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GBA – Pokémon Emerald – Revanches

Essa parte é meio autoexplicativa, são as revanches que pode ter com treinadores, líderes ou rivais. Cada jogo de pokémon tem(ou não) sua própria forma de revanches, no caso de R/S/E é um dos modos mais chatos por que você não tem controle total de quando lutar, você vai ficar dependente de número aleatórios serem gerados o famoso RNG.

Simplificando alguns treinadores(diria que poucos até) após serem derrotados te tão seu número telefônico que fica armazenado automaticamente na PokéNav(você ganha automaticamente antes do primeiro ginásio, não me venha me dizer que não tem). Basicamente quando da na telha do NPC dele querer uma revanche uma pokébola aparecerá ao lado do nome, claro que nem todos na sua lista telefônica são treinadores, leve isto em conta.

Nessa parte do detonada basicamente eu falo do que você póde ganhar de relevante nas revanches que basicamente é:

  • Experiência: Lutas com treinadores dão mais Exp que pokémon selvagens, basicamente é uma forma de se upar ao longo do jogo.
  • Dinheiro: Você só consegue verba de duas formas, batalhando ou vendendo itens, o número de treinadores é limitado, se não pegar as revanches pode ser que acabe o dinheiro e precise se desfazer de algumas coisas.
  • Itens Exclusivos: Alguns itens raros só podem ser adquiridos via ganho/roubo de treinadores em suas respectivas revanches.

Então vamos lá ver o que tem de legal nas revanches.

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GBA – Pokémon Emerald – Guia de Itens

Então vamos lá com o nosso primeiro database de Pokémon Emerald, aqui eu não vou falar praticamente nada de novo, já que só vou falar a localização dos principais itens, boa parte dessas informações estão no detonado, mas como eu sei que você é uma pessoa vagabunda ocupada estou fazendo este compacto de informações, vamos lá.

Antes de começar o database vamos falar de sua Bag: Ela se divide em cinco “bolsos”: Itens, Poké balls, TM/HM, Berries e Key Itens.

  • RS_Items_pocket_MO bolso de Itens carrega os mais genéricos, poções, cura de status, melhoria de status, equipamentos, pedras e etc… infelizmente você só tem 30 espaços para estocar. Sendo que você pode carregar até 99 itens desses 30, o mesmo item não pode ocupar dois espaços.
  • O bolso de Poké Balls pode carregar todas as 11 pokébolas disponíveis no jogo. Sendo que você pode carregar até 99itens desses 11, o mesmo item não pode ocupar dois espaços.
  • O bolso de TMs e HMs pode carregar todas as 7 HMs e as 50 TMs com ordenação automática. Tecnicamente você pode carregar até 99 de cada também, mas a grande maioria tem apenas um no jogo, alguns aparecem mais de uma vez, mas mesmo assim pouco e outros podem ser comprados por um preço bem salgado.
  • RS_Items_pocket_FO bolso de Berries carrega todas as 43 frutas do jogo com ordenação automática. Você pode ter até 99 de cada em apenas um espaço, e pode conseguir mais plantando.
  • O bolso de Key Itens carrega todos os itens chave ao jogo. Você consegue um de cada.

PC_RSESe isso não for o suficiente você tem o seu PC: Não vou entrar no mérito de estoque de pokémon, esta não é a função do artigo, mas ele pode ser usado como um estoque de itens, escolhendo a opção “Itens Storage”. Seu PC pode armazenar até 50 itens diferentes(sendo até 99 de cada), você pode armazenar apenas os itens do bolso de itens. Quando sua bolça está cheia, itens não vão para o PC automaticamente, você precisa fazer todo o processo manualmente.

Mesmo assim com 30 itens na bolça e 50 no PC ainda existem muito mais itens no jogo que ficarão sem slot, como eu gosto de colecionar os itens do jogo eu tenho um truque para guarda todos, você precisa ter pokémons guardados. Escolha “Move Itens” e coloque os itens nos seus pokémons inúteis do storage.

