deixada de lado, pra mim parece uma Side-Quest gigante, não a muito o que se fazer além de explorar o opcional do jogo, de obrigatório temos pouca coisa, e pior ainda, alguns personagens simplesmente somem nessa parte do jogo, eu gostaria que desenvolvesse mais a história do game em sua segunda metade, isso não o prejudica tanto assim por que várias side-quests explorar os personagens, mas ainda assim é uma mancha nesse grande trabalho.

Nota: 9,4

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PS1 / N64 / PC – Megaman Legends (64) – Análise / Detonado

megaman_legendAnálise:

Megaman Legends (Rockman Dash no Japão) foi uma revolução para os fãs de Megaman, ao invés de lançar um “Megaman X48” a Capcom percebeu que os jogos de 2D da série já estavam além da repetição, então eles mudaram tudo e criaram a série “Legend” em 3D. Onde a história, a jogabilidade o áudio e acima de tudo o estilo mudaram drasticamente (se foi pra melhor ou pior você que se decida). Uma observação é que não critiquei os jogos em 2D, critiquei esse ser por um bom um bom tempo o único estilo, mesmo tendo o Battle Network que pessoalmente não gosto muito e o Megaman Soccer que foi feito para ter diversão é não desafios. 

Foram lançadas três versões do jogo a original pra PS1 (1997), outra de N64 (Megaman64 / 2000) e uma para PC (2001). De um jogo para o outro não muda quase nada, a de 64 é mas leve, com pior qualidade, a de PS1 é mais pesada com melhor qualidade, a de PC eu realmente não vi, mas deve ter qualidade superior as outras. As diferenças entre os jogos em si são insignificantes, coisas do tipo mudar a música do fundo.

O áudio é bom, tem qualidade, mas poderia ser um pouco mais animado as vezes, o gráfico te deixa de queixo caído levando em conta os antigos jogos de  Megaman, a jogabilidade é animadora, pois você tem liberdade para explorar o mapa do jogo, mas também pode ser considerada diferente, pois você usa “L1” e “R1” para virar a câmera, não veja isso como um ponto fraco, mas sim como uma deficiência, pois na época do lançamento o Playstation não tinha Dual Shock(aquele analog), então a culpa não e do jogo e sim do console, mesmo assim  não é ruim usar o “R” ou “L” para virar (pra ver até nisso o jogo estava a frente do seu tempo kkk).

Farei agora um “Super resumo” da história, pois ela já tem um lugar de destaque no detonado, O mundo está num futuro incalculável, onde a maior parte do planeta é água, os habitantes vivem em pequenas ilhas construídas em cima de antigas civilizações antigas(mas com tecnologia superior), nesse mundo se tira energia de cristais refratores escondidos nessas civilizações antigas, o grupo de que retira esses cristais do subsolo se chamam  “Diggers”. Adivinha só, nosso herói azul é um deles junto com Roll (que te da suporte técnico) e um velho doutor.

Por mais boba que seja essa critica não posso deixar de falar isso, o jogo está em inglês e não tem legenda, então se você não tiver conhecimento de inglês vai ficar perdido na história, mas pode deixar, se esse for o caso basta acompanhar o meu detonado porque vou dar um enfoque especial para história.

Ponto Forte: Quase tudo, mas para citar apenas uma coisa eu digo a mudança no estilo da série Megaman.

Ponto Fraco: O jogo é muito curto.

Nota: 9,1 / 10,0

*A nota se refere ao PS1 que foi o original

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N64 / PS1 – Fighting Force (64) – Análise / Dicas / Cheat

Análise:

Lançado em 1997 para o PS1 com o nome de Fighting Force(no Japão Metal Fist), e dois anos depois para o Nintendo 64, sendo adicionaram o típico e repetitivo 64 ao final no nome, o jogo é um beat ‘em up  com basicamente o mesmo enredo da maioria, acabar com os planos de um chefão do crime na base da porrada, com boa parte das fases na rua. Gráfico BEM quadrados, acho que além do comum, sobre áudio e jogabilidade nem a muito que se falar, nem fedem nem cheiram.

