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Eternal History – Final Fantasy II – História Completa

Final Fantasy II da sequencia ao grande trabalho feito na obra original, aqui vemos alguns dos elementos do jogo anterior melhorados, principalmente em termos de desenvolvimento de uma história. O sistema de batalhas mudou muito, recebendo algumas criticas onde você upa ao realizar a mesma ação várias vezes;

Em geral FFII também serviu como base para muito do que conhecemos hoje como princípios básicos de um RPG, infelizmente não foi lançado originalmente na nossa metade do mundo, e então não ficou tão conhecido, mas ainda temos os remakes para aproveitar.

No vídeo usamos boa parte das imagens são vindas do Remake, Final Fantasy I & II: Dawn of Souls do GBA, algumas poucas cenas da versão original de NES e da versão de IOS e um pequeno pedaço do vídeo em CG.do remake de PS1.

Se precisa de um Detonado, olhe aqui!: https://eternalplayers.wordpress.com/2014/07/13/gba-final-fantasy-ii-analise-detonado-dicas-segredos/

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCr-80LooItrzEe4WlkNzJCw
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Por: Matheus C. Sardinha

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Eternal History – Final Fantasy I – História Completa

Final Fantasy I é o primeiro da sensacional serie Final Fantasy, muito dos conceitos dos RPG’s atuas vieram desta obra prima, além de servir como o primeiro passo para a evolução de muitos conceitos atuais.

Por mais que a história seja simples devido as limitação da época, ele é incrível, ainda mais levando em conta o quão antigo é o jogo.

No vídeo usamos boa parte das imagens vindas do Remake, Final Fantasy I & II: Dawn of Souls do GBA, algumas poucas cenas da versão original de NES e um pequeno pedaço do vídeo em CG do remake de PS1. O jogo também está disponível para Android, basta darem uma procurada!

Se precisa de um Detonado, olhe aqui!: https://eternalplayers.wordpress.com/2013/01/07/gba-final-fantasy-i-analise-detonado/

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Por: Matheus C. Sardinha

GBA – Final Fantasy I & II: Dawn of Souls – Análise / Detonado

Dawn of Souls

Final Fantasy I & II: Dawn of Souls é o segundo remake de Final Fantasy I e II (o primeiro foi Final Fantasy Origins para PS1). Aqui encontramos duas relíquias na história dos RPGs de console, certamente dois jogos que qualquer jogador de RPGs deve conhecer. O jogo que salvou a Square da falência está adequado a geração portátil, foi facilitado, desagradando alguns que admiravam-no pela dificuldade; além disso o jogo conta com alguns desafios extras que trazem inimigos conhecidos dos Final Fantasys que vieram em sequência. Já sua “sequência” também volta com as faces dos personagens mais bem trabalhadas, lugares remodelados, uma estrutura bem melhorada, mantendo o charme de seu enredo bem construído e seu sistema de leveling inovador; trazendo também a dungeon extra “Soul of Rebirth” que trás de volta personagens que morreram ao longo do jogo.  A ideia de trazer estes games para GBA é perfeita, já que o console portátil da Nintendo é um dos mais populares do mundo e trazer estes clássicos para um console mais atual e popular é uma grande sacada para quem quer gosta da série e quer conhecer seus primeiros títulos sem sofrer com as versões de NES.  O jogo além de vir com os primeiros Final Fantasy, conta também com uma seção de Bestiary, onde você pode “colecionar” os monstros que enfrentou, e ver as fraquezas e drops de cada um, tendo assim um database dentro do próprio jogo! Além disso falando da seção de bestiary, existem alguns easter eggs, como o Lesser Tiger que é a cara do Sabercat de Dragon Quest. Com gráficos charmosos, sons mixados, e desafios novos Dawn of Souls. Mesmo que só passe por cima dos defeitos técnicos dos jogos de NES, tentando manter a lealdade a essas versões, Dawn of Souls se torna port ideal para o GBA, se você não conhece a série e quer jogar os seus primórdios comece com Final Fantasy I & II: Dawn of Souls.