Notas importantes:

  • Não garanto e nem acho que todos os itens estarão aqui, mas se faltar alguma coisa, serão irrelevantes.
  • Itens chaves obrigatórios ao jogo não ficarão aqui, já que você consegue eles apenas por jogar não faz sentido eu explicar isso.
  • Itens chave opcionais podem ou não estar aqui dependendo se ele faz alguma coisa ou não.
  • Se o item for de obtenção infinita vou dar preferência a forma mais fácil.
  • O preço da venda sempre é metade do da compra

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Master System – Alex Kidd in Miracle World – Análise / Dicas / Segredos / Cheats

Análise:

Alex Kidd faz parte dos jogos que eu mais amo da Sega, também foi um dos primeiros jogos que eu joguei na vida. Até hoje eu jogo ele, no meu console e também emulado no PC. Quando ganhei meu primeiro console, a minha meta era zerar todos os jogos (sim eu tinha essa meta), eu não tinha conhecimento nenhum de games, era meu primeiro console e não sabia nem o que fazer. Quando vi no console a opção de jogos com a letra A, estava lá Alex Kidd, não um, mas quatro jogos de sua saga. O primeiro que eu joguei foi este, me dei bem no início, mas foi muito difícil zera-lo. Tinha uns pergaminhos doidos e eu não sabia o que fazer, na fase final tinha que pular nos códigos e não sabia nenhum deles, vinha os fantasminhas e era meu fim.

Alex Kidd in Miracle World, foi o primeiro jogo da saga Alex Kidd, lançado em 1986 para o Master System. Sua primeira versão era um jogo 2D muito parecido com Super Mario Bros, da Nintendo. Acredita-se que Alex Kidd tenha sido criado para competir com o Super Mario Bros… Apesar de ter sido considerado melhor que Mario por muitos críticos, não se tornou tão popular devido à baixa popularidade do console.

Alex Kidd in Miracle World foi lançado primeiro como cartucho. De 1990 em diante, o jogo foi refeito com algumas revisões para a memória do Sega Master System, incluindo algumas das versões Americanas e Europeias do Master System II, e algumas versões Europeias do Master System 1. A nova versão incluída na memória do Master System Americano e Europeu tinha pequenas diferenças da versão do cartucho, como Alex comendo um hambúrguer em vez de um Onigiri (bolo de arroz) entre as fases, e a troca de comandos dos botões 1 e 2.

Sua jornada com pequeno Alex começa com três vidas, e ele não possui barra de life, morreu já era. O jogo é dividido em várias fases, contendo fases secretas dentro de próprias fases. Também, é possível ver um mapa de toda jornada de Alex, porém alguns pontos do mapa estão escondidos como o castelo final.

Todo par de fases apresentam um chefe, e os chefes mais perigosos são os que você precisa derrotar na mão, sim na mão! Num jogo de Pedra, papel ou tesoura! Antes de qualquer batalha você pode ir ao Shopping e comprar itens.

O jogo foi muito bem feito, os gráficos, o áudio e a jogabilidade são excelentes. É muito fácil de controlar o personagem, além de ser muito divertido. E a trilha sonora, muito especial, algumas fases apresentam a mesma sonoridade, mas outras mudam, mesmo assim o jogo fica muito bom de ser jogar.

Pontos Fortes:
– Ótima jogabilidade.
– Trilha Sonora muito bem desenvolvida
– Gráficos bonitos e bem detalhados.
– Cenários variados e bem diferentes uns dos outros.

Pontos Fracos:
–Chefes não mudam nada na roupa; apenas nos poderes.
–Mantendo a jogabilidade dos 8bits, não a barra de vida ou energia, encostou, caio, morreu.
–Não é possível salvar seu desenvolvimento no jogo(no console).

Nota: 8.7/10,0

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GBA – Pokémon Emerald – Análise / Detonado / Dicas / Segredos

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Análise:

Em meados de 2002 era lançada a terceira geração de Pokémon, aumentando de 251 para 386 e inaugurando a geração estavam as versões Ruby e Sapphire, onde muita coisa mudou e não digo apenas o óbvio como áudio e gráficos, isso acontece naturalmente com a mudança do GBC para o GBA. Alguns anos depois as duas versões se “fundiram” e nasceu a versão Emerald que é similar em vários pontos, mas com diversas novidades. Esta geração é a minha favorita por muitos motivos, se compararmos as antigas, rotas foram aumentadas, dungeons mais bem feitas, novos golpes e habilidades e alguns pokémons que mudam completamente o jogo, tente treinar um Shedinja pra ver só, novas HMs e por aí vai… Para melhorar as coisas os pokémons novos seguiam os traços e o estilo os anteriores, não vemos nenhum sorvete ou balão voando por aí. A única coisa perdida, se bem que não podemos dizer necessariamente que foi perdida, foi a mudança do cenário de acordo com a hora do dia, o sistema de dia e noite foi mantido, mas sua utilidade foi drasticamente reduzida, ele não influencia mais nos pokés que aparecerão e nem nos cenários. Pokémons que evoluem dependendo do horário ainda podem fazer isso e uma dungeon vária com o horário, mas apenas esse pouco foi mantido. Outra adição legal na mecânica do jogo foi o sistema de trocas de bicicletas e cada uma tem um efeito diferente na região e para acessar certas áreas a Bike correta é indispensável. Recentemente as versões Ruby e Sapphire ganharam um Ramake para 3DS as versões Alpha Sapphire e Omega Ruby, que aparentemente são muito boas e tem um grande aditivo, o Delta Episode que chamou minha atenção.

