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SNES – X-Men: Mutant Apocalypse – Análise / Dicas / Detonado / Segredos

CoverLançado em 1994, misturando os gêneros de ação, plataforma e beat’em up. X-Men: Mutant Apocalypse mostra como a Capcom era boa em seus tempos de SNES. A linha de introdução do jogo apresenta os X-Mens, grupo formado por Charles Xavier (Professor X) a fim de proteger e ensinar os mutantes a controlar seus poderes. O sonho de Charles é uma convivência pacífica entre mutantes e humanos. A ação do jogo começa ai, Apocalypse está usando a ilha de Genosha para prender mutantes e fazê-los trabalhar a força, com a ajuda das sentinelas. Os X-mens são cotados para resgatar os mutantes presos. Porém mais tarde é descoberto que Magneto, um amigo de Xavier, que porém tem ideias radicais e acredita na supremacia mutante, é quem está por trás de toda essa brincadeira. Você já deve ter visto os desenhos dos X-Mens, e este jogo pega carona em um desenho que fez sucesso nos anos 1990, usando o design heroico dos personagens clássicos dos quadrinhos. As sprites muito bem desenhadas (tanto que elas foram “reaproveitadas” em futuros jogos de luta da série) somando-se a cenários e a músicas bem agradáveis. Os mutantes são um elo perdido entre qualidade e defeito. O seu estilo de jogo pode se adequar a qualquer um deles, porém cada missão terá um mutante específico tornando-a mais fácil de ser completada.

Porém, eles podiam ter selecionado melhor os X-Mens, colocando personagens mais populares (Homem de Gelo, Colossus, Noturno, Tempestade, etc), afinal de contas Psylocke não é tão conhecida assim do público e o Fera, bem é o Fera… Ainda batendo no ponto dos personagens, a gama de golpes não é muito vasta, falemos do Fera, ele não sabe muitos golpes, em compensação Psylocke tem muitas habilidades, tudo bem, isso não diminui a utilidade de ambos, mas poderia ter sido melhorado. Falta carisma aos personagens, podia haver um especial para cada, dando mais personalidade a eles. Outro problema chato do jogo é sua curta duração, podendo ser fechado rapidamente. O jogo não é tão difícil de ser dominado por inteiro, não tenho nada contra este quesito de dificuldade, mas algumas pessoas podem achar o jogo fácil demais. Claro a dificuldade maior foi toda deixada para o final, e acho que isto equilibra um pouco as coisas. Já que Magneto é um chefe final MUITO poderoso. Outra coisa que podia ter sido melhorada é a continuidade, a ideia de poder jogar com cada mutante em um caminho é muito legal, porém ela só se limita a primeira e a ultima missão… Isso poderia ter sido melhor explorado e com certeza seria um ponto positivo e tanto para o jogo, mas ficou só naquilo. E seria interessante, ter passado por um local com certo personagem, depois com outro. Realmente um desperdício da ideia. E claro, mesmo tendo a história um pouco esclarecida, com cenas explicativas entre as missões, não fica muito claro se é fruto só do jogo, ou se está em alguma HQ ou episódio da série animada.

Por fim, o jogo é um ótimo divertimento para você que não tem muito tempo nem muito o que fazer, já que é um jogo rápido de fácil aprendizagem, não imitando as dificuldades das maiorias dos jogos antigos. Além disso o jogo fez um tremendo sucesso que abriu espaço para Marvel Super Heroes: War of the Gems, outro jogo clássico com personagens da Marvel, com certeza corrigindo alguns defeitos e dando mais personalidade aos heróis, que no caso são os Vingadores. É sempre bom utilizar estes personagens de HQs em jogos, principalmente os da Marvel, que estão sempre em alta por serem mais humanos e problemáticos do que os seus concorrentes. Uma excelente escolha para quem adora jogos de ação, rápidos e para quem adora os X-Mens!

Nota: 7,5/ 10

Xmen MA Intro

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Master System – Black Belt – Análise / Detonado / Dicas / Segredos / Cheats

Linda essa capa, não é?

Linda essa capa, não é?