Nota: 8,1/10

*A nota é uma média dos dois Final Fantasy que vem no cartucho.

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GBA – Final Fantasy II – Análise / Detonado / Dicas / Segredos

FFII_PSP_Logo

Análise:

Em 17 de Dezembro de 1988,  um marco para os RPGs. Nasceu Final Fantasy II que assim como o seu antecessor merece todo respeito, muito do que temos como base hoje talvez fosse diferente se não fosse por estes 2 jogos. Como este artigo é sobre o segundo jogo, não vou dedicar quase nada ao primeiro, clique aqui para ver ele. Final Fantasy II foi o primeiro RPG de console a contar uma história complexa. Sobre a criação, com o sucesso de FFI a Square correu para fazer um novo jogo e como não havia modo algum de se criar uma sequencia foi dada a liberdade de se montar um jogo do zero, recebendo apenas o nome como legado, assim eles juntaram tudo que deu certo do I e acrescentaram o necessário, infelizmente este game não foi lançado no ocidente. Futuramente o jogo foi relançado para diversas versões, de importantes temos o Final Fantasy Origins e em 2004 o artigo em questão, Final Fantasy Dawn os Souls, em seguida a versão de PSP e atualmente para celulares. Fora isso também possui uma novelização que explica melhor parte da história de alguns personagens e se alguém que esta lendo tiver acesso eu ficaria muito grato se me desse o link, independente do idioma que estiver.

Difícil seria não fazer nenhuma comparação ao jogo anterior, e já que é preciso fazer que seja apenas nesse parágrafo. Pessoalmente eu não gosto de Final Fantasy I, sem mimimi por favor é só uma opinião eu já estou careca de saber da história dele, que foi um grande sucesso, que salvou a pele da Square e que sem FFI não existiria FFII, mas eu tenho todo direito de não gostar do FFI, onde a história era praticamente um “conto de fadas” com heróis sem personalidade que parecem que andam juntos por obrigação, agora temos um game com em enredo elaborado com inicio, meio e fim bem definidos onde da uma enorme curiosidade de saber o que acontece, personagens “mais reais” que tem suas qualidades, seus problemas e principalmente sua história. Além de um vilão que é muito mais do que apenas mal, tem seus motivos e estratégias e até mesmo sonhos, mas sem faltar em maldade.  Dois elementos que são rotina de FF estrearam aqui, Chocobos e o Cid como personagem(no FFI Cid é só citado), outros não tão importantes também como os Dragoons e Dark Knights.

Não da pra não falar do sistema de batalhas que trás uma ideia genial, note que eu disse IDEIA. Você upa de acordo com o que faz, se atacar melhora a força, se defender a resistência, se usar magia…. ah! Você entendeu, só tem um único e simples problema… Esse sistema de batalha só da certo se o jogador estiver com os chars exatamente no nível que os programadores imaginaram para dungeon. Aconteceu comigo e também com um amigo de acabar upando demais logo no inicio do jogo que ficamos tão fortes que o game não trouxe desafio nenhum e eu não fiquei horas upando atoa eu joguei normalmente, mas por uma série de acasos fiquei forte a ponte de matar quase todos os chefes em 1 turno. Podemos imaginar o contrário de não upar o suficiente e apanhar logo de cara. Não joguei a versão de NES, mas sei que ele é mais difícil, porém estou analisando a de GBA e foi isso que eu constatei. Eu não achei isso bem um defeito ou erro, apenas como um problema.  Principalmente pelo fato de que em menor escala todo jogo sofre com isso de estar mais ou menos upado do que deveria, o problema aqui é acentuar em demasia esse efeito. Seria injustiça falar mal sem dar uma solução, sendo assim o game poderia seguir um esquema de Efforts parecido com Pokémon, onde cada personagem tem um padrão de level up, mas de acordo com o que ele fizer em batalha vai ter um up extra para cada status, apenas uma ideia.