A grande sacada desse jogo foi não ser apenas um Yellow para um Blue/Red ou um Crystal para um Gold/Silver, existem muitas mudanças, o que consertou o principal defeito do Ruby/Sapphire que é a falta do que fazer depois de vencer a Elite 4, agora vence-los é apenas mais uma coisa a se fazer. Outra adição importante é a revanche contra os líderes de ginásio e falando neles, um deles foi alterado. Você também enfrenta as 2 equipes da região o Team Magma e o Team Aqua e não apenas uma delas como nos jogas anteriores. Poder Capturar os três lendários principais desta geração em um único jogo também aumenta a vontade de jogá-lo, mas a principal mudança e o que mais faz valer a pena jogar a versão Emerald é o que vem depois do jogo, dungeons novas, novos locais a serem acessados e a Battle Frontier onde você tem que enfrentar os 7 cérebros da fronteira, que de certa forma são como os líderes de ginásio.

Infelizmente a história do jogo ainda é fraca, mesmo se tratando de um RPG, Pokémon mais uma vez deixa a desejar nesse quesito. O mais triste é que a ideia da história é boa, duas equipes com objetivos opostos tentando liberar guardiões lendários igualmente opostos, os ideais de expansão da terra contra expansão do mar, porém isso é muito mal trabalhado durante o jogo. Em suas poucas cutscenes ambas as equipes aparentam apenas lutar por lutar e a explicação de seus ideais é mal feita e a rivalidade entre as duas equipes que poderia ser explorada nesse jogo também não foi. Falando em rivalidade a maior queda desta geração foi nesse sua rivalidade só aumentou em número, ao invés de ter 1 rival agora se tem 2, mas então eu pergunto, e daí?! Do que adianta ter dois rivais se nenhum deles justifica esse nome, Brendan ou May fazem apenas o papel de vizinho legal, muito mais interessados na pesquisa de seu pai do que em batalhas e Wally que poderia ser um personagem bem legal se explorassem a doença que ele possui e mesmo assim decidiu viajar e se tornar um treinador, mas não dão apenas duas lutas pra ele sendo uma delas estúpida, sua participação no game parece ser apenas um enche linguiça. Qualquer rival deste jogo não chega aos pés de Blue ou Silver, estes sim merecem o título!

Qualquer fraqueza do jogo é pisoteada por suas qualidades, mas isso não quer dizer que elas não existam. Eu não acredito em jogo perfeito, mas esse é um daqueles que da pra dizer que não ficou longe disto. Pessoalmente acho que a série decaiu um pouco nas duas gerações seguintes, até melhorar na sexta geração. Recomendo que todos joguem essa obra de arte, pessoalmente acho que foi o melhor jogo da série entre os que eu joguei.

Ponto Forte: a versão Emerald veio agregar o bom que já tinha sido feito em Ruby e Sapphire e ainda trouxe alguns extras apesar de muito parecido as diferenças realmente vão fazer você querer jogar de novo apenas para ter um Groudon e um Kyogre no time ou terminar a Battle Frontier ou acessar novos lugares e batalhas. 