Análise:

Antes de falar do jogo, vamos falar de um mangá(e anime também), Hokuto no Ken, foi um grande sucesso e um dos primeiros do gênero. Na década de 90 o mundo passou por uma grande guerra nuclear, que quase devastou a vida, praticamente ou os humanos viram fazendeiros miseráveis que mal conseguem comer, ou  viram verdadeiros Punks, que roubam vilarejos e destroem vidas, e nesse clima de miséria a é contada a história de Kenshiro, ou apenas Ken que é o herdeiro da arte marcial Hokuto ShinKen, que que consistem em pressionar um dos 708 pontos de poder oculto do corpo, causando os mais terríveis resultados, como cabeças explodidas, corpos rachados ao meio ou até mesmo controle das funções do corpo.  Sua namorada foi sequestrada no maior estilo princesa Peach,  e então ele segue sua jornada matando enfrentando vários mestres em artes márcias para trazê-la de volta. Não vou me aprofundar nos detalhes, pela simples fado desse blog ser de games e não de animes, recomendo que assista a série, mas achar os episódios fica por sua conta.

Na onda do sucesso saiu para Master System o jogo Hokuto no Ken, que trazia muito do que era lido ou assistido para o console, ok cabeças não explodem os inimigos apenas caem com um efeito de espelho quebrado, mas o ambiente de combate é bem demostrado, o fundo do cenário e muito bom algumas da músicas também, lógicamente os chefes são personagens relevantes a história original, e para minha surpresa até os sub chefes são.

Agora finalmente chegamos ao nosso game em questão, Hokuto no Ken teve problemas com a versão internacional e não poderia ter a história do mangá, eis que então nasceu o Black Belt. Já que não era possível usar o jogo original e não lança-lo internacionalmente seria muito pior, mesmo sendo modificado Black Belt é o 10º mais vendido do Master System, a solução foi como citado antes, modificar o jogo e remover os elementos da história inicial. O que isso quer dizer? Simples, alterar tudo graficamente e deixar o resto!!! Ken virou Riki o mundo pós apocalíptico ficou bem mais “agradável” como por exemplo, a fase que era um deserto com uma cidade destruída no fundo, virou uma campina verde com uma cidade perfeitamente boa no fundo, um soldado virou algo que eu acredito ser um palhaço e outras tosquises do tipo. Mesmo tendo uma razão perfeitamente lógica para as alterações, eu simplesmente acho que eles exageraram, em certos momentos o jogo fica até mongol e sem sentido(tipo a parte do palhaço), de fato, isso não muda o fato desse game  ser muito bom, mas tira um pouco o sentido dele.

Algumas das outras coisas que não gostei foi todos os inimigos terem exatamente o mesmo tamanho, mesmo que por exemplo, o terceiro chefe deverias ser um Demônio Gigantes, que por sua vez foi subsistido por um lutador de Sumo, os inimigos nas fases são um pouco irritantes, pois em cada fase serão sempre os mesmos.  Além de explorar demais a repetição, qualquer um fecha o jogo em um dia ou menos jogando, por pior que seja o jogador, o problema é que quase não ha dificuldades, além dos chefes, sendo que neles se você souber os comandos certos também serão muito simples, a grande questão do jogo é sua capacidade de desenvolver uma sequencia de movimentos que derrote os 6 chefes, sendo que como você só pode pular, abaixar, socar e chutar, isso e torna meio fácil.

De longe, os bons aspectos superam por muito as fraquezas, Black Belt é um Beat’em Up pra lá de agradável, as lutas com os chefes são épicas na primeira vez. Eu acho o sistema de sair andando linearmente fase matando inimigos bem relaxante kkkkk, além dos sub chefes estarem lá para entretê-lo. Ter uma barra de HP, por que imagine como seria jogar tudo isso sem poder tomar dano! Não duvide de mim, muitos jogos são assim.

Ponto Forte: O conjunto em geral, deixa o jogo muito bom, mas se for pra pegar apenas um fato como forte,  são os chefes, que mudam completamente os estilo do jogo,  se igualando a um jogo de luta nesses momentos.

Ponto Fraco:  A Capa Alterações a parte, vamos dar uma fraqueza do jogo. Acho que ele apela demais para tentar te matar até você descobrir como vencer o chefe, outro exemplo é o fato de você ter que vencer as lutas com um golpe específico.