Muito do jogo foi “reaproveitado” em FFIV, como a presença de um Dragoon e um Dark Knight no time, o fato do time ser oprimido por um reino/império, vários personagem temporários e até alguns que dão sua vida pelo grupo, Leviathan e etc…

A equipe que fez o Remake está de muito bom trabalho, mas pessoalmente acho que poderiam ter adicionado mais diálogo, adicionaram bastante com relação ao NES, mas ainda assim as cenas ficaram meio corridas. Também poderiam ter adicionados eventos de grupo, normalmente eles falam entre si apenas na hora da ação, algumas cenas do time sentado numa fogueira, ou em algumas noites no hotel deixariam os personagem “mais humanos”, eu posso até estar exagerado, mas é só uma observação pessoal. O trabalho fio incrível, adicionando o Soul Rebirth, um modo novo de jogo que não vou entrar em detalhes para não estragar a surpresa. Apesar de muitas das melhorias terem vindo do Final Fantasy Origins(remodelação dos personagens, imagens dos inimigos, mapas e etc..), não digo que isso é ruim apenas que não foi inovador, e também é lógico que FFII faz parte de uma compilação, então não da pra exagerar em aditivos para não ficar sem memória na criação.

Ponto Forte: A história muito bem montada, que parece uma mistura de Final Fantasy iV com Star Wars kkkkkk. Personagens interessantes, ação, perdas, ganhos, traições e até cenas engraçadas, lembrando que esse foi o primeiro RPG de console a conter um enredo e mesmo assim é bem melhor que alguns de hoje em dia.

Ponto Fraco: O jogo realmente não poupa esforços para te dar spoiler… O que é inacreditável, mas é real. Não digo que todos os segredos são adiantados, porém muitos deles são, como por exemplo o quarto personagem que poderia ser uma grande dúvida já é adiantado logo de cara, conseguintemente isto te adianta quem não vai continuar no time, já que o jogo já mostra qual vai ser o time. O pior mesmo é a identidade do Dark Knight que por diversas vezes é esfregada na sua cara!!! Existem até outros exemplos, mas não tão explícitos. Com um jogo com a história tão boa pessoalmente, mesmo esses detalhes não sendo tão importantes eu vejo como a maior fraqueza, pelo fato da história ser o principal diferencial do jogo.

Nota:  8,8 / 10,0

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PS1 – Final Fantasy Anthology – Análise / Detonados / Segredos / Dicas

FF_Anthology_CoverFinal Fantasy Anthology foi lançado apenas no ocidente, na América do Norte em 1999 e na Europa em 2002, sendo uma compilação dos Final Fantasys de Super Nintendo. A versão europeia nos apresenta Final Fantasy IV e Final Fantasy V, enquanto a americana apresenta Final Fantasy V e Final Fantasy VI. Final Fantasy VI do Anthology foi completamente atualizado tecnicamente. Os sons e os gráficos estão melhorados além de novas cutscenes e cenas em CGI. Além disso um CD com as músicas dos jogos foi incluída na versão americana do jogo. É claro que não da para analisar a compilação como um jogo só, sendo que ele reúne o melhor do que Final Fantasy ofereceu nos anos 90. Alguns críticos não gostaram muito dos ports, mas para nós a diversão é a mesma e é o que prevalece!

Nota: 9,3* / 10

* Média referente as notas dos outros Final Fantasys.

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SNES / GBA / PS1 – Final Fantasy VI (III) – Análise / Detonado / Segredos

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Análise:

Certamente um dos melhores Final Fantasys, FFVI muitas vezes é confundido com FFIII por causa daquela velha história de nem todos os FF serem lançados na nossa metade do mundo, então a ordem americana até o sexto game da série é bem diferente da japonesa. Nada melhor pra começar o artigo do que tirar dúvidas, então não se confunda com o nome, este é o Final Fantasy VI original do SNES, o Final Fantasy III é original do NES.

