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Master System – Alex Kidd in Miracle World – Análise / Dicas / Segredos / Cheats

Análise:

Alex Kidd faz parte dos jogos que eu mais amo da Sega, também foi um dos primeiros jogos que eu joguei na vida. Até hoje eu jogo ele, no meu console e também emulado no PC. Quando ganhei meu primeiro console, a minha meta era zerar todos os jogos (sim eu tinha essa meta), eu não tinha conhecimento nenhum de games, era meu primeiro console e não sabia nem o que fazer. Quando vi no console a opção de jogos com a letra A, estava lá Alex Kidd, não um, mas quatro jogos de sua saga. O primeiro que eu joguei foi este, me dei bem no início, mas foi muito difícil zera-lo. Tinha uns pergaminhos doidos e eu não sabia o que fazer, na fase final tinha que pular nos códigos e não sabia nenhum deles, vinha os fantasminhas e era meu fim.

Alex Kidd in Miracle World, foi o primeiro jogo da saga Alex Kidd, lançado em 1986 para o Master System. Sua primeira versão era um jogo 2D muito parecido com Super Mario Bros, da Nintendo. Acredita-se que Alex Kidd tenha sido criado para competir com o Super Mario Bros… Apesar de ter sido considerado melhor que Mario por muitos críticos, não se tornou tão popular devido à baixa popularidade do console.

Alex Kidd in Miracle World foi lançado primeiro como cartucho. De 1990 em diante, o jogo foi refeito com algumas revisões para a memória do Sega Master System, incluindo algumas das versões Americanas e Europeias do Master System II, e algumas versões Europeias do Master System 1. A nova versão incluída na memória do Master System Americano e Europeu tinha pequenas diferenças da versão do cartucho, como Alex comendo um hambúrguer em vez de um Onigiri (bolo de arroz) entre as fases, e a troca de comandos dos botões 1 e 2.

Sua jornada com pequeno Alex começa com três vidas, e ele não possui barra de life, morreu já era. O jogo é dividido em várias fases, contendo fases secretas dentro de próprias fases. Também, é possível ver um mapa de toda jornada de Alex, porém alguns pontos do mapa estão escondidos como o castelo final.

Todo par de fases apresentam um chefe, e os chefes mais perigosos são os que você precisa derrotar na mão, sim na mão! Num jogo de Pedra, papel ou tesoura! Antes de qualquer batalha você pode ir ao Shopping e comprar itens.

O jogo foi muito bem feito, os gráficos, o áudio e a jogabilidade são excelentes. É muito fácil de controlar o personagem, além de ser muito divertido. E a trilha sonora, muito especial, algumas fases apresentam a mesma sonoridade, mas outras mudam, mesmo assim o jogo fica muito bom de ser jogar.

Pontos Fortes:
– Ótima jogabilidade.
– Trilha Sonora muito bem desenvolvida
– Gráficos bonitos e bem detalhados.
– Cenários variados e bem diferentes uns dos outros.

Pontos Fracos:
–Chefes não mudam nada na roupa; apenas nos poderes.
–Mantendo a jogabilidade dos 8bits, não a barra de vida ou energia, encostou, caio, morreu.
–Não é possível salvar seu desenvolvimento no jogo(no console).

Nota: 8.7/10,0

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Master System – Black Belt – Análise / Detonado / Dicas / Segredos / Cheats

Linda essa capa, não é?

Linda essa capa, não é?

Análise:

Antes de falar do jogo, vamos falar de um mangá(e anime também), Hokuto no Ken, foi um grande sucesso e um dos primeiros do gênero. Na década de 90 o mundo passou por uma grande guerra nuclear, que quase devastou a vida, praticamente ou os humanos viram fazendeiros miseráveis que mal conseguem comer, ou  viram verdadeiros Punks, que roubam vilarejos e destroem vidas, e nesse clima de miséria a é contada a história de Kenshiro, ou apenas Ken que é o herdeiro da arte marcial Hokuto ShinKen, que que consistem em pressionar um dos 708 pontos de poder oculto do corpo, causando os mais terríveis resultados, como cabeças explodidas, corpos rachados ao meio ou até mesmo controle das funções do corpo.  Sua namorada foi sequestrada no maior estilo princesa Peach,  e então ele segue sua jornada matando enfrentando vários mestres em artes márcias para trazê-la de volta. Não vou me aprofundar nos detalhes, pela simples fado desse blog ser de games e não de animes, recomendo que assista a série, mas achar os episódios fica por sua conta.