Nota: 7,9 / 10,0*

*Não reclamem da nota ok, Hokuto no Ken é um ótimo jogo que ganha uma nota muito maior, mas essa análise é sobre a modificação americana dele.

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Mega Drive – Sega Top Ten (Mega 10 Jogos) – Análises / Dicas / Detonados / Segredos

IntroAntes de lerem meu artigo, ele não é sobre um top dez dos melhores jogos que a Sega produziu. E mesmo que seja não foi decidido por mim que seria assim! Este artigo sim trata-se de uma fita pack-in (que já vem com o videogame) que fez a alegria de muitas pessoas, já que ela vinha com 10 jogos incluídos e não se tratavam de jogos porcaria não, alguns claro são jogos de menos poder apelativo, mas nem por isso deixam de ser bons. A fita tem a ROM rara, mas acredito que ela não deva ser tão rara assim, já que existem toneladas de exemplares dela no mercado livre. Porém não existe nenhuma informação dela na internet, já que acredito eu essa fita foi distribuída em larga escala aqui no Brasil, lá nos EUA ela tem um nome diferente e possuí a diferença de ter Shadow Dancer no lugar de Revenge of Shinobi. Esta fita me causa uma sensação de nostalgia incrível, afinal de contas o que dos anos 90 que eu joguei nos anos 2000 não me causa nostalgia? Me lembro de ir dormir na casa do meu primo que possuía um Mega Drive e acordávamos cedo com a maior cautela, ligávamos o videogame e decidíamos fechar algum jogo, nossa maior meta era um dia virar a noite jogando, coisa que nunca fizemos! Espero que curtam essa viagem comigo ao Sega Top Ten… Sobre as tags elas se referem aos jogos inclusos na fita, este cartucho não possuí nenhum segredo para desbloquear outros jogos, se veio aqui procurar isso esqueça! CLIQUE NOS TÍTULOS PARA VEREM OS ARTIGOS COMPLETOS!

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Nota: 7,4* / 10

*A nota é uma média da nota dos jogos inclusos na fita

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SNES – Brawl Brothers – Análise / Dicas / Cheats

CoverLançado em 92 no Japão com o nome de Rushing Beat Ran, Brawl Brothers é um game de Beat’em Up da série Rushing Beat, sendo mais especificamente o segundo da série, por isso podem encontrar este jogo com o nome de Rival Turf 2 (assim conhecido na versão européia). Os outros games da série são: Rival Turf (Rushing Beat) o primeiro lançado em 92 e Peace Keepers (Rushing Beat Shura) o terceiro lançado em 94. Sinceramente eu desconhecia o jogo e sua produtora a Jaleco que hoje se chama Emcom e está um pouco afastada deste mercado de games, o que faz Brawl Brothers uma raridade. Indo diretamente ao jogo posso dizer que a principio pensei que se tratava de uma mistura de Street Fighter com Final Fight, afinal de contas é impossível não notar a semelhança entre o personagem Slash e M.Bison. Mas o jogo passa longe de ser isso, o jogo é muito bom e apresenta umas características que eu nunca havia visto em Beat’em Ups antes, como a opção de poder desligar o Friend Touch (bater no seu amigo) e um Angry Mode que quando seu personagem toma muita porrada é ativado, tendo também uns labirintos no jogo que podem te deixar com a cabeça virada. Claro que esses são prós,  sem contar os gráficos que para pegar como comparação, se equiparam bastante a Final Fight 2. As músicas das fases também são boazinhas e o jogo é bem intenso, e com intenso quero dizer que o geme é difícil e é cheio de ação, você vai gastar umas horas se não for profissional para chegar no chefe final então os gamers hardcore que se prezam devem conferir este título. De quebra o jogo ainda tem um vs. mode para você encrencar na porrada com seu amigo, infelizmente são só os cinco personagens jogáveis que estarão disponíveis.

