Arquivo mensal: junho 2011

SNES – Super Mario All Star – Análise / Dicas / Truques

Como provavelmente você já deve ter visto eu já tinha criado artigos sobre os jogos da série Super Mario All Star , mas não criei um artigo principal para o jogo, coisa que estou fazendo agora. PARA VER SUAS DICAS E TRUQUES CLIQUE AONDE É PEDIDO EM CADA PARTE DOS JOGOS NESTE ARTIGO (por enquanto só temos do Bros 1, Bros 3 e Super Mario World)


Análise:

Talvez a melhor idéia da Nintendo nessa época, juntar remakes de 4 jogos do Mario de NES em um cartucho, e ainda por cima incluir o Super Mario World(existe uma versão com e uma sem ele) no pacote, na minha opinião esse era o melhor cartucho do SNES, levando em conta jogo por jogo eu não acho nenhum desses nem de longe o melhor de SNES, tem gente que acha isso é  uma questão pessoal, mas por ter tanto material de qualidade reunido na mesma fita, acho que valia cada centavo, eu tive poucas fitas, mas sem dúvida essa foi a melhor delas.

Tirando o Bros 2 gostei de todos os jogos, todos tem um estilo diferente por exemplo o Bros 3 tem um mapa para cada mundo e os itens influenciam o campo, o World tem seu mapa-múndi mas os itens só funcionam nas fases e o Bros não tem mapa, Isso é apenas uma coisa que estou citando mas existem várias, mesmo os jogos sendo parecidos.

Explicarei melhor jogo a jogo logo abaixo. Você também vai ver a evolução que os gráficos tiveram dês de o Mario Bros até o World, acho que foi proposital deixar os remakes mais antigos com gráficos piores e ir avançando até chegar ao Bros 3.

Ponto Forte: Cinco jogos em um.

Ponto Fraco: Os cinco jogos são de fase. (Isso é normal de um colection, mas não deixa de ser uma fraqueza).

Nota: 7,6 / 10,0  (média)

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SNES – Megaman X – Análise / Detonado / Dicas

MMXPromo

Análise:

Megaman X é um jogo que até hoje me traz muitas recordações(e espero que para sempre), me lembro de ir no meu amigo e por mais que tenta-se não derrotar Sigma, lendas sobre partes da armadura inventadas em locais diversos, e por aí vai. Alguns anos atrás completei o jogo e agora monto este detonado.

Depois de algum tempo toda série precisa inovar, não importa qual, e no caso de Megaman isso começou parcialmente aqui, houve uma mudança de séries, fugindo da clássica para a X, isso foi bom, a série X é uma das mais conhecidas e tirou um pouco o aspecto infantil que se tinha sobre Megaman, na série X além de deixar Megaman mais forte, dar a capacidade de escalar paredes, o Buster mais poderoso e etc… O cenário menos “colorido” como era nos games anteriores, e oponentes com uma cara mais realista. Entre outras inovações.

Se por um lado temos diversas inovações, por outro temos uma grande prisão ao sistema dos jogos anteriores, o mesmo estilo de 8 chefes sem ordem definida, depois a invasão a fortaleza do inimigo. Por mais que eu goste de poder explorar livremente as 8 fases iniciais, em minha opinião não era necessário se prender ao mesmo estilo, não digo que isso seja algo ruim, mas sim repetitivo, tanto que até o X8 ainda mantém o mesmo modelo de jogo. Por estarmos analisando o Megaman X dá pra se relevar, mas nos jogos mais recentes a repetição fica notória.

Já chega de comparações, agora vamos falar de jogo, como este foi um game que mudou a série era de se esperar alguma ligação entre elas, coisa que não ocorreu, até hoje não temos o destino dos personagens da série clássica, apenas algumas especulações. Para uma pessoa chata muito ligada a história como eu, fica aquele ar de “tá, mais idaí”, as coisas perdem um pouco o sentido, o jogo tem quase 20 anos e ainda não explicaram totalmente a história, apenas alguns fragmentos de raciocínio são dados em alguns desses jogos, dependendo do seu gosto de games, você nem se importa com isso, mas para mim é um grande problema.