Ponto Fraco: Sem dúvidas a história, além de tudo já destacado no terceiro parágrafo tenho que acrescentar a forma como o protagonista aparece na história, eu realmente não entendo por que você sempre recebe a Pokédex para ajudar um professor numa pesquisa e 15 minutos depois decide fazer um tour pelas cidades ganhando insígnias, esse tipo de coisa não é explicada, você apenas faz por fazer, por que já viu o anime ou já jogou algum jogo antes ou até mesmo alguém te falou que o objetivo do jogo é coletar insígnias, por que o jogo não sabe explicar…

Nota: 9,1/10,0

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GBA – The Legend of Zelda: The Minish Cap – Database: Inventário

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Detonado: Parte 1 Parte 2
Detabase: Heart Pieces Inventário Kinstones Tiger Scrolls

Essenciais em todos os jogos da série Zelda, os equipamentos que Link adquire ao longo do jogo, alguns em dungeons e outros via sidequests, são um dos mecanismos mais divertidos de se completar. Ter variedades na hora de poder acabar com um inimigo, ou com muitos deles, é um toque de mestre dado aos criadores da série. Minish Cap conta com um arsenal de 12 itens, alguns não podem ser usados para batalha, diretamente, mas tem a sua utilidade dentro de dungeons ou no mapa mesmo. Alguns itens já são tradicionais, como a espada, o escudo, os potes, o arco e a bomba. Outros são novos na série e são um presente para nós fãs, já que a utilidade deles é única e se adequam perfeitamente a jogabilidade de Minish Cap. Abaixo um guia de como conseguir completar seu inventário e ter seu jogo em 100%.

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GBA – The Legend of Zelda: The Minish Cap – Database: Kinstones Fusions

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Detonado: Parte 1 Parte 2
Detabase: Heart Pieces Inventário Kinstones Tiger Scrolls

Existem 100 fusões pelo jogo, liberando os mais variados prêmios que variam entre ícones no mapa, baús, criaturas que dão grande quantidade de dinheiro e as que liberam Gorons. Além disso existem as que são obrigatórias.

As Kinstones são divididas em quatro tipos:

Verdes – Mais comuns. Você pode encontra-las em baús, cortando a grama, cavando, dropando de inimigos ou comprando com o Goron em Hyrule Town por 50 Rupees. Geralmente suas fusões levam a prêmios envolvendo Rupees.

Azuis – São incomuns, porém são obtidas da mesma forma que as Kinstones verdes. São notáveis para fundir com os Mysterious Walls e na sidequest dos Gorons. O mercador goron em Hyrule Town as vende por 200 Rupees.

Vermelhas – Raras, são obtidas somente através de baús ou usando o Pycolite branco para dropá-las na grama ou de inimigos, nos produtos da padaria, no hotel, ou comprando do goron por 300 Rupees. Suas fusões levam a Pieces of Heart, abrem caminhos inacessíveis e outras levam a outras Kinstones vermelhas.

Douradas – Raríssimas… Só existem 11 no jogo. São obtidas em eventos e seu uso é exclusivo para eventos que vão ajudar no decorrer da história do jogo.

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GBA – The Legend of Zelda: The Minish Cap – Database: Tiger Scrolls

Blade BrotherOs Tiger Scrolls são as técnicas de espada que você aprende no decorrer do jogo. As técnicas geralmente combinam seus equipamentos com a espada, ou simplesmente só a espada em si. Para adquiri-los você precisa encontrar os mestres na arte da esgrima que habitam Hyrule, e obedecer aos requisitos que eles pedem a você para ensiná-lo. No mais é outra grande sidequest de Minish Cap, não é essencial para a história, mas os truques que você aprende serão essenciais para sua jornada.

Detonado: Parte 1 Parte 2
Detabase: Heart Pieces Inventário Kinstones Tiger Scrolls

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GBA – The Legend of Zelda: The Minish Cap – Database: Heart Pieces

Detonado: Parte 1 Parte 2
Detabase: Heart Pieces Inventário Kinstones Tiger Scrolls

Como de praxe em todo jogo da série The Legend of Zelda, a sidequest dos Heart Pieces está presente neste. Para quem não sabe os Heart Pieces são seu HP, a cada 4 você ganha um Heart Containner. Em Minish Cap esta busca está mais acentuada, são 44 pedaços espalhados por Hyrule, devido a pouca quantidade de dungeons, e por consequência a pouca quantidade de Heart Containners. Creio eu que este seja o maior número de corações para se buscar em toda a série, este guia vai te ajudar e MUITO a encontrar esses 44 pedaços de coração. Lembrando que as dúvidas basta comentar.