Um defeito do jogo e da maioria dos beat’em ups são as armas que fornecem com exceção de duas, as outras são inúteis e só servem para te prejudicar, já que um combo é bem mais interessante. Outra coisa chata são as onomatopeias saindo sempre que você da uma porrada no boneco, me fazendo lembrar aquela série do Batman dos anos 70. Mas o  que eu senti falta mesmo em Brawl Brothers foi a ausência de chefes decentes, você simplesmente enfrenta os próprios personagens do jogo e a história da uma explicação para isso? Não não da, o jogo não tem enredo aparente e para você entendê-la deve ler o manual  que vem junto com a caixa AMERICANA, coisa que eu não suporto, já que nem todos vão ter acesso a isso, até que da para relevar já que o importante do jogo não é isso, mas as coisas ficam sem sentido… Enfim o enredo , não sei se é cópia da versão japonesa ou é inteiramente americano isto diz que: Hack e Slash (me parece uma alusão a Hack’n Slash) estão em seu ginásio treinando seus discípulos para poderem se defender do crime implacável de Bayside City, porém as coisas estão quietas demais. Não me perguntem como, pois o manual já pula para essa parte. Os três melhores discípulos de Hack e Slash foram sequestrados e o pior a gangue que os sequestrou tem inúmeros cientistas criando clones das pessoas sequestradas, cabe a Hack e Slash resgatarem seus discípulos e acabarem com a festa da tal gangue. Ok ler isso me faz entender a quantidade absurda de oponentes que enfrentamos, mas não me faz entender porque Hack é um dos chefes sendo que ele não foi sequer sequestrado e clonado… E não sei se notaram que eu disse AMERICANA bem alto. A versão americana é boa, ela insere os labirintos no jogo, mas muda os nomes dos personagens por completo, por exemplo, Hack se chama Rick Norton e Slash se chama Douglas Bild e fizeram algumas censuras. 

Mas nem tudo são trevas, Brawl Brothers é o único jogo de Super Nintendo que te permite jogar a versão japonesa, que é mais fácil, não tem as fases em modo labirinto (coisa que eu gostei dos americanos terem inserido), tem umas cenas extras na sequência final do jogo, além de um golpe de Slash onde ele ataca covardemente o baixo fudetório (saco) do oponente. Não conhece este jogo? Pois trate de conhecer, chame um amigo para jogar com você, Brawl Brothers vai te garantir boas horas de muitas risadas, pancadaria e o melhor diversão!

Nota: 7,6 / 10

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Mega Drive – Golden Axe – Análise / Dicas / Cheats

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Eu ainda não conhecia Connan, o bárbaro quando joguei Golden Axe pela primeira vez. Parece que foi ontem que eu acordava as sete da manhã e ligava o Mega Drive com toda a cautela do mundo e junto com meu primo jogávamos Golden Axe. Um beat’em up que tem semelhanças com Senhor dos Anéis e Connan, lançado em 89 inicialmente para arcade. O enredo do jogo é um pouco implícito, diferente da maioria dos beat’em up, neste enredo somos apresentados a região de Yuria onde Death Adder sequestrou o rei e a princesa, e ainda de quebra pegou o Golden Axe o maior símbolo da nação de Yuria. E Death Adder promete destruir os três caso o povo de Yuria não o aceite como seu governante! Então entram em cena três heróis: Ax Battler, Gillius Thunderhead e Tyris Flame que com um misto de vingança e justiça querem acabar com Death Adder, por incrível que pareça no fim do jogo o enredo ainda tem uma reviravolta que vocês só descobrem jogando!

Ainda falando das coisas boas de Golden Axe é que é um beat’em up com uma jogabilidade dinâmica e ágil, você pode esquivar dos seus oponentes e pode armar boas estratégias para matá-los (em conjunto com os bugs do jogo e os repeats da AI). Para os que gostam o jogo também oferece uma dificuldade alta sendo difícil de ser jogado sozinho, aliás a graça toda está em jogá-lo no multiplayer. Os gráficos também são  muito reais dando enfase ao stage 3 que retrata muito bem uma cidade medieval. Saindo um pouco do lado bom do jogo e partindo para o ruim: o som é uma porcaria, poucas músicas em Golden Axe salvam; para um beat’em up o jogo te da pouca chance de recuperar o HP, dão poucas para justamente poder dizer que dão, era melhor nem ter incluído; alguns bugs do jogo são meio raros, e até meio engraçados, mas chega uma hora que você perde a razão por eles serem incompreensíveis; os golpes são feios gráficamente, salvando apenas as magias salvam; e o principal defeito do jogo… Sua dificuldade não valer o chefe final, os oponentes convencionais são mais poderosos que o final boss, e eu fico me perguntando o que se passa na cabeça dos programadores nessas horas, faz você broxar ao ter mais dificuldade para enfrentar os esqueletos do que o próprio Death Bringer.