A coisa que me revoltou no jogo foi a grande chatice que é derrotar 1 oponente em certas fazes, tudo bem que não precisa ser muito fácil, mas é necessário uma paciência fora do comum, em certos casos, eu prefiro jogos estilo Final Fight onde aparecem uns 100 oponentes por fase, no Fighting Force você sofre pra matar 25, vira um porre matar o mesmo cara sempre, pincipalmente pelos poucos tipos de inimigos, e golpes, que em sua grande maioria são um soco reto ou um chute alto, no SNES por exemplo você via vários acrobatas malucos, gigantes que pareciam paredes e uns gordões cuspindo fogo só pra dar exemplos, não digo que era pra copiarem isso, mas apenas variar mais nos oponentes que como já disse são bem parecidos. Outra coisa é a falta de padrão, você enfrenta o primeiro chefe na fase 2.2, sendo que ao todo são apenas 4 chefes, onde 2 deles você vence simplesmente jogando objetos.

Posso falar bem de poucas coisas, como em algumas fases poder escolher o caminho que quer seguir, ou seja a rota pare fechar o jogo muda, por outro lado isso encurtou o jogo, mas convenhamos você deve ficar feliz por ele ser curto. Outro ponto positivo e na versão de 64 onde se pode jogar com 4 jogadores ao mesmo tempo. Fora isso só os nomes dos inimigos que são verdadeiras piadas.

Ponto Forte: O início do jogo é razoavelmente bom, ele começa e irritar depois da metade.

Ponto Fraco: O jogo é chato, faltam inovações.

Nota: 4,3 / 10,0

*Nota se refere a versão 64, pois foi com ela que jogamos.

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PS1 – The Misadventures of Tron Bonne – Análise / Dicas / Detonado / Database

Análise:

Misadventures of Tron Bonne é um jogo lançado pela Capcom, em 1999, ele faz parte da série Megaman Legends, estando entre os Legends 1 e 2, achei esse jogo meramente mediano, com uma história inútil e em alguns momentos forçando a barra para ficar mais engraçado, depois de jogar o game até o fim eu pensei pra que fizeram esse jogo? A história curtíssima, que não acrescenta em quase nada a série, poucas missões e essas poucas são repetitivas, depois de completar uma fase(com exceção a 4ª) não é possível retornar a ela, diminuindo o elemento explorativo do jogo, não a como se mover livremente pela ilha onde os fatos acontecem, e mesmo na nave o movimento e meramente ilusório, pois apenas uma imagem da protagonista do jogo aparece e não a como se mexer nas salas, acho que a Capcom não teve muita vontade de fazer esse jogo.

O jogo conta uma história paralela sobre os inimigos secundários de Megaman Legend 1, a família Bonne, formada por Teisel o líder que não serve de muita coisa, Bom uma espécie de robô bebe gigante, e a protagonista Tron Bonne, que é responsável pela criação de robôs e conserto das coisas(sendo que no jogo você não vê ela fazer isso), Teisel acaba não pagando uma conta e foi capturado pelo inimigo Loath e cabe a Tron pagar a conta, sendo ajudada por 40 Servbots que são iguais a legos, eles são os seus “escravos”, esses Servbots ganharam importância demais no jogo, sendo realmente INDESTRUTIVEIS no jogo coisa que por mais idiota que seja, no fundo no fundo faz sentido por que no Megaman Legends os Bonnes sempre perdiam e nunca morriam, eles devem ter a mesma “doença” da Equipe Rocket.

Vamo fala de coisa boa agora, os gráficos são satisfatórios e a jogabilidade agradável, é legal realizar as fazes e o jogo não tomará muito de seu tempo, é muito simples fechá-lo, e ainda e estimulante tentar obter todos os itens e habilidades, você provavelmente vai gostar dos personagens. Em geral o game e bem feito só foi meio mal pensado, e encurtado, se a Capcom realmente se empenhasse no projeto seria um jogo ótimo, ao invés de um mediano. No final das contas Misadventures é legal de jogar, mas não é rico em alguns dos principais aspectos do jogo.

Ponto Forte: Os problemas são voltados mais a história e criatividade, mas é MUITO legal jogar o game, quem ler análise deve pensar que não gostei do jogo, mas ele é bom só que analisando como um profissional os detalhes complicam.