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SNES – Disney’s Aladdin – Análise / Detonado / Dicas / Segredos / Cheats

Aladdin_CapaAnálise:

Aladdin é um jogo que eu gosto muito, foi um dos primeiros jogos que eu joguei e até hoje guardo o meu cartucho com muito carinho (embora ele não funcione mais…), hoje jogo ele em emulador e sempre tive interesse em fazer uma matéria geral sobre o jogo, e eis aqui a minha oportunidade.

O jogo foi desenvolvido pela Capcom para o Super Nintendo, é exclusivamente Singleplayer e no estilo plataforma (quem gosta dos jogos do Megaman X vai se acostumar fácil aos comandos). No game conhecemos Aladdin, um jovem rapaz que vive na cidade de Agrabah e que participará de uma grande aventura envolvendo um romance com uma princesa, explorações em cavernas, maluquices com um gênio e grandes perigos…

A vida do personagem é representado por corações, no início só se tem 3, mas o personagem pode adquirir mais durante o gameplay. Cada vez que for atingido Aladdin perde 1 coração, perdendo todos ele morre.
O jogo é dividido em estágios e níveis. Cada estágio possui diversos níveis. No fim de cada estágio temos uma cena da história do jogo. E no fim de alguns níveis temos o bônus.
Para se derrotar os inimigos basta pular na cabeça deles. Aladdin também pode atirar maçãs nos inimigos, o que os deixa tontos e possibilita ao Aladdin derrotá-los mais facilmente. Aladdin também pode correr e até mesmo usar um pano como paraquedas para que caia mais devagar no chão.
O game utiliza o sistema de passwords, a cada fim de estágio é ganho um password para a próxima fase, assim o jogador pode continuar o jogo depois caso não dê para terminar de uma só vez.

O jogo foi muito bem feito, os gráficos, o áudio e a jogabilidade são ótimos. Os gráficos são bem detalhados e até mesmo os sprites de inimigos e cidadãos divertem a gente (experimente pisar na cabeça dos moradores na primeira fase, por exemplo…), as músicas sempre combinam bem com as fases, sem falar que algumas músicas do jogo vieram do filme, então quem assistiu e curtiu a trilha sonora vai gostar mais ainda de escutar na versão do jogo, e a jogabilidade é maravilhosa, o personagem é fácil de controlar e responde bem aos comandos (embora algumas vezes o personagem dê umas deslizadas exageradas).

Pontos Fortes

– ótima jogabilidade.
– Ótima Trilha Sonora.
– Gráficos bonitos e divertidos.

Pontos Fracos

– Dificuldade baixa.
– Jogo curto.

Nota: 8,5

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PS1 / PC – Megaman X4 – Análise / Segredos / Cheats / Detonados

Megaman x4 japanese cover

Desde que foi adicionada ao universo de Megaman, a série X sempre prezou pela inovação; a armadura, o dash, uma história mais desenvolvida e sólida. A série X sempre prezou por manter o estilo do antigo,  misturando com a inovação. Quando deixou o Super Nintendo e foi para a nova geração, com Megaman X4 em 1997 o jogo veio recheado de inovações, aproveitando a qualidade superior de Playstation e Sega Saturn. O jogo começa com uma apresentação em vídeo, lembro que no primeiro contato com o jogo fiquei boquiaberto, louco  para ver logo o que me esperava. Game Start e caramba, agora eu podia escolher entre Zero ou Megaman para jogar! Isto foi a grande sacada, quem na série clássica nunca quis jogar com Protoman ou Bass? Essa foi a grade sacada da Capcom nesse jogo, e ao selecionar um dos dois heróis, outro vídeo em estilo anime é jogado na tela, mostrando um pouco da história do jogo! Que embora não seja o ponto alto do jogo ela é sensacional! Desta vez, um exército que também combate os Marvericks, chamados Repliforce e liderados pelo gigante General e pelo orgulhoso Colonel. Depois de um ataque a cidade de Sky Lagoon que acabou destruindo muitas vidas a Repliforce se une aos Marvericks iniciando um golpe de estado para depor os humanos do controle, cabe então aos Marverick Hunters por fim aos ideais radicais da Repliforce!