Golden Axe é um jogo que merece ser revisitado, você pode falhar várias vezes em fechá-lo, mas o jogo te divertirá que é o principal, mesmo sendo difícil e por fim não posso deixar de mostrar a vocês algo que me fazia guardar os jars de magia, uma imagem da magia final de Tyris Flame. Espero que o jogo seja tão nostálgico para mim quanto é para vocês.

dragon

Nota: 7,3/10

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N64 / PS1 – Fighting Force (64) – Análise / Dicas / Cheat

Análise:

Lançado em 1997 para o PS1 com o nome de Fighting Force(no Japão Metal Fist), e dois anos depois para o Nintendo 64, sendo adicionaram o típico e repetitivo 64 ao final no nome, o jogo é um beat ‘em up  com basicamente o mesmo enredo da maioria, acabar com os planos de um chefão do crime na base da porrada, com boa parte das fases na rua. Gráfico BEM quadrados, acho que além do comum, sobre áudio e jogabilidade nem a muito que se falar, nem fedem nem cheiram.

A coisa que me revoltou no jogo foi a grande chatice que é derrotar 1 oponente em certas fazes, tudo bem que não precisa ser muito fácil, mas é necessário uma paciência fora do comum, em certos casos, eu prefiro jogos estilo Final Fight onde aparecem uns 100 oponentes por fase, no Fighting Force você sofre pra matar 25, vira um porre matar o mesmo cara sempre, pincipalmente pelos poucos tipos de inimigos, e golpes, que em sua grande maioria são um soco reto ou um chute alto, no SNES por exemplo você via vários acrobatas malucos, gigantes que pareciam paredes e uns gordões cuspindo fogo só pra dar exemplos, não digo que era pra copiarem isso, mas apenas variar mais nos oponentes que como já disse são bem parecidos. Outra coisa é a falta de padrão, você enfrenta o primeiro chefe na fase 2.2, sendo que ao todo são apenas 4 chefes, onde 2 deles você vence simplesmente jogando objetos.

Posso falar bem de poucas coisas, como em algumas fases poder escolher o caminho que quer seguir, ou seja a rota pare fechar o jogo muda, por outro lado isso encurtou o jogo, mas convenhamos você deve ficar feliz por ele ser curto. Outro ponto positivo e na versão de 64 onde se pode jogar com 4 jogadores ao mesmo tempo. Fora isso só os nomes dos inimigos que são verdadeiras piadas.

Ponto Forte: O início do jogo é razoavelmente bom, ele começa e irritar depois da metade.

Ponto Fraco: O jogo é chato, faltam inovações.

Nota: 4,3 / 10,0

*Nota se refere a versão 64, pois foi com ela que jogamos.

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SNES – Marvel Super Heroes: War of The Gems – Análise / Dicas

Com essa onda de Vingadores decido trazer um jogo da equipe (não a do filme), para tentar me aproveitar do sucesso que o filme fez. Este jogo de ação para o SNES é muito viciante e conta com a principal equipe do universo Marvel atrás das jóias do infinito, pedras mágicas que tem um poder imensurável, antes que alguém maléfico chegue pegue-as. Você controla apenas um membro da equipe por vez e escolhe entre Iron Man, Hulk, Capitão América, Wolverine ou Homem-Aranha e guiados por Adam Warlock na busca pelas jóias. Ressalto que nem todas as fases te darão uma joia e que cada joia concede um poder em particular (aumento de força, aumento de HP, pular mais alto…). O jogo é uma boa pedida para os que gostam de ação é uma mescla de plataforma com beat’em up, e conta com cinco personagens com as habilidades fiéis as HQs, fazendo o jogo ser bastante versátil e difícil de enjoar. A arte gráfica dos personagens é muito boa, tem poucos defeitos, fazendo o jogo ficar mais aceitável e também tem uma qualidade sonora, sendo apenas a música de seleção de fases a mais chatinha. A história baseada em dois arcos das HQs: The Infinity Gauntlet e The Infinity War, a história é bem apresentada também tendo apenas um furo notável (não explicam a participação do Black Heart, você tem que ler a revistinha DA ÉPOCA para saber). O jogo tem uma dificuldade moderada, e acho que ela varia com o personagem. Jogar com o Hulk é bastante difícil enquanto que com o Homem-Aranha é mais fácil, a questão é que descobrindo um jeito correto de jogar o jogo fica mais simples. Lembrando que se morrer com um personagem pode ter problemas para obtê-lo de volta. O jogo em algumas fases oferece caminhos distintos para a obtenção de alguns itens o que é muito bom, mostrando o lado plataforma forte que tem.