Na onda do sucesso saiu para Master System o jogo Hokuto no Ken, que trazia muito do que era lido ou assistido para o console, ok cabeças não explodem os inimigos apenas caem com um efeito de espelho quebrado, mas o ambiente de combate é bem demostrado, o fundo do cenário e muito bom algumas da músicas também, lógicamente os chefes são personagens relevantes a história original, e para minha surpresa até os sub chefes são.

Agora finalmente chegamos ao nosso game em questão, Hokuto no Ken teve problemas com a versão internacional e não poderia ter a história do mangá, eis que então nasceu o Black Belt. Já que não era possível usar o jogo original e não lança-lo internacionalmente seria muito pior, mesmo sendo modificado Black Belt é o 10º mais vendido do Master System, a solução foi como citado antes, modificar o jogo e remover os elementos da história inicial. O que isso quer dizer? Simples, alterar tudo graficamente e deixar o resto!!! Ken virou Riki o mundo pós apocalíptico ficou bem mais “agradável” como por exemplo, a fase que era um deserto com uma cidade destruída no fundo, virou uma campina verde com uma cidade perfeitamente boa no fundo, um soldado virou algo que eu acredito ser um palhaço e outras tosquises do tipo. Mesmo tendo uma razão perfeitamente lógica para as alterações, eu simplesmente acho que eles exageraram, em certos momentos o jogo fica até mongol e sem sentido(tipo a parte do palhaço), de fato, isso não muda o fato desse game  ser muito bom, mas tira um pouco o sentido dele.

Algumas das outras coisas que não gostei foi todos os inimigos terem exatamente o mesmo tamanho, mesmo que por exemplo, o terceiro chefe deverias ser um Demônio Gigantes, que por sua vez foi subsistido por um lutador de Sumo, os inimigos nas fases são um pouco irritantes, pois em cada fase serão sempre os mesmos.  Além de explorar demais a repetição, qualquer um fecha o jogo em um dia ou menos jogando, por pior que seja o jogador, o problema é que quase não ha dificuldades, além dos chefes, sendo que neles se você souber os comandos certos também serão muito simples, a grande questão do jogo é sua capacidade de desenvolver uma sequencia de movimentos que derrote os 6 chefes, sendo que como você só pode pular, abaixar, socar e chutar, isso e torna meio fácil.

De longe, os bons aspectos superam por muito as fraquezas, Black Belt é um Beat’em Up pra lá de agradável, as lutas com os chefes são épicas na primeira vez. Eu acho o sistema de sair andando linearmente fase matando inimigos bem relaxante kkkkk, além dos sub chefes estarem lá para entretê-lo. Ter uma barra de HP, por que imagine como seria jogar tudo isso sem poder tomar dano! Não duvide de mim, muitos jogos são assim.

Ponto Forte: O conjunto em geral, deixa o jogo muito bom, mas se for pra pegar apenas um fato como forte,  são os chefes, que mudam completamente os estilo do jogo,  se igualando a um jogo de luta nesses momentos.

Ponto Fraco:  A Capa Alterações a parte, vamos dar uma fraqueza do jogo. Acho que ele apela demais para tentar te matar até você descobrir como vencer o chefe, outro exemplo é o fato de você ter que vencer as lutas com um golpe específico.

Nota: 7,9 / 10,0*

*Não reclamem da nota ok, Hokuto no Ken é um ótimo jogo que ganha uma nota muito maior, mas essa análise é sobre a modificação americana dele.

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Master System – Shinobi – Análise / Guias / Detonado / Códigos

Análise:

Shinobi é um jogo estilo ação/plataforma lançado em 1987 para Arcade e 1988 para Master System e outros consoles. Diferente dos outros jogos de SMS como Altered Beast, ele pode ser considerado um jogo bem extenso, possuindo um total de 5 missões e dentro delas, 3 fases mais o chefe (exceto pela primeira missão que possui apenas 2 fases e o chefe). No geral o jogo é bem construido, desde os inimigos até as fases/missões, ele possui no total 7 armas e 6 magias, levando em conta os outros jogos da época, isso é um grande avanço em relação ao velho problema de poucas opções de armas ou magias. Os outros pontos serão discutidos logo abaixo.