Lançado no mesmo ano de meu nascimento(1994), e atualmente com 2 principais remakes, sendo para GBA e PS1. FFVI trás muitas coisas bem diferentes, por que não dizer inovadoras para os RPGs. O mundo do jogo é muito similar a Revolução Industrial(com os clássicos exageros), com uma grande mistura de tecnologia e magia, que realmente é muito interessante, outro grande aspecto é o largo número de personagens, por mais que não seja possível todos interagiram sempre uns com os outros, a interação do grupo é bem explorada, e o que pode ser a maior inovação é não ter um protagonista fixo, em geral a Terra tem mais a ver com a história, mas Locke tem muito destaque no jogo, os irmão Edgar e Sabin um pouco menos, mas ainda sim são muito importantes, e inegavelmente Celes vira protagonista na segunda metade do jogo, isso evita muitos clichês, e deixa o jogo mais inesperado.

Algumas alterações foram feitas da original para a americana. Removeram trações de nudez da Esper Siren, alguns itens tiveram que mudar de nome por falta de espaço, exemplo o Phoenix Down virou Fenix Down, alguns nomes como Stragos para Strago, razões religiosos como a magia Holy que virou Pearl ou simplesmente erros de tradução, o soldado do inicio do jogo(isso está explicado no detonado). Nas versão de Playstation boa parte da censura é liberada. Outro fato intrigante é a quantidade de bugs, existem bugs que fazem você pular eventos, modificar a forma dos personagens, até atacar infinitamente, ou mesmo usar a aeronave no momento que quiser, boa parte disso foi corrigido nos ramekes, mas curiosamente um dos extras da versão de GBA pode ser pulado explorando os bugs.

Seria terrível de minha parte não comentar sobre o excelente trabalho no áudio do jogo, nesse quesito FFVI é um dos melhores, vários temas épicos como o de Terra e o de Kefka, muitos deles baseados em operas, o jogo conta com uma grande quantidade de sons, ajudando muito a evitar o entediamento(infelizmente no GBA a qualidade do áudio é inferior). A evolução gráfica comparada aos jogos anteriores é tremenda, mas ainda assim na

da de espetacular, mas claro devemos lembrar de que quanto maior o jogo, pior serão os gráficos, então por essa lógica não crio nenhuma reclamação.

Para finalizar o vilão do jogo merece um espaço, claro que não vou citar o nome, jogue e descubra quem é, mas ele é um dos melhores vilões de todos os jogos, com diversas frases épicas e momentos que vão lhe fazer rir ou sentir ódio, estou me mordendo pra não falar demais, mas espere e verá, mas como nem tudo são rosas, os outros chefes, me decepcionam um pouco, boa parte deles são monstros inseridos sem explicação

Ponto Forte: Tudo voltado as batalhas, por mais que o jogo não tenha tantos chefes, temos muitas opções a explorar, sendo usadas de muitas formas, Blitz de Sabin onde é necessário explorar combos, as Blue Mages de Strago e a Rage de Gau que nos faz querer encontrar e derrotar cada monstro do jogo. Diversos tipos de habilidades como as monótonas SrdTech, o sorteio de Setzer, e as ferramentas de Edgar. Espers que te lhe motivam a vasculhar cada milímetro do game, até obter todas as magias. Infinidades de Armamentos e principalmente Relics que aumentam em muito as opções dos personagens. Existe muito, mas muito mesmo o que se combinar e testar. Final Fantasy VI vai certamente te dar infinitas opções de combate.

Ponto Fraco: O jogo notoriamente se divide em duas principais partes, sobre a primeira tiro meu chapéu, mas a segunda foi meio deixada de lado, pra mim parece uma Side-Quest gigante, não a muito o que se fazer além de explorar o opcional do jogo, de obrigatório temos pouca coisa, e pior ainda, alguns personagens simplesmente somem nessa parte do jogo, eu gostaria que desenvolvesse mais a história do game em sua segunda metade, isso não o prejudica tanto assim por que várias side-quests explorar os personagens, mas ainda assim é uma mancha nesse grande trabalho.