Dos defeitos podemos destacar a repetição dos inimigos, parece que houve um problema da Capcom em gerar sprites, não sei se tem algo haver com a história, mas a maioria dos inimigos são os vingadores com a palheta (cor) alterada, é até divertido enfrentar as cópias, mas tem horas que você se pergunta, mas não existem uma variedade maior de inimigos, nem uma fase final desafiadora. Algumas gemas me soaram inúteis, que só estão lá para encher linguiça e a mecânica algumas horas facilita o jogo, basta haver uma repetição em certos movimentos para que você derrote determinado chefe, o que eu acho uma babaquice e uma deficiência na AI do jogo. E por final o jogo também tem umas inconsistências, como Iron Man perder ar embaixo d’água e Hulk não pular alto.  Infelizmente também o jogo não tem um multiplayer, o que cairia como uma luva em um jogo como esse.

Quem já jogou X-Men: Mutant Apocalypse, já vai saber o que vai encarar nesse jogo. Os dois são MUITO semelhantes, e War of The Gems conserta alguns problemas de X-Men (se morrer com um personagem todas as vidas é Game over), e esquece de apresentar algumas qualidades (como a variedade de truques dos personagens), claro que a semelhança não é coicidência, os dois jogos são da Capcom e seguem a mesma linha. Se gostou da linha seguida em X-Men, mas queira controlar os Vingador, os heróis mais poderosos da terra, e quer um pouco de ação as antigas, uma nostalgia é War of the Gems. Vale a pena!

Nota: 7.8/10

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Master System – Altered Beast / Análise / Detonado / Dicas / Códigos

Análise:

Sem dúvida um dos meus jogos favoritos do Master System, Altered Beast é um jogo lançado em 1988 pela Sega para Arcade e que teve versões para Mega Drive, Master System e Game Gear(entre outros), porém essa análise é focada apenas na versão SMS. Seus gráficos são bem interessantes para o console, principalmente na parte de inimigos que apareçem em grandes quantidades para o nível do SMS. Devo destacar sua trilha sonora que eu particulamente gosto bastante, como por exemplo a música da 1ª Fase, que se tornou o tema do jogo. Uma parte que é considerada um ponto negativo é a jogabilidade, ela é meio travada e as vezes não responde bem. Cada fase tem duas transformações, com o primeiro Power-Up o personagem ganha mais músculos, com isso é necessário apenas um golpe para derrotar um inimigo e a besta que muda em cada fase, mas irei citá-las apenas no Detonado.

Pontos Fortes: Os gráficos, que são bem interessantes para o sms; A trilha sonora, que combina bem com o cenário; A dificuldade, principalmente da 3ª fase e do chefe final.

Pontos Fracos: Jogo Curto e a Jogabilidade, que como citei antes, é meio travada e devagar em certas partes.