Pontos Fortes: Gráficos, que podem ser considerados bons para o nível do console; Dificuldade, o jogo se torna bem difícil nas duas últimas missões e a jogabilidade, que é bem prática.

Pontos Fracos: Os chefes, eles poderiam ser um pouco mais difíceis, principalmente o Lobster da quarta missão, que é consideravelmente mais fácil que o da missão anterior e sua trilha sonora, que poderia ser um pouco mais refinada.

Nota: 8.5/10

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Master System – Phantasy Star – Análise / Dicas / Guias / Detonado

Análise:

Phantasy Star é um jogo estilo RPG lançado em 1987 para Master System, tendo depois 3 sequências para Mega-Drive e remakes para Playstation 2. O jogo utiliza o velho estilo de RPG, cada um possui um ataque por vez. Na época, embora a Sega não contasse com uma base instalada grande de seu console de 8 bits (em comparação com o NES) e apesar do preço alto do cartucho, Phantasy Star foi considerado um sucesso de vendas pela Sega. No Brasil, o jogo chegou em 1991, no auge do Master System. O game foi feito com o intuito de se destacar perante os outros RPGs, na época eles eram predominantemente medievais, geralmente se passavam em castelos e repletos de cavaleiros. o criador do jogo optou por uma mistura de aventura medieval e ficção-científica para o design dos cenários e personagens. Esse game também teve um grande destaque de sua personagem principal (Alis), os jogos desse estilo antes não utilizavam um protagonista feminino.

Pontos Fortes: Gráficos, com suas cenas de batalha animadas e mostrando os inimigos de perto; Trilha sonora, que é bem interessante; História e seus efeitos 3D nos labirintos.

Pontos Fracos: Alguns monstros se repetem várias vezes, reutilizando seus sprites apenas com uma cor diferente.

Nota: 9.5/10

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Mega Drive / Master System – World Cup Italia ’90(Super Futebol) – Análise / Dicas

Análise:

World Cup Italia ’90 é um caso curioso onde é difícil definir o nome do jogo, sendo este o original ele prevalecerá em meu artigo, além do nome já citado esse game também é conhecido por World Championship Soccer, Sega Soccer e no Brasil recebeu o “brilhante” nome de Super Futebol, como o nome explica o jogo é sobre a Copa do Mundo de 1990 na Itália, tendo o logo e o mascote (que pessoalmente acho que foi um dos mais feios) oficiais da copa, você pode jogar com todos as 24 seleções que a disputaram (na versão Master algumas seleções mudam e ao total são 30), incluindo algumas que nem mais existem como União Soviética e Iugoslávia. O problema foi um que acontece até hoje, para não pagar aos jogadores pelos nomes, eles foram alterados não critico isso por que até no PS3 isso acontece(em menor quantidade claro), por que reclamar de um Mega Drive. Uma das coisas que chamam a atenção de todos os que jogam é a inexistência de faltas e impedimentos, as limitações da época, com um pouco de preguiça (já vi jogos tão ou mais velhos que esses com faltas) acabaram transformando um esporte em uma carnificina, porém não critico tanto isso por que os sistemas de faltas de grandes jogos como ISS era ruim e inconstante, sobre os impedimentos não tem desculpa é um defeito. Como a gigantesca maioria(me mordo para não falar todos) dos jogos de futebol das primeiras gerações de consoles, os goleiros não são bem feitos, nesse caso ele cata muito bem, mas depois que você descobrir os “bugs” ficará muito fácil vencer.

Sobre o jogo em si não posso fazer muitos elogios a parte técnica, os gráficos são ruins, não no sentido da qualidade, mas da visibilidade no caso do seu jogador você só vê dos ombros para cima e da canela para baixo(canela que verá bastante), usar o ângulo de cima não é o recurso mais bonito, mas deixou a jogabilidade mais agradável, minha maior crítica técnica e sobre o áudio, novamente não me refiro a qualidade, mas sim pelo fato dos criadores terem colocado uma música durante as partidas, se é pra colocar deveriam por outras, ao invés disso toda partida é a mesma música.

Ponto Forte: O jogo é legal de se jogar, eu gostei mais de jogar esse jogo do que de FIFA(SNES) onde em alguns dos jogos em mal via a bola.

Ponto Fraco: No jogo ou você joga um amistoso, ou joga a copa do mundo, faltaram modos de jogo, isso faria o jogo enjoar menos rápido.