Nota: 9,4

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GBA – Final Fantasy I – Análise / Detonado

Final Fantasy 1 + 2 - Dawn of Souls intro

Eu sinceramente não sou muito fã de Final Fantasy I, considero este como sendo o pior da franquia Final Fantasy. Porém é válido ressaltar que este jogo na época que foi lançado foi um marco para a Square. O enredo de fundo que acompanha o jogo é digna de uma cena de batalha em um RPG. Você no seu minimo de vida, com poucas poções ou MP, enfrentando um Super Boss. Você já bateu tanto no Super Boss, e perdeu uma parte da sua Party. Eis que no ultimo golpe, você aplica um crítico que mata o Super Boss! É assim que podemos introduzir a história da criação de Final Fantasy, a fantasia final.

A Square estava fálida, e precisava criar um jogo inovador, para que não fosse as torras. Coube a Hironobu Sakaguchi (que mais tarde estaria envolvido em jogos mitícos, como Kingdom Hearts, Chrono Trigger, Xenogears, além da franquia de Final Fantasy), a missão de criar o jogo que salvaria a Square e seria o golpe de misericórdia. Com uma trilha sonora impecável (para a época) de Nobuo Uematsu (que compôs as trilhas de todos os outros jogos da franquia). O jogo deu certo e conquistou os fãs não só no Japão, mas também nos EUA, foi a ignição e o começo de uma franquia de sucesso. Que já está no décimo quarto jogo

Só essa história de fundo, faz com que o jogo se torne uma lenda. Sim. Mas o jogo não é uma obra prima, pelo menos, não para mim. O jogo é bom, mas comparado aos seus sucessores fica muito atrás. Mas tem um porém, eu não estou analisando a versão de NES, vim para falar do Remake para GBA, Final Fantasy Dawn of Souls, que acompanha FFI e FFII em uma só fita. Confesso que o remake conserta TODAS AS FALHAS TÉCNICAS de FFI. Ou seja, nada agora de só salvar em INNs (o que não é bem uma falha e não é um defeito), aprimorou os gráficos, fez mixs das músicas originais, corrigiu o random number de monstros, corrigiu a falha que dava quando você atacava um monstro que já havia morrido (no original se atacasse um monstro que já havia morrido, você não atacava outro, você simplesmente errava o golpe), além de corrigir também a falta de MP que o jogo tinha na época (não havia MP, você tinha uma quantidade limite para usar magias).

Porém, não adicionaram mais conteúdo a história, que é tão simples quanto um conto de fadas: Você controla quatro guerreiros da luz e após de salvarem a princesa Sara das mãos de Garland, partem para recuperar quatro cristais (quatro orbes no original), para poder impedir que o mundo seja destruído, ela só tem um mistério que é “o que depois de derrotar os demônios?”… Também não deram uma certa linearidade ao jogo, você tem que ficar adivinhando o que se deve fazer A TODO O MOMENTO, não há um NPC que te as indicações, é um pouco complicado encontrar os lugares (parece que é defeito de primeiro jogo). O especial e revolucionário nesse jogo mesmo é a escolha de classes, você pode escolher entre 6 classes para seus 4 personagens e vai mantê-las ao longo do jogo todo, porém seus personagens não tem um passado, não tem uma personalidade, eles sequer FALAM, tornando o jogo mais chato ainda. Adicionaram também um modo extra para quando você enfrentar os chefes assim que fecha o jogo, o que é um outro bônus dessa versão. Essa jogabilidade adicionada ao acréscimo de itens e com a redução da dificuldade tornaram o jogo mais fácil do que o original, para poder atrair os olhares dos jogadores mais novos. A verdadeira dificuldade está nas quatro dungeons extras com chefes de FFIII, FFIV, FFV e FFVI. O que atraí mais um pouco a galera das antigas e os fãs dos outros FF. Isso para não dizer as batalhas aleatórias que se tornam chateantes ao longo do jogo, me fazendo ter vontade de explodir o meu notebook de tão insanas que é a quantidade batalhas.