Nota: 7.5/10

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SNES / PS1 – Captain Commando – Análise / Dicas

Um dos mais corriqueiros jogos de Beat’em Up do SNES, famoso também nas maquinas de arcade dos fliperamas, Captain Commando conta a história de um herói próprio para salvar a cidade de Metro City (a mesma da série Final Fight só que anos à frente) do crime futurístico. Para isso ele conta com a ajuda de três amigos Ninja Commando, Mummy Commando e Baby Commando, juntos eles devem parar a aristocrácia e seus objetivos maléficos. A história eu tive que ler da wikipédia porque o jogo em si não apresenta nada sobre ela, você já entra caindo na porrada, ponto positivo? Talvez seja para alguns, mas para mim sempre tem que haver um porque, mesmo que seja uma maldade. O jogo nem intro tem, nada que nos apresente aos personagens ou coisa parecida. Se você procura um jogo de pura ação é o que vai encontrar em Captain Commando, mas a ação não é tão formada assim, não há grandes surpresas no jogo, com a exceção de um estágio onde você enfrenta dois chefes ou há uma “linha de ataque” dos inimigos que também não tem AI alguma. Parece que a produção cagou e andou também para o desenvolvimento de seus inimigos eles só te batem se você der MUITA bobeira porque é bem difícil apanhar para um deles jogando em plena consciência. O que realmente é marcante em Captain Commando são os personagens, a variedade de seus personagens jogáveis, cada um tem uma característica não miscelânica, mais em combate mesmo. Por exemplo: Baby Commando é o único que pode pular segurando um inimigo, Capitain Commando pode tacar fogo variando um certo comando e por ae vai, cada um tem uma individualidade na mecânica do jogo. Além disso alguns chefes são desafios a serem batidos sendo de grande dificuldade para matá-los, além disso é um jogo que permite jogar com seu amigo dobrando a diversão e cortando pela metade a dificuldade. Tente aproveitar as dicas e desfrutar do jogo, aposto que vai se divertir!

Nota:
7,5 / 10,0

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Mega Drive – Streets of Rage – Análise / Dicas / Cheats

 Sem dúvidas, um dos mais memoráveis jogos de Beat’em Up da Sega. Embora seja um Beat’em Up um pouco comum demais, sem mesmo golpe especial, aqui substituído pela função de chamar o reforço, o jogo conta com uma história engenhosa, claro para a época infelizmente é vista em alguns filmes, como exemplo, Com as próprias mãos de 74 (tem um remake com o The Rock). É bem comum basear a história em uma cidade tomada pelas drogas e pelo caos, vou deixar um resumo da história: o jogo conta a história de uma cidade que foi tomada por uma organização criminosa, a cidade foi dominada pelo caos, drogas e a tal organização dominou até os órgãos públicos: governo e polícia. Então um grupo jovem que saiu da corrupta força policial decide tomar partido e acabar com o crime e retomar a ordem da cidade. O grupo é formado por três amigos que são obviamente serão seus personagens jogáveis  cada um deles com uma deficiência em pelo menos uma característica  Como disse parece tema de alguns filmes de Hollywood, não sei também muito sobre a história porque ela não é explicita, a parte da história contada no jogo se limita a uma introdução no inicio do próprio. Bem como história não é seu forte, a dificuldade é bem trabalhada (você pode selecionar sua dificuldade). Porém apenas a AI é exclusiva de um certo tipo de inimigo, um inimigo se você pula ele age com mais força, se você passar para trás dele ele te agarra e a AI se limita a isso, à única semelhança é que os inimigos esperam você virar de costas para atacar… Há jogos mais antigos de Beat’em Up com uma AI melhor (deixo como exemplo Spartan X e Karate) onde você vê que seu oponente PARECE estudar seus movimentos e saber como contra-atacar.

Embora seja nutrido desses defeitos, Streets of Rage é um jogo bom sim, pelo simples motivo que ele entretêm, não adianta nada você fazer um jogo todo explosivo, rico em gráficos e em estilo se não há diversão no jogo, se o jogo não oferece um desafio plausível e é justamente isso que Streets of Rage oferece, os chefes e a quantidade de inimigos além de ser MUITO difícil arrumar vidas e ter uma chamada de reforço por vida acabam por tornar o jogo um desafio, além é claro de que é bem divertido nos combos e nos golpes de cooperação, onde o personagem da uma mega pirueta e conclui com um golpe overpower. Por fim caso esteja afim de dar uns socos na parede, ao invés de ferir suas mãos, faça algo mais útil jogando Streets of Rage você com certeza vai jogar toda sua raiva pelos ares, junto com a tal organização.

Nota: 7.9 / 10,0

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