Nota: 6,1 / 10,0

*Nota referente a versão Mega Drive.

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Master System – Out Run – Análise / Dicas / Guias

Análise:

 

Out Run é um jogo estilo arcade/corrida lançado para Master System em 1987, tendo depois uma sequência para Mega-Drive e um Remake para Playstation 2 (Out Run 2006 – Coast 2 Coast). Diferente dos outros jogos de corrida, seu objetivo não é correr contra outros carros e chegar em 1º lugar, nele você percorre uma pista que possui um início e um fim (Bifurcação). Em cada pista você possui um tempo determinado para chegar no próximo Checkpoint (Início da próxima pista). Lembre-se que nesse jogo não existe colocação, você ultrapassa outros pilotos apenas para ganhar mais pontos.

Pontos Fortes: Bons gráficos; Boa jogabilidade e ótima trilha sonora, com suas 3 músicas: Passing Breeze, Splash Wave e Magical Sound Shower.

Pontos Fracos: Alguns cenários se repetem durante várias pistas.

Nota: 9,0/10,0

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Sega Master System

Lançado no mercado em 85 no Japão e em 86 nos EUA, o Sega Master System foi um grande conhecido dos brasileiros, e o primeiro “sucesso” da sega. Sucesso entre aspas porque o console não fez sucesso nos grandes mercados, Japão e EUA onde foi largamente castigado, já que seu oponente era ninguém menos do que o melhor 8bits já criado: NES. Sem contar que a Nintendo tinha contratos de exclusividade com as principais softhouses, um veneno parecido com o que a Nintendo ia provar alguns anos mais tarde com o Nintendo 64… Com isso a Sega dependeu das próprias pernas para produzir jogos e como bem sabemos as pernas da Sega não correm muito bem, salvam-se algumas exceções. O principal destaque deste console certamente é que juntamente com seu sucessor (Sega Master System) eles fizeram um tremendo sucesso no Brasil, onde foi lançado em 89, nas mãos também da Tec Toy que inclusive lançou uma nova versão do console em 2009, além de várias outras versões (incluindo uma versão completamente rosa, para o público feminino), chegando inclusive a superar a Nintendo em vendas aqui no nosso território. Apesar do fracasso nos EUA, o console ficou em vigésimo em uma lista de vinte e cinco sobre os melhores video games lançados. Superando a Nintendo, aqui e na Europa o Master System merece ser estudado aqui no blog!

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Master System – Rampage – Análise / Dicas / Guias

Análise :

Rampage é um jogo estilo plataforma, lançado em 1986 para Master System e outros consoles como NES, Atari, Arcade e outros. Seu objetivo é destruir prédios, seguindo de cidade à cidade reduzindo-as a poeira. O jogador pode controlar três monstros diferentes, que são na verdade seres humanos mutantes que quando se transformam, perdem o controle e entram em um estado de fúria, dentre eles: George o gorila, Lizzie o Lagarto e Ralph o Lobo. Esse jogo também possui um modo de dois jogadores, seu objetivo é o mesmo do modo 1 Player, porém você pode atacar o outro jogador, podendo até acabar com todas suas vidas.

Pontos Fortes: Os gráficos que são bem legais pro console; a dificuldade, um bom jogo não pode ser fácil; a trilha sonora que é bem interessante e eu particularmente gosto e a jogabilidade, que não existe nenhum motivo para reclamar.

Pontos Fracos: Fases muito repetitivas, todas elas se baseiam no mesmo fundo e cenário, apenas muda os prédios(que também se repetem em várias fases).

Nota: 8,5/ 10,0

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Master System – Dragon Crystal – Análise / Dicas / Guias

Análise:

Dragon Crystal é um jogo estilo RPG lançado pela Sega em 1990  para o Master System  e depois relançado em 1992 para o Game Gear.  Tudo se passa numa única dungeon de poucos andares, o game é totalmente estilo labirinto, onde o herói deve explorar todo andar até achar o necessário para ir ao próximo, nesse caso existe uma estrela no chão que indica aonde começa e acaba o andar, e como de costume tudo fica mais difícil, onde começamos matando gosmas, sapos e escorpiões, terminamos matando magos, esqueletos e dragões. Além de ter que explorar tudo no lugar em busca de alimentos e equipamentos, pois sem eles não adianta de nada subir de andar.