O enredo realmente não é a coisa mais importante do jogo, ele cria laços entre os personagens (Megaman e Double, Iris e Zero, Colonel e Zero, General e Sigma), uma coisa que era rara de ser vista na série antes, acrescentando camadas e um passado para eles, através das diversas cenas de anime que rolam durante o jogo. Além disso ela é dividida em dois pontos de vista,  já que agora você joga com Zero, ela não é confusa, não rouba a cena e inova, ponto para a Capcom. Ainda falando de Zero, acrescentá-lo quebrou o padrão pedra-papel-tesoura tradicional da série. Os inimigos de Zero até tem fraquezas, mas alguns não as tem e você tem que rachar a cuca para descobrir um modo de vencê-los com o robô vermelho. Aliás, tudo com o robô vermelho é diferente, ele não tem poderes, usa golpes. O modo de lutar é encurtado,  parece que você está jogando outro jogo! No caso a jogabilidade tradicional fica por conta de X que tem as velhas cápsulas de armaduras para pegar e o sistema de usar o poder de um chefe contra outro. A tradição e a inovação estão juntas, entrelaçadas e isto é outro ponto para a Capcom.  Os Marvericks continuam legais, e agora até tem um dialogo antes da luta, os animais representados foram muito bem escolhidos e o design e seus poderes estão ótimos, mesmo que hajam os clichês (um elétrico, um ígneo, um glacial, um aquático, um aéreo e um bestial) e que o Slashing Beast seja muito parecido com o Slashman de Megaman 7 , existem dois com poderes novos e os chefes são muito legais de serem enfrentados e alguns oferecem um certo desafio. Os gráficos obviamente melhoraram e melhoraram muito não que eles fossem ruins antes, mas a floresta está com mais texturas e mais cores aqui do que em Megaman X, posso estar constatando o óbvio, mas Megaman X3 também foi portado para o Playstation e não ganhou muitas melhorias gráficas. Porém o que melhorou mesmo foram os sons, as músicas das fases estão sensacionais, bem melhores do que os das versões anteriores! Da pra você deixar o videogame ligado na fase só pra ficar curtindo a música. 

O jogo não parece ter defeitos, mas o que Zero trouxe de bom, ele também tem de ruim. Ao invés de todos os chefes darem habilidades de luta para eles, alguns dão habilidades que já deviam ser inseridas na jogabilidade do herói. O pulo duplo (Kuuenbu), o dash no ar (Hienkyaku) e a espada roxa (Tenkuuha) são ridículos, deveriam haver capsulas nas fases para te fornecer essas coisas. Mas eles preferiram fazer que essas habilidades normais fossem dadas pelos chefes, o que deixa parecendo que correram nessa parte de habilidades que podia ser melhor exploradas. E falando em explorar, a exploração deixa a desejar nesse jogo, ela não é tão complicada como nos jogos de Super Nintendo onde você tem que queimar a mufa para não só encontrar, como também chegar até alguns pontos e pegar os segredos. E se com X o jogo já não tem muitos segredos, com Zero então,  ele tem menos ainda já que você não precisa pegar capsulas com o robô vermelho. Algumas fases tem um segredo apenas (só o Heart Tank) o que é boçal… E as fases embora tenham duas áreas, e sejam maiores que as de Super Nintendo, são curtas e não oferecem muitos desafios no decorrer delas, por exemplo, em Megaman X2 embora as fases fossem curtas, elas eram intensas o que compensava essa perda de espaço em ação, dava a impressão de que a fase era longa. E pra mim um outro defeito, ao meu ver é continuarem com Sigma, um inimigo tão bom quanto a Repliforce deveria ser melhor aproveitado nesse segmento do jogo, tantos personagens bons. Mas não, a Repliforce aparece nesse jogo e acaba nesse jogo, mantendo o velho e chato Sigma que já deve ter cansado de ser morto! Tudo bem que ele é um bom personagem, mas essa repetição do vilão não faz bem a série X como faz a série clássica, acaba ficando tão cansativo quanto a equipe Rocket era no anime de Pokémon, ou os robôs de borracha eram em Medabots…  Outro fator que não se pode deixar de lado é a péssima dublagem americana, sem emoção e com muitas vozes que não tem nada a ver com o personagem, além é claro da voz de menininha usada em  X.

Concluído, mesmo mantendo as tradições de ser um jogo em plataforma, o jogo abriu caminho com estilo para Megaman X nessa nova geração. Os defeitos apresentados seriam consertados nos próximos jogos, Megaman X4 é considerado por muitos o melhor Megaman da série X por tudo de bom e novo que trouxe! Não discordo, nem concordo, e você já jogou para descobrir a mágica de Megaman X4?

Nota: 9,4 / 10

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