Ponto Fraco: O jogo falha na história, não a muita diversidade nas poucas fazes, e o jogo é muito paralelo a série, o próprio Megaman não aparece e nem mesmo e citado.

Nota: 7,0 / 10,0

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N64 / PS1 / PC – Tarzan – Análise / Dicas / Detonado

Produtora: Activision e Disney Interactive
Distribuidora: Eurocom
Plataformas: Game Boy Color, Nintendo 64, PC e Playstation
Gênero: Plataforma

Análise:

Tarzan é um jogo baseado no filme homônimo (ambos produzidos pela Disney) e ao menos para Playstation 1 é o melhor jogo que a Disney lançou. Embora isso possa não representar grande coisa, pois a produtora não tem um bom repertório na área de jogos, o game é muito bom e merece destaque em meio aos outros. A ordem dos fatos e os cenários do filme são muito bem representados no game. Alguns acontecimentos que não foram esquecidos, e nem poderiam ser, são por exemplo: A luta contra a leopardo Sabor (com uma fase só para isso), a fuga de Tarzan depois de assustar os elefantes (também tem uma fase dedicada à isso, que é a Stampede) e o “surfe” de Tarzan pelas árvores em várias fases, inclusive em algumas fases bônus. No total são quatro personagens jogáveis: Tarzan criança, Tarzan adulto, Jane Porter e Terk. Treze fases, sendo a maioria delas em 2D e algumas em 3D. As quatro primeiras fases são jogadas com o Tarzan criança, e daí em diante todas são jogadas com o Tarzan já adulto, com exceção de duas: Trashing The Camp (com Terk) e Baboon Chase (com Jane). O variado repertório de movimentos e ações de Tarzan também é algo a se destacar: Você pode saltar de árvores, de cipós, subir em animais, nadar, escalar, quebrar certas partes do chão com socos, e atacar usando a faca (todas as fases) ou a lança (apenas na fase Sabor Attacks). Os personagens, tanto no filme quanto no jogo, são: Tarzan (principal), Jane (filha de Archimedes Porter e faz parte um grupo explorador inglês), Professor Archimedes Porter (pai ‘coruja’ de Jane e biólogo), Tantor (um elefante medroso e melhor amigo de Tarzan e Terk), Terk (uma macaca mandona e ‘reclamona’ que é praticamente uma irmã adotiva para Tarzan), Kala (mãe-de-criação de Tarzan, salvou ele de Sabor, a leopardo que já tinha feito vítima um filhote seu), Kerchak (o líder dos gorilas, que não aceita Tarzan como filho, por ele ser um humano) e Clayton (caçador e guia do Professor Porter e de Jane Porter).
Para compreender melhor a história do jogo, compre ou faça download do filme Tarzan.