Para a época um marco, hoje ultrapassado, Final Fantasy I é obrigatório para fãs da série Final Fantasy e para gamers hardcore (falo das dungeons extras porque o jogo é uma baba de fácil), porém para gamers mais atuais, ou até mesmo para os gamers que curtem games com uma história mais sólida é uma opção razoável.

Nota: 7,4/10

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Quando americanos ferram um jogo

Não é preciso pensar muito para saber que os asiáticos são os mestres na criação de games, principalmente o Japão, mesmo com diversos bons jogos americanos, na maioria dos casos os E.U.A. apenas pegam jogos prontos e traduzem, mas como o ser humano cada vez mais parece ser incapaz de apenas seguir um modelo pronto, os americanos colocam suas idéias nos projetos, as vezes criando situações estranhas ou até mesmo verdadeiras pérolas. Meu objetivo e mostrar 5 exemplos de como que as pessoas podem complicar o simples, e uma simples tradução acaba virando um verdadeira piada. Para ser um pouco justo vou deixar 2 alterações que eu compreendo. Depois disso é descer o pau na América(perdão pela vulgaridade da última frase).

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Por que protagonistas usam espada?

Não precisa ser um gênio para se ligar no que eu estou falando. Na maioria dos RPGs cult os protagonistas usam espadas. Essas armas orientais são um dos símbolos da cultura pop. E eu em meu caminho para minha humilde residência (não é um trocadilho com aquela música chata), vim me perguntando “por que será?”. Então como uma luva que cai sobre a mão do pintor, estava passando na tv um programa sobre armas… Mas vou deixar para contar no final e vou usar outras opções de armas para os produtores e criadores, também vou dar uma esquecida nas armas negras (armas que usam pólvora) embora elas apareçam bastante nos RPGs atuais.

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SNES / PS1 – Final Fantasy IV – Análise / Detonado parte 1

Capa SNES

Análise:

Um dos meus games preferidos, existe um versão desse jogo para Nintendo DS(e outra de G.B.A.) a história é a mesma(logicamente com algumas diferenças) e eu recomendo, mas esse detonado é da versão de SNES por favor não confunda os jogos.

Esse jogo foi lançado no Japão como FF4, só que na versão americana esse jogo se chama FF2 isso ocorre por causa de que alguns Final Fantasies não foram lançados mundialmente, para evitar algum tipo de duvida eu vou logo dizendo que a forma certa de se referir a esse jogo é como FF4 por ser o nome original. Além disso os americanos “picotaram” o jogo e o editaram, então se quiser você pode procurar a versão japonesa do jogo para jogar(acho que tem traduzida).

Com relação a esse jogo eu simplesmente posso dizer que é incrível um game de Super Nintendo ser tão bom, sua história é bem elaborada, você deve demorar relativamente bastante tempo para terminá-lo, ele dispõe de varias side-quests, e várias outras coisas boas.

Não quero comentar sobre os gráficos, pois o jogo já é bastante velho. Resumindo um pouco a história do jogo. Cecil o capitão das aeronaves do reino de Biron se volta contra o Rei por causa das suas ordens malignas, após algum tempo você descobre que um tal de Golbez está mandando no Rei… Para saber mais jogue o jogo. Só para terminar, o jogo possui coisas surpreendentes que eu não direi agora para não tirar sua graça, e acredite em mim vale a pena jogar.

Ponto Forte: Praticamente tudo.

Ponto Fraco: O jogo possui muitos personagens jogáveis. Então acaba que você fica meia hora com um deles e ele acaba saindo da equipe.

Nota: 9.3 / 10,0

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