A história que temos sobre o jogo é simples, Megaman X(ou apenas X) é o primeiro Reploid, robô que pode agir, sentir e pensar livremente, foi criado por Dr. Light em algum momento próximo a sua morte. Essa habilidade dada é muito perigosa, pois ele pode quebrar a primeira lei da robótica “Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal” então X dorme em uma capsula por vários anos. Basicamente o a introdução do jogo é apenas isso, não sei até aonde o manual do jogo explicava outras coisas, mas parte do citado a seguir virá dele. Anos depois Dr. Cain encontrou a capsula contendo X, e a partir dos projetos originais ele criou replicas, ou Reploids. Pouco tempo depois alguns Reploids começaram a machucar pessoas, sendo estes chamados de Maverick, e assim alguns desses robôs foram selecionado para destruir os Maverick, eles são chamados de Hunters, e um tal de Sigma foi chamado para ser o líder dos Hunters, Por algum tempo tudo ocorreu bem, mas Sigma se tornou um Maverick, pois chegou à conclusão de que os humanos são inúteis e só atrapalham o crescimento dos Reploids, e a maioria dos Hunters acabam concordando com Sigma, que declara guerra a humanidade. Os humanos escondidos e perdendo forças, X decide se juntar a Zero o novo líder dos Hunters. A história vai além disso, se quiser mais procure OVA Megaman X: The Day of Sigma, e as sequencias a complementam, mais ainda faltam muitos buracos a serem preenchidos e espero que eles realmente sejam explicados.

Para finalizar deixo claro a ótima parte técnica do jogo, onde os gráficos, a jogabilidade e o áudio são de ótimos para cima, no geral são poucos os pontos fracos. A última coisa que quase esqueço de comentar é a mudança na nomenclatura e forma dos chefes, ao invés dos humanoides da série clássica, os novos vilões são baseados em animais, e não temos mais a terminação “man”, agora ela não é mais fixa.

Ponto Forte: A inovação era de ser esperada, e foi muito bem feita, dando ao jogo vário aspectos diferentes citados acima.

Ponto Fraco: Usar o mesmo “esqueleto de jogo” da série clássica, não foi lá a melhor ideia, pois na época já existiam 7 jogos com o mesmo modelo, isso poderia ser modificado também. 

Nota: 8,3 / 10,0

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SNES / PS1 – Final Fantasy V – Detonado parte 3

Detonado: Parte 1 Parte 2  Parte 3 

4 – Os mundos juntos
4.1 – Prólogo para a luta
Talvez está parte seja a menor, aqui nós encontraremos as ultimas dungeons do jogo. Parabéns por ter chegado até aqui.

Seu time acordará na frente do castelo de Tycoon. Siga para lá e o chanceler estará te esperando, uma festa começa e Faris é reconhecida a como princesa Sarisa de Tycoon, quem enlouquece é Bartz com a tamanha beleza de Faris

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SNES / Mega Drive – Mortal Kombat 1 – Análise / Comandos / Cheats

E aí galera, tranquilos? Mais uma vez aqui falando sobre um outro jogo de luta bem popular, que pelo menos todos já devem conhecer e jogam diariamente como lembranças de sua infância.

Prós e Contras
Prós: Jogabilidade excelente, proporciona bastante diversão, o primeiro do mercado dos games a ter violência excessiva, A.I. ainda mais impressionante que os de K.O.F. e S.F. (faremos uma compraração nas postagens seguintes), as dificuldades do jogo te inspiram a jogar mais e a Motion Picture que era bema dequada para a época(digo que são gráficos do jogo).

Contras: O baixo número de personagens no jogo, cortes inúteis do jogo que são de pensar “cara, porque tão cortando algo que num é necessário” que depois disponibilizarei um vídeo dos cortes toscos, poucos combos no jogo que asism alguns golpes num podem ser conectados aos comandos.

OBS: Esses cortes foram realizados , devido ao excesso de violência para aquela época que foi criado o jogo. E mesmo assim algumas versões dos jogo não apresentam os cortes. Através de cheats, na versão de Mega Drive os cortes são liberados. Sobre a diferença de versões, a versão de Mega Drive é superior, tem sons melhores, entrada e uma jogabilidade mais fluída que a de SNES, que só tem gráficos mais apurados.

Nota: 9/10

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