Agora, para entender como é o jogo, aí vai um breve resumo: O objetivo é você percorrer cada fase coletando moedas, partes da imagem do macaco que foram espalhadas no filme (no total são quatro) e as letras para formar o nome TARZAN. Finalmente você deve abrir o guarda-chuva de Jane que se encontra no fim da fase. Lembrando que você não é obrigado a coletar esses itens, mas isso faz parte para conseguir 100%. Se você conseguir juntar todas as letras na fase, você consegue como bônus desbloquear um vídeo com um pedaço do filme (videoclipe) e se você conseguir montar a imagem do macaco por completa você terá direito a jogar uma fase bônus para acumular moedas. A cada cem moedas coletadas, você ganha uma vida, e as moedas e vidas são mantidas de uma fase para a outra. Pelas fases você irá encontrar muitos obstáculos como inimigos e bifurcações. Esses inimigos são, na maioria das vezes, animais, como por exemplo macacos, tatus, javalis, águias e etc, e em algumas fases uns homens também serão inimigos. Só de tocar nesses inimigos você toma dano. Para acabar com eles você pode jogar frutas (detalhamento no fim da análise) ou então usar a faca (opção menos favorável). Outros obstáculos são buracos, despenhadeiros, cipós e etc. Por várias vezes nas primeiras fases você irá ver um símbolo com a face de Terk (uma macaca cinza, considerada como irmã por Tarzan), e se você o coletar ela aparece imediatamente te dizendo alguma informação. Irá também encontrar frutas que restauram sua saúde. A banana apenas restaura sua saúde em parte, mas a fruta laranja além de restaurar ainda aumenta a capacidade máxima da sua saúde. Se o medidor de saúde ficar todo vermelho, você perde uma vida e volta do checkpoint anterior, que é representado por uma borboleta, e geralmente o personagem emite algum tipo de som ao passar por uma delas. Mas se você perde uma vida e não tem outras disponíveis, precisará recomeçar a fase desde o inicio. Sobre as frutas coloridas que você encontra pela fase, elas são usadas para atacar os inimigos. Para cada cor diferente, você acumula uma certa quantidade dependendo da fruta encontrada (fruta azul = 1 por vez, fruta vermelha = 5 por vez, frutas amarelas = infinitas, frutas roxas = 5 por vez) e cada uma delas tem um efeito diferente, são eles: Frutas azuis – matam todos os inimigos que estiverem à sua vista; frutas vermelhas: depois de lançadas elas se despedaçam e assim o efeito se multiplica; frutas roxas: são as frutas que podem ir a uma maior distância que as outras; frutas amarelas – não tem um efeito especial, mas por outro lado são infinitas. O único ponto em que o jogo deixou a desejar foi na dinâmica dos ataques. Os ataques são meio ‘bobos’, sendo possível você só jogar frutinhas´, usar a faca de dois modos (opção não sugerida) e a lança em apenas uma fase, mas assim como no filme, os ataques deveriam ser um pouco mais ferozes, um pouco mais ‘animais’. Enfim, esse fator ruim perto dos outros muitos fatores bons, não faz tanta diferença e o jogo não deixa de ser bom só por isso.

Nota: 8,8 /10,0


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PS1 – World’s Scariest Police Chases – Análise / Detonado / Dicas

Produtora: UDS (Unique Development Studios)
Distribuidora: Activision
Plataformas: PlayStation e Sega Dreamcast
Gênero: Ação-Corrida

Análise:

O jogo foi baseado no programa americano World’s Wildest Police Videos (traduzindo, os mais selvagens vídeos de polícia pelo mundo). Talvez por isso não tenha se saído tão bem, por se prender muito ao objetivo de perseguir um carro e depois prender o criminoso (é o que acontece no programa). Você será um novato na polícia, que passa por treinamento e em seguida começa a trabalhar perseguindo bandidos cada vez mais perigosos pela cidade fictícia de Ashland. Confesso que quando ouvi falar do jogo achei que fosse bem melhor do que realmente é por alguns fatores:
1 – Começa por ser muito curto e repetitivo, você só passa por vinte missões e maioria delas se trata basicamente da mesma coisa.
2 – A dirigibilidade dos carros é ruim, se virar um pouco a mais o carro irá derrapar, possivelmente bater e com isso você perderá tempo e de repente até a missão.
3 – Os carros que você irá usar são sensíveis (quebra muito rápido), com exceção de um ou outro.
4 – E o fator mais MONGOL e mentiroso (aconteceu comigo na última missão e no modo ‘Free Patrol’ é diferente): Eu nunca vi um carro levar CINCO tiros de um lança-mísseis e continuar andando (e nem vou ver, é óbvio!). Mas o que quero dizer é que essas bazookas tem poder de detonar, em apenas um tiro, casas e aviões. Para quem não sabe a bazooka é uma arma que foi criada com o próposito de destruir TANQUES DE GUERRA. Então presume-se: um carro que levar um tiro de bazooka, no mínimo vai parar de funcionar na hora e o piloto certamente irá morrer. Mas no jogo, provavelmente, o carro é de diamante.
Além desse monte de fatores contra há detalhes favoráveis, como a introdução das missões serem narradas pelo próprio apresentador do programa (John Bunnell), os ‘áudios’ também são bem feitos (exceto o dos motores de alguns carros, que são iguais ou bem parecidos), o sistema de rádio da polícia e a jogabilidade. Enfim, até que é um jogo legal. Acredito que se fosse mais trabalhado por um tempo iria se sair bem melhor. Não posso me estender muito mais pelo jogo não ter história e simplesmente por não ter muito mais o que falar.

Nota: 6.4 / 10.0

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