Os itens no jogo ao serem encontrados a primeira vez, ficam num estado de indeterminação, isto é, não se sabe o que ele vai fazer, até testar e as vezes o efeito pode ser um desastre… Encontrando o item uma segunda vez ele já via estar com seu nome real que mesmo assim não da pra se saber exatamente o que ele faz sem ver um guia(como este aqui), por exemplo como vou saber que o Traveler Scroll me teleporta para o andar superior, sem ter nenhuma descrição e com nome vago, nem rola. Ter que usar o item 2x pra saber o que ele faz é uma grande tortuda, e o pior, as vezes querendo descobri se o item não identificado é bom acabamos com nível reduzido, amaldiçoados, trocando suas arma por uma mais fraca e etc… Não levo isso como um ponto ruim do jogo, por que apenas andar pelas salas é o menor dos problemas, nem os monstros são tão ruins, o que atrapalha são suas condições negativas ao atacar, SÉRIO!!! Esse deve ser o primeiro e único jogo onde um inimigo pode reduzir o seu level! E não digo temporariamente, e isso mesmo, você fica horas ganhando Exp e vem o maldito e reduz seu nível ou corta permanentemente alguns de seus pontos de ataque.

Jogo nesse estilo, exploram seu azar, então mesmo que você saiba tudo do jogo, e mesmo que esteja com os melhores itens e equips, pode ver uma bendita lesma e ficar exatamente na posição que não podia estar e te matar kkkkkkkk, não existe uma fórmula de “sempre vencer” suas habilidades e paciência serão testadas, por ser simples Dragon Crystal se torna interessante, e desafiador.

A jogabilidade simples de um RPG de turnos , com alguns elementos de um RPG action combinaram bem, mas pelas limitações da época temos problemas de se adaptar, não é legal enfrentar os mesmos 15 inimigos do jogo em 3 cores diferentes para parecer que existem mais modelos, ou o pior ter que ficar uma eternidade ouvindo o mesmo som, em toda dungeon o áudio muda apenas 3 vezes!!! e o background também não é dos melhores, acho que não existem muito mais do que 5 deles que ficam se repetindo até o final.

Por fim digo que esse jogo se enquadra numa rara categoria de RPG sem história e que podem ser terminados em poucas horas. Tudo começou com um jovem andando de bicicleta, entrando numa loja e ao ver um item ficou preso nesse mundo, e tem que se aventurar para poder sair e não espere grande coisas no final, ou melhor, nem espere nada no final, pois não será muito mais do que isso. O jogo é bom, tem muitas limitações, boa parte delas devido a idade do jogo, então podemos aceitá-las, o jogo é bom, mas enjoa rápido, pela repetição, será um grande desafio para você isso eu garanto!

Pontos Fortes: Gráficos, que são bem legais pro console; Nível de dificuldade e Jogabilidade que é bem fácil de aprender, mas não tornan

Pontos Negativos: Trilha Sonora, como citei antes é bem ruim e falta de um final descente, que torna a história sem sentido.

Nota: 7,0 / 10,0

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Master System – Altered Beast / Análise / Detonado / Dicas / Códigos

Análise:

Sem dúvida um dos meus jogos favoritos do Master System, Altered Beast é um jogo lançado em 1988 pela Sega para Arcade e que teve versões para Mega Drive, Master System e Game Gear(entre outros), porém essa análise é focada apenas na versão SMS. Seus gráficos são bem interessantes para o console, principalmente na parte de inimigos que apareçem em grandes quantidades para o nível do SMS. Devo destacar sua trilha sonora que eu particulamente gosto bastante, como por exemplo a música da 1ª Fase, que se tornou o tema do jogo. Uma parte que é considerada um ponto negativo é a jogabilidade, ela é meio travada e as vezes não responde bem. Cada fase tem duas transformações, com o primeiro Power-Up o personagem ganha mais músculos, com isso é necessário apenas um golpe para derrotar um inimigo e a besta que muda em cada fase, mas irei citá-las apenas no Detonado.

Pontos Fortes: Os gráficos, que são bem interessantes para o sms; A trilha sonora, que combina bem com o cenário; A dificuldade, principalmente da 3ª fase e do chefe final.

Pontos Fracos: Jogo Curto e a Jogabilidade, que como citei antes, é meio travada e devagar em certas partes.

Nota: 7.5/10

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